Empresto minha esposa, ela volta usada (Parte 3) - Sentando novamente na rola do Luquinhas

Um conto erótico de Rodrigo, o corninho
Categoria: Heterossexual
Contém 1126 palavras
Data: 05/01/2026 11:52:43

Porra, aquele sábado foi foda. Ver a mãe dos meus filhos, a mulher que eu amo, toda arreganhada e gemendo pra caralho enquanto sentava numa rola que não era minha… foi a realização do tesão mais nojento e gostoso que eu carreguei a vida toda. Melhor dia da minha vida, sem dúvida.

Mas ai veio o domingo, ao acordar, ela parecia outra pessoa. O rosto estava fechado, os ombros caídos. Mal olhou pra mim.

— Amor… — a voz dela saiu baixinha, quase um lamento. — Eu não sei o que foi que deu em mim ontem. Foi uma loucura. Uma completa falta de noção. Me perdoa. Eu te prometo, aquilo nunca mais vai se repetir. Foi um erro.

Ela continuou, num fio de voz: "A gente tem uma família", "O que os outros iam pensar", "Não sou esse tipo de mulher". O remorso dela era um muro.

Eu tentei argumentar de boa. Disse que estava tudo bem, que não machucou nosso casamento. Ela só balançava a cabeça, insistindo no "erro". A conversa ia em círculos.

Foi aí que perdi a paciência. A voz saiu mais firme, cortando o blá-blá-blá dela no meio.

— Amor, para. Para com essa conversa. Escuta uma coisa e escuta bem.

Ela calou, surpresa.

— Ontem… foi o melhor presente que você podia me dar na vida inteira. Eu não gostei. Eu amei. Cada segundo. Ver você assim, livre, sentindo prazer… foi a coisa mais foda que a gente já viveu. E a verdade que eu tenho vergonha de admitir há anos é essa: eu quero de novo. Quero te ver transando com o Lucas de novo, ou com quem você quiser. Mas ouve o que eu vou dizer agora, porque é importante.

Fiz uma pausa, olhando direto nos olhos dela, que estavam arregalados.

— Eu não vou te impor nada. Não vou te forçar. Isso só vai acontecer de novo se você quiser. Se você sentir o mesmo tesão que eu senti. Mas tem uma condição.

Ela ficou em silêncio, esperando.

— Nunca mais me peça perdão por isso. Nunca mais chame de erro, de loucura ou de falta de noção. Porque o que a gente fez… o que você fez… foi gostoso. Foi forte. Foi a coisa mais honesta da nossa relação. Então engole esse remorso e joga fora. O sapo que você tem que engolir não é o de ter transado com outro. É o de ter gostado. E de saber que o marido que te ama mais que tudo também gostou.

Ela ficou parada, olhando pra mim como se estivesse me vendo pela primeira vez. O arrependimento nos olhos dela começou a se dissolver, substituído por um alívio imenso, seguido de um brilho de curiosidade perversa.

— Você… você realmente vai continuar me amando depois do que eu fiz? — perguntou, a voz um pouco mais firme.

— Eu te amo mais do que nunca — respondi, sem hesitar.

Ela baixou os olhos por um instante. Quando levantou, o sorriso era pequeno, tímido, mas estava lá. Era o sorriso de quem acabou de jogar uma máscara no lixo.

— Então… — ela disse, passando a língua nos lábios. — A gente… a gente podia tomar um café. E… conversar mais sobre ontem.

E naquele momento, sem uma palavra, eu soube que não era mais uma questão de "se", mas de "quando". E o melhor ainda estava por vir.

OS DIAS SEGUINTES

Noite sim, noite não, quando o Lucas vinha pro plantão, o ar ficava pesado. Minha esposa, Simone, parecia carregar um peso — talvez remorso, talvez medo do que poderia acontecer. Ela evitava sua proximidade, desviava o olhar; Só falava o necessário.

Mas em mim, era o contrário. Eu estava louco pra ver ela gemendo de novo na rola do Luquinhas. Na cama, eu provocava:

— Aposto que ele tá batendo uma agora, pensando em você…

Ou então:

— Imagina se ele bate na porta agora? Eu abro, puxo ele aqui pra dentro do quarto e deixo ele fazer o que quiser com você...

Ela resistia. Ou fingia que resistia. E isso só me deixava com mais tesão.

A segunda vez só rolou quase um mês depois..

Era uma quarta-feira, já perto da meia-noite. Nossos filhos estavam dormindo. O avô dela estava dopado depois de tomar um remédio forte. O clima entre nós dois ficou pesado, carregado — ela estava com um tesão visível, inquieta. Começamos a nos pegar ali no quarto, e eu sentia o corpo dela pedindo por mais e provocava, falando putaria, passando o dedo na buceta dela. Ela estava quase implorando pela minha rola quando eu parei. Ela veio pra cima de mim, ainda ofegante, e eu sussurrei bem baixo:

— Eu não vou te comer.

Ela arregalou os olhos, confusa, quase irritada. Antes que ela falasse qualquer coisa, completei:

— Mas se você tá com tanta vontade assim… o Lucas tá aí na sala. Ele resolve.

Ela me encarou por um instante, os olhos brilhando de raiva e tesão misturados. Depois, com um tom áspero, falou:

— Seu safado, Ou você me come agora, ou eu vou lá pra ele me comer. E não estou brincando.

— Então vai — respondi, firme.

Sem hesitar, ela se levantou da cama, totalmente peladinha, e saiu do quarto. Eu fui atrás, só pra olhar.

O Lucas estava afundado na poltrona, meio adormecido, um livro esquecido no colo. Quando ele abriu os olhos e viu a Simone parada na frente dele— inteira, nua, úmida e oferecida — ficou imóvel por um segundo —Não houve um "oi", nem um "você tem certeza?". Nenhuma palavra. Ele apenas se levantou, e os dois caminharam em silêncio até o quarto de hóspedes.

Deixei a porta entreaberta e fiquei do lado de fora, com o ouvido atento para qualquer movimento das crianças. Enquanto lá dentro a rola comeu. O Lucas meteu, socou, enfiou nela com força, sem piedade, até ela ficar mole e sem reação.

Depois, ela voltou pra mim, toda suada e bamba, exausta de ter levado uma surra de rola. Na mão, trouxe a camisinha cheia de porra, mais um troféu pra minha coleção. Levei ela pro banheiro e lá nos beijamos com fome enquanto eu limpava o corpo dela, ainda tremendo do sexo violento que ela tinha acabado de ter.

Aquela noite não teve uma única palavra, apenas sexo. Depois daquela madrugada, a esposa arrependida sumiu. A santinha foi enterrada. No lugar, ficou uma mulher com fome. Deu vontade de trepar? Ou eu comia, ou ela ia pro quarto de hospedes sentar na vara do Luquinhas.

O Lucas continuou trabalhando aqui em casa por mais uns dois meses. Nesse tempo, comeu ela várias vezes. E mesmo depois que ele vazou, eu ainda liguei pra ele, pedindo que ele arrombasse ela de novo. Mas essas histórias ficam pra outra hora.

Porque a história da terceira pica que minha esposa provou... Essa me surpreendeu.

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Comentários

Foto de perfil de Maísa Ibida

Uau, seu texto t´muito quentíssimo.

Rodrigo, tmb tenho um texto "0 amigo do meu marido me enrabou" tá no ranking do site e se puder comentar ou apenas votar eu agradeço.

E continue firme e sua esposa lhe dará diploma com prazer do dia mês e ano de marido corninho mais feliz do mundo.

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