Entrega total - Parte 6

Da série Marina
Um conto erótico de Marcos
Categoria: Gay
Contém 2271 palavras
Data: 01/01/2026 00:39:30

Rafael guiou Marina até a cama, e ela se acomodou de joelhos sobre o colchão, sentindo o tecido macio sob os joelhos e a tensão pulsando em cada fibra do corpo. Ele se deitou ao lado dela, próximo, observando cada detalhe, cada movimento.

— Que tal tirar minhas botas de trabalho? — provocou, a voz baixa e carregada de intenção.

Marina sorriu levemente, o coração disparado, e se inclinou para frente, ficando praticamente de quatro sobre a cama. O corpo exposto, a postura provocativa, e a respiração acelerada.

Rafael aproveitou o momento, inclinando-se rapidamente e atacando a bunda de Marina com beijos ardentes e pequenas mordidas provocativas. Suas mãos deslizaram pelas costas dela, explorando cada curva, enquanto os dedos desciam para frente, apalpando o volume dela e apertando com firmeza.

— Que bunda gostosa, Marina… — sussurrou, com safadeza, fazendo-a arrepiar.

Cada toque fazia Marina dar pequenos pulinhos de surpresa e prazer, o corpo reagindo quase sozinho às provocações dele. A intensidade aumentava, e a excitação era quase insuportável.

Ele finalizou a sequência com um tapa firme, porém provocativo, na bunda de Marina, antes de voltar a se deitar ao lado dela, respirando de forma ritmada, enquanto ela tentava se recompor, ainda tremendo e ofegante.

Marina termina de tirar as botas de Rafael e volta a ficar de joelhos sobre a cama, o corpo ainda trêmulo, a respiração acelerada. Ela sabe o que quer, mas a timidez e a vergonha ainda a seguram. O sutiã preto abraça seu peito, e cada movimento faz o volume dela se destacar ainda mais, aumentando a tensão.

— Você não está com calor? — pergunta Marina, tentando quebrar o silêncio e ganhar tempo, a voz baixa, quase tímida.

— Um pouco — admite Rafael, com um sorriso discreto.

— Quer que eu vá buscar água? — sugere, tentando manter o controle da situação, mas seu corpo já denuncia a excitação.

Num movimento rápido, Rafael a puxa pelo braço, fazendo-a cair suavemente por cima dele. O contato imediato do corpo dele contra o dela, o calor e a proximidade quase insuportável, fazem o coração de Marina disparar.

Sem tempo para pensar, eles se beijam. Primeiro de forma lenta, explorando os lábios, depois mais intensa. As mãos de Rafael deslizam até a bunda dela, apertando, puxando e provocando arrepios que fazem Marina tremer. Ela tenta encaixar suas mãos no uniforme dele, buscando os botões do peito, ansiosa para desabotoar a camisa e sentir mais de perto o corpo quente e firme dele. O calor, o toque, a respiração compartilhada transformam o quarto em um espaço de desejo pulsante.

Rafael aperta firme a bunda de Marina e encerra o beijo. Ele a levanta sobre seu colo, provocativo, terminando de retirar sua camisa, deixando o tronco à mostra, pele quente e músculos tensionados sob a luz do quarto.

— Que corpinho delicioso… e olha esse volume aí na frente, hein? — diz, safado, provocando ainda mais Marina.

Ele então pede, com voz rouca de desejo:

— Marina… me ajuda a tirar as calças.

Ela hesita por um instante, mas a excitação supera a timidez. Volta um pouco para trás, ficando quase sobre os joelhos dele, a cintura próxima à dele, mãos leves mas firmes no cinto. Com cuidado, desabotoa e solta o cinto. Rafael observa cada movimento, respirando fundo, pulsando de desejo.

Marina então se posiciona em pé à frente da cama, segurando a calça de Rafael, e puxa lentamente para baixo, deixando-o apenas de cueca, corpo totalmente exposto. Ela permanece de pé, de sutiã preto e calcinha vermelha, sentindo a tensão subir a cada segundo, coração acelerado, olhos fixos nos dele, antecipando o próximo passo.

Marina retorna para a cama e se deita sobre Rafael, o corpo quente colado ao dele, de frente um para o outro. O pau de Rafael pulsava dentro da cueca, pressionando o dela na calcinha vermelha, e cada movimento aumentava a excitação. Ele deu outro apertão firme na bunda dela, provocando um arrepio que percorreu toda a coluna de Marina.

— Que delícia você está assim… — murmurou Rafael, a voz baixa e rouca de desejo.

Marina suspirou, mordendo o lábio, ainda tímida, mas querendo mais. Sentindo o pau de Rafael pulsar no seu, colocou a mão entre os dois, explorando o calor e a firmeza, começou a descer devagar pelo corpo de Rafael, chegando ao volume dele, passando a língua sobre a cueca antes de retirá-lo devagar, já molhado.

Ela não sabia exatamente como fazer, mas sabia que queria tentar, então passou a língua sobre a cabeça, lambendo todo o comprimento até a base. Rafael a observava, admirando a timidez misturada à vontade, sem corrigir ou orientar. Marina então tentou envolver o pau todo na boca, mas ainda não estava pronta e engasgou levemente, arrancando um gemido rouco de ambos.

