Colega de trabalho estressada VIII

Um conto erótico de Davil
Categoria: Grupal
Contém 1274 palavras
Data: 05/01/2026 13:16:39

A noite de quinta-feira chegou carregada por uma eletricidade que parecia fazer os pelos do meu braço se arrepiarem. O apartamento estava silencioso, mas era o silêncio que precede a ruptura de um dique. Marília não era mais a esposa doce e compreensiva que eu conhecia há décadas; ela se movia pela casa com uma precisão cirúrgica, vestindo um robe de seda preta que deixava entrever uma lingerie de renda caríssima, algo que ela não usava há anos.

— O Tadalafila já fez efeito, Renato? — perguntou ela, sem se virar, enquanto polia uma taça de cristal. — Não quero que você falhe hoje. Esta noite não é sobre o seu prazer, é sobre o meu controle.

Eu engoli em seco. Aos 49 anos, eu me via como um peão em um tabuleiro que eu mesmo ajudei a montar, mas cujas regras agora eram ditadas por ela. Às 20h30, a campainha tocou. Camila estava deslumbrante em um vestido tubinho verde-esmeralda. Atrás dela, quase como uma sombra encolhida, estava Maurício. Ele exalava o cheiro da derrota.

Marília não deu tempo para cortesias. Ela caminhou até o hall com uma elegância predatória. — Camila, querida. Finalmente. E este deve ser o famoso marido. Venha, Maurício. Entre e tente não ocupar muito espaço.

O jantar foi servido sob uma tensão sufocante. Camila e Marília sentaram-se frente a frente. Eu e Maurício ocupávamos as cabeceiras. Marília assumiu o comando da narrativa com uma calma perturbadora.

— O Renato me contou detalhes fascinantes sobre o que aconteceu na viagem, Camila — começou Marília, girando o vinho na taça. — Especialmente sobre como ele foi capaz de lidar com a sua rigidez... e com a vitalidade daquela estagiária, a Mariana.

Ao ouvir o nome de Mariana, o rosto de Camila mudou instantaneamente. A mandíbula dela travou e seus olhos brilharam com uma centelha de ódio possessivo. — Mariana? — Camila disparou, a voz subindo um tom. — Então os boatos eram verdadeiros? Renato, você realmente colocou aquela menina no seu quarto enquanto eu sofria naquele corredor?

Camila virou-se para mim, a face transfigurada pelo ciúme. — Eu achei que o que tínhamos era exclusivo, Renato! Que a minha entrega, inclusive aquela noite na minha casa, tinha algum valor superior ao de uma diversão com uma garota de vinte anos!

O clima na mesa gelou. Maurício encolheu-se ainda mais na cadeira. Mas Marília não permitiu que Camila assumisse o controle da cena. Ela bateu levemente com os dedos na mesa, um som seco que fez Camila se calar.

— Controle-se, Camila — disse Marília, o tom de voz gélido e autoritário. — Nesta casa, quem decide o que tem valor ou não sou eu. O ciúme é uma emoção pequena e inútil aqui. O Renato pertence a mim, e se eu decidi que ele pode usufruir da juventude da Mariana e da sua perversão madura, você não tem o direito de questionar.

Camila tentou retrucar, mas Marília sustentou o olhar com uma força tamanha que a supervisora, acostumada a mandar em todos na empresa, baixou a cabeça. — Você está aqui para se integrar ao meu sistema, não para causar cenas — continuou Marília. — Se quiser continuar provando do que o Renato oferece, você vai se resignar à sua posição. Entendido?

Camila respirou fundo, os ombros relaxando em uma rendição total. O ciúme foi esmagado pela necessidade de permanecer naquele círculo de poder. — Entendido, Marília — murmurou Camila, submissa.

Marília voltou sua atenção para o marido de Camila, que assistia a tudo paralisado. — Maurício, por que você não vai para o chão? — ordenou Marília. — O tapete da sala é caro e eu gostaria que você ficasse lá, de joelhos, enquanto nós terminamos o jantar. Você me parece um pouco... alto demais para esta mesa.

Maurício buscou o olhar de Camila. Ela, agora totalmente resignada ao comando de Marília, apenas acenou com a cabeça com um sorriso de desprezo. O marido ajoelhou-se no tapete, ao lado da mesa.

