Tadalafila e o tesão incontrolável do meu marido

Um conto erótico de ThomasBBC
Categoria: Heterossexual
Contém 2043 palavras
Data: 06/01/2026 21:17:57

Oi, gente! Meu nome é Ana, sou de São Paulo, tenho 32 anos e sou casada com o Pedro há sete anos. Resolvi contar esta história porque, caramba, as coisas mudaram tanto na minha vida sexual nos últimos meses que eu preciso desabafar e compartilhar isso com alguém.

Não é todo dia que a gente encontra um site assim, né? Onde podemos falar abertamente sobre tesão, sexo e essas loucuras que acontecem no dia a dia de um casal. Vou contar tudo em detalhes, como se eu estivesse conversando com vocês, porque é isso que eu preciso: botar pra fora essa história que tá me deixando louca de tesão. Ah, e se vocês tiverem experiências parecidas, comentem aí embaixo, tá? Vamos ao conto!

Tudo começou há uns quatro meses, quando o Pedro, meu marido, decidiu voltar pra academia. Ele tem 35 anos, é engenheiro, trabalha o dia todo no escritório e tava se sentindo um pouco fora de forma. A gente sempre foi um casal ativo, mas a rotina tava nos pegando: trabalho, casa, Netflix e cama. O sexo era bom, mas previsível, sabe? Uma ou duas vezes por semana, rapidinho, sem muita empolgação. Eu amo o Pedro, ele é carinhoso, bonito, com aquele corpo moreno e atlético que me conquistou na faculdade, mas a gente tava no piloto automático.

Um dia, ele chegou em casa todo animado, com uma receita médica na mão. "Amor, o médico me indicou tadalafila pra ajudar no treino", ele disse, sentando na cozinha enquanto eu preparava o jantar. Eu franzi a testa, confusa. "Tadalafila? Não é isso que usam pra... você sabe, problemas de ereção?" Ele riu, balançando a cabeça. "Não é só pra isso, não. O doutor explicou que ela melhora a circulação sanguínea, ajuda na performance física, no pump dos músculos durante o exercício. Vou tomar uma dose baixa, tipo 5mg por dia, pra ver se me dá mais energia na academia.

"Eu não entendi muito bem na hora, mas confiei nele. Pedro sempre foi responsável com saúde, e o médico era de confiança. A gente marcou de ir juntos pra academia no dia seguinte – eu já malhava esporadicamente, mas resolvi acompanhar pra motivá-lo. Mal sabia eu que essa pílula ia virar nossa vida sexual de cabeça pra baixo.

No primeiro dia, fomos pra academia logo cedo, antes do trabalho. Era uma academia aqui no bairro, cheia de gente suando e música alta. Pedro tomou a tadalafila antes de sair de casa, e durante o treino, ele tava voando! Fazia séries de supino com mais peso, corria na esteira como se fosse um atleta olímpico. Eu, do lado, pedalando na bike, não parava de olhar pra ele. "Caramba, amor, você tá possuído hoje!", eu disse, rindo, enquanto limpava o suor do rosto. Ele piscou pra mim, com um sorriso malicioso. "É a pílula, Ana. Tô me sentindo forte pra caramba. Olha só esse pump no peito!" Ele flexionou os braços, e eu ri, mas notei algo diferente nos olhos dele – um brilho de tesão que não era normal pra uma manhã de treino.

Quando chegamos em casa, o Pedro tava inquieto. A gente tomou banho juntos, como sempre, mas dessa vez ele não parava de me encostar. Suas mãos escorregavam pelo meu corpo ensaboado, apertando minha bunda, roçando no meu peito. "Amor, a gente tem que ir pro trabalho", eu disse, tentando me desvencilhar, mas rindo. Ele me puxou pra perto, o pau dele já meio duro contra minha coxa. "Só um beijinho, vai..." Mas não foi só um beijo. Ele me encostou na parede do box, beijando meu pescoço, e eu senti a ereção crescendo rápido. "Pedro, que isso? Você tá louco hoje?" Ele gemeu baixinho no meu ouvido: "Não sei, Ana... Tô com um tesão do caralho. Essa pílula deve tá mexendo com tudo."

A gente transou ali mesmo, no banheiro, rápido e intenso. Ele me pegou por trás, me inclinando sobre a pia, e gozou em minutos, mas com uma força que me deixou tremendo. Foi bom, mas eu pensei que era só o empolgação do primeiro dia. Ledo engano.

