A Primeira Vez na Social Gay em Brasília

Um conto erótico de Homem com H
Categoria: Gay
Contém 2286 palavras
Data: 06/01/2026 19:13:39

Eu havia me mudado para Brasília há apenas algumas semanas, atraído por um novo emprego que prometia estabilidade e oportunidades. Mas a capital federal, com suas avenidas largas e prédios imponentes, me fazia sentir mais isolado do que nunca. Eu mal conhecia alguém além dos colegas de trabalho, e as noites solitárias no meu apartamento pequeno no Plano Piloto estavam começando a pesar. Eu era um cara de 28 anos, gay assumido para mim mesmo, mas ainda tímido em explorar a cena local. Um dia, sozinho no sofá com uma cerveja na mão, decidi baixar o Grindr. Não esperava nada sério, só uma distração para quebrar o tédio.

Percorrendo os perfis, um em particular chamou minha atenção. Era enigmático: sem foto, apenas uma descrição curta – "Social só para homens". Intrigado, mandei uma mensagem. Ele respondeu rápido. Seu nome era Ricardo, e ele se apresentou como o organizador de uma festa que rolava há 20 anos. "É um espaço livre", disse ele. "Caras se reúnem para beber, conversar, se conhecer... e transar se quiserem. Você pode ficar do jeito que quiser, nu ou vestido, sem pressão." Meu coração acelerou. Nunca tinha ouvido falar de algo assim, mas a ideia de um ambiente onde o sexo era aberto e consensual me excitou. Ele me convidou para um grupo no WhatsApp, e eu entrei. Lá, me apresentei timidamente, e vi uma lista sendo montada para o sábado seguinte. Nomes de caras de todas as idades, alguns com fotos de perfil que já davam um gostinho do que viria.

A ansiedade me consumiu durante a semana. Eu fantasiava com o que poderia acontecer, mas também sentia um frio na barriga. No sábado à tarde, me arrumei com cuidado: uma camisa justa que destacava meu peito definido de academia, shorts folgados e cueca boxer preta. Chamei um Uber e parti para o endereço que Ricardo havia mandado. O local era isolado, no final de uma rua sem saída em uma área periférica, com uma mata densa ao fundo. Meu coração batia forte enquanto o carro parava na esquina. "É aqui?", perguntei ao motorista, que assentiu e foi embora. Fiquei ali, sozinho, com o sol se pondo, sentindo um medo irracional de que fosse uma armadilha. Mas então, outro Uber chegou, deixando dois rapazes que pareciam animados. Eles acenaram para mim, e isso me deu coragem para apertar a campainha.

O portão se abriu com um clique eletrônico, revelando um terreno amplo com uma casa simples no fundo, gramado irregular e vários carros estacionados. Uma música baixa pulsava ao fundo, misturada a risadas e conversas. Ricardo veio me receber na entrada. Ele era um homem de uns 50 anos, alto, careca e com uma barba grisalha bem aparada. Seu corpo era impressionante para a idade – ombros largos, peitoral definido, barriga tanquinho sutil – e ele usava apenas um short de tactel solto, sem nada por baixo. Dava para ver o contorno do pau dele balançando levemente enquanto caminhava. "Bem-vindo, novato!", disse ele com um sorriso caloroso, me dando um abraço apertado que me fez sentir o calor da sua pele. Os outros caras na área externa – uns 15 ou 20, de shorts, sungas ou completamente nus – me cumprimentaram com acenos e olhares curiosos. O ar cheirava a churrasco, cerveja e algo mais primal, como suor e excitação.

Ricardo me levou para um tour rápido. "Deixe sua cerveja ali na geladeira", apontou para a cozinha aberta. Já dava para ouvir gemidos abafados vindos do fundo da casa, como um eco distante de prazer. Ele me mostrou os quartos: um principal com camas e sofás, iluminado por luzes vermelhas suaves, e o darkroom – um quarto completamente escuro, com colchões no chão e cortinas pesadas bloqueando qualquer luz. Dentro, vi silhuetas vagas se movendo, corpos entrelaçados em ritmos variados. "Aqui é livre", explicou Ricardo. "Entre se quiser, faça só o que te der tesão, e respeite o não dos outros." Meu pau já latejava na cueca só de imaginar. Mas o receio me travou. Ricardo, percebendo, me deu um selinho rápido nos lábios – macio, com gosto de cerveja – e então, sem cerimônia, baixou o short, revelando um pau semi-ereto, grosso e veiado. Ele piscou e entrou no darkroom, me deixando ali, corado e excitado.

Voltei para a porta de entrada, ainda com vergonha de me soltar. Foi quando chegou um cara baixinho, moreninho, com uns 25 anos. Ele era sarado, com músculos definidos nos braços e pernas, pele bronzeada e um sorriso simpático que iluminava o rosto. Usava uma regata justa e shorts curtos que mal cobriam as coxas grossas. "Oi, sou o Lucas", disse ele, puxando conversa comigo como se fôssemos velhos conhecidos. Ele era bem gostoso, com olhos castanhos expressivos e uma energia contagiante. Conversamos um pouco sobre Brasília, e ele me convidou para entrar em um dos quartos iluminados. "Vem, relaxa", insistiu. Meu pau já estava estourando de duro na calça, então aceitei.