— Ótimo — continuou Marília. — Maurício, rasteje para debaixo da mesa. O Renato está muito tenso com esse teatrinho de ciúmes da sua esposa. Use a sua boca para relaxá-lo enquanto eu e a Camila discutimos o que faremos com ele a seguir.

O marido rastejou para debaixo da mesa. Senti suas mãos desabotoarem minha calça. O sadismo era indescritível: eu estava em minha própria casa, jantando com minha esposa e minha amante, enquanto o marido desta última me servia sob a mesa, sob o comando direto da minha mulher, — Tire-a para fora Maurício— Falou Marilia de uma forma impositiva, eu ainda não estava 100%, como a minha esposa falou ainda estava meio tenso com toda essa história. O marido da Camila tirou meu cacete da minha calça — Tá esperando o quê corno—até eu me assustei com a altives de Marilia, não estava reconhecendo mais minha esposa, e tudo era culpa minha, estava curtindo, mas honestamente não sabia se era bom ou ruim.

— Chega Mauricio — decretou Marília, levantando-se. — Vamos para o quarto. Maurício, você fica. Pode terminar os restos do risoto... no chão. Camila, venha conosco.

Fomos para o quarto principal. Marília sentou-se em uma poltrona de couro, cruzando as pernas e observando-nos. — Renato, tire a roupa dela. Agora. Quero que você a tome exatamente como fez na casa dela, mas desta vez, você vai fazer para mim. Eu sou a sua mestre.

Despi Camila com uma urgência bruta. Marília observava cada detalhe com uma luxúria intelectualizada.

— Na cama, os dois — ordenou Marília. — De costas, Camila. Quero que ele entre por trás. Quero ver a força do impacto e a sua cara de prazer submisso.

Cheguei perto de Camila e vi que ela já estava encharcada, não resisti e já ia me abaixando para chupar aquela buceta molhada — Volte Renato, enfia essa tora no cú dessa putinha — ordenou Marília. — senti Camila estremecer, eu comecei a penetrar Camila, sem preliminares, com uma violência rítmica, sentindo cada centímetro dela ceder. Camila gritava o meu nome, totalmente entregue, sua dignidade de supervisora derretida sob a dominação de Marília. O sexo anal foi o ápice. Eu a possuía como um animal, enquanto Marília, do seu trono de couro, dava as ordens.

— Mais forte, Renato! Mostre a ela quem é que realmente manda nesse corpo! — Marília bradava, já se tocando, mas com a voz firme.

Quando finalmente descarreguei em Camila, um grito de triunfo escapou da minha garganta, senti que Marilia também tinha atingido o seu orgasmo, pela sua respiração. Ficamos os três ali, emaranhados em suor, sob o olhar vitorioso de Marília.

O Desfecho e a Limpeza

Minutos depois, ouvimos um ruído na porta. Maurício estava ali, olhando a cena com adoração e ruína. — Maurício — chamou Marília, sem se cobrir, exibindo sua nudez com autoridade régia. — Venha. Você sabe o seu trabalho. Limpe-os. Deixe a minha cama impecável.

O marido de Camila entrou no quarto, ficou de quatro na cama e foi direto cara o cú da esposa, solvendo todo o liquido que dali saía, com Camila gemendo, alisando a sua cabeça e dizendo como ele era um corno obediente, depois veio a mim, me chupando e limpando todo resquício que existia em meu pau, sob a continua humilhação de Camila e o olhar satisfeito de Marília.

Estou deitado, exausto, percebendo que Marília não era mais apenas minha esposa; ela era a arquiteta de um novo ecossistema. — Foi um bom começo, Renato — sussurrou Marília no meu ouvido. — Semana que vem, quero a Mariana aqui também. Quero ver como a juventude dela se comporta sob as minhas mãos e sob o olhar da Camila.

Eu fechei os olhos, sentindo o peso do mundo que agora pertencia inteiramente a Marília, mas diferente de um sentimento anterior, eu estava gostando, mesmo sabendo que ainda vinha muita coisa pela frente.

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Comentários

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Meu amigo, quero ver como vai ser com a presença da Mariana, ainda mais sabendo da rivalidade dela com a Camila.

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