Depois do perdão o serviço

Um conto erótico de Subrcrys
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 751 palavras
Data: 07/01/2026 09:38:00
Última revisão: 07/01/2026 09:57:53

Para melhor compreensão será melhor lerem primeiro o conto, Pedido solene de perdão.

Ainda escrevo há pouco, aqui. Os meus contos, estão entre a ficção e a realidade, todos têm muito das experiências que por mim, sub, têm sido vividas intensamente.

Registo de Serviço – Segundo Relato

Após o contacto e a resposta célere, apresentei-me na casa de D. R e do Sr. JF pelas 21:30, devidamente autorizado por ER e seguindo as instruções que me foram dadas relativamente à indumentária a usar.

Cheguei descalça, com sandálias de criada na mão, vestida apenas com um avental aberto nas laterais, deixando exposta a zona inferior, com o cinto de castidade visível.

À entrada do prédio, aguardei de joelhos e cabeça no chão, conforme ordenado, tendo passado alguns vizinhos que fizeram comentários trocistas.

Fui recebida no apartamento com ordens claras: deslocar-me de joelhos, trazer uma travessa da cozinha para a sala e colocar-me sempre disponível a servir. Dois copos e uma garrafa de vinho que retirei do frio. Sempre de cabeça e olhar no chão , servi os senhores mantendo-me de joelhos.

Recebi palavras de humilhação e repreensão, escrava, cadela cobarde, etc. Fui instruída a lamber as botas do Sr., descalçá-lo e massajar-lhe os pés, seus pés estavam quentes e algo húmidos, deixados assim para me humilhar ainda mais. Assim, logo ordenou que os lambesse e o fizesse unicamente com a língua e os lábios. Permaneci cerca de 10 min em cada pé absorvendo tudo sem reclamar. Após ele, são agora os sapatos que estavam calçados pelos delicados pés da Dra. R. Sapatos de salto muito alto, como sempre anda esta Bela e imponente Senhora, imponente pela sua beleza e estilo, pois é de uma elegância de invejar. As solas estavam muito impregnadas de alguma sujidade húmida, que a muitas enojaria. Antes de iniciar o cumprimento da ordem, a senhora cruza a perna e cospe na sola, ao que instintivamente me lanço, não deixando que nenhuma gota atinja o chão, lambo agora com algum prazer, pois eram uns dos pés que muito desejava lamber, fazia anos que o desejava. Era agora, pensava eu, mas bem podia esperar. -Não estás autorizada a tocar em um milímetro que seja, dos pés da tua nova Dona. Disse o Senhor com ar de poucos amigos, com isto desferiu umas quantas vergastadas nas minhas nádegas expostas. Lambi recebendo de vez em quando mais uma ou outra porção de saliva, e agora maioritariamente do Senhor, que Dominador.

Terminado o jantar, antes que me autorizassem a levantar a mesa, o Senhor fez sinal com o indicador, chamando-me para ele, na mesma posição, de joelhos, ele apenas se voltou para mim, sem se levantar, disse, -abre o fecho das minhas calças, depois, quero essas mãos atrás das costas, imoveis. Agora ele próprio retirou o seu membro, ainda semi- rígido, mas que grande e grosso… a Senhora pousava agora numas posições bem sexi, certamente, pois eu nada podia ver, a não ser obedecer ao que me ia ordenando, -abre a boca e dá tudo o que tens, se me agradares ainda pode ser que considere qualquer perdão, e sem tempo de pensar, estava a fazer um serviço oral, tentando satisfazer o meu DONO, e o que é certo é que ele ficou muito excitado, estava a alterar a respiração, quando diz, volta-te e sobe apoia as maos nos joelhos e fica assim e sem preparação, coloca aquele mastro dentro de mim, sorte que tinha estado antes a lubrificar, estável ainda por algum tempo num vai-vem, ora mais rapido ora mais lento, até que se vem completamente e para dentro da minha nova cona. No entanto, ainda a jorrar, manda que me vire e lamba, chupe, e limpe tudo, engolindo. E é o que faço.

Seguidamente fui ordenada a executar tarefas domésticas, incluindo arrumação, lavagem de loiça, limpeza da casa de banho, sem esquecer que a sanita é para ser toda passada com a língua, preparação de camas de lavado e tratamento de sapatos, estes sempre com um toque especial de submissão.

Durante o jantar, fui ainda alvo de ordens contínuas, humilhações verbais e algumas tarefas feitas sob supervisão direta.

A saída só foi autorizada já depois das 2h da manhã, ficando registado que a partir deste dia passo a estar disponível para servir sempre que for necessário ou assim for combinado, com a expectativa de frequência quase diária.

Este novo serviço será articulado e autorizado por ER, ficando claro o reforço da minha condição de serviçal e a aceitação voluntária do papel assumido.

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