Acordei com o sol entrando pela janela do chalé, Mariana nua e quentinha colada em mim, a bunda roçando meu pau duro como pedra. O ar ainda cheirava a sexo da noite passada, lençóis embolados e úmidos. Olhei pro relógio: 6h30. Sorri lembrando dos gemidos dela ecoando, e aqueles murmúrios do quarto ao lado — Gabriel e Luana deviam ter ouvido tudo pelas paredes finas da madeira. Meu pau deu uma pulsada só de pensar, mas levantei devagar pra não acordar ela, vesti um short folgado sem cueca mesmo e fui pra cozinha preparar café.
O chalé tava silencioso, cheiro de pinho da serra entrando pela janela aberta. Café passando, torradas na chapa, suco de laranja gelado. Ouvi passos leves — Luana apareceu primeiro, de camisola curta branca quase transparente, cabelo loiro bagunçado do sono, peitos marcando os bicos duros pelo friozinho matinal, pernas nuas brilhando. Ela sorriu sonolenta, se espreguiçando na bancada.
— Bom dia, Lucas. Café cheirando bom.
— Bom dia, Lu. Dormiu bem? — perguntei passando uma xícara pra ela, olhos descendo rápido pras coxas torneadas.
Ela pegou o café, soprando devagar, se inclinando na bancada o que fez a camisola subir um tiquinho, mostrando a curva da bunda.
— Dormi sim... Mas acordei com um calor danado. Vocês dois foram animados ontem né?
Ri baixo, sentindo o pau crescendo no short.
— Verdade, a gente se empolgou um pouco talvez. E vocês? Ouvi uns barulhinhos também.
Ela corou mas riu, mordendo o lábio.
— É o clima da serra. Gabriel está capotado até agora...
Gabriel surgiu logo atrás, de bermuda cinza, peito nu malhado, cabelo preto arrepiado. Abraçou Luana por trás, mão na barriga dela descendo sutil pra coxa.
— Fala aí Lucas. Tem café pra mim também? Noite foi foda né esse lugar esquenta fácil.
Passei a xícara.
— Com certeza. Piscina ontem deixou todo mundo animado.
Mariana acordou minutos depois, shortinho de dormir colado na bunda, topzinho fino deixando os peitos meio à mostra. Veio me beijar na boca, língua rápida, sentando na bancada do meu lado com as pernas roçando na de Luana.
— Bom dia galera. Café salvador depois de ontem.
Conversamos leve na cozinha, pés roçando "sem querer" debaixo da mesa — perna da Mariana na minha, a de Luana batendo na minha coxa uma vez, Gabriel esticando pro lado dela. Papo sobre planos do dia: trilha na mata, mais piscina, churrasco à noite. Mas os olhares tavam carregados, elogios safados escapando casuais.
— Lu você tá com uma cor boa hoje amanheceu com um “glow up” — disse Mariana bebendo suco, olhos no decote dela.
— Valeu Mari, mas você que tá sexy nesse shortinho bunda marcada — rebateu Luana piscando.
Gabriel riu olhando pra mim.
— As minas aqui tão impossíveis pelo jeito.
— Nem me fala — respondi mão na coxa dela por baixo, apertando leve.
O clima esquentou devagar com o café, toques virando massagens leves nas costas uns dos outros "pra relaxar músculos da viagem". Levantei pra lavar louça, Mariana veio ajudar, bunda roçando minha virilha de propósito.
— Tá meia bomba aí amor? — sussurrou no ouvido.
— Culpa do café e das vistas — ri baixo.
Depois do café — sanduíche natural caprichado que a gente preparou juntos —, decidimos pela trilha. O dia tava perfeito: céu azul, sol morno de serra, ar fresco cheirando a eucalipto. Pegamos mochilas leves com água, protetor, toalhas e uns salgadinhos. A trilha era fácil, uns 40 minutos de caminhada leve pela mata, caminho de terra batida ladeado por árvores altas e pássaros cantando.
A gente ia em fila indiana: eu na frente, Mariana atrás, depois Gabriel e Luana fechando. O papo fluía solto, piadas sobre quem ia se cansar primeiro, Gabriel zoando que a Luana ia pedir colo na metade do caminho. Mas a trilha estreita obrigava a gente a passar pertinho uns dos outros em alguns trechos, roçando braços, coxas, bunda contra bunda quando alguém parava pra tirar foto.
No meio do caminho, um riacho cruzava a trilha. Pra passar, tinha que pular pedras ou atravessar na água rasa. Mariana deu a ideia:
— Vamos brincar de passar embaixo da perna um do outro? Quem cair, paga uma prenda depois.
