Eu tinha abusado de seu cuzinho oralmente e depois tirado sua virgindade anal da melhor forma possível nos dando prazeres imensos e na conversa a seguir mamãe me fez saber que só faltava gozar em seu rosto para que fosse a esposa que achava que precisava ser para satisfazer meu desejo primitivo de homem de possuir uma esposa obediente, respeitosa, mas também vagabunda entre 4 paredes.
Em suas anotações mentais eu já tinha a usado exclusivamente para meu prazer sem se preocupar com o dela e comido seu cuzinho, então ainda faltava ter seu rosto lambuzado com o esperma do marido. Após eu concordar, continuamos a conversar naquela tarde chuvosa, com mamãe abraçada a mim.
– E agora, o que vamos fazer? Ainda está chovendo, estamos na metade da tarde ainda e já gozamos tanto, falei sorrindo.
– Vamos tomar um banho, depois namorar e depois fazer mais amor, sentada em seu colo com você mamando na mamãe como eu amo.
– Pensei que você estivesse esgotada.
– Eu estou, mas minha bucetinha está com saudade de seu pau.
Os argumentos de mamãe eram irresistíveis e se não fossem por si só, ela só vestindo a calcinha depois do banho me fez ficar babando por aqueles seios incríveis enquanto namorávamos. Não demorou muito a mandei tirar a calcinha e sentar em meu colo no sofá da sala e enquanto ela me cavalgava sem nenhuma pressa, eu me deliciava com seus mamilos quase arrancando leite deles. Foi algo que fiz pela primeira vez naquela posição sem nenhuma premeditação que nos fez chegar ao orgasmo.
Larguei minha mão direta de sua cintura onde amava segurar e dei um tapa estalado em seu bumbum. Eu não esperava a reação que ela teve, pois já tinha feito isso a pegando de 4 sem tamanha empolgação, mas talvez devido a seus orgasmos anteriores sua libido estava à flor da pele.
– Ahhhhhhiiii. É bom. Continua.
Dei mais alguns tapas, mas ela não ficou satisfeita.
– Mais forte filho. Meu bumbum não vai machucar e continue mamando, por favor.
A atendi sabendo que não a machucaria, mas marcaria sua pele branca, no entanto mamãe gritava tanto de tesão que completei aquele massacre em seu bumbum generoso dando uma mordida em seu mamilo, o que a fez explodir em um novo e forte orgasmo me levando junto com ela, esse bem mais curto do que os que tivemos antes.
Nus e satisfeitos, deitamos de conchinha no sofá para assistir TV e após uma hora e meia vendo aqueles chatos programas de auditório italianos deixei de prestar atenção neles e comecei a prestar atenção em meu pau esfregando naquele bumbum objeto de desejo de todos que olhavam para ele e não sendo diferente de ninguém, meu pau começou a ficar duro e logo estava encaixado entre suas pernas esfregando em sua fenda melada de nosso orgasmo anterior.
– Oh meu deus, como é bom ter um marido com 18 anos que se recupera tão rápido.
– Até que não gozei muito mãe. Principalmente diante do altíssimo padrão da mulher com quem estou. Foram só 3, e para provar o quanto você é gostosa e te desejo preciso gozar pelo menos mais duas vezes ainda hoje.
– Duas vezes, perguntou parecendo empolgada.
– Sim, uma agora e a outra antes de dormir, falei encaixando a glande em sua entrada começando a me afundar devagar.
– Ahh, amo esse pau e nunca vou o recusar. Nunca. Só vai faltar você gozar em minha boca. Você me deixa te fazer gozar assim antes de dormir?
Meu pau já estava um terço dentro daquele canalzinho que insistia em se manter apertado, mesmo após o abuso com meus dedos e sua cavalgada anterior.
– Eu deixo, mas antes vou te fazer gozar em um papai e mamãe primeiro deixando meu pau bem melado de seu licorzinho e você vai me chupar assim. Fico muito excitado quando você faz isso.
– Eu também porque você me fez gostar de meu próprio sabor, mas não acho que teria algo que não gostaria em volta desse pau delicioso.
Dessa vez nada mudou o ritmo lento enquanto minha mão apenas acariciava seus seios quentes, volumosos e firmes. Foi nossa mais longa transa até aquele momento, pois confortáveis naquele sofá e gostoso como estava curtimos até onde conseguimos antes de gozarmos juntos.
Quando terminamos já era noite e a chuva, apesar de mais fraca, não tinha parado ainda. Precisávamos jantar os pães e frios que compramos, mas antes disso colocamos apenas uma roupa de usar em casa por cima e fizemos uma vídeo chamada para meus avós que não viam a hora de nos encontrar dali a 3 semanas.
Conversávamos praticamente todos os dias por insistência minha para que vissem que mamãe estava realmente curada da depressão, mas acho que eles queriam ver isso pessoalmente, pois ela poderia estar fingindo só para não os preocuparem.
Eles perguntaram porque estávamos no apartamento em um sábado à noite em Roma e mamãe explicou que era por causa da chuva, mas não foi esse o verdadeiro motivo pois poderíamos usar um guarda-chuva para ir a um restaurante próximo, só que não poderíamos contar a verdade a eles.
Após uns 15 minutos encerramos a ligação e fomos preparar o que compramos para comer em frente a TV, mais namorando do que assistindo, e já do início tomávamos o vinho que compramos.