Rafael segurou suavemente o rosto de Marina, sussurrando:

— Calma… você está indo bem.

Enquanto falava, suas mãos deslizaram pelo cabelo dela, acariciando delicadamente, descendo pelas costas e guiando-a para subir sobre seu corpo novamente, levando os lábios de Marina aos seus. Durante o beijo, ele abriu o sutiã preto na parte das costas, soltando o tecido e deixando Marina ainda mais vulnerável, mas excitada. O corpo dela estava colado ao dele, o volume pressionado, a pele quente, cada toque aumentando a tensão. Cuidadosamente, ele a fez deitar ao lado dele.

Nesse momento, Rafael se levantou sobre a cama, passando a mão pelos lábios de Marina e descendo lentamente pelo corpo dela, explorando cada curva, até chegar ao volume apertado na calcinha vermelha. Ele se acomodou no meio das pernas dela, de joelhos, e puxou o pau de Marina para fora, alinhando-o ao dele. Com um sorriso provocativo, comentou sobre o seu próprio tamanho, aumentando a excitação e o desejo, enquanto Marina sentia a intensidade da proximidade e da provocação.

Segurou pau dela com a mão direita e juntou ao seu próprio. Com movimentos lentos e ritmados, fez com que o líquido pré-gozo de ambos se misturasse, aumentando a excitação e o calor entre eles. Os gemidos baixos se misturavam ao toque firme e provocativo, cada pulsar e cada aperto intensificando o desejo. Depois de alguns segundos, Rafael soltou os dois bem duros, preparando-se para o próximo movimento, mantendo ainda a pressão e o contato intenso entre os corpos.

Rafael se inclinou levemente, olhando para Marina com um sorriso provocativo.

— Quero ver você de quatro… acho que ainda não explorei direito esse ângulo — disse, a voz baixa e carregada de desejo.

Marina corou, hesitando por um instante, mas a excitação a impulsionou. Lentamente, se moveu, tentando assumir a posição. Ficou levemente torta, com o corpo ainda tenso pela timidez. Rafael então passou as mãos suavemente pelas suas costas, guiando cada movimento, relaxando a tensão e mostrando como se posicionar melhor. O toque firme e ao mesmo tempo cuidadoso a fez arrepiar, e ela se ajustou, obedecendo aos gestos dele, o corpo agora totalmente exposto à provocação e ao desejo.

Rafael aproximou-se lentamente, apoiando-se levemente sobre as pernas de Marina, ainda de quatro. Seus lábios tocaram a bunda dela primeiro com beijos suaves, depois com pequenas mordidas provocativas que a fizeram estremecer. As mãos dele deslizavam pelas curvas, apertando e massageando com firmeza, explorando cada detalhe do corpo que agora estava totalmente à disposição. Marina suspirava, o corpo tremendo a cada toque, sentindo a excitação crescer e pulsar dentro dela. Cada gesto de Rafael era medido, provocativo, quase torturante, fazendo-a arquear-se mais, oferecendo-se completamente.

— Que bunda incrível… — murmurou ele com safadeza, a voz rouca de desejo — perfeita pra mim.

A tensão aumentava, cada respiração compartilhada, cada toque e mordida tornando o ar ao redor denso e carregado de desejo, preparando o terreno para o próximo passo, onde o toque dele se tornaria ainda mais intenso e íntimo.

Ele aproxima o rosto da bunda de Marina, puxa a calcinha vermelha de lado e olha bem para cuzinho dela, passando a língua lentamente pela pele, explorando cada contorno. As mãos deslizam suavemente sobre as costas dela, mantendo-a relaxada e guiando os movimentos. Pequenas mordidas e beijos alternam-se à língua, provocando suspiros e arrepios de Marina, que sente cada toque aumentar a excitação e o desejo, o corpo reagindo quase sozinho às provocações.

Entre suspiros, Marina tenta se inclinar, arqueando-se mais, enquanto o prazer que percorria seu corpo se mistura à provocação constante que recebia do toque e da língua de Rafael.

Rafael sussurra baixinho:

— Que delícia você fica assim… tão perfeita pra mim…

O gemido de Marina se mistura ao dele, e a tensão entre ambos se intensifica, preparando o terreno para que ele introduza o próximo passo de intimidade, aumentando ainda mais o ritmo e a sensação de entrega completa.

Após alguns minutos, Rafael deslizou um ou dois dedos devagar, sentindo a elasticidade e a tensão do cuzinho dela, explorando cada reação. Marina arfava, pulava levemente, o corpo inteiro vibrando com cada estímulo, cada movimento de sua mão sobre o corpo dele. O toque firme e provocativo de Rafael misturava prazer e expectativa, aumentando ainda mais a excitação.

Enquanto a estimulava, ele sussurrou com voz rouca:

— Relaxa, Marina… deixa eu sentir você por inteira.

