Eu sempre soube que Gabriel era meu amigo especial, aquele com quem eu tinha uma amizade colorida, risadas, conversas e, claro, sexo incrível quando a vontade batia. Ele era alto, moreno, com barba por fazer que arranhava minha pele de um jeito delicioso, e olhos castanhos que me devoravam.
Seu cachorro, Rex, um vira-lata médio marrom, era leal e cheio de energia. Aquela noite começou como sempre: algumas cervejas, flertes, e logo estávamos no quarto, o desejo tomando conta.
Gabriel me beijou com fome, sua língua invadindo minha boca enquanto suas mãos exploravam meu corpo. Eu gemi, sentindo meu clitóris pulsar. "Gabriel... quero você agora," sussurrei, minha voz rouca. Ele me jogou na cama, tirando minha blusa e sutiã, expondo meus seios firmes com mamilos duros. Sua boca desceu, chupando um mamilo forte, mordiscando de leve, enquanto sua mão apertava o outro. Eu arqueei as costas, gemendo alto. "Porra, você me deixa louca."
Eu o empurrei de costas, montando nele. Minha calcinha estava encharcada, e eu esfreguei minha buceta contra o volume duro nas calças dele. "Sente como eu tô molhada?" perguntei, provocante. Ele gemeu, suas mãos apertando minha bunda. Abri o zíper, liberando seu pau grosso, veias pulsando, cabeça brilhando com pré-gozo. Era grande, curvado, e eu o engoli na boca, minha língua circulando a cabeça, provando o salgado, enquanto massageava suas bolas pesadas. "Cat... sua boca é mágica," ele rosnou, fodendo minha boca devagar.
Mas eu queria mais. Levantei-me, tirando a calcinha, revelando minha buceta depilada, lábios inchados e molhados. Gabriel me olhou com fome. "Vem cá, safada," ele disse, me puxando para cima. Guiei seu pau para dentro de mim, sentindo cada centímetro me esticando, me preenchendo. "Ah, foda-se, você é tão grande," gemi, cavalgando nele. Meus seios balançavam, e ele os agarrou, beliscando os mamilos enquanto eu subia e descia, meu clitóris roçando contra ele.
O ritmo acelerou. Eu rebolava, sentindo-o bater fundo, tocando pontos que me faziam ver estrelas. Suor escorria entre meus seios, o quarto cheirando a sexo. Gabriel me virou de quatro. "Quero te foder assim, vendo sua bunda," ele disse, entrando por trás, duro. Cada estocada era profunda, animal, e eu empurrei de volta. "Mais forte... me fode como se fosse a última vez," implorei. Ele obedeceu, batendo contra mim, uma mão esfregando meu clitóris. Eu gritei, o prazer crescendo. "Isso, porra, me faz gozar!"
Estávamos perdidos quando a porta se abriu ligeiramente – Rex empurrou com o focinho e entrou, curioso. Gabriel continuava me fodendo, grunhindo. Rex se aproximou, cheirando o ar, atraído pelo cheiro. Antes que eu percebesse, ele se enfiou entre nós, sua língua quente e áspera lambendo o pau de Gabriel enquanto ele saía de mim para uma estocada.
Gabriel congelou, mas o prazer venceu. "Porra... Rex, o que... ah, caralho," ele gemeu, olhos arregalados, mas não parou. O cachorro lambeu o pau dele, a língua passando pela cabeça sensível, misturando com meus fluidos. Era estranho, proibido, mas ver aquilo, o cachorro lambendo o pau do meu amigo enquanto ele me fodia, me excitou de um jeito doentio. Meu clitóris latejou mais, e eu gemi, empurrando de volta. "Não para... continua," sussurrei, sentindo uma onda estranha de excitação.
Gabriel se moveu novamente, lento, enquanto Rex lambia. A língua do cachorro era insistente, passando pelas veias, chegando até minha buceta. Eu senti um lambida rápida nela, e gemi chocada, mas excitada. "Gabriel... o Rex tá... ah, foda-se," eu disse, minha voz misturando surpresa e desejo. Era sujo, errado, mas meu corpo respondia – minha buceta contraiu, molhada como nunca.
Ele acelerou, fodendo-me mais duro, Rex lambendo tudo. O cachorro focava no pau dele, a língua enrolando na cabeça, e Gabriel perdeu o controle. "Cat... vou gozar... porra, isso é louco," ele rosnou, mãos apertando meus quadris. Eu senti ele pulsar, e então explodiu dentro de mim, jatos quentes enchendo minha buceta. Ele gemeu alto, tremendo, enquanto Rex continuava lambendo, provando o gozo que escorria.