Sem pressa como os italianos fazem, ficamos mais de uma hora nos deliciando com aquelas excelências italianas e quando terminamos fui arrumar tudo sozinho para a deixar relaxar e descansar toda alegrinha pelo dia que estávamos tendo e pelo vinho. Ela não queria deixar, então tive que mandar que ficasse lá enquanto eu iria arrumar tudo.
– Pensei que além do sexo, o outro motivo pelo qual os homens querem ter esposas submissas e obedientes é para as mandar fazerem todo o serviço doméstico, me provocou animada.
– Não sei quanto aos outros, mas no meu caso meu único motivo é pelo sexo. O que eu quero é poder mandar minha esposa fazer qualquer coisa que eu queira quando faço amor com ela, devolvi sua provocação.
Ela não se intimidou estimulada pelo vinho.
– Você quer poder a fazer ser uma vagabunda para você, não é isso, perguntou se insinuado.
– É isso mesmo. Agora se cale, ou não vou conseguir terminar o serviço.
– Sim senhor, meu marido.
Mamãe sempre falava de forma brincalhona esse “sim senhor meu marido”, mas percebia que ela se animava de falar assim, talvez até se excitasse. Não era um sim senhor de submissão daquele tipo dos vídeos, mas mais daquele modo que vemos as esposas chamarem os maridos em novelas ou filmes de época, principalmente brasileiros.
Se ela continuasse não iria impedir que falasse assim, mas se levasse para aquela forma humilhante dos vídeos, certamente não deixaria. Por sorte ela parecia fazer aquilo para se sentir mesmo um esposa obediente ao modo antigo e não porque sentia prazer em ser humilhada.
Não demorei a arrumar tudo e quando voltei ao sofá, ela largou a taça de vinho vazia e se sentou em meu colo de lado me abraçando.
– Seus avós pareceram tão felizes de me ver assim bem. Nem imaginam como o neto deles fez isso, brincou sorrindo.
– Você disse que foi muito mais do que o sexo. Foi porque cuidei de você, fiz companhia e te protegi.
Claro que sabia que ela não pensava que foi só o sexo, mas era gostoso brincar com isso.
– E foi tudo isso mesmo, mas vamos ser sinceros. Se não fosse esse pau imenso e delicioso me dando os prazeres que dá teria demorado no mínimo 6 meses para acabar com minha depressão depois de chegarmos e não 3 dias como foi que aconteceu, falou sorrindo.
– Não posso negar isso e tendo você como mulher fiquei muito mais motivado a te curar logo.
– Percebi sua motivação. Duas, três, quatro e até cinco vezes por dia como será hoje. Parece dose de remédio, brincou.
– Acima de tudo isso foi o amor que sentimos um pelo outro que te curou. Por amor a você fiz o que fiz e por amor a mim, você aceitou todas minhas sugestões e o que começamos a fazer.
– O que foi a melhor decisão de minha vida. Meu marido não quer ir para a cama? Tem uma coisa que estou com muita vontade de fazer e não aguento mais esperar.
Sem responder, nos levantamos e fomos para o quarto onde fiz mamãe gozar mais uma vez em um papai e mamãe bem fogoso e depois ela encerrou o dia matando sua vontade de me fazer gozar em sua boca fazendo carinha de safada naquele que foi um dos dias que mais tivemos orgasmos enquanto estivemos na Itália
Três semanas depois meus avós chegaram e já no aeroporto descobriram que mamãe não estava fingindo os deixando animados para passarem as 2 próximas semanas conosco passeando pela Itália no roteiro que decidimos antes em conjunto.
Os levamos para conhecer nosso apartamento porque era final de semana e não havia mais ninguém no prédio que pudesse cometer a indiscrição de nos tratar como marido e mulher na frente deles. E tínhamos tido um trabalho danado para mudar minhas roupas para o outro quarto e arrumar a cama para que não desconfiassem de nada.
Foi muito bom ter meus avós comigo juntando as três das cinco pessoas que eu mais amo no mundo, faltando só meu outros avós. Fizemos o passeio pelo sul da Itália onde nenhum de nós tinha estado antes, principalmente pela Puglia que é onde está o salto da bota da Itália.
Ficando em quartos separados de meus avós em todos os hotéis conseguimos fazer amor todos os dias, quase sempre pela manhã e à noite a não ser nos dias que mamãe ficou menstruada que por azar aconteceu durante a viagem.
Triste foi nos despedirmos deles quando partiram sem ter tido a coragem de lhes contar que poderíamos permanecer na Itália após aquele 1 ano percebendo o quanto seria difícil tomar essa decisão pensando só em nós mesmos, mas ainda haviam mais de 9 meses para decidir. Eles se comprometeram a nos visitar mais uma vez naquele ano onde faríamos um outro passeio daquele tipo.
Na segunda-feira voltamos a aula depois de 2 semanas e se não tivéssemos parado mamãe já estaria no nível avançado. Eu já tinha ido para o intermediário 1 e já conseguia pelo menos entender melhor e me virar em coisas básicas falando italiano.
Mamãe continuava a adorar se portar como a esposa vagabunda no quarto e comportada na frente de todos e mesmo comportada as xavecadas dos italianos continuavam, a não ser nos caminhos que fazíamos todos os dias para ir para a escola onde já nos conheciam, mas sempre vinha de longe um comentário “la più bela d’Italia”.
