Após nossas experiências, cada vez mais fomos nos aprofundando em nossos fetiches. Fernanda e eu tínhamos uma necessidade parecida, de ver ela ser possuída, dominada por homens maiores, rústicos, ou a sensação de perigo de sermos descobertos e esses sentimentos aumentavam na gente a cada nova transa. Criávamos situações pra ela se exibir em mercados, praia, shopping na maioria das vezes parecendo ser descuido, outras vezes ela provocava e encarava pra ver a reação dos homens, mas quando ela bebia sempre se soltava mais.
Passamos a frequentar mais baladas, mas era difícil arranjar alguém que topasse sair com o marido junto, então muitas vezes ela me apresentava como um amigo, e acabava ficando com rapazes, até ia para o carro com alguns, várias vezes voltava sem calcinha, muitas vezes melada e depois me contava, mas não satisfazia nosso desejo de quase sodomia.
Passamos a frequentar uns bares meio duvidosos, ela sempre bem arrumada e gostosa, com tudo em cima, peitos durinhos, bunda redonda e coxas bem feitas da academia, não se encaixava nesses lugares em que os homens tinham sempre uns 20 anos a mais do que ela. Mas ela se satisfazia provocando os velhos jogando sinuca com eles ou caminhando até o banheiro e provocando, as vezes eles já meio bêbados passavam a mão nela, tentavam agarrar, e ela fazia doce se soltando, se fazendo de desentendida. Numa dessas vezes o bar estava quase fechando, tinha dois homens jogando sinuca comigo e com a Fernanda, um era magro, devia ter uns 40 anos, um pouco mais velho que eu, o outro já um senhor, devia ter mais de 60 bem barrigudo e o dono do bar também um senhor com mais de 50 meio parrudo, não gordo mas nem magro de nome Carlos, Fernanda estava muito gostosa, com um vestido mais solto que não chegava na metade das coxas, ela já tinha provocado muito, tinha levado duas passadas de mão do cara mais novo, ela disfarçou e eu fingi não ver, pois esse era nosso objetivo, provocar bastante.
Em dado momento após Carlos avisar que precisava fechar, que já eram 3 horas da manhã fui ao banheiro, quando estava voltando ouço o dono do bar o Carlos falar alto, que era pra se controlar e irem pra outro lugar, ando mais devagar e espio, e vejo Fernanda quase sentada na mesa com as pernas abertas, a calcinha pro lado e o rapaz mais novo com uma mão segurando o pescoço e a outra enfiando o dedo na bucetinha depilada de Fernanda, enquanto ela encarava o senhor barrigudo, a rapaz responde Carlos que precisava cobrar a aposta do jogo que eles ganharam, Mas Carlos pede pra eles saírem.
O rapaz não solta o pescoço de Fernanda, e sai andando segurando ela pela nuca pra fora do bar, na rua apenas um poste de iluminação pública, vão em direção ao nosso carro mais afastado quase no escuro total, fico meio escondido olhando o que iria acontecer, quando chegam no carro o mesmo está fechado, pois a chave está comigo, o rapaz ainda segurando Fernanda na nuca, empurra ela sobre o capô do carro, chupa o dedo e começa a socar na bucetinha, Fernanda geme alto e esperneia, o senhor para do lado já com o pau pra fora e fica punhetando e passando mão na bunda e nas costas dela.
Nisso ouço seu Carlos: ‘Mas é muito frouxo mesmo, eu iria intervir, mas o corno está aqui de pau duro vendo dois cachaceiros currar a mulher dele e fica escondido vendo? Se for falta de homem pode trazer ela aqui que eu deixo ela de fogo apagado pra ti seu frouxo. Agora sai que preciso fechar, vai lá ver de perto a festa seu corno’.
Ouvi aquelas palavras, mas ao invés de me ofender na verdade fiquei com mais tesão, e sem falar nada fui indo em direção aos 3, realmente quase não dava pra ver nada devido à falta de iluminação. A chegar mais perto Fernanda já está sem o vestido que está sobre o carro, e abaixada punhetando os dois e tentando chupar um pouco cada, o rapaz mais novo tem um pau razoável, mas o senhor coitado apesar de ser grosso, seu pau era pequeno, talvez por causa do tamanho de sua barriga e sua idade, fico a uns 5 metros de distância assistindo, Fernanda levanta, vira a bunda pro senhor e fica chupando o rapaz. Enquanto ela faz um boquete bem babado o senhor se posiciona atras dela e tenta comer ela, mas ela por estar de salto alto, fica mito alta e ele não consegue, ela abre bem as pernas e ele fica tentando, mas sem sucesso, nisso o rapaz pega ela pelo cabelo e faz ela se encostar de bunda no carro sob protestos do senhor, o rapaz beija Fernanda levanta uma de suas pernas, e Fernanda mesmo pega no seu pau e direciona na entrada, e assim ele vai enfiando devagar até no final, Fernanda geme alto, sua perna de apoio treme e ele começa um vai a vem firme, ele beija de língua enquanto mete, uma mão segurando a perna e a outra na nuca de Fernanda, sempre que ele soca dá pra ouvir o barulho molhado de tão lubrificada que ela estava, ele solta a perna dela e manda ela fechar as pernas mas sem tirar o pau de dentro, e assim vi ela gozar a primeira vez, de frente um pro outro encostados no carro ele ficava movimentando devagar e ela gozando no seu pau, ela fica mole agarrada nele, nisso ele vira ela, manda empinar a bunda e mete por traz, dessa vez com violência, soca com força parecendo palmas o som da virilha batendo em sua bunda, depois de um tempo ele acelera os movimentos anuncia que vai gozar, faz ela se abaixar e goza na cara dela, deixando toda lambuzada, era muita porra mesmo, uma parte ela lambeu, mas ficou com a cara toda suja. Ele dá um tapa na cara dela e diz que está paga a dívida, mas o senhor protesta que quer a parte dele.
