Desde a primeira estocada no útero de minha tia, até o momento em que segurei nos braços o filho que plantei no ventre de minha irmã caçula, eu posso dizer que já devorei a maior parte das mulheres que fazem parte da minha família. De uma forma ou de outra, eu volta-e-meia buscava alguma nova bucetinha pra cutucar.
As boas experiencias com minha madrasta me mostraram que a química do incesto também iria fluir bem mesmo em casos onde não tínhamos o mesmo sangue, e nesse meio tempo dei umas boas cutucadas nas esposas dos meus primos, fechando assim toda a árvore do lado da minha mãe. Se eu insistisse por esse caminho, eu teria de me enveredar pelas as irmãs mais velhas da minha vó, bem como suas tias, mas devo confessar que por ali não existia mais nenhuma kundalini rolando. Minha exploração agora então era só mesmo do lado do meu pai, e ao longo do tempo, uma por uma das minhas primas já haviam sido conferidas, assim como as esposas de todos os irmãos dos meu pai e muitas das namoradas de meus primos. Haja vara pra dar conta de tanta mulher, mas para fechar com chave de ouro todo esse mapa, faltava agora apenas aquela gracinha que era sua irmã caçula.
De todas as mulheres da família, tia Stela foi a que menos manteve contato conosco, sua carreira profissional desde muito cedo a levara pra todo o canto, e nos últimos anos tinha ido pra China para completar um projeto de automação industrial que, após finalizado, justificaria um ano sabático.
De volta ao Brasil, minha tia cuidou de participar de tudo que teve oportunidade, não apenas com os amigos e paqueras, mas principalmente com a família, e isso incluía esse sobrinho repleto de más intenções.
Um pouco mais nova que minha mãe, além de sermos muito parecidos, Stela passaria sem dificuldade por minha irmã mais velha, muito atraente e sem aparentar a idade que tem. Muito tesudinha, por sinal... Deus abençoe o quanto a genética prestigiou todos os lados da minha família, eu só precisava agora de uma brecha pra esmerilhar aquilo tudo.
A agenda dela era repleta, ela parecia nunca ter um tempo livre pra praticamente nada, e pelo que me cabia observar, os homens à sua volta eram poucos, mas pareciam estar bem satisfeitos com toda essa dedicação que ela parecia lhes oferecer, sugerindo que minha tia parecia ser alguém muito voltada ao sexo. Caramba, o que fazer pra conseguir entrar nessa lista?
Sua estimativa de sabático era de um ano de pausa profissional, antes de retomar as atividades em algum outro recanto do planeta, então eu ainda tinha alguns meses para tentar. Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura... com o devido empenho, consegui aos poucos garimpar esse tempo melhor junto a ela.
Besteira tentar descreve-la, ela tinha o típico perfil delicioso que eu tanto cobiçava na família. Pernas certinhas, bunda muito bem esculpida e redondinha, boca perfeita, cabelos cacheados um pouco acima dos ombros, coxas de atleta de academia, peitos bem fartos e charme de sobra. Era só mesmo questão de como abordar pra escalavrar tudo aquilo.
Cheirosa... dentre todas as mulheres com quem eu convivi recentemente, esse talvez seria um dos mais marcantes traços de minha tia. E não eram apenas suas colônias, cremes, essências e perfumes, por sinal muito bem escolhidos, mas eu diria que uma pitada muito marcante de seus feromônios davam a ela uma identidade olfativa que a distinguia de todas as outras.
Eu ficava com um tesão absurdo só com o cheiro dela, e isso era confirmado em piscinas e muitos outros lugares onde outros perfumes poderiam se esvair. Ela sempre era cheirosa e gostosa... Certamente Sara e Pat herdaram parte de seu perfil, eu ainda assim considerava minhas irmãs um pouco acima da minha tia no meu termômetro de gostosura, nada porém que justificasse eu ignorar o que ela ainda teimava em esconder sob seus vestidos.
Sem exatamente combinarmos, eu recebi uma bela e sutil ajuda do meu público. Stela me confidenciara mais tarde que nas vozes de Jessica, Sara, Pat, além de minhas outras tias, as primas e de todas as demais mulheres em que eu tive oportunidade de chapiscar minha porra, ela sempre escutava algum elogio relacionado a mim, e num determinado momento, aquilo parece ter virado alguma chave dentro dela. Eu percebia que ela discretamente me sondava mais, olhava furtivamente, exibia olhos e boca que denunciavam seu desejo, e sem demora começou a trocar eventos com terceiros por momentos comigo.
Estaria ela me sondando, ou era apenas imaginação minha? Não era minha imaginação, como ela confessaria mais tarde... Essa seria uma ideia bem interessante, e resolvi dar corda! Nunca antes eu havia imaginado estar do outro lado, sendo eu o mais ingênuo e inocente da história nessa busca de sedução, mas ela fez exatamente esse jogo. Suas insinuações eram muito sutis, porém nítidas, como eu bem sabia fazer, e para um bom entendedor, meia palavra basta. Eu fingia não perceber e com isso dava corda para pequenas histórias deliciosas, que posteriormente em nossas memórias nos fazia rir com bastante saudade dessas experiências. Dentro da minha suposta inocência, tirar uma joaninha que insistia em passear sobre seu seio foi a primeira vez em que meus dedos explicitamente beliscaram seu mamilo, “quase” acidentalmente, mas apenas fez parte da nossa deliciosa lista de aproximações e descobertas, que renderam deliciosas risadas em nossas memórias mais adiante.
