Semana no Monte do Alentejo II

Um conto erótico de Subrcrys
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 428 palavras
Data: 06/01/2026 21:08:06

Semana no Monte — Dia II

### 06h30 – O despertar

A porta da jaula abre-se com estrondo. O Engenheiro puxa-me pela trela.

— Acabou a dormida, cadela. Hoje vais suar por nós. —

A Dra. Zita aguarda no topo da escada, impecável em robe de linho.

— Leva-a para a cozinha. Quero-a a trabalhar já. —

### 07h00 – Limpezas humilhantes

De quatro, esfrego o chão da cozinha com uma escova minúscula. Cada metro demora eternidades.

— Mais força, cadela, ou recomeças. —

A Dra. Zita pisa-me as costas com o salto sempre que acha que falho.

### 08h30 – Pequeno-almoço da família

Sirvo a mesa no terraço: pão quente, compotas, queijos e café.

Eles sentam-se a comer calmamente, conversando sobre a ida à praia mais tarde.

A minha refeição: a tigela de água turva que trouxe da masmorra.

### 10h00 – Trabalho de criada

Sou obrigada a lavar roupa à mão, no tanque exterior, enquanto o sol alentejano me queima as costas.

Cada peça deve ser torcida e estendida impecavelmente.

O Engenheiro passa de vez em quando, lança-me água fria e comenta:

— Nem como máquina de lavar serves bem.

### 12h00 – Castigo do suor

Na cave, colocam-me de braços abertos, correntes presas, e obrigam-me a ficar de pé enquanto o Engenheiro conta em voz alta até mil.

O corpo treme, o suor escorre. Cada vez que abaixo a cabeça, recebo uma bofetada.

### 14h00 – Almoço e humilhação

Na sala de refeições, eles comem peixe fresco grelhado.

Eu recebo as espinhas, atiradas ao chão. Sou obrigada a lamber até ficarem brancas.

Dona Zita cospe-me vinho na boca como se fosse uma cadela com sede.

### 16h00 – Jardim e piscina

Enquanto eles descansam na piscina, obrigo-me a varrer o terreiro, carregar lenha e limpar espreguiçadeiras.

De quatro, corro para cada ordem:

— Traz gelo!

— Lava o chão da varanda!

— Beija-me os pés antes de me levantares da espreguiçadeira!

### 18h00 – Exercício forçado

Na masmorra, a Dra. Zita impõe:

— Cem agachamentos com o plug no rabo.

— Cem flexões com a língua colada ao chão.

Cada erro: dez vergastadas.

### 20h00 – Jantar da família

No terraço iluminado, comem ao som dos grilos.

Eu fico ajoelhada, segurando a garrafa de vinho, servindo cada copo.

Se hesito, o Engenheiro bate-me com a colher de pau.

### 22h00 – Sessão noturna

Na sala, de joelhos, sirvo ambos oralmente, em alternância.

O Engenheiro goza-se no meu rosto, a Dra. Zita exige-me a língua até ao orgasmo.

— Não levantes a cabeça, cadela. Só pára quando eu disser. —

### 00h30 – Regresso à masmorra

De volta à jaula, o corpo colapsa.

Antes de fechar o cadeado, a Dra. Zita diz ao ouvido:

— Hoje serviste como criada. Amanhã vais servir como nada. —

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