Em seu papel autodenominado de esposa vagabunda, além do sexo sem tréguas que fazíamos, ela adorava me pedir para que eu a deixasse me fazer gozar em sua boca em todos os cantos daquele apartamento, muitas vezes quando estava sentado no sofá assistindo TV ou sentado na cadeira enquanto eu tomava o café da manhã antes de ir para a escola me deixando animado para as aulas. Ela também ficava toda empolgada como esposa quando fazia essas sacanagens comigo.
Mamãe era uma mulher feliz, realizada sexualmente e livre para viver suas fantasias e aproveitava recuperar os 18 anos que viveu sem aceitar as propostas de um sexo mais quente de meu pai e para mim era tudo novidade nunca tendo tido sexo antes e adorava realizar seus desejos.
Aproveitando um final de semana onde não viajamos para conhecer algum lugar da Itália devido a estarmos muito cansados e sabendo que os moradores dos outros apartamentos não estavam, realizei o único desejo seu que não tinha realizado e de uma forma que ela jamais teria esperado.
Um dos apartamentos era no térreo, depois havia um lance de escada e outro apartamento e mais um lance de escada e nosso apartamento o que fazia que só nós usássemos o último lance, fora o lance acima para o terraço. No entanto era uma escada em caracol com um vão no meio de onde se podia visualizar os 3 níveis de qualquer ponto dela.
Voltando do restaurante no sábado à noite após um delicioso jantar e uma garrafa de vinho caminhamos alegres e sorridentes. Entramos pela porta principal daquele edifício antigo com uma luz muito fraca só para iluminar as escadas e fomos subindo. Quando chegamos na metade do lance de nosso andar eu parei.
– Espera mãe.
Sempre a chamava de Rafaella ou amor nos lugares onde poderiam nos ouvir, mas aquela aventura ficaria muito mais quente com nossa relação de mãe e filho exposta e tinha quase certeza que não havia mais ninguém no prédio.
– Se ajoelhe e me faça gozar. Em casa você é a esposa vagabunda, mas em público só uma puta faria o que você vai fazer.
Tudo o que eu faria com ela era parte de meu plano de fazer algo muito safado com mamãe sabendo que ela adoraria e gozaria muito. Seus olhos na penumbra mostravam surpresa, preocupação e excitação, mas safadinha e respeitando sua opção de nunca me negar nada, colocou a bolsa no degrau e se ajoelhou com um joelho em um degrau e o outro no degrau de cima ficando um pouco desconfortável.
Para facilitar, me encostei na parede e dobrei um pouco os joelhos. Mamãe começou a abrir minha calça e depois a abaixou um pouco junto com a cueca liberando meu pau o pegando com as duas mãos lado a lado deixando livre até onde ela conseguia engolir.
Até aí não havia novidade para ela além de estarmos fora do apartamento e dizer que só uma puta faria aquilo, pois ela sempre fazia isso com toda disposição do mundo, mas não esperava o que estava por vir.
– Sei que as esposas vagabundas só fazem isso entre 4 paredes, pois são toda recatadas em público, mas nesse momento você é minha puta, uma puta exclusivíssima e requintada e acho que ninguém vai ver. E também se virem, na ignorância deles verão apenas uma esposa fazendo oral em seu marido o que não é nada do que não devam fazer pois são casais jovens também.
– Ahh filho, você sabe que adoro quando você faz safadeza comigo e amo te fazer gozar em minha boca. Para ser sincera, nem me importaria se nos vissem lá debaixo e soubessem o que estou fazendo.
– Você está cada vez mais safada, mas tem certeza que não se importaria que te vissem? É que hoje quero que você engula só o primeiro jorro e depois direcione todos os outros para seu rosto lindo como uma puta.
Era evidente em seu rosto toda a excitação de mamãe depois de esperar por isso por semanas sem nunca imaginar que não estaríamos na proteção de nosso apartamento quando acontecesse.
– Oh meu deus. Prefiro que não vejam, mas nessa luz fraca lá debaixo ninguém conseguiria perceber. Acho que vou gozar na hora que sentir.
– Espero que sim, pois essa seria a graça já que já estarei gozando quando acontecer. Agora faça seu trabalho minha esposinha puta.
Imediatamente, mamãe enfiou meu pau até onde conseguiu em sua boca no ponto que começava engasgar. Gostando como ela gostava do oral, já tinha feito incontáveis vezes e estava especialista sabendo de tudo o que eu gostava mais e do que não gostava, só que naquele ela perdeu um pouco o jeito de tão ansiosa e gulosa que estava.
Mesmo não fazendo seu melhor era minha mãe com sua beleza divina que estava ajoelhada aos meus pés chupando meu pau e olhando meus olhos esperando o momento de ter meu esperma em seu rosto perfeito pela primeira vez e tudo isso com certeza me levaria a um gozo inigualável.
Mamãe ajudava me masturbando com as duas mãos envoltas em meu pau e o único problema foi que eu também estava ansioso e excitado e não durei nem 3 minutos.
– Vou gozar mãe.
Mamãe enfiou o máximo que pode em sua boca recebendo o primeiro e mais forte e volumoso jato no fundo da boca.
