Por um tempo, Sol e resolvemos viver uma vida de aventuras, fomos praticamente nômades morando em diferentes cidades, principalmente no litoral do Paraná, mas passamos por lugares no interior e em Curitiba também. Um dos lugares mais interessantes pelo qual passamos, foi um período que moramos numa ilha no litoral de Guaratuba, cidade no extremo sul do Paraná. A ilha tinha viés turístico, mas era basicamente habitada por pescadores.
Naquele lugar, Sol era como se fosse uma rainha, praticamente não havia mulheres, e ela com seu cabelo ruivo curtinho, seus olhos verdes grandes, seu quadril largo, suas pernas longas, suas roupas provocantes e o pior de tudo, seu jeito sensual, era tratada como um celebridade, ganhando o favor de todos, e ela adorava isso, gostava de ser bajulada, gostava de provocar, gostava de ver os olhares de desejo de todos aqueles homens sobre ela. E o clima ajudava bastante, sempre quente e úmido, justificava os shortinhos mostrando a popa da bunda, os biquínis e maiôs minúsculos, o vestidinho curtos, as regatas bem cavadas, a ausência de sutiã. Não era raro sair sem calcinha, sempre com a justificativa de não lembrar, andando de bicicleta pelo lugar, muitas vezes exibia sua buceta pros locais.
Resumindo, a mera existência dela ali, criava um clima constante de tensão sexual.
Morávamos de aluguel num quarto na casa de Tenório e Norberto, o primeiro um pescador de seus 50 anos, grisalho, usava bigode, peito cabeludo, estava quase o tempo todo só de bermuda. Já Norberto era um negrão de 48 anos, alto, além da bermuda estava sempre com uma camisa com os primeiros botões abertos. Os dois muito fortes por conta da natureza física exigente do seu trabalho e bons de copo também, bebiam bastante sem transparecer os efeitos da bebida.
Nós quatro frequentávamos o único bar da ilha, onde tínhamos muitas amizades e onde trabalhava Sol. Éramos próximos em especial Seu Demilson, o velho barrigudo dono do bar, e de Enrico, com quem Sol, particularmente, tinha muita amizade.
No bar Sol sempre recebia muita atenção, onde bebia e dançava com todos, sempre tinha uma roda de pelo menos quatro ou mais homens em volta dela. Muitos esfregavam os pau duro nela na dança, mas ela não ligava, se divertia.
A natureza desse contexto geral, o local, as amizades, o jeito assanhado de Sol, acabou gerando muitas situações. Em casa, muitas vezes tomava banho com a porta entreaberta, dizia não se atentar pra esse “detalhe”. Sem ser notado, peguei diversas vezes Tenório e Norberto assistindo o banho dela e apertando o pau sobre a bermuda. Sem contar as diversas vezes que ela na mesa do café da manhã ou qualquer outra situação rotineira, acabava deixando escapar um peito da roupa, ou exibia a buceta numa cruzada de pernas “despretensiosa”. Os olhares tarados eram frequentes.
–Fica atenta, esses caras são safados. Não fica dando tanta confiança. Disse eu.
–Que nada. Mas por que, tá com ciúme? Respondeu rindo.
–-Não é isso, é que eles vão acabar te agarrando.
–-Claro que não. Falou com um olhar quase malicioso.
Comumente Sol saia durante a noite pra fumar junto com eles na parte de fora da casa, nos fundos. Lá havia um pouco de vegetação, umas pedras e uns bancos improvisados com troncos. Batiam papo, fumavam e bebiam até perder a noção do tempo, muitas vezes Sol voltava bêbada. Eu, às vezes, observava de dentro da casa, na penumbra. Um dia Sol entrou e me disse:
–Eles colocaram as mãos nas minhas coxas, meio que querendo abrir minhas pernas.
–Eu falei que eles iam tentar algo. Quer que eu fale com eles.
–Não, não precisa. Não vou encrencar com dois coitados bêbados.
–Ok, você que sabe.
