Não é gay part 5

Um conto erótico de Augusto
Categoria: Heterossexual
Contém 930 palavras
Data: 01/01/2026 01:12:17

Acordei no outro dia fui direto no quarto do meu amigo, ele estava com um mau humor danado muito chato e emburrado, certamente minha culpa.

Quando eu falei que ele estava exagerando, ele surtou.

“Porra mano, eu engoli o seu esperma, te dei a sua sensação de poder e quando foi a minha vez você cuspiu, era pra ter engolido, mais você cuspiu meu orgulho.”

“Poh mano, fico muito mal, mas você colocou praticamente o seu pau na minha boca, ele relou na minha língua e você gozou um caminhão na boca, eu só não consegui engolir.”

“Você tem nojo de mim? É isso ?”

“Não tem mano.”

“Ah tem sim, não adianta mentir.”

Eu fiquei de joelhos e puxei o short dele e esfreguei o pau dele na minha cara.

“Eu tenho nojo? Pode chamar de viado só não venha falar que eu tenho nojo de você que é mentira… não fode.”

Ele ficou me olhando em choque, ele sentou na cama, eu ainda de joelhos.

“Me desculpa por ontem, não tem nojo de você, eu te admiro tanto, só não fica bravo comigo… não sei o que é certo ou errado, oque eu sei que faz anos que eu não me sinto assim, eu não quero dormir magoado nunca mais.”

Ele ficou me olhando sem dizer nada, e peguei no seu pau.

“Vai te fazer feliz se eu colocar na boca?”

“Sim.” Saiu uma voz fraca.

Coloquei a cabeça do pau dele na minha boca que estava tão dura que nem precisava segurar.

Chupei um pouquinho.

“Tá gostando? E que… eu nunca fiz isso antes… sabe… por não ser mulher não sei se estou fazendo certo.”

Ele só colocou a mão na minha cabeça voltando pro seu pau, eu voltei a chupar, ele simplesmente ficou em pé, começou a foder a minha boca.

“Vou encher a sua boca… quero que você engoli tudo…Vou gozar.”

Ele segurou minha cabeça e seu pau pulsava na minha boca, senti os jatos na minha garganta enquanto ele gemia baixinho.

“Deixa eu terminar.” Ele falava sem ar, enquanto terminava de gozar, eu com os olhos fechados, não queria imaginar, tentei engolir, senti descendo a minha garganta um gosto amargo e mostrei minha boca vazia seus olhos brilhavam.

Ele me olhou “agora vaza do meu quarto senão isso vai ser tornar bem gay.”

Me levantei rindo e com o pinto doendo de tão duro, tive que me masturbar tomando um banho e voltar para os estudos, fizemos a prova a noite eu terminei primeiro e fiquei esperando, quando ele saiu voltamos juntos.

Ele bebeu água da sua garrafinha e me ofereceu, eu falei não, ele ficou puto dizendo que realmente tinha nojo dele.

Eu falei “não tenho, não tenho culpa se você jogou um caminhão pipa na minha boca.”

“Caminhão Caraí, foi só gozo.”

“Hoje de manhã foi só um gozo.”

“Vou embora amanhã, vamos nos ver só ano que vem.”

“Acho que sim.” Eu falei.

Ficou um silêncio, talvez era pra ter rolado um clima não sei, e eu soltei a seguinte frase.

“Em casa eu te chupou.”

“Sério?” Ele falou empolgado.

“Sim.” Eu já estava morrendo de vergonha.

Ele acelerou os passos e fiquei rindo e quando chegamos em casa, ele tomou um banho, depois eu, ele me mandou mensagem.

“A porta do meu quarto tá aberta.”

Eu fui direto pro quarto dele e sem muita conversa ele já me esperava com o pau pra cima, me deitei na cama ele soltou o pau.

“Sem usar as mãos consegue?”

“Acho que sim.” Falei com vergonha.

O pau dele estava duro, quando eu fui colocar a boca era difícil, ele ficou no meus lábios até finalmente consegui colocar na boca.

“Beija ele.”

Quando eu finalmente consegui, tive que tirar e beijar.

“Agora lambe.”

Era uma ordem atrás da outra, estava me testando só pode, lambi e com dificuldade consegui colocar na boca novamente, chupava querendo colocar.

“Sem as mãos.”

Voltava a chupar, era vergonhoso os barulhos que fazia quando eu o chupava.

“Por tudo na boca.”

Eu coloquei e quando sai, escapou.

“Lambe ele.”

Eu passei a língua da base a ponta, eu voltei com vontade, eu ouvia gemer, tinha pré gozo dele na minha boca, eu finalmente coloquei a mão ele não reclamou, eu o masturbei e olhei nos seus olhos, eram puro prazer, voltei a chupar.

“Fica de quatro.”

Tirei a minha roupa rápido e fiquei de quatro, ele passou saliva na minha bunda e no seu pau, e colocou em mim sem dó, entrou rasgando, mesmo eu ter dado antes parecia que eu não tinha me acostumado, foi uma luta até eu começar a gostar, pra falar a verdade, quando eu estava gostando, ele já estava pra gozar, foram dois minutos de dor, ficar de quatro enquanto ele metia esperando aquela sensação maravilhosa vir, era difícil mais por ele eu enfrentava tudo.

Ele metia, e falou “vou gozar.”

Fiquei de joelhos, ele colocou a pau na minha boca, foi um pouco nojento por estar na minha bunda e colocou na minha boca, ele colocou a mão na minha nuca e fodeo minha boca como se fosse a minha bunda e gozou na minha boca.

Me fazendo engolir tudo, quando terminou deu um tapa na minha cara e enfiou o pau na minha boca dizendo.

“Quem manda aqui?”

“Você.”

Talvez essa era a sensação de poder que ele sempre sonhava, eu consegui dar a ele, fico muito realizada com isso.

Após isso ele me despediu até o próximo ano, isso já faz dois anos e ele nunca mais voltou a faculdade.

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