Minha vizinha, minha ex-aluna parte 2

Um conto erótico de Bruno
Categoria: Heterossexual
Contém 1647 palavras
Data: 05/01/2026 05:53:23

Me chamo Bruno e estou contando como reencontrei minha ex-aluna. Se você chegou primeiro neste conto, recomendo ler o conto anterior pra se situar melhor sobre os acontecimentos.

Continuando, marcamos de assistir um filme na quarta na casa da minha vizinha, Natália.

Na quarta, cheguei do trabalho, tomei um banho, mandei msg pra ela e fui pra casa dela. Quando toquei a campainha já estava de pau duro, eis que o filho dela abre a porta. Rapidamente eu desanimei e pensei, já era!

Ele abriu a porta, sorri pra mim e gritou, mamãe, tio Bruno tá aqui. Ela mandou eu entrar, dei um passo e vejo ela com uma camisola preta, curtinha, terminando logo abaixo da bunda. Fiquei sem entender, mas entrei, demos dois beijinhos no rosto e sentamos no sofá, ela tava com uma mantinha quente que cobria todos no sofá. Ela ficou sentada numa ponta, eu na outra e o filho dela no meio.

Ficamos assistindo alguma coisa e fui mandando msg para ela, falando que não sabia que o filho estava em casa. Ela falou que ele já estava indo dormir. Poucos minutos depois ele já estava apagado. Ela pegou ele no colo, levou pro quarto, voltou, sentou em sobre mim, me beijando com muita intensidade. Meu pau na mesma hora ficou trincando, eu apertava sua bunda puxando ela ainda mais contra meu corpo. Ela colocou suas mãos por baixo da minha camisa arrancando minha camisa. Desceu mordiscando, chupando, lambendo meu pescoço, meu peito, meu abdômen, puxou o cordão da minha bermuda, abriu o velcro e puxou minha bermuda. Abaixou deixando ver pela camisola folgada seus peitinhos pequenos, com auréolas mais escuras que sua pele morena. Mordeu de leve meu pau, sobre a cueca, subiu arranhando minhas pernas me fazendo tremer. Puxou minha cueca, segurou meu pau e falou, "gostoso". Ajoelhou entre minhas pernas, segurei seu cabelos entrelaçando meu dedos entre os fios, segurando bem na raiz, ela gemeu alto, se arrepiou e estremeceu. Com uma mão na base do meu pau passou a língua nele todo, agora me fazendo tremer e gemer, beijou da base até a cabeça e colocou a cabeça toda na boca, soltando um som típico de quem degusta algo muito bom e que estava desejando. Começou a engolindo casa vez mais, deixando ele bem babado, aumentando a pressão e a velocidade me deixando louco de tesão com o pau pulsando. Sentindo que se continuasse iria gozar, ainda com a mão entrelaçada no seu cabelo, puxei seu rosto ao encontro do meu, dando um beijo de língua intenso, sentindo meu gosto na sua boca. Joguei ela no sofá, puxei as alcinhas da camisola e deixei seus seios livres. Desci beijando seu pescoço, mordisquei seu peito evitando sua auréola e seu biquinho duro, sua respiração estava acelerada, seus gemidos me deixavam louco. Desci sem tocar seu biquinho, tirei sua camisola. Subi beijando seus pés, pernas, na coxa fui alisando de leve a parte interna das coxas, ela abriu mais a perna, subi beijando a parte interna das coxas, sentindo seus gemidos aumentarem, beijei sua buceta por cima da calcinha fio dental, de renda preta, mordisquei, senti suas mãos puxando meu cabelos, apertando meu rosto contra sua buceta. Mandei ficar em pé na minha frente, com ela de costas pra mim, abracei sentindo ela jogar a bunda contra meu pau, enquanto eu beijava seu pescoço e apertava seu peito, brincando com o biquinho do peito dela entre meus dedos. Desci uma das mãos e puxei ela mais ainda contra meu corpo, puxando ela pela buceta. Ela gemeu e senti o peso forçar pra baixo, as pernas dela tremiam, ela reclamava que era covardia oq eu tava fazendo. Falei, "quero te dar prazer" . Daí ela disse, "me come então" . Falei "calma, quero te chupar". Ela reclamou que eu estava fazendo covardia demais com ela. Sentei e fui descendo meus dedos, com toque leve, tirando sua calcinha, virei ela de frente pra mim e vi sua buceta lisinha, pequena, delicada, toda melada, escorrendo, já deixando a coxa melada. Lambi seu mel, fiquei em pé e beijei sua boca. Coloquei ela deitada no sofá, entrei com a boca direto na sua buceta, como se desse um beijo de língua, sugando todo seu mel, ela gemia, ofegante, comecei a brincar com a língua no seu grelinho, enquanto com uma mão alisava seu mamilo e com a outra acariciava sua coxa, com a pele macia. Quando ela anunciou que ia gozar eu parei, ela reclamou, voltei novamente, ela soluçando pedindo pelo amor de Deus, pra continuar que ela queria gozar. Eu sentia que eu ia gozar a qualquer momento, intensifiquei minha língua nela, comecei a passar o dedo acariciando a entradinha da buceta sentindo suas mãos pressionando minha cabeça contra ela gemendo alto. Eu preocupado com o menino dormindo e ela tremendo na minha boca. Continuei chupando, até que ela gozou na minha boca e ela começou a me empurrar pq estava sensível demais. Coloquei a camisinha e na posição de frango assado pincelei e coloque a cabeça. Suas unhas cravaram em meus braços, ela me puxou pra cima dela e num beijo intenso fui deslizando até estar completamente dentro dela, pulsando, sentindo sua buceta molhada, melada, apertar meu pau. Comecei a deslizar devagarinho, aumentando o ritmo, colocando mais intensidade, enquanto seus gemidos eram abafados dentro da minha boca. Sentia sua unha arranhar minhas costas e seu gemido no pé do meu ouvido me deixar ainda mais louco de tesão. Aumentei ainda mais o ritmo, o barulho que a buceta ensopada fazia, o barulho dos nossos corpos se chocando, tudo fazia um ambiente surreal. Pouco tempo assim e Natália estava gozando, gemendo alto. Levantei e ela mandou que eu sentasse no sofá. Natália veio por cima e começou a sentar, quicar como se quisesse ir além do que era possível, agarrava sua bunda com minha mão, apertando e incansavelmente, num ritmo fora do normal ela gemia e quicava. Agora não era apenas eu banhado de suor, mas ela também. Sua pele brilhava, apenas as luzes da tv iluminando a sala, seu olhos vidrados nos meus, seu cheiro, seu corpo ainda com a forma como quando a conheci, gostosa da mesma maneira. Cansada de quicar, ela passou a rebolar esfregando meu pau todo dentro dela, aumentando cada vez mais o ritmo até me morder o ombro, com a mão puxando meus cabelos gozando e caindo deitada no sofá, sem forças. Eu ainda não tinha gozado, ela pediu pra eu ir por cima, fui imediatamente e já socando tudo de uma vez sentia ela me receber sem nenhuma dificuldade. Estava exausto e não aguentava mais. Pedi pra parar e ela perguntou se eu ainda não havia gozado. Falei que não. Por eu ter estado num relacionamento longo e transando sem camisinha há muito tempo, não estava conseguindo gozar. Nessa hora, ela segurou meu pau, tirou a camisinha, puxou meu pau pra buceta dela, pincelou em toda buceta e em seguida olhou pra mim e ordenou, "mete!"