Enquanto isso, outro cenário se construía, Sol começou a voltar tarde do trabalho, mais tarde que o normal. Dizia que tinha aumentado a demanda de trabalho, comecei a estranhar e resolvi ir buscá-la. Quando cheguei lá, ela não estava. Seu Demilson disse que ela já tinha saído há pelo menos uns 40 minutos, pedi a Seu Demilson que não dissesse que fui.
Mais tarde, quando ela chegou, preferi não perguntar nada. No dia seguinte cheguei antes do horário oficial de saída dela e esperei de longe. Quem apareceu pra encontrá-la na saída foi Enrico, seu amigo. Se cumprimentaram bastante animados e entraram numa trilha que dava para dentro da mata da ilha. Os segui, sempre de longe, sem ser notado. No trajeto, acenderam um baseado, foram fumando e batendo papo, de repente Enrico se aproximou e apalpou a bunda dela, entrando numa parte mais densa da mata, apertei o passo, mas os perdi, sumiram como fumaça.
Quando ela voltou, deitou e dormiu rapidamente, na mesma hora chegou uma notificação no celular, descobri que ela trocava nudes com Enrico, mas a conversa em si, não dizia nada sobre terem feito algo concretamente.
No dia seguinte, fui novamente tentar o mesmo plano, quando no caminho pro bar encontrei, surpreso, Enrico.
–Ué, mas você não ia… Disse quase me entregando.
–Ia o quê?
–Não nada.
–A Sol tá em casa?
–Oxi, não ela tá no trabalho ainda.
–Passei lá, mas está fechado.
–Fechado?! Que estranho.
–Bem, quando vê-la fala pra ela mandar mensagem.
Fiquei confuso, estava indo pegar os dois em flagrante e nem ele sabia dela?!
Mesmo ele falando que o bar estava fechado, resolvi ir conferir. Chegando estava de fato, mas a luz estava acesa, dava pra ver por uma pequena janela que ficava na lateral, no alto.
Resolvi achar um apoio pra subir e verificar o que estava acontecendo, olhando pela janela disfarçadamente vi Seu Demilson no balcão e Sol servindo três clientes que ainda estavam no bar, mas tinha um detalhe. Sol estava usando avental, SÓ o avental!! Estava trabalhando pelada, somente com o avental!!! Meu coração acelerou quando vi, fiquei chocado e muito excitado. Ela caminhava pelo salão, servindo bebidas, nu!! Depois de servir, voltou pra trás do balcão, e enquanto ajeitava algumas coisas na pia, Seu Demilson se aproximou e começou a apalpar a bunda dela!! Fiquei tão agitado que perdi o equilíbrio e quase fui visto. Tive que sair dali às pressas.
Quando ela chegou em casa, perguntei:
–O que foi aquilo?!!
–Aquilo o quê? Respondeu ela.
–Aquilo o quê?! Vi você trabalhando só de avental no bar, e ainda levando uma palpada do velho!!
Imediatamente ela ficou com um ar meio sem jeito.
–Bem, é que o Seu Demilson me ofereceu um dinheiro a mais pra fazer aquele trabalho e atender uns clientes vip.
–E o trabalho era só servir, pelada? Ou tinha mais “exigências”?
–Bem… o Seu Demilson me comeu.
–-É o quê?!
–Mas ele não forçou nada, ele pediu…e…. eu deixei.
–Caralho!!
–E foi anal, ele comeu meu cu.
–Você deu o cu pra ele!!!
–É, sei lá. Eu tava a fim de agradar, ele sempre me trata super bem.
–Você é muito vagabunda.
–Ah, vai dizer que você não gostou nem um pouquinho de saber que ele me fudeu?
Quando ela falou isso, colocou meu pau pra fora e começou a bater uma, e eu gozei fácil enquanto ela contava os detalhes.
Mais tarde, acordei no meio da madrugada e ela não estava na cama. Fui procurar no lugar mais óbvio (deve estar fumando). Quando cheguei na área dos fundos, estavam Norberto e Tenório comendo ela!! Fazendo dupla penetração! A vadia bêbada gemia igual um cadela com os dois machos torando ela de quatro no quintal dos fundos.
–Caralho, você tá dando de novo?!
–Oi amor! É que você estava tão cansadinho e eu louca pra dar, não queria atrapalhar seu sono. Falou entre gemidos.
