Finalmente, vovó!

Um conto erótico de TcheloKBruno
Categoria: Heterossexual
Contém 2767 palavras
Data: 01/01/2026 20:31:43

Minha vida sexual estava em sua plenitude, ainda mais agora depois de levar minha tia e depois minha mãe pra cama. Não tive tempo ainda pra negociar uma tarde com elas juntas em algum bom motel, nas sei que na hora certa esse convite deve rolar naturalmente, afinal cada uma já sabe sobre a outra.

Tia Paula de dia, dona Rita às noites, e com isso eu praticamente não tinha tempo nem energia pra buscar outras garotas nesse instante, embora ambas estivessem bem tranquilas em me dar essa liberdade caso eu tivesse essa intenção.

Na verdade, eu tinha, mas não era exatamente uma garota. Depois de tanto meter em ambas as filhas, eu estava agora curioso se existia esse mesmo espaço junto à mãe delas. Minha vó Renata ia completar 57 anos em alguns dias, e eu vinha gradualmente aumentando minha presença ao seu lado, com notórias segundas intenções.

A boa genética de Paula e Rita certamente era hereditária de dona Renata, uma mulher ainda muito vaidosa, que respeitando os limites que sua idade impunha, ainda causava um respeitável frisson entre os machos. Sempre mais recatada, mesmo antes da viuvez, mas nunca deixava de deixar sua marca por onde passava. Seja o penteado, vestido, perfume ou simplesmente o brilho em seus olhos, minha vó certamente estava na lista de desejos de muitos homens com quem ela convivia, e depois de tudo que eu vinha vivido recentemente, nem seria de estranhar se meus tios e primos compartilhassem dessa mesma sensação.

Sua casa ficava no caminho entre minha tia e minha mãe, então não era complicado organizar horários e trajetos para eu parecer mais presente em seu dia-a-dia.

Almoço aqui, shopping ali, ajudar no jardim aqui, organizar o porão ali, e com isso eu começava a participar de sua vida. Ela morava sozinha, nunca fez questão de depender de nenhuma das filhas ou parentes para cuidar dela, e realmente sua disposição era notável.

Eu precisava descobrir os caminhos para ficar mais intimo dela, e descobri que o fogão seria meu aliado. Ela sempre prezou por comer com qualidade, e eu desde cedo sempre tive muito interesse em cozinhar, então talvez a escolha certa de algumas refeições com ela poderia começar a alargar esse espaço que eu estava conquistando.

Não exatamente na forma e ritmo que eu desejava, mas a aproximação foi aumentando. Ela assumia um papel de chef de cozinha, corrigindo algumas falhas nas minhas técnicas e temperos, e isso foi criando a tão esperada cumplicidade que eu buscava com ela. Eu não era exatamente fã de ser educado e direcionado, sempre preferi fazer minhas explorações culinárias por conta própria, mas eu considerava esse um preço muito justo para me aproximar dela.

Um assado aqui, um arroz ali, um filé gratinado, e aos poucos a gente foi acertando a mão, não apenas na cozinha em si, mas no espaço em dividir impressões e sentimentos, que era meu objetivo desde o início.

Ela conversava sobre o que ainda esperava da vida, da falta que sentia de um contato mais intimo e de quanto ela precisava se sentir valorizada. Eu ria bastante com ela, completando sempre com respostas carinhosas, tentando levantar sempre sua autoestima e dando espaço a ela para se abrir cada vez mais com esse neto. Mal sabia ela onde eu pretendia chegar...

Devo confessar que oportunidades e acidentes se combinaram de maneira quase magica, eu parecia ter uma ajuda invisível para que nossos laços ficassem cada dia melhores. O molho de tomate que escorreu por sua blusa teve que ser rapidamente removido antes que resultasse uma queimadura nela, e esse neto prestativo não pensou duas vezes antes de sacar fora sua blusa e colocar um pouco de gelo em seu peito. Ainda estava longe de ser uma experiencia erótica, mas ver minha vó apenas com seu sutiã me alentou bastante, eu sentia que estava caminhando por um terreno que prometia o que eu tanto desejava.

De certa forma, aquilo serviu para ela relaxar mais um pouco comigo, suas roupas sempre muito comportadas ficaram mais descompromissadas, inclusive com direito e shortinho e camiseta sem sutiã, algo que nunca antes nenhum de nós tinha observado ela vestir. Se ela se sentia confortável assim comigo, quem sou eu pra reclamar.