Nisso Fernanda me olha e pede que eu abra o carro, assim que destranco o carro ela abre a porta de traz e se debruça no banco traseiro deixando a bunda exposta para o senhor, assim ficou na altura perfeita e ele consegue penetrar Fernanda, o pau do senhor apesar de curto é bem grosso, ele soca de uma vez só, arrancando um gemido forte dela, devido a sua idade e seu físico ele não tem muito vigor, mas dá boas estocadas tirando bons gemidos dela, mas logo ele pede pra ela virar de frente, ela deita no banco deixando as pernas abertas e ele vem no meio e mete, dessa vez parece ir mais fundo, arrancando um gritinho de AIAI de Fernanda, ele fica afobado, dá umas estocadas, começa a bufar e se joga com aquele barrigão em cima de Fernanda, e goza atolado na bucetinha dela, ele fica deitado sobre ela, ainda dentro da bucetinha cansado, Fernanda reclama que ele é muito pesado, ela com a cara toda gozada ele diz que não quer beija-la, mas a obriga a chupar sua língua enquanto ainda se mexe sobre ela, apesar dos seu 60 anos e de ter acabado de gozar ele começa a aumentar os movimentos, Fernanda pede pra ele sair, pois está ficando sem ar ele continua sobre ela e a xinga e novamente faze ela chupar sua língua enquanto ele mete nela de forma lenta mas cadenciada, Fernanda geme forte, mas devido à falta de ar, vejo o pau dele todo branco, entrando e saindo da buceta de Fernanda que está com os lábio esticados devido a grossura. Quanto mais ele aumenta os movimentos, mais peso faz sobre ela, e em meio aos gemidos abafados pela boca dele, ouço Fernanda falando comigo:
-Faz ele sair amor estou sem ar, amor você está aí? Amor ajuda.
Tudo isso bem abafado devido aos gemidos e pelos beijos que ele forçava nela, quando chego mais perto ele aumenta mais o ritmo e me diz pra deixar ele terminar, como bom corno parei e voltei a assistir. Ele passou a se movimentar mais forte ainda fazendo ir o mais fundo que ele podia, ela gemia cada vez mais abafado e falava soletrando a cada metida:
- Ai-a-mor, ti-ra-e-le, vou-des-ma-iar.
-Ai, Ai, Ai
E ele parecia se estimular cada vez mais, indo cada vez mais fundo nela, até que vejo as pernas dela começarem a tremer bastante e um gemido forte dela, a safada estava gozando naquela situação, desse jeito o velho se apoiou nos braços e socou com a última força que tinha naquele corpo e gozou dentro dela de novo. Ele vai se levantando devagar e ela fica estirada dentro do carro imóvel. O velho se ajeita e vai indo junto com o rapaz que tinha comido ela antes, quando me aproximo mais da porta do carro, vejo Fernanda escorrendo porra, toda pequena e branquinha praticamente apagada, ouço uma voz forte do outro lado do carro, era o Sr. Carlos, dono do bar.
-Seus putos, se eu soubesse que ela era fácil assim, teria eu mesmo comido a putinha. Se quiserem um homem de verdade me traga ela que mostro pra vocês dois como se faz. Só não como essa puta agora porque está ensopada de porra já, por que você jamais me impediria né corno?
Só concordo com ele, ajeito Fernanda no carro entro vamos pra casa. Em casa Fernanda desce com dificuldade, entro com ela e vamos para o chuveiro.
Fernanda – Não sei o que você pensa disso amor? Mas eu estou satisfeita como nunca.
Pedro – Fiquei com medo de você desmaiar mesmo amor.
Fernanda - Quase desmaiei mesmo kkkk, mas isso me arrancou uma das melhores gozadas da minha vida. Velho safado. E você nem me ajudou né?
Pedro – E impedir sua gozada maravilhosa? E sei que você gosta.
Fernanda – Gosto mesmo, mesmo que eu apague quero que deixe meu macho terminar combinado meu corninho?
Pedro – Combinado minha putinha, mas quero que se lembre desse pedido.
Fernanda – Pode deixar, na verdade estou pensando, e se eu estivesse sozinha? Acho que eles teriam me pegado antes, até o Sr. Carlos teria participado, aliás adorei ouvir ele te chamar de corno.
Pedro – Ah amor, com certeza eles teriam te agarrado antes se você estivesse sozinha. E sobre o Sr. Carlos, sabe que eu também gostei, acho que aflorou mais o meu lado corno submisso ouvindo aquilo. E você ouviu a proposta dele?
Fernanda – claro que ouvi, já pensei em voltar lá rsrsrs.
Naquele restinho de noite dormimos de conchinha. Podem nos julgar, mas a gente gosta dessas sensações, e somos felizes assim, bom que ambos fazem sem ser forçado, dessa forma se tiver consequências vamos encarar juntos também. Abraço a todos, espero que votem e comentem.