A sensação da buceta quente com meu pau deslizando fez nós dois gemer juntos e pouco tempo senti meu pau inchar ainda mais, sua buceta apertando meu pau, seus gemidos aumentando. Anunciei que ia gozar e imediatamente suas pernas enlaçaram meu corpo e arqueando o seu corpo. Natália gozou deixando meu pau branco e meio que travei sem conseguir gozar. Quando ela voltou a si me perguntou, "você não gozou?"

Respondi que quase, daí ela ficou de quatro e pediu, "mete até gozar!"

Nessa hora eu fiquei louco e soquei forte, agarrando na sua cintura, batendo na sua bunda, sentindo ela gemer alto. Sua bunda pequena, durinha, perfeitamente redondinha, me alucinada.Não resisti e anunciei que estava gozando. Nessa hora ela sentou no sofá, segurou minha pica, abriu a boca e sem deixar uma gota de quer cair, tomou todo meu leite, terminando deixando meu pau limpo e me dando um delicioso beijo com meu sabor.

Falei que precisava de um banho e Natália pediu pra que eu entrasse no banho e ela levava a toalha pra mim. Enquanto estava tomando banho, ela entrou no box, nos beijamos, ela alisou meu peito, e quando agarrou meu pau, ele já dava sinal de vida novamente. Alisei seu corpo, ela abaixou, chupou, se virou de costas, apoiou as mãos na parede, ficou na ponta dos pés, empinou a bunda e sorriu me olhando com cara de safada. Seu corpo, sua pele, não sei explicar, só sei que estava delicioso, tanto que não durei quase nada, depois de poucas socadas tirei meu pau e gozei na sua bunda o primeiro jato e o segundo foi no seu cabelo.

Após o banho, comecei a colocar minhas roupas. Natália surge com um shortinho de pijama, de bichinho, pequenininho, deixando a polpa da bundinha de fora, uma camisetinha fininha, deixando o biquinho do seus seios marcando a blusa, pedindo pra ficar. Tava cheirosa, com a pele úmida pós banho, fazendo beicinho, pedindo pra ficar lá. Não resisti. Deitamos na cama, o ar condicionado nevando, o edredom... Deitei só de cueca. De conchinha, a pele, o clima, estava quase pegando no sono quando senti meu pau crescendo, Natália mexendo sua bunda, virou de frente, jogou sua perna sobre mim, estávamos de lado, um de frente para o outro nos beijando, apertando sua bunda, enquanto seu beijo me levava nas nuvens. Ela montou sobre mim, esfregando a buceta, logo tirou minha cueca, arrancou o seu short, segurou meu pau, sentou. Essa sensação é maravilhosa. Começou a quicar, esfregar sua buceta em mim até que gozamos juntos. Nessa madrugada ainda transamos mais uma vez. No dia seguinte ela me mandou mensagem dizendo que estava com a buceta assada, mas desejando foder mais. Tivemos ainda muitas fodas incríveis que conto em outros momentos, caso queiram.

Podemos conversar pelo telegram @personal8603 sobre esses e outros contos já escritos aqui. Espero que gostem e comentem

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