Genética, genética, genética... eu passava a rola diariamente em suas filhas, e era inevitável comparar aqui e ali não apenas as duas entre si, mas principalmente agora com a mãe delas. Minha vó não era exatamente uma boneca como as filhas, mais de cinco décadas fazem alguma diferença, mas os poucos traços de idade que ela exibia eram muito menores que muitas mulheres mais novas que minha tia. Ela não precisava de muita maquiagem ou acessórios para parecer bem atraente, sua boca ainda era um charme, e devo confessar que abusei de água gelada nela para ver se ela também entraria no clube do farol aceso de suas filhas.

Não tive muito sucesso, mas as brincadeiras naturalmente evoluíam, eu estava agora muito mais próximo dela do que estive com muitas namoradas, e ela confidenciou o mesmo em relação a mim. Segurar suas mãos, acariciar seus braços, beija-la carinhosamente no canto da boca ou sentir seus cachos grisalhos entre meus dados começava a ficar uma rotina gostosa entre nós. Sem falar do tesão tremendo que eu sinto por cabelos...

A evolução natural partiu para abraços longos e apertados, e diversas vezes eu dava esse abraço nela por trás, sem muita reclamação nesse sentido. Sentia que meu espaço estava crescendo, e num dia calhou dela estar com um shortinho bem esvoaçante, e eu com uma bermuda intencionalmente sem cueca. Cheguei para o abraço por trás, e quando minha virilha encaixou em seus quadris, minha ereção foi mediata.

Ela percebeu o que estava acontecendo, e não necessariamente ficou confortável com isso. “Meu neto tem desejos por mim?!?” Contudo, ao invés de repreensão, ela apenas não retribuiu o carinho como costumava fazer, então fiquei mais alguns poucos instantes cutucando ela com minha vara dura, e logo partimos de volta pro fogão.

O stress era perceptível, ficou uma espécie de elefante branco dentro da cozinha, e na hora de comermos, o assunto veio à tona.

- Hoje caiu uma ficha em mim que há muito tempo eu não percebia...

Eu sabia o rumo que a conversa ia tomar, e não sabia ao certo como abordar corretamente isso.

- A gente tem se aberto muito um pro outro, acho bem gostoso isso, mas eu nunca podia imaginar que alguém com minha idade pudesse despertar o desejo de um jovem que deve estar passando o rodo direto por aí.

Para minha surpresa, não era uma crítica, mas quase um elogio.

- Como assim, vó? Se eu for desrespeitoso com a senhora, por favor me avisa antes, eu nunca vou querer o mal da senhora.

- Seu bobinho... não estou reclamando, devo confessar que estou surpresa de ver um pau duro tão perto assim de mim. Já faz tempo que seu vô partiu, e desde então eu nunca mais procurei um homem, e você sabe que isso fez muita diferença pra mim.

- Imagina, vó, a senhora ainda põe no bolso muitas mulheres que andam por aí.

- Até parece... olha por exemplo sua mãe e sua tia! Elas ainda parecem meninas, e eu pareço uma mulher que já passou da validade.

- Sua bobinha... é obvio que não, a senhora tem mais tempo de estrada que elas, com certeza, mas eu posso dizer que a senhora ainda é muito atraente.

- Sei bem disso... e pelo tamanho que você me cutucou hoje, parece que devo ser bem interessante, né?

-Ah... não sei como dizer isso, mas se eu pudesse ter uma companheira como a senhora, pode ter certeza que eu não ia reclamar nada!

- Até parece... você ia querer alguém que você pudesse usar por dentro e por fora, imagina se eu estaria no nível disso?

- Por favor, não se ofenda com minha sinceridade... Seu corpo ainda parece bem tentador, e olha que eu não conheço quase nada dele, só o pouco que a gente compartilha aqui.

- Como assim? Você gostaria de me ver em trajes menores que isso?

- Você pergunta pro bode se ele quer tomar conta da horta, vó? A resposta só pode ser obviamente SIM!

- Mas eu não tenho mais 20 anos, tenho quase o triplo disso!

- Quisera muitas outras mulheres chegassem aos 30 com o corpo que a senhora tem hoje, vó. Não tem nada sobrando aqui ou ali, tudo é bem certinho na senhora. Preciso confessar, sim, que desde o dia do molho de tomate, eu penso regularmente no que a senhora esconde sob essas roupas.