O quarto era simples, com uma cama king size e alguns sofás ao redor. Já tinha uns três caras ali, transando abertamente: um magro de óculos chupando outro enquanto um terceiro observava, punhetando. Lucas me levou para um canto, me beijou com língua, explorando minha boca devagar, enquanto suas mãos desciam para minha cintura. "Posso te chupar?", perguntou, os olhos brilhando de tesão. Meio envergonhado, mas louco de excitação, assenti. Ele se ajoelhou, baixou meu short e cueca de uma vez, liberando meu pau duro, latejando no ar fresco. Era uns 18 cm, grosso, com a cabeça rosada e veias pulsantes. Lucas lambeu a base devagar, subindo pela haste com a língua quente e úmida, circundando a glande antes de engolir tudo. Sua boca era um paraíso: quente, apertada, com sucção perfeita que me fazia gemer baixo. Ele chupava ritmicamente, uma mão massageando minhas bolas pesadas, a outra apertando minha bunda. Eu segurei sua cabeça, guiando o movimento, sentindo o calor se espalhar pelo meu corpo.

Sem cerimônia, ele se levantou, tirou os shorts e se virou de costas, empinando a bunda redonda e firme. "Me come, vai", pediu, lambendo os lábios. Seu cu era visível que já tinha sido usado naquele dia – um pouco avermelhado, com traços de lubrificante – mas quando encostei a cabeça do meu pau, senti uma apertada surpreendente. Empurrei devagar, sentindo a resistência inicial ceder, o anel muscular se abrindo para me envolver. Era quente, úmido, como veludo apertado ao redor da minha rola. Ao sentir aquele cu me sugando, o tesão me dominou, e gozei rápido, jatos quentes enchendo ele por dentro. Mas isso só me deu mais gás. Meu pau continuou duro, e comecei a meter com força, segurando suas ancas, batendo pele contra pele. Cada estocada fazia sua bunda tremer, os músculos internos contraindo em ondas que me massageavam. Ele gemia alto, "Isso, fode forte!", enquanto eu acelerava, sentindo o suor escorrer pelas minhas costas. Meti por uns 20 minutos sem parar, variando o ritmo: devagar para sentir cada centímetro, depois rápido e profundo, batendo no fundo. Seu cu piscava ao redor do meu pau, e eu via o lubrificante misturado com meu gozo escorrendo pelas suas coxas. Era um clima de sexo absurdo, com os gemidos dos outros no quarto ecoando como uma sinfonia erótica.

Depois dessa maratona com Lucas, outros caras se aproximaram, atraídos pelo meu vigor. Não recusei nenhum. O primeiro era um loiro alto, uns 30 anos, com corpo atlético e tatuagens nos braços. Ele se deitou na cama de barriga para cima, pernas abertas, e eu entrei nele devagar, sentindo seu cu liso e acolhedor. Enquanto metia, ritmado e profundo, um cara aleatório – moreno, barbado – se aproximou e colocou o pau na boca dele, fazendo-o mamar enquanto eu fodia. Era hipnótico: eu via a boca dele se enchendo, saliva escorrendo, enquanto meu pau deslizava para dentro e fora do seu cu apertado. Gozei dentro dele após uns 10 minutos, sentindo as contrações do orgasmo dele me sugando.

O segundo era um negro musculoso, uns 35 anos, com pau enorme pendurado, mas ele queria dar. Ele se posicionou de quatro, bunda empinada como uma oferta. Entrei nele com força, sentindo a profundidade e o calor. Enquanto eu bombava, outro cara – magrinho, com piercings – veio e enfiou o pau na boca dele, forçando gemidos abafados. Eu metia forte, minhas bolas batendo contra as dele, suor pingando, mas dessa vez não gozei – continuei duro, prolongando o prazer, sentindo cada contração do seu cu ao redor da minha rola.

O terceiro era um ruivo mais jovem, uns 22 anos, pele clara e sardas no rosto. Ele era mais tímido, mas se entregou rápido. Sentei no sofá e ele montou em mim, cavalgando devagar no começo, depois acelerando. Seu cu era o mais apertado dos três, como uma luva quente e úmida me envolvendo completamente. Ele quicava com força, gemendo alto, o pau dele duro balançando entre nós, pingando pré-gozo na minha barriga. Enquanto ele subia e descia, sentindo meu pau roçar sua próstata a cada movimento, um grandão careca se aproximou e colocou o pau na sua boca, fazendo-o chupar avidamente, saliva escorrendo pelo queixo. O ritmo dele ficou frenético, o corpo tremendo, e de repente ele gozou sem tocar no pau – jatos quentes e grossos de porra jorrando da cabeça vermelha, espirrando na minha barriga, peito e até alcançando meu rosto, escorrendo quente pela minha pele. O cu dele contraiu ritmicamente ao redor do meu pau com o orgasmo, me apertando deliciosamente, mas eu segurei firme, não gozando ainda, só aproveitando as ondas de prazer que seu corpo me dava enquanto ele ofegava, ainda montado em mim.