– Ohhhhhhhh mãe, gemi em meu arrebatamento de prazer.
Logo após receber aquela dose ela se afastou não muito longe e começou a dirigir os jorros seguintes para seu rosto controlando para que acertassem cada um em um lugar diferente e assim aconteceu em sua testa, em seu olho direito, dois fracos nas bochechas e o último bem mais fraco em seu queixo pintando todo seu rosto com meu esperma viscoso e esbranquiçado. E como previu, teve um orgasmo sem se tocar diante de toda a luxuria de seu ato sujo como puta de seu próprio filho.
A visão de seu rosto me excitou, mas foi muito mais por saber que ela tinha se excitado tanto a ponto de gozar. Não sei se me sentiria diferente com outra mulher, pois nunca tive outra, mas aquela era minha mãe e para mim era um ato de humilhação e submissão da mulher e não precisava de mais essa prova para saber que mamãe já me pertencia de corpo e alma.
De qualquer forma estava satisfeito de ter gozado, de mamãe ter gozado e feliz por realizar seu desejo de experimentar tudo o que pudéssemos e descobrir o que mais gostávamos. Só o futuro diria se iriamos continuar, mas se dependesse lá de meu intimo seria uma experiência única ou no máximo duas os três vezes para satisfazer sua curiosidade.
Era extasiante ver mamãe gozando sem se tocar com seu rosto todo lambuzado de esperma e suas mãos ainda em meu pau indo e vindo em uma masturbação suave, mas seu gozo incompleto não a satisfez como era de esperar com sua libido sempre a flor da pele. Ela olhou para cima me encarando e implorou.
– Por favor filho, sua puta precisa de seu pau dentro dela agora. Você poderia fazer isso para a mamãe?
– Com prazer mãe. Então volte a me chupar até ficar duro.
Imediatamente mamãe colocou meu pau semiereto na boca sem se importar com o esperma que escorria em seu rosto e colocou todo empenho para me ter no ponto novamente. Ela estava realmente levando seu papel de puta a sério.
Aquela cena lasciva a meus pés na escada escancarada de nosso prédio me fez ficar duro rápido demais pois sua boca estava deliciosa.
– Está bom mãe. Pode parar.
Assim que ela me soltou me ajoelhei ao lado dela.
– Senta no degrau e se inclina para atrás até encostar nos outros mãe. E depois abra as pernas.
Mamãe me atendeu e fui me ajoelhar 2 degraus abaixo daquele que estava sentada. Impetuoso levantei rápido aquele vestido preto elegante de passeio que marcava sua cintura fina e se abria em um cone levemente franzido até abaixo dos joelhos.
Quando o empurrei até sua cintura e liberei a visão de sua calcinha ela usava uma de renda preta linda que sabia que eu adorava, sabendo que quando chegássemos ao apartamento faríamos amor, mas não deu tempo de chegar até lá.
– Só uma puta muito, muito sofisticada chegaria perto do quanto você é linda e gostosa e estaria vestindo um vestido tão elegante e lingeries tão sensuais com o rosto cheio de esperma.
– Ahhhuuuuu. Sou tudo para você amor porque você me deixa tão feliz, tão tarada e tão satisfeita. Estou amando ser também sua puta. Me come bem forte, por favor.
Afastei sua calcinha e vendo todo o melado em torno de sua fenda e o que escorria para o rabinho, tive vontade de degustar seu sabor maravilhoso, mas mamãe tinha implorado por meu pau e a prioridade era ela.
Me inclinei sobre seu corpo apoiando as mãos em um degrau acima de onde estava apoiado seu bumbum já sentindo seus lábios quentes e naquela posição toda aberta encontrei sua portinha sem precisar levar a mão. Fui dobrando os cotovelos e me abaixando penetrando na bucetinha proibida de mamãe onde sempre encontrava o paraíso pelas sensações que sentia. Quando cheguei ao fundo a fazendo sentir o poder de meu pau grosso a expandindo em cada ponto de seu interior, não resistiu.
– Ahhhhhhhhhhhh. Não acredito que estamos fazendo isso na escada de nosso prédio e com meu rosto lambuzado com o esperma de meu filho. Sou mesmo uma puta, mas só de meu filho. Estou gozandooooooo.
Estava ainda só atolado no fundo de sua bucetinha sem se mover enquanto seu corpo se debatia convulsivamente mostrando que seu orgasmo era um dos fortes e com certeza ela ficaria com hematomas nas costas pois se chocavam nas quinas dos degraus.
Naquele momento nada importava a mamãe a não ter o orgasmo avassalador que a tomava e não a querendo machucar mais do se machucaria, não me movia para não a fazer bater ainda mais as costas.
Eu já tinha verificado e sabia que não haviam câmeras naquela escada, mas se houvesse estariam gravando um cena linda e quente sem sermos explícitos como em alguns filmes eróticos que tinha assistido. Pela segunda vez olhava para seu rosto com ela gozando com meu esperma escorrido nele sabendo que realizava muito bem realizado o pedido de mamãe de sempre ser bem safado.
Quando começou a descer do ápice de seu gozo, se deu conta que eu não tinha gozado.
– Você ainda não gozou. Me desculpe, uma puta nunca pode gozar sem seu cliente gozar. Por favor, goze em mim, suplicou.
