Conheci o Davide pela internet.
As conversas começaram despretensiosas, em mensagens curtas que logo foram ganhando mais corpo. Ele é português tem 56 anos, careca, peludão, de estatura média, e trabalha como mecânico numa cidade próxima da nossa. Falava com segurança, sem pressa, como quem sabe exatamente o que quer. Pelas fotos que me enviou , vi o pau não muito grande , mas bem grosso , com um saco grande , bolas pesadas e como não poderia deixar de ser , bem peludo
Desde o início, Davide foi direto sobre o interesse dele: queria conhecer uma mulher casada, desde que o marido aceitasse a situação. Não havia rodeios nem promessas românticas — era um acordo claro, quase frio, mas curiosamente honesto. Pagaria por isso.
Contei tudo a ela.
Ela ouviu em silêncio, apoiada na bancada da cozinha, como se estivesse avaliando algo maior do que a proposta em si. Loira, 1,69 m, 60 quilos, seios médios e um corpo que chamava atenção naturalmente, mesmo quando não tentava. Sempre soube do efeito que causava nos homens, e isso nunca foi um segredo entre nós.
A condição dele veio logo depois: pagaria para estar com ela, mas sem a minha presença. Um encontro só dos dois.
Houve uma pausa.
Não foi desconfortável — foi reflexiva. Falamos sobre confiança, limites e o que aquilo significaria para nós. No fim, a decisão foi menos impulsiva do que poderia parecer. Aceitei. Nós aceitamos.
Marcamos o dia.
Na noite combinada, observei enquanto ela se arrumava. Não havia nervosismo excessivo, apenas uma atenção maior aos detalhes: o vestido escolhido, o perfume discreto, o último olhar no espelho. Antes de sair, ela me beijou com calma, como quem sela um pacto silencioso.
Quando a porta se fechou, a casa ficou estranhamente quieta.
Eu sabia que, a partir daquele momento, algo mudaria — não necessariamente para pior, apenas diferente. O combinado estava feito. O encontro aconteceria. E o resto… ficaria para depois.
Ela chegou ao local combinado pouco depois do horário marcado. Davide já a esperava, encostado ao carro, mãos sujas de graxa apesar da camisa limpa — um detalhe que, de algum modo, confirmava tudo o que ele havia contado sobre si mesmo. Trocaram poucas palavras no início. Não era timidez, era cautela.
Conversaram enquanto entravam no carro para irem ao motel que ele tinha reservado para aquela noite. Nada de promessas, nada de pressa. Davide falava da rotina na oficina, das estradas da região, como se quisesse normalizar aquele encontro antes de qualquer outra coisa. Mas os olhos dele percorriam o corpo da minha esposa , como se quisesse antecipar o prazer que ele queria sentir ao possui-lá.Ela ouvia, atenta, sentindo o peso da escolha que havia feito, mas sem arrependimento. Percebeu que ele já estava excitado , pelo volume que se formava em suas calças . Ele com a voz firme , mas carinhoso , a perguntou sobre o nervosismo de estar ali com um desconhecido . Ele sorriu e disse que estava um pouco nervosa. Ele entāo , colocou sua mão sobre as pernas dela é com a voz grossa e o sotaque português disse que ela poderia ficar tranquila , pois não tinha pressa e queria que aquele momento fosse bom para ambos .
Enquanto isso, eu tentava ocupar o tempo em casa. Preparei um café que não bebi, liguei a televisão sem prestar atenção. A cada som vindo da rua, meu pensamento fugia para onde ela estava. Não havia ciúme declarado, mas havia uma inquietação nova, difícil de nomear — uma mistura de curiosidade, expectativa e responsabilidade.
Horas depois, ela voltou.
Entrou em casa em silêncio, tirou os sapatos e sentou no sofá, como se precisasse de alguns segundos antes de falar. Quando nossos olhares se encontraram, não havia culpa nem euforia exagerada. Apenas uma calma estranha, madura.
— Foi como combinamos — ela disse.
Nada mais. Nada menos.
Conversamos por um longo tempo naquela noite. Sobre o que sentiram, sobre o que aquilo despertou em nós, sobre limites que talvez precisassem ser redesenhados. Davide deixou de ser apenas um nome da internet; tornou-se um marco, uma experiência que abriu perguntas que nunca tínhamos feito antes.
Não sabíamos se aquilo se repetiria.
Mas sabíamos que, depois daquele dia, nossa relação já não era exatamente a mesma — e, curiosamente, isso não parecia algo ruim.
Ela contou que, quando chegaram ao motel, o lugar era simples, quase rústico, longe de qualquer idealização. Ainda assim, isso não diminuiu o que sentiu — talvez até tenha ajudado. Davide não tentou parecer diferente do que era. A barba por fazer roçava de leve sua pele macia, sem machucar, num contraste que a fez estremecer mais de uma vez.
Havia nele uma atenção silenciosa.
Uma língua ligeira, curiosa, que não se apressava, arrancando suspiros sem esforço. O cheiro era de homem depois de um dia de trabalho, misturado a uma fragrância discreta da loção que usava — algo simples, mas marcante, que ficou na memória dela.
O corpo peludo dele a envolvia com naturalidade. Os braços fortes pareciam um cobertor firme, protetor, fazendo com que ela se sentisse pequena e, ao mesmo tempo, intensamente desejada. Não havia palavras desnecessárias. Tudo era feito em gestos, em aproximações lentas, em pausas cheias de significado.
Ele percorreu o corpo dela com cuidado, como quem descobre e respeita cada detalhe, demorando-se onde ela reagia mais, lendo suas respirações, seus movimentos involuntários. Quando chegou ao ponto em que ele claramente esperava, não houve pressa nem excesso — apenas a certeza de que ambos sabiam por que estavam ali.