Gabriel se retirou, ofegante, caindo de costas. Eu me virei, minha buceta latejando, cheia de sêmen, e Rex se aproximou. Sua língua lambeu minha buceta gozada, quente e áspera, passando pelos lábios inchados, limpando o sêmen misturado com meus fluidos. Eu gritei de surpresa, mas não o afastei. Era estranho, excitante – sentir aquela língua animal lambendo meu sexo sensível, prolongando o prazer. "Rex... ah, porra," gemi, pernas tremendo. Gabriel assistia, olhos vidrados, tocando-se devagar, excitado.
O cachorro lambeu mais, língua mergulhando entre meus lábios, tocando meu clitóris, e eu arqueei as costas, gozando novamente. Foi intenso, estranho, o tabu misturado ao prazer. Meu corpo convulsionou, fluidos escorrendo, e Rex lambeu tudo, abanando o rabo. Gabriel se aproximou, beijando-me enquanto eu tremia, sua mão esfregando meu clitóris enquanto o cachorro continuava.
"Você gostou disso, né?" ele sussurrou. Eu assenti, envergonhada mas excitada. "Foi... louco. Mas sim, porra, foi bom." Nós rimos, nervosos, mas a noite não acabou. Gabriel me virou de costas, abrindo minhas pernas, e lambeu minha buceta, provando o gosto do cachorro misturado ao nosso. Sua língua circulou meu clitóris, mergulhando dentro, e eu gemi, puxando seus cabelos.
Rex nos observava, mas ficou quieto. Gabriel me fez gozar novamente, dedos me fodendo enquanto chupava, e eu gritei seu nome. Então, eu o montei, cavalgando duro, seios balançando, enquanto ele apertava minha bunda. O cachorro se aproximou, lambendo minhas costas, descendo para minha bunda, língua tocando meu ânus, um toque leve que me fez estremecer. "Gabriel... ele tá lambendo minha bunda," gemi, e ele riu, excitado.
"Deixa ele, Cat. É quente pra caralho." Eu continuei cavalgando, sentindo a língua explorar, molhando tudo, enquanto Gabriel me fodia de baixo. Era uma bagunça erótica, suja, e eu amava. Meu corpo queimava, cada toque prolongando o prazer. Gabriel gozou novamente dentro de mim, e Rex lambeu o excesso, língua passando por nós dois.
Nós caímos exaustos, suados, rindo. Rex se deitou entre nós, lambendo nossas mãos. "Isso foi... estranho," Gabriel disse, beijando minha testa. "Mas incrível." Eu concordei, sentindo excitação residual, estranha, que me fazia querer repetir.
No dia seguinte, acordamos enroscados, Rex aos pés. Gabriel me olhou com sorriso malicioso. "Quer repetir?" Eu ri, sentindo meu corpo responder. "Sempre." Puxei-o para um beijo, o cachorro abanando o rabo.
Mas aquela noite ficou gravada. O jeito como o cachorro se intrometeu, lambendo nossos sexos, misturando tudo. Era sujo, proibido, mas me fazia sentir viva, excitada. Gabriel e eu continuamos, e Rex se tornou participante silencioso, às vezes.
Semanas depois, visitei novamente. Desta vez, deixamos a porta aberta. Gabriel me comeu na cozinha, cabeça entre minhas pernas, lambendo até eu gritar. Rex entrou, lambendo o pau dele enquanto Gabriel se masturbava ao lado. Era uma visão: cachorro lambendo o pau, língua pelas bolas, enquanto Gabriel gemia e me olhava faminto.
Eu me juntei, chupando Gabriel enquanto Rex lambia minhas coxas, chegando perto da minha buceta. O prazer era intenso, compartilhado. Gabriel gozou na minha boca, e Rex lambeu o que escorreu, língua tocando meus lábios. Eu gozei com os dedos dele, sentindo a língua prolongar o orgasmo.
Era nossa coisa secreta, suja, e eu amava. Fazia-me sentir desejada, excitada. Gabriel e eu transávamos mais, sempre com Rex por perto, participando. Era erótico, humano, estranhamente perfeito.
Uma noite, Gabriel me amarrou na cama, vendada, e trouxe Rex. Ele lambeu minha buceta primeiro, língua áspera me fazendo gritar, enquanto Gabriel me fodia com dedos. Então, trocou, e Rex lambeu o pau dele enquanto ele me penetrava. O cachorro lambia tudo, misturando fluidos, e eu gozei tantas vezes que perdi a conta.
Nossa amizade evoluiu para algo mais profundo, sujo. Eu me sentia no controle, excitada, viva. E Rex, o vira-lata inocente, se tornou o catalisador do nosso prazer proibido
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