– Eu vou te machucar nessas escadas.
– Então faz de outro jeito.
– Está bem, já que estamos arriscando se vire e fique de 4, falei desencaixando meu pau daquele forninho delicioso, mas logo estaria de volta.
Mamãe ainda sentia um finalzinho de seu orgasmo, mas mesmo assim se virou e apoiou os joelhos em um degrau e dois degraus acima suas mãos como estaria de quatro em um lugar plano, mas na escada ela estava com as costas inclinadas.
Por conta própria ela soltou o apoio das mãos com os braços esticados e apoiou os cotovelos no degrau deixando suas costas em nível como se fosse um 4 na cama. Não perdi tempo levantando seu vestido e o apoiando em suas costas liberando a visão daquela bunda divina adornada por aquela calcinha de renda preta sensual me dando a certeza que seria difícil não gozar logo.
A calcinha não tinha voltado ao lugar quando desencaixei meu pau antes, mas ainda precisei a colocar de lado liberando a visão daquela rachinha inchada e escorrendo de seu orgasmos. Querendo garantir que agora eu gozaria, mamãe me provocou.
– Seu safado, você disse que eu me machucaria só para poder me pegar de 4 aqui na escada.
Dei um tapa em seu bumbum que ecoou naquele vão alto da escada.
– Você é uma puta e te como do jeito que eu quiser e como disse, gozou antes de mim sem permissão. Não me provoque ou vou gozar no fundo de seu cuzinho ao invés de sua buceta.
Estaria mentindo se dissesse que não previ que mamãe poderia querer, mas não esperava toda aquela empolgação.
– Por favor, por favor filho. Vou me sentir muito sua puta dando o cuzinho com o rosto cheio de seu esperma na escada de nosso prédio.
Mamãe novamente se mostrava empenhada nesse papel puta, diferente de tudo o que foi no passado com meu pai quando perdeu o marido sendo uma esposa sem graça sexualmente e mesmo que eu tivesse dito mil vezes que jamais a deixaria, ela havia confessado algumas vezes que tinha medo que eu sendo tão jovem poderia querer conhecer coisas sexualmente diferentes e a deixasse.
Ela tinha razão porque eu era um jovem inexperiente que queria conhecer coisas sexualmente diferentes, mas estava conhecendo tudo o que queria conhecer com ela o que era infinitamente mais do que eu imaginava conhecer e ter antes de termos nosso relacionamento. Sem que ela soubesse eu também tinha receio de a perder e por isso estava a deixando satisfeita e criando fantasias como aquela de puta.
Esperava que com o tempo a certeza que eu não queria ninguém além dela não a deixasse mais insegura e começasse lentamente a não precisar mais se colocar como uma esposa vagabunda e submissa. No entanto esse momento ainda não havia chego e sua proposta era irrecusável. Fui me inclinado até que me encaixei entre seus lábios e me afundei naquela coisinha deliciosa.
– Está bem mãe, mas antes quero um pouco mais dessa bucetinha deliciosa e já vai servir para lubrificar.
– Ahhh filho. Se não fosse desconfortável iria te pedir para gozar nos dois, mas logo meus joelhos vão doer nesse mármore duro. Seria incrível ter seu esperma em todos meus buraquinhos e no rosto. Nada me faria mais sua puta.
Aquilo sim me excitou em pensar que teria meu esperma em todos os lugares possíveis de mamãe me dando a sensação de posse sobre ela. Comecei estocar seu canal apertado e melado com vigor segurando em sua cintura por cima daquele vestido justo.
– Eu poderia dividir metade aqui e metade no cuzinho, mas teria que enfiar rápido lá para conseguir e com certeza te machucaria.
– Faça isso. Para não machucar brinque com seus dedos lá dentro até começar a gozar.
Eu sempre me esquecia de que mamãe faria qualquer coisa, qualquer coisa que eu mandasse que a levasse a se sentir uma esposa vagabunda atendendo os desejos de seu marido e naquele momento era a fazer se sentir como puta.
A cada afundada de meu pau em seu canal, quando o tirava esfregava minha glande melada de seus fluidos abundantes em seu anelzinho o lubrificando. Depois de umas 6 vezes, estava tão melado nele e em torno como teria ficado com o gel e então não o tirei mais de sua buceta voltando a estoca-la ainda sem ser muito vigoroso.
Levei meus dedos a seu cuzinho e gastando alguns minutos e com a dificuldade de já ter meu pau em seu canal vaginal ocupando espaço consegui fazer uma dupla penetração em mamãe que já não conseguia conter seus gemidos altos que ecoavam pela escada. Se houvesse alguém em um daqueles apartamentos certamente teriam saído e nos pego em flagrante.
Eu não tinha feito aquilo nenhuma vez ainda com meu pau na dupla penetração tendo feito só com meus dedos e agora fazia em um lugar bem improvável e improprio na escada externa de nosso apartamento.
Primeiro alarguei seu buraquinho abrindo e girando os dedos e ao sentir levemente lasseado, comecei a alterar as estocadas em cada buraco. Quando enfiava meu pau, puxava meus dedos para fora e quando empurrava os dedos puxava meu pau nos levando próximos a um novo orgasmo.
Coloquei intensidade nas penetrações me chocando com o colo de seu útero e sabendo que meu gozo estava a caminho queria que mamãe gozasse também para não sentir dor quando eu penetrasse seu cuzinho na sequência.
