Imagina você contratar um profissional, pagar caro pelo serviço, e o filho da puta ainda meter a rola na sua esposa dentro da sua própria casa? A maioria dos homens ficaria putaço.
Mas eu não. Pelo contrário: Eu paguei um extra para o pedreiro.
Chamei o Rafael, que era pedreiro e morava na rua de cima, pra reformar o banheiro de casa. Afinal, precisávamos de mais espaço com o avô dela morando conosco.
No primeiro dia de serviço, a Simone estava em casa, acompanhando. Ela usava um shorts curto e uma regata, nada com a intenção de provocar — pelo menos era o que eu pensava. — Mas percebi que o safado não desgrudava os olhos dela, e já imaginei que aquilo poderia dar merda.
Desde que a Simone "acordou" depois daquela segunda vez com o Lucas, ela tinha mudado o comportamento. Estava mais ousada, atrevida. E eu sabia que ela só estava esperando uma oportunidade para conhecer outras rolas.
O Rafael era um cara tranquilo, na casa dos 40, forte dos braços de quem carrega peso. Educado, profissional. Fazia o serviço e só falava do necessário. Eu até comentei com a Simone, na cozinha: "Olha que bom, finalmente um que não fica enrolando".
Ela só deu uma risadinha.
O serviço no banheiro ia demorar umas duas semanas. Na maioria do tempo eu não ficava em casa; geralmente quem acompanhava era minha esposa. Eu só chegava por volta das 15h e via o final do trabalho. Mas dia após dia fui notando a vestimenta dela mudar. Ou melhor, reduzir.
Cada dia ela se vestia mais provocante. E o que eu não via, mas imaginava, era que o Rafael passava mais tempo admirando minha esposa do que trabalhando.
Aí veio aquela segunda-feira. Filhos na escola, vovô dormindo na sala. Eu voltei mais cedo. A casa estava em silêncio. Entrei pisando em ovos, e quando cheguei no corredor, vi o Rafael espiando a Simone pela fresta da porta do quarto. Ele não me percebeu até que eu cheguei pertinho e o flagrei. Pensa num susto que ele tomou.
Quando abri a porta completamente, lá estava minha esposa. Deitada na cama de bruços, de mini saia curtíssima, pernas abertas, mostrando o rabo e a calcinha quase transparente, dava pra ver as bandinhas da buceta.
Meu estômago deu um nó. De tesão.
Isso não era acaso. Era premeditado. Ela queria rola, e eu — ou melhor, o Rafael — ia dar pra ela.
Mas o cara ficou sem reação. Gelou. Paralisou. E depois começou a pedir mil desculpas.
Eu o cortei.
— Tava espiando minha esposa, seu safado?
— Não, seu Gustavo, não é o que o senhor tá pensando…
— Quer dizer que você gosta de olhar pro rabo da minha mulher?
Ele engasgou, o rosto vermelho de vergonha e medo. A Simone se virou na cama devagar, apoiando-se nos cotovelos. Não havia surpresa em seu rosto, apenas um olhar calculista, quase entediado.
— Não minta para mim. Você estava espiando minha esposa?
— Sim… mas… foi só um instante. Eu vim falar algo com ela e assim que olhei, o senhor chegou bem na hora.
— Mentiroso. Já fazia uns minutos que você estava aí. Eu fiquei ali atrás, observando.
— Seu Gustavo, eu juro… foi só um momento de fraqueza. Eu nunca…
O homem parecia prestes a infartar — vermelho, trêmulo, com o medo estampado nos olhos. E eu… fiquei com pena? Não. Fiquei com tesão.
— Entra aí no quarto.
— Como? — Ele arregalou os olhos.
— Você gosta de olhar, né? Então entra. Quero que veja minha esposa de perto. Veja como ela é linda. E gostosa.
Ele entrou, hesitante. Olhei para a Simone.
— Mostra para ele, amor. Mostra como você é gostosa.
Ela se levantou da cama sem pressa, olhando fixo pra ele. Os dedos foram direto pro botão da mini saia, abriram e ela deixou cair no chão. A camiseta veio depois – ela pegou pela gola e puxou pra cima, tirando tudo de uma vez.
Sem parar, a mão foi pra trás, abriu o sutiã e largou ele também. Por fim, enfiou os polegares na cintura da calcinha e puxou tudo pra baixo, dando um passo pra fora da roupa.
Aí ficou. Totalmente peladinha na frente do pedreiro, toda aberta, mostrando tudo. Uma puta oferta, sem disfarce.
— Quer tocá-la? — perguntei.
Ele ainda parecia não acreditar, mas suas mãos calejadas, quase por instinto, se levantaram e se fecharam em volta dos seios dela. Ela arqueou levemente as costas, com um sorriso no rosto, encarando-o.
Abri a gaveta da cômoda, puxei um pacote de camisinha e coloquei na mão dele.
— Come ela. Quando terminar, volte para o banheiro. Tenho pressa no serviço.
Virei-me e saí, fechando a porta do quarto suavemente, isolando os dois lá dentro. Os sons começaram quase imediatamente: gemidos abafados, o barulho das roupas dele sendo arrancadas, o rangido ritmado da cama.
Voltei para a sala. O avô continuava dormindo profundamente. Sentei no sofá, peguei o controle da TV, mas não liguei. Fiquei só ouvindo. O serviço no banheiro podia esperar. O serviço de verdade estava sendo feito no quarto de hospedes. E dessa vez, nem precisei sugerir. Ela só precisou provocar, de uma porta entreaberta… e de um marido que, em vez de expulsar o pedreiro, trancou-o dentro de casa e deu sinal verde.
Cerca de meia hora depois, a porta se abriu. O Rafael saiu, ainda ajeitando a camisa, o rosto marcado por uma mistura de êxtase e perplexidade. Nem olhou para mim. Foi direto para o banheiro, pegou sua ferramenta e fingiu estar trabalhando.
A Simone saiu depois, vestindo um roupão. Veio até o sofá, sentou ao meu lado e apoiou a cabeça em meu ombro.
— Tava bom? — perguntei, passando o braço em volta dela.
— Competente — ela respondeu, com um sorriso cansado e satisfeito. — No serviço… e no resto.
E assim foi. O Rafael reformou o banheiro direito, sem atrasos. E, quando ficou pronto, deixei que ele “comemorasse” com minha esposa novamente, no quarto de hóspedes. Nunca falamos sobre dinheiro a mais por isso. Mas, na hora de acertar o pagamento final, dei um bônus generoso pelos “serviços extras” prestados.
Todo mundo saiu satisfeito.