- Mas você é meu neto... a gente não deveria nem estar tendo esse tipo de conversa.

- Um neto muito orgulhoso da vó que tem. Ao invés de uma velha caquética que só reclama e coleciona rugas, a senhora se vira pra tudo, e ainda carrega muito charme. E veja bem, estou usando charme pra não usar a palavra tesão, a senhora é uma tentação, vó, mesmo para alguém como eu.

- Mas eu nem sei como lidar com isso... Seu vô foi o único homem na minha vida, eu nunca cogitei sequer beijar outro homem depois dele, e agora meu neto fica de pau duro na minha frente.

Missão dada, missão cumprida... desci a bermuda e saquei pra fora minha trolha, que não estava exatamente em repouso com uma conversa como aquela.

- Se você fala disso aqui, vó, tenha certeza que a única responsável por isso é a mulher que a senhora esconde debaixo dessas roupas.

Ela titubeou um instante e desamarrou o laço sobre o ombro direito, deixando cair pro lado e exibindo assim um seio para mim.

- Olha bem o que você está falando... imagina se isso aqui por acaso excita alguém.

Obvio que sim, meu cacete estilingou na hora, meu sonho começava a tomar forma ali na minha frente. Me levantei e me coloquei detrás dela, que anda estava sentada na cadeira. Desamarrei o outro laço e cuidadosamente escorreguei sua blusinha pra baixo, exibindo agora ambos os seios.

- Não... a senhora não faz ideia do estrago que essas tetas estão fazendo. Tem muita mulher que paga uma fortuna pra chegar na metade do que a senhora ta me mostrando agora.

Sem pedir permissão, tomei seus seios em minhas mãos. Certamente a intenção não era compara-la com as filhas, eu conferia diariamente as duas e realmente elas eram duas princesas, mas seu peito não era nada de se jogar fora. Um pouco mais flácido que as filhas, talvez, mas ainda eram muito firmes e atraentes. Belisquei ambos os bisco e estiquei, conferindo os limites que eu tinha conquistado com ela.

- Meu Deus, o que é isso que você está fazendo?

Seus bicos estavam completamente eretos, nesse sentido ela não devia nada pras filhas era algo muito bonito admirar o quanto ela exibia de tesão em seus mamilos.

- Mostrando pra senhora que não sou apenas eu que está gostando disso aqui.

- Mas como assim? O que eu faço agora?

Respondi pousando o dedo sobre seus lábios, convidando-a a não interferir no que ia acontecer ali. Percorri seu rosto, acariciando muito e ajeitando seu cabelo atras das orelhas. Pronto, eu sabia que estava perto de começar, não tinham muitos obstáculos agora a serem vencidos.

- Mas...

Com olhar muito incisivo, coloque novamente o dedo sobre seus lábios. Ela ficou paralisada alguns instantes, sem nenhuma reação positiva ou negativa. Tomei ela então pelas mãos e pus de pé, de frente a mim. Minhas mãos foram novamente para seus seios e senti que ela procurava sem muita certeza meu pau para segurar. Mais um passo dado!

Dei meio passo pra trás, dando a ela visão da minha rola, e com os olhos sinalizei pra ela ir adiante. Seus dedos logo me tocaram, mesmo que ainda um tanto hesitante. Ela com um pouco de timidez parecia quere percorrer todo o comprimento ele, acariciando só com a ponta dos dedos, sem ainda agarra-lo com firmeza. Explorou um pouco minhas bolas e logo voltou pro mastro.

Segurei com firmeza suas mãos, fazendo com que ela empunhasse minha pica. Agora, com movimentos suaves, eu conduzia ela pra primeira punheta que ela faria em mim. Seus olhos arregalavam, mas ela continuava em silêncio, sem parecer entender totalmente por onde íamos.

Agarrei novamente seus seios e dando um passo adiante, colei em seu corpo e busquei sua boca. A gente estava a um milímetro do outro, levando o stress sexual ao limite que resultaria num beijo. Para minha felicidade, ela tomou a iniciativa e deu o primeiro beijo.

Uma bicota, leve e discreta, mas era mais um degrau vencido. Agora era a minha vez, eu fui novamente em sua boca e mergulhei num beijo de cinema, buscando sua língua com a minha. Mais um pequeno instante de hesitação, e ela então retribui de volta, se entregando ao meu beijo.

Suas mãos agora seguravam com mais firmeza minha rola, a punheta começava a tomar velocidade, e eu comecei a beliscar seus peitos, pra ver como seria a melhor forma de excita-la.