– Ohhhhhh. Com essa dupla penetração e esse esperma seco em seu rosto, em seu estomago e daqui a pouco em seus 2 buraquinhos aqui na escada de nosso prédio, você acaba de se tornar a esposa mais vagabunda do mundo. Estou gozandoooo.
Assim que dei o primeiro jato mamãe começou a gozar tão poderosamente que nem conseguiu expressar seu prazer, mas seu corpo dizia isso. Após dar o segundo jato, tirei rapidamente os dedos de seu rabinho e meu pau de sua buceta e o encaixei rápido dando o primeiro jorro em seu cuzinho já com mais da metade da glande encaixada.
Nunca fui tão rápido penetrando seu anus antes, mas como já fazíamos anal pelo menos uma vez por semana o dano não seria tão grande e fui me encaixando dando jorros de esperma pelo caminho até que cheguei ao fundo dando os últimos. Sabendo que não havia mais nada, aproveitei da lubrificação que tinha deixado pelo caminho e o puxei até quase sair e o empurrei de volta até o fundo começando um vai em vem gostoso em meio aquele esperma.
Mamãe gozava sem parar e não sabia se era pela dupla penetração e pelo esperma que consegui repartir entre seus buracos ou porque eu tinha dito que ela tinha se tornado a esposa mais vagabunda do mundo, além de estar sendo uma puta. Não importava o motivo, o que importava era que estávamos tendo juntos um de nossos maiores momentos de prazer em uma situação parcialmente arriscada em uma aventura inesquecível.
Enquanto esperava seu orgasmo terminar não acreditava que tinha estado e gozado em todos seus orifícios em no máximo 30 minutos, além de seu rosto, só possível por dividir meu esperma entre sua boca e seu rosto na primeira vez e entre sua buceta e seu cuzinho na segunda vez.
Quando acabou, saí dela, voltei a calcinha e depois o vestido ao lugar e recolocando minha cueca e calça me levantei e a ajudei a se levantar e a se manter em pé naquela escada pois ela estava com as pernas bambas.
Sem falar nada fomos subindo, abri a porta do apartamento e entramos voltando a estarmos protegidos pelas paredes que nos cercavam. Minha primeira reação foi pensar em dar um banho no corpo e rosto lambuzado de mamãe achando que estava desconfortável.
– Vamos tomar um banho mãe.
Seu olhar para mim foi como se eu estivesse cometendo um ultraje.
– Nem pensar. Só vou se você me mandar ir. Você disse que me tornei a esposa mais vagabunda e que essa noite sou sua puta exclusivíssima, então quero continuar me sentindo assim por mais tempo, se possível até amanhã de manhã.
– Seu rosto mãe. Tem esperma seco, falei apontando nos lugares onde havia mais.
– Já li que esperma faz bem para a pele, então posso ficar com essa máscara de esperma até amanhã cedo. E se tirasse não estaria completo, pois agora tenho esperma na barriga, na buceta e no bumbum. Tudo de meu filho, meu marido e meu homem a quem pertenço totalmente.
Aquela situação extrapolou a submissão de mamãe, e eu que que imaginei que logo poderia diminuir. No entanto ela estava tão lindamente empolgada e feliz que não iria estragar seu prazer, pelo contrário, tentei aumenta-lo a abraçando de frente para mim olhando naquele rosto lindo e luxurioso com meu esperma.
– Algo que me excitou muito foi dizer que teria meu esperma em todos seus buraquinhos. É excitante sem ser humilhante.
– E te faz sentir que sou sua ainda mais profundamente, não é? Eu me sinto assim.
– Sim mãe, só que o que você vê e sente como uma posse eu vejo como uma entrega por um amor inigualável que nos une.
– Sei que é isso filho. Se não sentisse esse amor imensurável que sinto por você nunca iria me entregar dessa forma. Isso é sobre sexo e nossa vida e nosso amor é muito mais do que sexo
– É por aí mãe. E se com o tempo for perdendo a vontade de ser a esposa vagabunda e submissa não se preocupe pois já teremos aproveitado muito e nada, nada vai me fazer te desejar menos. Então curta até onde quiser sem nenhuma obrigação.
– Obrigado amor. Obrigado por essa fantasia de puta essa noite. Fiquei muito tarada mesmo. Talvez isso aconteça de perder a graça, mas jamais de querer fazer amor com você do jeito que for, pois vou sempre te amar como meu homem.
– E você é minha mulher mãe. Você está linda com esse vestido é dá um tesão enorme pensar em como você está por baixo dele e em como ele e sua lingerie te deixaram ainda mais gostosa.
– Então vamos ficar conversando mais uma hora sem o tirar antes de irmos nos deitar. Pode ser assim?
– Pode e como você quer dormir sem tomar banho poderia dormir com a calcinha e o sutiã se não te incomodarem. Só não sei o que pode acontecer amanhã cedo, a ameacei sorrindo.
– Agora é que vou dormir com eles.
Fomos nos sentar no sofá e quis que ela sentasse de lado em minhas pernas. Depois daquele desconforto inicial olhando o esperma seco em seu rosto, me acostumei e não me importei mais.