Todo mundo topou, rindo. Gabriel foi primeiro: abriu as pernas e eu passei por baixo, roçando a cabeça no short dele sem querer, sentindo o volume. Depois foi a vez de Mariana: ela abriu as pernas, eu passei devagar, rosto a centímetros da buceta dela por cima do shortinho fino. O tecido já tava úmido do suor da caminhada. Meu pau endureceu na hora, marcando no short.
— Caralho, Lucas... tá animado de novo — ela sussurrou, rindo.
Luana fez a mesma com Gabriel, mas quando foi minha vez de passar por baixo dela, o short dela subiu, mostrando a virilha com a tatuagem da borboleta. Rocei o nariz na parte interna da coxa dela por acidente, sentindo o cheiro de protetor misturado com algo mais doce, feminino. Ela tremeu de leve.
— Ops... desculpa — falei, mas sorri.
— Sem problema... — respondeu ela baixinho, corando.
Chegamos na cachoeira: uma queda d'água pequena mas perfeita, poço de água cristalina e gelada, pedras lisas ao redor. Tiramos as roupas de cima, ficando de biquíni e sunga. A água estava fria pra caralho, mas mergulhamos mesmo assim, gritando de choque térmico.
Mariana e Luana foram nadando até a pedra maior, sentando na borda com os pés na água. Depois de um tempo tomando sol, Mariana olhou pra Luana.
— Aqui é só a gente, né? Que tal tirar a parte de cima? Queria tomar um sol nos peitos.
Luana hesitou, olhando pra mim e pro Gabriel.
— Sério? Com os meninos aqui...
Gabriel deu de ombros, sorrindo.
— Por mim tudo bem. Relaxa, Lu. Aqui na serra, o que rola fica na serra. Entre amigos.
Olhei pra ela também, voz calma.
— Concordo. Nada de pressão, mas se quiser, vai tranquilo. Somos todos adultos.
Ela corou forte, mas depois de um segundo, desamarrou o biquini, deixando os peitos siliconados livres. Mamilos rosados endurecendo no ar fresco. Mariana fez o mesmo, peitos fartos balançando, sorrindo pra mim.
— Viu? Melhor sensação do mundo.
O clima ficou leve, descontraído. As meninas ficaram ali tomando sol, conversando sobre besteiras, sem forçar nada.
Depois de um tempo elas resolveram voltar para a água para refrescar, toques casuais: mão na coxa, ombro encostando, risadas altas.
Apesar do clima de tesão, nada aconteceu ali.
O sol começou a baixar, e a gente decidiu voltar.
Chegamos no chalé por volta das 17h, suados, cansados e com fome. A casa tinha só um banheiro, e todo mundo queria tomar banho pra tirar o suor e a poeira da trilha.
Mariana olhou pra gente, piscando.
— Pra ir mais rápido, que tal banho em casal? Eu e Lucas primeiro, vocês depois. Ou alterna.
Gabriel riu.
— Boa ideia. Aproveita aí, casal.
Entramos no banheiro. O chuveiro era grande, água quente caindo forte. Mariana tirou a roupa devagar, corpo bronzeado brilhando, bunda empinada. Entrei atrás dela, pau já duro roçando nas costas dela.
— Tá com saudade? — perguntou ela, virando de frente e me beijando com língua.
— Muita, você ficou com esses peitos de fora o dia inteiro. — respondi, mãos nos peitos dela, apertando os mamilos.
Ela se abaixou, boca no meu pau, chupando devagar, língua rodando na cabeça. Água quente escorrendo pelo corpo dela. Levantei ela, encostei na parede, levantei uma perna dela e meti devagar na buceta molhada.
— Porra... que delícia — gemi baixo.
Bombei rápido, forte, a água abafando os gemidos. Ela rebolava contra mim, unhas nas minhas costas.
— Era só o meu peito que você tava olhando?
Aquilo bateu como uma bomba em mim, senti o gozo vindo rápido. Saí dela, virei ela de frente pra mim.
— Abre a boca, safada.
Ela se ajoelhou, boca aberta. Gozei forte, jatos quentes na cara dela, escorrendo pelos lábios carnudos, pingando nos peitos. Ela lambeu tudo, sorrindo.
— Adoro quando você goza na minha cara.
Terminamos rapidamente o banho e saímos rindo, enrolados na toalha. Gabriel e Luana estavam na sala, esperando a vez.
— Demoraram, hein? — zoou Gabriel.
— Talvez a idéia de tomar banho juntos pra ir mais rápido não tenha sido a melhor ideia. — respondi, piscando.
A noite ainda estava só começando.