Colega de trabalho estressada IX

Um conto erótico de Davil
Categoria: Grupal
Contém 1224 palavras
Data: 06/01/2026 09:05:04

A semana que se seguiu ao nosso encontro foi de uma calmaria quase tátil, daquelas que precedem a tempestade. Dentro de casa, a atmosfera havia se densificado. Marília já não era a mulher com quem eu dividia a rotina; ela havia se transformado em uma comandante serena, cujos movimentos exalavam um cálculo frio. Seu olhar, outrora um porto seguro de afeto, agora brilhava com uma curiosidade predatória. Ela não mais perguntava sobre o meu dia; ela o ditava.

— Na quinta-feira, Renato, você trará Mariana aqui — anunciou ela certa noite, sem sequer desviar os olhos do livro. — Quero que ela venha preparada. E deixe claro: desta vez, não será sobre o prazer dela. Será sobre obediência. Quero também a "gostosa ciumenta" e o marido dela, o submisso.

A mensagem que enviei a Mariana foi lacônica, seguindo o rigor de Marília. A resposta veio em segundos, transbordando aquela insolência solar que só ela possuía: “Nossa, ela manda mesmo, hein? Tô dentro. Mas se é pra ser submissa, avisa pra ela se preparar, porque minha energia não é fácil de domar ;)”. Mesmo no texto, o humor e a graça de Mariana eram magnéticos.

Quando a quinta-feira chegou, o apartamento parecia um cenário de culto. Velas baixas projetavam sombras longas pelas paredes. Marília vestia um robe de cetim negro, entreaberto o suficiente para revelar uma lingerie de renda que eu nunca vira. Ela não era minha esposa; era uma sacerdotisa prestes a iniciar um ritual de poder.

Às 20h, a campainha soou. Mariana entrou primeiro, e sua presença quebrou a tensão com uma naturalidade desconcertante. Estava vestida de forma simples — leggings e top esportivo, o cabelo preso num coque despojado e o rosto limpo. Parecia menos a estagiária sedutora e mais uma atleta pronta para um desafio físico. Logo atrás, Camila trazia no rosto uma máscara de desconforto que não conseguia esconder a centelha de curiosidade mórbida em seus olhos. Ela exalava uma sedução involuntária, o tipo de mulher que fica ainda mais atraente quando está prestes a perder o controle.

— Entrem — ordenou Marília, com um sorriso gélido. — Mariana, tire tudo e fique de quatro naquele puff. Camila, poste-se ao meu lado.

Mariana arregalou os olhos, mas não havia medo real, apenas o brilho do desafio. Tirou a roupa com uma agilidade graciosa, lançando-me um meio-sorriso insolente antes de se posicionar. Já Camila assumiu o posto de subalterna, rígida, mas visivelmente afetada pela autoridade que emanava de Marília.

— Esta noite não é sobre igualdade — Marília começou, sua voz deslizando pela sala como seda. — É sobre hierarquia. Eu estabeleço as regras; vocês as experienciam. Alguma objeção?

Mariana abriu a boca, provavelmente para soltar alguma piada audaciosa, mas o olhar cortante de Marília a calou. Ela apenas assentiu, com um brilho de diversão nos olhos.

— Excelente. Camila, você será a assistente. Mariana, a novata.

Marília então fixou o olhar em Maurício, que permanecia imóvel à porta. Ela sorriu de forma diabólica. — Corno, você veio? Pensei que lhe faltaria coragem. Aproxime-se e despoje-se de sua dignidade junto com suas roupas. Renato, traga os "instrumentos" que deixei no quarto.

Maurício hesitou, a vergonha lutando contra o desejo óbvio de ser subjugado. Marília levantou-se e, com uma rapidez impressionante, desferiu um tapa sonoro em seu rosto. — ESTÁ SURDO? — o grito dela ecoou. Maurício não recuou. Pelo contrário, levou a mão ao rosto e apressou-se em se despir, seus movimentos denunciando o prazer masoquista que sentia em ser tratado como nada. Quando ficou nu, tentou esconder seu membro diminuto com as mãos. Marília riu, um som carregado de escárnio. — Não me admira que sua esposa se submeta ao Renato. Você não tem nada entre as pernas para segurá-la.