Quando fomos para cama e mamãe despiu o vestido ficando escultural com a lingerie preta em contraste com sua pele branca, aprontou a última do dia enquanto eu a acompanhava. Primeiro ela virou de costas empinando o bumbum levando a mão até ele.
– Aqui.
Então se virou de frente e levou a mão na altura do estomago.
– Aqui.
Por fim desceu a mão a colocando sobre seu ventre.
– E aqui, tenho o esperma de meu filho dentro de mim, além do rosto que é visível. Acho que nunca me senti mais realizada sexualmente, confessou.
– Como eu te digo mãe, você é Vênus, a deusa do sexo, da beleza e do amor e agora atingiu sua plenitude se libertando de todos seus receios e traumas se realizando sexualmente. Fico feliz de ter contribuído, falei sorrindo.
– Contribuído? Foi você quem me transformou nela e ninguém mais poderia ter feito isso de forma tão dedicada, amorosa e segura para mim. Eu te devo toda essa mudança e a satisfação plena que tenho hoje.
– Você não me deve nada mãe. A jornada até aqui foi maravilhosa também para mim, sendo um jovem de 18 anos com toda a experiencia e o momentos maravilhosos que tivemos como poucos ou nenhum outro jovem de minha idade tem. Venha aqui se deitar comigo e aproveitar cada segundo juntos.
Mamãe se deitou abraçada a mim e me olhou.
– Com meu rosto assim não vou poder te beijar como quero agora, mas prometo que amanhã após me lavar, vou recompensar. Te amo tanto.
– Também te amo mãe. Agora vamos dormir, mas não prometo que não vou te apalpar. Boa noite
– É tudo seu mesmo. Faça o que quiser, pois meus serviços de puta só terminam amanhã ao meio-dia. Boa noite, sorriu me provocando.
Os meses foram passando e fazíamos tudo que podíamos para aproveitar e conhecer da Itália nos finais de semanas e feriados. Com o trem veloz que eles tem, os Freccia Rossa (Flecha Vermelha) ficava fácil e perdíamos poucas aulas, quando era necessário um dia a mais. O bom era sempre fazer amor em lugares diferentes.
Em nosso relacionamento também aproveitamos tudo o que podíamos em um lugar onde ninguém suspeitava que éramos mãe e filho e esse era o melhor benefício de estar lá. Demonstrações espontâneas de amor em público não nos traziam nenhuma preocupação e mesmo tendo encontrado muitos brasileiros nunca encontramos alguém que já nos conhecia.
No italiano mamãe chegou ao nível avançado e não tendo mais um nível, foi para a classe onde se graduaria professora de italiano. Poucos meses depois cheguei ao nível avançado também, mas é muito diferente o nível avançado do curso do que o das ruas onde usam gírias e dialetos, mas já podia fazer qualquer coisa sem mamãe precisar me ajudar. Até discutir com os xavecadores, pois lá uma discussão dessas quase nunca leva a uma briga. É meio uma tradição discutir alto sem partir para a briga.
Eu realizava todos os desejos sexuais de mamãe, e felizmente como desejei intimamente a história de esposa vagabunda foi perdendo o encanto e só usado em momentos de extremo tesão, mas sem que ela abrisse mão de querer ser uma esposa ao modo antigo respeitando e obedecendo o marido. Desse modo ficou muito mais fácil para mim pois na verdade tudo o que eu a mandava fazer, fazia sabendo que era o que ela queria. Mesmo assim ela adorava ter essa sensação.
Lá pelo oitavo mês que estávamos em Roma, uma notícia verdadeiramente inesperada chegou através de uma ligação de vídeo que meus avós paternos sempre faziam questão de fazer mesmo com o filho tendo se separado de minha mãe, pois sempre a adoraram. Foi minha avó que gosta de contar as fofocas quem não se aguentou.
– Sabe Rafaella, o Juliano já se separou daquela garota, falou parecendo feliz talvez achando que mamãe pudesse ainda querer reatar o casamento.
Mamãe ficou sem palavras por um tempo, com certeza passando sem sua mente naqueles segundos tudo o que aconteceu entre eles, mas reagiu conforme seus sentimentos.
– Que pena Dona Marilia, ele investiu muito nesse relacionamento. Nunca vou me esquecer dos ótimos momentos que tivemos e mesmo ele tendo feito o que fez para mim, ainda assim sinto um carinho por ele e desejo que seja feliz, até porque temos um filho. No entanto, sentimentalmente ele está morto para mim e não existe nenhuma hipótese de reatar com ele. E pelo que ele fez não confio em nenhum outro homem, então o único homem de minha vida de agora em diante é o Marcelo.
Vovó parecia triste pelo que ouviu, mas ela foi uma das que mais condenou a atitude de meu pai e tinha quase certeza que essa seria a reação de mamãe.
A conversa terminou como as outras anteriores não mencionando mais meu pai, mas voltei ao assunto com mamãe quando encerramos a ligação.
– Está bem mãe?
– Sabe, é uma sensação estranha. Ao mesmo tempo que estou vibrando por não ter dado certo, estou triste pelo mesmo motivo. Nunca vou conseguir odiar seu pai, mesmo tendo quase morrido pelo que ele me fez.
– Você é humana mãe e tem um bom coração. O melhor para sua saúde é não ficar guardando magoas, mesmo que ele mereça que você sinta magoa dele. Estarei sempre ao seu lado cuidando de você.