Os bicos continuavam durinhos, ela depois me confessaria que realmente aquilo mexia bastante com ela, despertando um tesão que ela não vivia há muitos anos. Agarrei ela com força, trazendo para meu peito, e minhas mãos agora desceram para o shortinho. Sem muita dificuldade ele escorregou pro chão, ela não ofereceu nenhuma resistência quanto à isso, agora era apenas sua calcinha nos separando.

- Agora é um momento sem volta. Se a gente for pro seu quarto, você sabe muito bem o que vai acontecer, senão a gente para aqui agora e finge que nunca aconteceu nada.

Ela trancou o sorriso e ficou alguns segundos pensativa... a resposta podia tanto ser positiva quanto negativa, e absolutamente nada ali indicava o que ela iria fazer.

- Eu não sei ao certo o que eu quero, mas você parece ter certeza... não vou negar que estou gostando, mas não sei como lidar com isso tudo. É sério mesmo que você pretende comer sua vó?

- Se a senhora ainda não percebeu, era exatamente isso que a gente estava começando aqui. Usando todas as letras que eu tenho direito, eu me sentiria muito honrado de despejar minha gala dentro da sua buceta, mas a senhora tem que permitir, isso jamais funcionaria se fosse sem consentimento.

Mais um segundo de reflexão, e ela então me segura pelas mãos e puxa pro quarto.

- Não sei o que vai ser da minha vida depois, mas não vou ficar pensando nisso agora. Vamos lá, faça valer esse momento!

Me ajoelhei em frente dela e puxei sua calcinha até o chão. Estava agora, ali na minha frente, minha vó nua em pelo para mim, me pedindo para fode-la. Mais um sonho se realizando...

Caralho, eu estava passando o rodo literalmente todas as mulheres da família. Deitei ela sobre a cama e dei um banho de língua nela. Chupei absolutamente cada pedaço de pele que ela tinha, todos os que eu tinha tesão e todos os demais também. Quando eu praticamente não tinha mais boca, agarrei-a na cama. Passei os braços por baixo dela e comecei a meter com muita vontade.

Ela gemia gostoso, fazia tempo que não trepava, mas nem por isso ela parecia desconhecer a técnica. Pelo visto meu vô se divertiu muito com ela, ela sabia muito bem como meter ali comigo, e cuidei pra que ela gozasse antes de mim, pra eu despejar tudo depois dentro dela.

Trinta segundos para respirar, e o sujeito lá embaixo já queria mais. Por mim, eu ia partir logo para o cuzinho dela, não podia deixar de conferir a mesma perola que eu tanto cobiçava nas filhas dela.

Fiz os devidos sinais em direção à sua bunda, e ela pareceu gostar da ideia. Minha vó curtia anal, que legal... ajeitei ela com almofadas e travesseis e descarreguei todo o meu tesão novamente em sua bunda.

Por sinal, eu nem tinha parado para avaliar tecnicamente o quanto minha vó seria gostosa ou não. E sem muita surpresa, aquela bunda seguia o mesmo padrão de qualidade das filhas. Abençoada genética... acho que nunca na minha vida eu cogitava esporrar tanto como agora.

Ainda rolou mais uma ou duas trepadas entre chuveiro e sofá, e com isso minha vó entrava oficialmente na lista de mulheres que eu planejava furunfar enquanto fosse possível.

Certamente isso seria da minha parte um segredo para minha mãe e minha tia, não fazia muito sentido eu compartilhar isso com elas, embora talvez ao longo do tempo isso se tornasse mais evidente. A grande questão agora na minha mente era... quem seria a próxima da lista?

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Comentários

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Fantasia demais... uma mulher de 60 anos com o corpo de 30? Uma avó que foi mãe com 12 anos? Sua mãe te teve com 15 anos? Vc é formado com quantos anos? Muita falta de sentido

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Talvez a aritmética não esteja precisa. O protagonista tem 27 anos, a mãe 43 e a vó 57. Isso implica que a vó deu a luz aos 14 anos e a mãe aos 16, nada muito incompatível com gravidez na adolescência. Caso o protagonista tenha graduado com 21 anos, ele já teria 6 ou mais anos no mercado, então continua sendo coerente. E como uma obra de ficção, nada disso precisa necessariamente de coerência e veracidade, mas espero conseguir agradar em outros contos!

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