Exausto, mas ainda excitado, decidi explorar o darkroom. Ao abrir a porta, a escuridão me envolveu, com cheiro de sexo e suor no ar. Silhuetas se moviam, gemidos ecoavam. Acho que Ricardo me viu pela fresta de luz e me chamou sussurrando: "Vem aqui, novato". Ele estava fundendo um cara de bruços no colchão – o pau dele era lindo, uns 20 cm, grosso, com cabeça vermelha lisa e veias salientes. Ricardo me punhetava enquanto metia no cara, sua mão grande e calejada envolvendo meu pau duro, masturbando devagar. "Mete um pouco", disse ele, tirando o pau e me guiando. Entrei no cu desconhecido – quente, lubrificado, anônimo. Era uma sensação diferente, excitante pela anonimidade: eu metia devagar, sentindo as contrações, sem ver o rosto do cara, só ouvindo seus gemidos abafados. Revezávamos: Ricardo metia forte, depois eu, nossos paus se alternando no mesmo buraco.

Enquanto isso, Ricardo ficava passando a cabeça do pau no meu cu, roçando a entrada, testando. Deixei ele colocar só a cabeça, sentindo o alongamento inicial, o calor da glande pressionando meu anel apertado. Era apertado, virgem para penetração, e isso o deixava louco. "Que cuzinho gostoso", gemeu ele, mas eu disse: "Não tô afim de dar hoje". Ele respeitou, mas ficou doido, respirando pesado. Subiu na cama, ficando de frente para mim sobre o cara que estávamos comendo, e mandou: "Mama meu pau". Eu obedeci, engolindo aquela rola grossa, sentindo o gosto salgado de pré-gozo e suor. Chupei com vontade, língua rodando na cabeça, garganta profunda, enquanto ele gemia alto. Ele gozou na minha boca – jatos quentes, grossos, enchendo minha garganta com sabor amargo e salgado. Engoli tudo, e ele gozou mais um pouco na cara do cara embaixo, espalhando porra no rosto dele. Depois soube que era o dono da casa, um cara de uns 40 anos, discreto.

Saímos do darkroom suados, exaustos. Tinha mais de uma hora que eu estava fudendo sem parar. Sentamos na varanda, bebemos cerveja gelada com os outros, conversando sobre banalidades – trabalho, viagens, fetiches. O clima era relaxado, como uma festa normal, mas com corpos nus e olhares cúmplices.

Quando eu estava quase indo embora, Lucas, o moreninho do início, me chamou perto do carro dele estacionado no gramado. "Vem cá", disse, me puxando para o banco de trás aberto. Ele me chupou de novo, ajoelhado no chão, boca voraz devorando meu pau, língua traçando veias, sucção que me fazia tremer. Mas dessa vez, quando menos esperei, uma roda de pessoas se formou ao redor – uns cinco ou seis caras, paus duros em mãos, esperando a vez. Lucas se empinou no banco do carro, bunda para cima, e pediu: "Começa a fila". Entrei nele de novo, metendo forte no cu já escorregadio de porras anteriores. Enquanto eu bombava, os outros esperavam, mas começaram um troca-troca ali mesmo: um chupando o outro, mãos punhetando, gemidos misturados. Era como um darkroom ao ar livre, sob as estrelas. Passei a vez para o próximo, um grandão que meteu rápido e encheu o cu de Lucas com porra quente, que escorria pelas coxas dele, branca e viscosa.

Vendo aquela porra escorrendo do rabo avermelhado, não me contive. Com meu pau, empurrei tudo de volta para dentro, sentindo a mistura cremosa lubrificando ainda mais. Comecei a bombar rápido, forte, cada estocada fazendo um som molhado, o cu dele piscando ao redor da minha rola. Meu corpo inteiro tremia de tesão, suor escorrendo, até que gozei muito, jatos profundos enchendo ele até transbordar. Fiquei ofegante, pau latejando ainda dentro.

Precisava de um banho e decidi ir embora. Dei um beijo em Lucas – molhado, com gosto de sexo – sem nem perguntar seu nome verdadeiro. Fui me despedir de Ricardo na porta. Quando o abracei, ele me parou, abaixou minha roupa de novo, e deu três engolidas profundas no meu cacete, limpando os resquícios de porra e suor com a boca. Depois subiu, me deu um beijo molhado, com o gosto ainda das porras misturadas na língua. "Volta na próxima, novato. Quero te comer inteiro", sussurrou. Fui embora feliz, o corpo dolorido de prazer, sabendo que na próxima vez eu queria sentir aquela rola grossa me abrindo. Brasília nunca mais seria solitária.

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Comentários

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Que delícia. Uma festa assim é meu sonho de consumo. Poder dar, comer, chupar e ser chupado. Acho que seria o último a sair.

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Orra, preciso ir numa festa dessas. Moro em Brasília faz mais de 20 anos e nunca fui em uma.

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