– Obrigado amor. Como posso odiar seu pai com o filho que ele me deu? Vou ficar bem.
E mamãe ficou bem e fiz tudo ao meu alcance para que fosse assim. Os meses continuaram passando e nossas aventurais sexuais continuavam acontecendo no terraço onde em uma das vezes, de vestido ela se apoiou no parapeito tendo a visão de Roma a sua frente, e por trás só levantando a parte de trás do vestido primeiro gozamos comendo sua bucetinha e aproveitando toda lubrificação, depois foi seu bumbum irresistível.
Lá de baixo nas ruas ninguém tinha visão e mesmo que houvesse de alguma varanda de um prédio próximo, estávamos inteiramente vestidos e só nossos rostos ou minhas mãos em seus seios poderiam denunciar o que fazíamos. O legal foi que deste modo, com minha cabeça encaixada em seu ombro por trás podíamos admirar juntos a vista de Roma a noite.
Na escada só aconteceu mais umas duas vezes, mas em pé ao lado de fora da porta de nosso apartamento, pois tanto eu como ela adorávamos fazer amor em pés como naquela primeira vez que fizemos no terraço. No beco nunca aconteceu, pois, a única hora que Roma fica sem movimento de caminhantes é durante a madrugada e não iria expor a segurança de mamãe em um daqueles becos escuros.
Quando faltavam 3 meses para dar o ano que combinamos ficar em Roma comecei a procurar uma faculdade para continuarmos lá por mais 4 anos, mas quando recebemos mais uma visita de meus avós maternos, em um dos momentos que meu avô se afastou por algum motivo, minha avó confidenciou que ele estava com um problema de saúde e que seria difícil tomar conta sozinho da empresa e precisaria da ajuda de mamãe, mas ele não falaria nada esperando mamãe voltar no prazo combinado.
Não era nada de grave, mas seu coração inspirava cuidados e que tivesse menos estresse, então não precisaríamos adiantar a volta, mas arruinou nossa intenção de continuar a viver fora do Brasil.
Quando o ano na Itália terminou mamãe era fluente no italiano e eu quase, só faltando mais um pouco de vocabulário. Também já conhecíamos praticamente toda a Itália e algumas cidades mais interessantes de outros países que fazem divisa.
O objetivo maior de tirar mamãe da depressão tinha sido atingido em menos de um mês, e se antes de ir cheguei a pensar que poderia passar momentos terríveis em Roma se ela não saísse da depressão, não poderia ter me enganado mais pois só tive momentos maravilhosos e iniciamos um relacionamento que mudou nossas vidas e nos trouxe felicidade.
De volta ao Brasil, retornamos para nossa casa, mas como acostumamos cuidar sozinhos da casa em Roma, mamãe só quis uma ajudante uma vez por semana nos dando a privacidade que precisamos.
O grande inconveniente foi não podermos demonstrar nossa afeição em público, mas planejamos frequentemente visitar outros lugares do Brasil nos finais de semanas. Em nossa cidade nada mudou em relação à antes pois todos já sabiam de minha proximidade com mamãe, principalmente depois que cuidei dela durante sua depressão e por ter a levado para a Itália para se curar e ter ficado um ano juntos.
Destranquei a faculdade de administração e comecei a fazer estágio na empresa para quando me formasse ajudasse meu avô e mamãe, mas minha intenção oculta era ficar mais tempo ao lado dela, pois começamos a almoçar juntos e até a acompanhar a reuniões com a desculpa que eu precisava me inteirar da Empresa. E o benefício inesperado foi que afugentei possíveis interessados na mulher que mamãe é, que chama atenção em todos os lugares por sua beleza sem igual, por sua inteligência e por seu jeito educado e meigo de tratar a todos.
Temos planos para o futuro evidentemente. O primeiro já quase realizado é comprar um pequeno apartamento em Roma, próximo ao prédio onde ficamos para poder fugir quando quisermos ter um tempo só para nós na cidade que mamãe sempre amou e que passei a amar por ter me dado a felicidade de ser muito mais que seu filho.
Tem também algo pipocando na cabeça de mamãe que insiste que para ser a esposa perfeita que deseja ser para mim, precisa me dar um filho e me empolguei com sua proposta. Ainda não é o momento, mas também não podemos demorar muito para que eu ganhe um “irmãozinho ou irmãzinha” aos olhos dos outros, quem sabe dois para não ser filho único como eu.
Mamãe não tem dentro de si aquela submissão dos vídeos eróticos levando a escravidão, nem de gostar de sentir dores fortes e de ser humilhada. Seu modo de entrega total é por amor, muito amor que dá a ela a vontade de se sentir minha de verdade e não apenas para uso sexual.
Eu adoro essa sensação de a ter, pois tudo que quero é a amar, a proteger e a fazer feliz, pois a amo tanto quanto ela me ama e estabeleci que a prioridade em minha vida até o fim é mamãe e essa é minha forma de me entregar e pertencer a ela da mesma forma que ela me pertence.
Não poderemos dizer em frente a um celebrante “até que a morte nos separe”, mas é isso que desejamos e assim será pois já dissemos isso um ao outro nos tornando marido e esposa secretamente e com certeza não serei idiota como meu pai abrindo mão da mãe e mulher mais gostosa do mundo.