Enquanto estavam abraçados , ele a beijava demoradamente e sentia seus peitinhos enrijecidos à roçar no peito forte e peludo dele. Às mãos grossas a seguravam pelos cabelos e desciam , abrindo o rabinho dela , depois dava tapas , marcando a pele dela . Ele mordia os lábios dela, descia até seus mamilos , massageando-os , ora de leve, ora com força . Segurava os biquinhos dos peitinhos com os dentes , dando leves mordidas , arrancando gemidos dela.
Ela disse que, mais do que o que aconteceu, foi a forma como aconteceu.
Sentiu-se mulher, inteira, vista. E isso, para ela, foi o que mais a excitou .
Ela disse que a boca dele parecia estar em todos os lugares ao mesmo tempo. A língua dele percorria toda a bucetinha dela , invadindo a grutinha úmida dela , , depois suava a seu grelinho com força e descia até seu cuzinho. Ele tinha firmeza ao fazer , a ponto de a fazer relaxar e colocar a ponta da língua grossa dele dentro do cuzinho dela , fazendo-a rebolar de prazer . Ficava quieto , depois a chamava de puta , com o sotaque lusitano à chamava de sua puta . Não era pressa, era intenção. Os lábios desciam devagar, deixando rastros quentes sobre a pele, como se ele quisesse memorizar cada curva, cada reação. O contraste entre a barba áspera e o toque cuidadoso fazia o corpo dela responder antes mesmo que ela percebesse.
Quando ele a conduziu até a cama, foi com firmeza , sem . Ali, ela sentiu que não era apenas tocada — era observada, percebida. Davide a explorava com atenção quase devota, usando a boca e as mãos como quem saboreia algo raro, prolongando cada gesto, cada pausa. Depois a fez ajoelhar . Ficou em pé na sua frente , a segurando pelos cabelos e sem qje ela tocasse no seu pau a fez engolir todo , deixando os olhos dela marejados . Com força , olhando nos olhos dela , a chamava de vaca, puta e fodia a boquinha dela . Depois tirava da boca e fazia com que ela lambesse suas bolas enormes e peludas . Naquela hora ela ficou totalmente submissa . E olha que ela sempre gostou de ter o comando , mas com Davide , ela aprendeu a ter segurança e se sentiu protegida a ponto de se entregar toda.
Ela contou que, naquele momento, deixou de pensar em qualquer outra coisa. Não havia passado, nem consequência, nem explicações. Havia apenas a sensação de ser desejada por inteiro, de ter o corpo transformado em linguagem, em resposta, em prazer .
Ele manteve o ritmo firme, mas atento, como se estivesse guiando não apenas o corpo dela, mas também as sensações que iam surgindo. Cada movimento parecia pensado para fazê-la descobrir algo novo em si mesma, algo que não vinha só do toque, mas da entrega, da confiança silenciosa que se formara ali. Ele à deitou de pernas aberta e encaixou o seu pau na entrada da sua bucetinha e a penetrou lentamente , até que ela engolisse todo o pau daquele português . Nem pediu preservativo . Só queria ser possuída . Ela descreveu todas as posições que ele à fodeu : dê frente , de 4 , de frango assado , de ladinho e foi na cavalgada que ela explodiu num gozo alucinado , com as mãos dele apertando seus peitos . Ele demorou-se dentro dela . Para que cada segundo daquele gozo fosse marcante para minha puta . Quando ela acalmou-se , ele tirou seu pau de dentro , a colocou sentada na cama e a fez voltar a mamar até inundar a boquinha dela com muito leitinho. Ela qhe não tinha hábito de beber leite , fez questão de engolir todo o leite daquele macho português , sem desperdiçar nenhuma gota sequer.
Ela sentiu o corpo responder de um jeito diferente, mais profundo, mais consciente. Não era apenas intensidade — era presença. Davide a sustentava com força e cuidado ao mesmo tempo, fazendo com que ela se sentisse segura para ir além do que conhecia, para aceitar o prazer sem pressa, sem culpa.
Quando finalmente o cansaço começou a se misturar à satisfação, ele a puxou para perto, envolvendo-a num abraço pesado e quente. Não houve palavras imediatas. Só o som das respirações se acalmando, o quarto simples ganhando novamente contornos reais.
Ela disse que, naquele instante, entendeu que prazer também pode ser aprendizado — sobre o próprio corpo, sobre desejo, sobre limites que às vezes só existem porque nunca foram atravessados.
Ela contou que, depois de tudo, ficou algum tempo em silêncio, sentindo o próprio corpo desacelerar e a mente ainda longe dali. Não foi um impulso imediato, nem algo dito no calor do momento. Foi uma constatação que veio calma, quase surpreendente para ela mesma.
Disse a ele que o queria como um homem fixo em sua vida.
Não por carência, nem apenas pelo que tinham acabado de viver, mas pela forma como ele a fez se sentir: segura, desejada, respeitada dentro daquela intensidade. Davide não respondeu de imediato. Olhou para ela com atenção, como quem entende o peso de um pedido assim.
Conversaram sem pressa. Sobre expectativas, limites, sobre o que aquilo poderia significar dali para frente. Não houve promessas grandiosas, apenas um acordo silencioso de continuar, de se permitir repetir o encontro, agora com outra consciência.
Quando ela voltou para casa e me contou isso, não havia euforia na voz, mas decisão. Disse que queria manter aquela conexão, que algo ali tinha ido além de uma noite. Eu ouvi, absorvendo o impacto daquelas palavras, entendendo que a história não tinha terminado naquele quarto simples — ela estava, na verdade, apenas começando a tomar uma nova forma..