Fui ao quarto, como minha esposa ordenou, peguei a caixa. Plugs de tamanhos variados, inclusive um gigante, vendas, coleiras e um cinto de castidade que eu mal sabia como operar. Ao retornar — Camila, pegue esse plug — ordenou Marília mostrando o plug médio, — lubrifique o cú dessa putinha com a língua — entregando o plug médio para Camila, movida por uma mistura de vingança e desejo, ela se aproximou e deu um tapa forte na bunda firme de Mariana.

— Epa — interveio Marília, a voz baixa e perigosa. — Quem deu permissão para bater na minha escrava? Invertam as posições.

Camila empalideceu, mas obedeceu. — Mariana, dê 5 tapas de cada lado da bunda dessa insolente, se não ficar as marcas você será a próxima — Mariana não se fez de rogada, talvez por raiva de tudo que a Camila já fizeste passar, desceu a mão, no terceiro Camila já gritava, quando acabou, Marilia sinalizou para Mariana prosseguir, se ajoelhou e começou a chupar o cú da morena gostosa, não vou mentir que nesse momento meu pau já estava estourando e nesse meio tempo. Era evidente a tendência de Marília: ela observava as duas mulheres com uma fome que nunca demonstrara por mim. Sua satisfação vinha da interação entre elas, da forma como ela as moldava.

Enquanto isso, fui ordenado a ajudas Maurício, colocando-lhe o cinto de castidade. A humilhação era para os dois, mas a dele era completa ao me ver manusear seu corpo com indiferença.

Camila começou a gemer alto na língua de Mari e Marilia mandou ela parar e enfiar o tal plug, que cuminou em um orgasmo de Camila — QUEM MANDOU GOZAR??? — Marilia se levantou desferindo um belo tapa na face de Camila, na hora tive a impressão que ela teve outro orgasmo, não mais se aguentando de quatro

O ápice veio quando Marília chamou Mariana. — Venha minha menina, mas de quatro — ordenou Marilia, já abrindo as pernas para a novinha degustar seus sucos A jovem submeteu-se, entregando-se aos desejos da minha esposa. — Renato coma a buceta dessa safada, ela está merecendo, está sendo perfeita hoje — na mesma hora me posicionei para fazer o que mais queria naquele momento, enfiei sem dó enquanto Mari gemia e chupava Marilia. Pela primeira vez, vi minha esposa atingir um prazer sexual genuíno, profundo, entregue totalmente à língua e à audácia da "novinha". Minha esposa tinha acabado de gozar na língua da negra, a própria no meu pau e eu estava quase lá, quando ela, mandou eu parar e gozar na boca de nossa empregadinha — Já estamos arriscando muito, não quero ninguém engravide nessa nossa arrumação — e lá fui eu colocar meu pau na boca de Mauricio, que agasalhou de uma forma que não demorei nem um minuto para despejar tudo em sua boca, talvez por medo de Marília ele engoliu tudo sem reclamar.

— A partir de hoje — sentenciou Marília, enquanto todos se recuperavam — este é o nosso rito das quintas. Camila, você guarda a chave do seu marido. Ele só goza se eu permitir. Mariana e Renato, qualquer desobediência fora daqui terá consequências... severas.

Ela entregou um sobretudo a Maurício, sua nova "farda" de submissão, e ordenou que Camila fosse trabalhar todos os dias com o plug inserido, prometendo inspeções surpresas. Nenhum de nós quatro teria permissão para gozar sem o seu aval.

Mariana e Camila saíram juntas. O clima de rivalidade havia sido substituído por uma cumplicidade silenciosa de submissão. Fiquei a sós com Marília. Ela acariciou meu rosto, o olhar ainda carregado daquela nova eletricidade feminina.

— Você foi excelente, Renato. Mas ainda há muito a aprender. E eu estou aqui para ensinar.

Fechei os olhos. O jogo havia mudado irremediavelmente. E eu, estranhamente, nunca estive tão pronto para jogar.

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Comentários

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Depois daquele começo com uma traição "simples" e parecendo que duas amantes brigariam pelo amante, a história agora virou sadomasoquismo puro. Marilia se tornou a dona da produção toda.

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Um conto que começou empolgante com historias envolventes, agora se resume a isso...

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