Nos dias seguintes, o padrão se repetiu. Íamos pra academia três vezes por semana – segundas, quartas e sextas. Pedro tomava a tadalafila toda manhã, e o treino dele melhorava visivelmente. Seus músculos ficavam mais definidos, o peito inchado, as pernas fortes. Eu adorava ver ele se esforçando, suando na barra, e às vezes trocávamos olhares safados entre os aparelhos. "Ei, gata, vem aqui me ajudar no agachamento", ele dizia, e eu ia, posicionando as mãos nas costas dele, sentindo o calor do corpo. Mas o tesão dele tava virando um problema – ou uma bênção, dependendo do ponto de vista.

Uma quarta-feira, depois do treino, chegamos em casa e eu fui direto pro quarto me trocar pro trabalho. Pedro ficou na sala, dizendo que ia tomar um shake de proteína. Mas quando eu saí do quarto, vestida com minha saia lápis e blusa social, ouvi um barulho estranho vindo do banheiro. A porta tava entreaberta, e eu espiei. Lá tava ele, de calção de academia ainda, com o pau pra fora, se masturbando furiosamente na frente do espelho. Os olhos fechados, a respiração pesada, gemendo baixinho. "Pedro? Que que tá acontecendo?", eu perguntei, entrando no banheiro, meio chocada mas excitada.

Ele abriu os olhos, surpreso, mas não parou. "Ah, amor... Não aguento mais. Tô com um tesão que não passa. No treino, olhando pra você de shortinho, aqueles peitos balançando na esteira... Cheguei em casa e precisei bater uma. Senão vou explodir no trabalho." Eu ri, mas me aproximei, sentindo um calor subindo entre as pernas. "Deixa eu ajudar, então." Peguei o pau dele na mão – tava duríssimo, pulsante, maior do que o normal, eu juro. Comecei a masturbar ele devagar, beijando seu pescoço. "Você tá virando um tarado com essa pílula, hein?" Ele gemeu, apertando minha bunda. "É culpa sua, Ana. Você é tão gostosa... Goza comigo?" Ele me virou de costas pro espelho, abaixou minha calcinha e me penetrou ali mesmo, no banheiro. Foi rápido, mas intenso, e a gente gozou juntos, rindo depois como dois adolescentes.

A partir daí, virou rotina. Pedro confessou que a tadalafila não só melhorava o desempenho físico, mas deixava ele com ereções constantes, um tesão incontrolável que durava o dia todo. "O médico avisou que podia ter efeitos colaterais, mas não imaginei que fosse assim", ele disse uma noite, enquanto jantávamos. "Mas, amor, tá bom pra você? Porque pra mim tá incrível." Eu sorri, passando a mão na coxa dele por baixo da mesa. "Tá ótimo, Pedro. O sexo tá mais frequente, mais quente. Mas você precisa se controlar um pouco, né? Não dá pra bater punheta toda vez que chega da academia."

Ele riu. "Eu tento, juro. Mas é como se meu pau tivesse vida própria agora." E era verdade. Em casa, depois da academia, se eu não estivesse disponível – tipo, se eu tivesse uma reunião online ou algo assim – ele ia pro banheiro ou pro quarto e se aliviava sozinho. Eu ouvia os gemidos, via as toalhas sujas depois, e isso me excitava pra caramba. Uma vez, cheguei mais cedo do trabalho e flagrei ele no sofá, assistindo um pornô no celular, se masturbando devagar. "Ana! Não era pra você chegar agora", ele disse, corando um pouco. Eu tirei a roupa na hora e me juntei a ele. "Melhor eu do que um vídeo, né?" Transamos ali no sofá, com ele me comendo de quatro, puxando meu cabelo, gemendo alto.

Mas não era só em casa. A academia virou um playground de flertes. Uma sexta-feira, estávamos no final do treino, eu na esteira e ele no leg press. Ele me chamou: "Vem aqui, amor, me dá uma força." Fui até lá, e enquanto eu "ajudava" posicionando os pés dele, senti sua mão subindo pela minha perna, roçando na virilha. "Pedro, para! Tem gente olhando", eu sussurrei, mas meu corpo reagia, ficando molhada na hora. Ele piscou: "Ninguém tá vendo. Você tá tão sexy hoje com esse top apertadinho." Saímos dali e, no carro, no estacionamento da academia, a gente não aguentou. Ele reclinou o banco do passageiro, eu montei nele e transamos rápido, com o risco de alguém passar. "Ah, Ana, você me deixa louco", ele gemeu, gozando dentro de mim enquanto eu cavalgava.