Rafael continuou a explorar Marina, dedando-a suavemente enquanto sentia a excitação pulsar de cada toque. Quando percebeu que era o momento certo, sugeriu com voz rouca:

— Vamos mudar de posição.

Marina, ainda tremendo e ofegante, se deixou guiar, deitando-se de costas sobre a cama. Rafael notou imediatamente o quanto ela estava excitada: a calcinha vermelha estava encharcada, e algumas gotas do líquido do pau de Marina haviam pingado sobre o lençol. Um sorriso safado se espalhou pelo rosto dele. Sem perder tempo, retirou a calcinha dela com cuidado, enrolando-a ao redor do pau de Marina, sentindo o calor, a pulsação e a antecipação antes de prosseguir com a penetração.

Com a calcinha agora envolvendo o pau de Marina, Rafael posicionou-se entre as pernas dela, sentindo o calor e a firmeza ali presentes. Lentamente, alinhou o corpo ao dela e começou a penetrá-la, devagar, sentindo cada reação do corpo de Marina. Ela gemia, tremia e arqueava levemente o quadril, acompanhando o ritmo ditado por ele. Cada movimento era medido, provocativo, mas intenso, misturando prazer e tensão. Rafael inclinou-se para beijar o peito e o pescoço de Marina, enquanto uma das mãos deslizava pelo ventre, explorando o corpo dela, e a outra segurava firmemente os quadris, guiando o ritmo da penetração. Gemidos baixos e sussurros se misturavam no ar quente do quarto, o prazer crescendo de forma quase insuportável, até que ambos se encontravam completamente imersos na intensidade do momento.

Durante as estocadas firmes de Rafael, Marina sentiu a excitação explodindo dentro dela. Entre gemidos e respirações ofegantes, quase sem voz, levou a mão ao próprio pau e sussurrou, trêmula:

— Posso…?

Rafael sorriu safado, mantendo o ritmo intenso, e respondeu de forma provocativa:

— Não… deixa eu fazer por você.

Com isso, ele passou a masturbar Marina com firmeza, coordenando os movimentos com cada estocada no cuzinho dela. O calor, o toque e a pressão sincronizados elevaram o prazer de ambos a níveis quase insuportáveis. Marina gemeu alto, sentindo cada onda de excitação percorrer seu corpo enquanto Rafael conduzia o ritmo, alternando apertos, fricção e movimentos calculados para levá-la ao clímax.

O prazer se tornou avassalador. Cada estocada de Rafael, combinada com a masturbação precisa, fez Marina se contorcer, arqueando o corpo e explodindo em orgasmos sucessivos, seu gozo pulsando e misturando-se ao calor de Rafael. Ele não apenas a estimulava, mas também aumentava sua própria excitação, cada gemido e cada contração intensificando o prazer compartilhado.

A cada estocada de Rafael, Marina sentia o prazer crescer, uma tensão quase insuportável percorrendo cada fibra do seu corpo. O calor, a fricção e a masturbação sincronizada levavam-na ao limite. Entre gemidos e respirações cortadas, o corpo dela começou a tremer, as pernas se arqueando involuntariamente, enquanto ondas de prazer explodiam por todo o seu pau, espalhando o gozo quente sobre si mesma e deixando marcas na cama. Ela gritava baixo, quase sufocada pelo prazer, cada contração enviando novos estalos de excitação pelo ar.

— Ahh… Rafa… não… não consigo…! — gemia Marina, arqueando-se e se segurando na cama.

Antes mesmo de Rafael atingir o ápice, Marina já estava totalmente entregue ao prazer, o corpo ainda tremendo e o pau pulsando com cada estocada. O gozo dela a deixava vulnerável, excitada e extasiada, e Rafael aproveitou cada gemido e cada contração para sentir o efeito dela.

Rafael, sorrindo safado, manteve o ritmo firme, aumentando a intensidade dos movimentos, enquanto seu próprio corpo reagia de maneira selvagem. Ele aproveitou cada pulsar e cada gemido dela, sincronizando o próprio gozo. O volume do pau de Marina, ainda quente e pulsante, enrolado em suas mãos, só aumentava a sensação de poder e prazer.

Logo, Rafael sentiu o próprio corpo atingir o limite. Com um gemido rouco, liberou o gozo dentro e sobre Marina, cada estocada final combinando o ápice de ambos em uma explosão de prazer compartilhado. O cheiro, o calor e o toque se misturavam, transformando o quarto em um espaço de êxtase total, enquanto os corpos ainda tremiam juntos, exaustos e satisfeitos.

Após o ápice, um silêncio quente e confortável se instalou. Marina se deitou no peito de Rafael, sentindo o ritmo do coração dele, enquanto ele deslizava a mão pelos cabelos dela e murmurava elogios carinhosos, reafirmando a cumplicidade e o desejo compartilhado. Mas aquele momento de intimidade foi breve: Rafael precisava sair para trabalhar de verdade. Ele se vestiu, garantindo com um sorriso que sempre que a TV desse problema ela poderia chamá-lo, deu um beijo de despedida e disse que seguiria sozinho até a saída, que ela merecia descansar. Em seus pensamentos, Marina sabia que aquela escapada ardente não seria a última.

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