–Você tá piranha demais.
–Ah, vai! Sei que você adora. Não é você que fala que eu sou boazuda demais pra dar pra um cara só? Então, sou mesmo! Vem aqui e me ajuda a gozar.
Me aproximei e sacando meu pau da calça coloquei ela pra me mamar. Era a primeira vez que ela era penetrada por três picas ao mesmo tempo. Cavalgou os paus deles como uma profissional assim como a gulosa que fazia pra mim. Gozamos todos na cara dela. Uma delicia.
Agora eu sabia que quase todas as putarias dela, só restava o mistério do que estava rolando na mata com o Enrico. Ela não tocou no assunto, então resolvi descobrir por conta própria.
Outra noite veio, me preparei e os segui, desta vez fui mais sagaz e consegui os acompanhar até o final do curso que faziam mata adentro. Foram pra um parte onde tinha uma clareira, bebiam e fumavam um beck o que deixava a minha putinha animada bem fácil. Sol vestia uma regata que mostrava toda a lateral dos seus peitos, a depender do ângulo, mostrava os peitos inteiros que comumente escapavam, também usava um shortinho bem curto e surrado, que ela adorava. Enrico trajava também uma regata e bermuda.
Ele sacou do short o pau (grande!), e ela de joelhos começou uma chupeta caprichada, engolindo praticamente todo o membro dele, chupava bonito, com gosto, ele puxava a cabeça dela fazendo-a engasgar, ela muitas vezes tinha que dar tapas na perna dele sinalizando pra maneirar, mas ele não ligava muito. Depois de um tempo curtindo a gulosa, a afastou, ela deu três passos pra trás, só a luz da lua cheia os iluminava, ele disse:
–Tira a roupa.
Ela obedeceu, tirou o short e depois a camiseta. Enrico se aproximou, e puxou presa a um um galho próximo uma corda, levantou os braços dela e a amarrou pelos pulsos ao galho. Ela o encarava com um olhar tão intenso que parecia desafiá-lo, desprezá-lo. E em alguns momentos, ele realmente parecia intimidado.
Naquele momento, notei uma coisa que até então tinha passado despercebido, não estavam sozinhos, havia pessoas nas sombras das árvores observando. Aquilo me deu um misto de angústia e tesão louco. Saíram então das sombras quatro homens se aproximaram fazendo um círculo em volta dela. Começaram a desligar suas mãos por todo o corpo dela, tateando e mapeando cada centímetro quadrado da sua pele, dois deles começaram a chupar seus peitos, um terceiro enfiou o dedo na buceta já molhada e começou a penetrar, o quarto, atrás dela, colocou uma das mãos na boca de Sol pra ela chupar seu dedo, e ele deu uma chupada no próprio dedo da outra mão pra então descer e enfiar no cu dela. A cena era forte, acho que nunca tinha visto tanta luxúria. Aquilo tudo, dedo na buceta, no cu, na boca, bocas sugando seus peitos, isso tudo amarrada no meio da noite, no meio da mata, não teria como ser diferente, as pernas de Sol em poucos minutos começaram a tremer, e ela gozou violentamente com espasmos pelo corpo todo, os homens não pararam, continuaram os estímulos e os espasmo cada vez mais fortes se estenderam por minutos que pareciam não acabar, os olhos dela virando demonstravam que aquilo jogava sua sanidade no abismo. Em momento nenhum os caras usaram o pau pra penetrá-la, dava pra ver que o foco era nela, era testar os limites dela. As dedadas e chupadas não paravam, e depois multiplos orgamos o corpo dela não aguentou e ela desmaiou!!
Nesse momento todos pararam e foram se afastando até sumir nas sombras. Enrico que só assistiu tudo, a desamarrou e a deitou no chão, nu, depois foi embora também. Eu chocado, e de pau duro, fiquei observando ela, que aos poucos foi despertando. Colocou a roupa e foi embora.
Pouco depois ela chegou em casa, exausta, eu corri e tinha chegado antes pra não levantar suspeitas. Ela chegou, me deu um beijo, arrancou a roupa e desabou de bruços na cama adormecendo imediatamente.
Fim
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