Com o tempo, as mudanças foram além do tesão imediato. O Pedro ficou mais confiante, mais agressivo na cama – no bom sentido. Antes, o sexo era vanilla: missionário, oral de vez em quando. Agora, ele queria experimentar coisas novas. Uma noite, depois de um jantar romântico em casa – eu preparei um strogonoff, a gente bebeu vinho –, ele me levou pro quarto e disse: "Hoje eu quero te dominar, amor." Ele me algemou com uma gravata (a gente não tinha algemas de verdade), me deitou na cama e me chupou por meia hora, me levando ao orgasmo três vezes antes de me penetrar. "Tá gostando, safada? Diga que tá gostando do pau do seu marido", ele mandava, e eu respondia, gemendo: "Tô amando, Pedro... Me fode mais forte!"

E as masturbações dele? Viraram parte do show. Uma vez, cheguei da academia sozinha – ele tinha ficado no trabalho até mais tarde – e mandei uma mensagem: "Cheguei, amor. Tô com saudade." Ele respondeu: "Tô indo, mas tô duro pra caralho aqui no carro. Vou bater uma rapidinho quando chegar." Quando ele entrou em casa, fui recebê-lo na porta, de lingerie. "Não precisa se masturbar sozinho hoje", eu disse, ajoelhando e chupando ele ali na sala. Mas em outras ocasiões, eu pedia pra assistir. "Me mostra como você faz quando tá sozinho", eu dizia, e ele obedecia, se masturbando na minha frente enquanto eu me tocava. Era erótico pra caramba, ver aquele homem forte, suado da academia, gemendo meu nome enquanto gozava.

Claro, nem tudo era perfeito. Teve dias em que o tesão dele era tanto que interferia no dia a dia. Uma vez, durante uma festa de família na casa da minha irmã, ele me puxou pro banheiro e disse: "Ana, não aguento mais. Preciso gozar." A gente transou rápido, em pé, com a mão na boca pra não fazer barulho. "Você tá viciado nessa pílula, hein?", eu brinquei depois. Ele admitiu: "Tô, mas é bom demais. E você tá reclamando?" Não, eu não reclamava. Minha vida sexual tinha renascido. Eu me sentia desejada o tempo todo, como nos primeiros anos de namoro.

Mas o pico foi numa viagem de fim de semana pra praia, em Ubatuba. A gente alugou uma casinha simples, perto do mar. Pedro levou a tadalafila, claro, e a gente malhou na areia – corrida, flexões, abdominais. "Olha só, amor, tô me sentindo um deus grego com essa pílula", ele disse, flexionando na praia. Eu ri, mas à noite, na casinha, o tesão explodiu. Transamos na varanda, com o som das ondas, ele me pegando de costas, mordendo meu ombro. "Ah, Pedro, vai devagar...", eu pedia, mas ele acelerava: "Não dá, Ana. Você é minha putinha gostosa." Gozamos juntos, suados e ofegantes.

No dia seguinte, depois de um mergulho no mar, voltamos pra casa e ele não aguentou. "Vou bater uma rapidinho no banheiro", ele disse. Eu entrei com ele: "Deixa eu ver." Assisti ele se masturbando, o pau grosso na mão, gemendo. "Imagina que sou eu te chupando", eu sussurrei, e ele gozou jatos fortes no box. Depois, transamos de novo na cama.

Voltando pra São Paulo, conversei com ele no carro: "Amor, essa tadalafila mudou tudo. O sexo tá incrível, mas você acha que a gente deve continuar?" Ele apertou minha mão: "Se você quiser, sim. Mas só se for bom pros dois." E era. Nossa intimidade cresceu, a gente se comunicava mais sobre desejos, fantasias. Eu até comecei a tomar suplementos pra acompanhar o ritmo!

Hoje, quatro meses depois, Pedro ainda usa a tadalafila pros treinos – e pros "treinos" na cama. A academia é nosso ritual: suamos juntos, flertamos, e em casa, o tesão explode. Ele ainda se masturba às vezes, quando não aguenta, mas agora eu participo sempre que posso. Nossa vida sexual tá pegando fogo, e eu me sinto a mulher mais sortuda do mundo.

E aí, gente? O que acham? Alguém já passou por algo assim? Compartilhem nos comentários! Beijos quentes da Ana.

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Comentários

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Muita loucura tudo isto, não sei se é uma contadora de contos ou se tudo é real, adoro conversar e falar de nossas experiencias, sou um coroa com 64 anos, liberal e amo conversar e trocar fotos e vídeos, caso interessar é só me chamar neste email: euamoaida2020@gmail.com

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Gostaria de um conto personalizado só para você? Posso escrever sobre como você acaba se tornando um coroa de 64 anos com uma pica de 24cm e passa a se exibir.

Me conta se quer que eu escreva sobre isso (ou algo mais) seu velho punheteiro 😉

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