Conto de Papagaio

Um conto erótico de Girls Family L
Categoria: Heterossexual
Contém 799 palavras
Data: 07/01/2026 08:42:24

Do alto do meu poleiro, eu via mais do que a família imaginava. A casa ao lado, separada só por um muro baixo e uma cerca de trepadeiras, tinha janelas que davam direto para o nosso quintal e o quarto de Clara. A vizinha se chamava Sofia. Trinta e poucos anos, casada com um cara chamado Marcos, um sujeito comum, contador, que trabalhava em casa e mal saía. Sofia era curiosa. Muito curiosa. Eu a via às vezes, espiando pela cortina entreaberta, fingindo regar as plantas. Mas naquela tarde de sábado, ela não fingiu.

A família estava no quintal, aproveitando o sol. Roberto havia sugerido uma "brincadeira familiar" — palavras dele, sussurradas no ouvido de Clara enquanto Laura ria baixinho. Eles estavam na piscina inflável, os três nus como vieram ao mundo, água espirrando. Clara e Laura se beijavam devagar, os corpos molhados se roçando, enquanto Roberto assistia de perto, a mão já no pau endurecendo. Ele se aproximou, beijou o pescoço da filha primeiro, depois da mulher, e logo os três estavam entrelaçados: Laura chupando o pai enquanto Clara lambia a boceta da menina por trás. Gemidos ecoavam, água chapinhando. Roberto gozou na boca de Laura, e as duas dividiram o sêmen em um beijo lambuzado.

Eu voei para o galho da árvore no muro, de onde via tudo. E vi Sofia. Ela estava na janela do quarto dela, cortina puxada só o suficiente, uma mão no peito, a outra entre as pernas, se tocando devagar enquanto assistia. Os olhos dela brilhavam, o rosto corado. Ela mordia o lábio para não gemer alto. Marcos estava no escritório ao lado, alheio, batucando no computador. Sofia gozou ali mesmo, tremendo contra o vidro, sem tirar os olhos da cena.

Mas Clara notou. No meio da bagunça, ela ergueu o olhar e viu o movimento na janela. Sorriu devagar, como uma predadora. Não disse nada na hora. Esperou. À noite, quando Roberto e Laura dormiam, Clara vestiu um robe solto e foi até a casa vizinha. Eu a segui voando, pousando no parapeito da janela aberta da sala deles.

Sofia abriu a porta, surpresa. “Clara? O que…” Clara entrou sem pedir, fechou a porta atrás de si. “Eu vi você assistindo hoje. Na janela.” Sofia empalideceu, gaguejou. “Eu… não sei do que você está falando.” Clara riu baixo. “Ah, sabe sim. E eu sei que você gostou. Mas e se o Marcos souber? E se eu contar pra ele que a mulher dele se masturba vendo a família do lado transar?”

Sofia tentou negar, mas Clara foi implacável. “Chame ele aqui. Agora.” Sofia, tremendo, chamou o marido. Marcos veio da cozinha, confuso, de pijama. “O que está acontecendo?” Clara se aproximou dele, o robe se abrindo um pouco, revelando a curva dos seios. “Sua mulher andou espiando coisas que não devia. Coisas privadas. E se eu contar pra todo mundo? Pro bairro inteiro? Imagina o escândalo.”

Marcos olhou para Sofia, depois para Clara, os olhos descendo pelo corpo dela. “O que você quer?” Clara sorriu, chegando mais perto, a mão tocando o peito dele. “Quero que você me foda. Aqui. Agora. Pra eu ficar quietinha. Senão, conto tudo — sobre ela assistindo, sobre vocês dois sendo uns voyeurs frustrados.”

Sofia protestou fracamente, mas Clara a calou com um olhar. Marcos hesitou, mas o volume na calça do pijama traía ele. Clara puxou o robe, ficando nua na sala deles. Corpo ainda marcado pelo sol da tarde, boceta depilada brilhando de excitação. “Vem. Ou eu grito agora mesmo.”

Marcos cedeu. Pegou Clara pela cintura, beijou-a com fome, as mãos apertando a bunda dela. Sofia assistia, sentada no sofá, as pernas cruzadas, mas os olhos vidrados. Clara gemeu alto quando Marcos a empurrou contra a parede, erguendo uma perna dela e metendo de uma vez, o pau grosso entrando fundo. “Isso… fode forte… pra eu não contar nada”, sussurrou ela, arranhando as costas dele.

Ele metia ritmado, os quadris batendo, Clara gemendo nomes sujos, “seu safado… sua mulher olhando… goza em mim”. Sofia, sem aguentar, abriu as pernas e começou a se tocar de novo, assistindo o marido foder a vizinha. Marcos virou Clara de costas, meteu por trás, uma mão no cabelo dela, a outra apertando um seio. Gozou rápido, enchendo ela, o sêmen escorrendo pelas coxas.

Clara se virou, beijou ele na boca, lambendo o suor. “Bom menino. Agora o segredo fica entre nós.” Vestiu o robe e saiu, deixando o casal atordoado. Sofia olhou para Marcos, os dois ofegantes, e em vez de brigar, ela o puxou para o sofá, montando nele ali mesmo.

Eu voei de volta para casa, as asas batendo no ar úmido da noite. A família dormia, mas o cheiro de segredos se espalhava como fumaça. Sofia ainda espiaria. Clara sabia. E eu, Pico, via tudo. Sempre via.

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Comentários

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Pensei que o papagaio ia chamar todos de putas e cornos. Tem gente que ensina palavrão pros papagaios.

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