Eu era a vítima silenciosa do tesão de uma tia gulosa, que arquitetava cuidadosamente cada próximo passo comigo. Ela organizava todos os nossos possíveis encontros, e nitidamente as conversas assumiam um tom cada vez mais íntimo e pessoal, exatamente da forma que eu levava com cada uma das minhas conquistas. Eu ria baixinho e deixava ela me conduzir.
Bastou aguardar o momento certo, um susto no trânsito que poderia até ter terminado em uma pequena tragédia, mas felizmente apenas serviu para elevar nossos níveis de adrenalina. O incidente ocorreu a poucos metros da entrada do motel mais famoso da região. Segurando as mãos um do outro e olhando profundamente nos olhos, entreolhei a portaria e perguntei:
- Será que chegou a hora?
Absolutamente sim... e tome rola! Isso era agora praticamente o fechamento de toda a minha árvore genealógica, carimbando com orgulho absolutamente todas as respeitáveis bucetas que eu tanto desejei, de todos os lados de minha família. Passamos o resto de sua estadia no Brasil enfronhados entre lençóis, eu praticamente mal tinha tempo de render minhas devidas homenagens às demais deusas que me cercavam, mas ambos sabíamos que aquilo tinha hora para acabar.
Logo chegou o momento dela renovar seu passaporte e partir de volta pro mundo. Ainda tivemos muita oportunidade de chafurdar um com o outro, não ficou nenhum sentimento de algo deixado de lado entre nós, mas era ruim ter de ver aquele tesão de mulher tomar outros rumos em sua vida.
Numa das últimas vezes que metemos antes dela partir, ainda perguntei se ela desejava algo mais. Depois de uma pausa para silenciosa reflexão, ela respirou fundo e me disse que seu relógio não parava, queria ter um filho enquanto era tempo, mas sua vida ainda não parecia permitir a parada necessária para cuidar devidamente de uma criança.
- E quem você gostaria que fosse o pai?
- Muito embora seja sangue do meu sangue, a única pessoa que eu tenho em mente seria você... se eu tiver que colocar uma criança nesse mundo, não confiaria isso a mais ninguém!
Esse pensamento ficou longamente martelando minha cabeça enquanto via seu avião decolar agora para a Alemanha, e assim que retornei pra cama com minha irmã Pat, ela me fez exatamente a mesma proposição. Não questionei ela em momento algum, apenas coloquei todo o cenário sobre termos um filho, mas ela insistia com segurança em querer isso, mantendo segredo sobre a paternidade. Talvez no futuro, num outro contexto e com o filho mais crescido, isso pudesse ser colocado de forma mais clara, mas ela fez muita questão de engravidar comigo.
Poucas semanas depois, seu exame de urina sinalizava sua gravidez, e no final de 40 semanas, nosso filho veio ao mundo. Ele era idêntico a mim, mas isso nem era exatamente um problema, sempre fui muito parecido com meu pai e tudo poderia ser simplesmente justificado como uma mera carga genética dela mesmo. Muitos e muitos anos mais adiante, nós explicamos a ele que o tio que ele tanto amava e que tanto cuidava dele era exatamente seu próprio pai, e ele nos abraçou muito forte, parecendo completar uma das poucas lacunas que pareciam abertas em sua vida.
Nesse meio tempo, uma outra questão foi curiosamente fechada numa viagem que fiz até a Europa, onde acabei reencontrando Stela, com direito a uma gratificante massagem de buceta no meu caralho. Conversamos bastante depois sobre tudo que havia acontecido entre nós, e ela me confidencia:
- O incesto parece ser algo bem forte e gostoso pra você, né?
Eu não sabia exatamente como responder a isso, já que nunca dissertei abertamente sobre minhas demais conquistas dentro de casa, mas ela logo completa:
- Pra mim, sempre foi algo que fez muita diferença, esse lado proibido parecia sempre completar minhas buscas na cama, como se fosse um tempero que parecia faltar com outros caras. E você nem foi exatamente o primeiro a conferir isso... Por sinal, faltou muito pouco pra você não ser exatamente meu sobrinho, mas talvez meu filho!
Pelo visto, herdei do meu pai também o gosto por explorar a intimidade das boas mulheres da minha própria família!
E sem que houvéssemos conscientemente deliberado isso, realizei o sonho que ela manifestara no final de seu sabático. Pouco após eu desembarcar de volta, ela me liga muito feliz para dar a notícia, e completou dizendo que iria pausar sua carreira por um longo período, era hora de também voltar para o Brasil e usar suas reservas, pelo menos por alguns anos, para viver na plenitude sua experiencia como mãe. Tão logo minha irmã Sara soube que nossa tia estava grávida, ela não me deu um minuto sequer de sossego enquanto seu ventre também não carregasse o tão desejado primo de seu sobrinho. Minha prole estava gradualmente se espalhando pelo planeta...