Meu primeiro pauzão (verídico)

Um conto erótico de Gato sissy
Categoria: Gay
Contém 1593 palavras
Data: 04/01/2026 21:28:15

Olá, pessoal.

Sou o gato sissy, tenho 34 anos, 1,70m, moro em Curitiba e tenho um bumbum grande e guloso, que dá inveja em muita mulher. Hoje vou contar mais uma história real que aconteceu comigo, a primeira vez que senti um pau enorme dentro de mim.

Eu estava com 20 anos e já tinha tido algumas experiências com outros homens, mas ainda não tinha dado meu cuzinho. Já tinha tentado, mas não havia conseguido. Usei algumas coisas para tentar me saciar (dedo, escovas), mas nada resolvia. Nada tirava a minha enorme vontade de sentir um pau de verdade me preenchendo e as estocadas de um homem me dominando.

Entrando nos sites de bate papo, encontrei um cara que morava perto de mim. Seu nome era Carlos e ele era mais velho, uns 40 anos, se não me engano. Acabamos marcando na casa dele. Ele morava em apartamento e me esperaria na entrada. Como eu já sabia o que eu queria, fui tomar um banho e me preparar. Raspei tudo, já era lisinho, mas queria ficar impecável. Ainda não sabia como fazer lavagem interna, mas coloquei a mangueira do chuveiro e eliminei tudo que tinha dentro, para não ter nenhum problema.

Peguei uma van até a casa dele. A cada metro mais perto, meu coração apertava. Eu pensava em desistir, mas meu cuzinho piscava, meu pau latejava, e eu sabia o que eu queria. O que eu precisava. Essa era a oportunidade perfeita. E eu não ia desperdiçar. Cheguei e ele estava no portão me esperando. Alto, 1,90m, moreno, forte. Um típico machão gostoso. Me senti tão pequeno perto dele, o que me deu um misto de medo e tesão.

Ele me cumprimentou com um abraço, e senti sua mão passar de leve pela minha bunda. Senti também um volume se formando. Como ele estava de calça de moletom, dava para ver que ele estava ficando animado. Ele foi me conduzindo até seu apartamento. Entramos e fomos direto para o quarto. Sentei na cama e ele ao meu lado. Não sabia o que fazer, ele percebeu e foi conduzindo a situação. Tirou a camisa dele e a minha. Beijou meu pescoço e passava a mão por meu corpo todo.

Ele enfiou a mão por dentro da minha calça e achou meu pau. Sua mão era tão grande e dominadora que meu pau, mesmo duro como rocha, parecia um lápis. Ele me masturbava e começou a chupar meus mamilos. Nessa hora eu dei um gemido baixo, ainda tímido. Ele percebeu que eu estava permitindo e tirou minha calça junto com a cueca. Parou em pé de frente para mim e disse:

- Agora você pode tirar a minha.

Eu tirei a calça e ele estava sem cueca. Nisso, pula o maior pau que eu já tinha visto de perto (e esse estava bem perto, na minha cara). Acho que tinha uns 23cm, grosso. Uma cabeça roxa e babando. As veias pulsando por toda sua extensão. Eu fiquei de boca aberta, literalmente. Tinha quase o comprimento e grossura do meu antebraço.

- Dá um beijo nele.

Eu nem sabia o que fazer. Estava apenas hipnotizado. Peguei em seu pau ainda meia bomba. Minha mão não fechava em volta daquele monstro. Usei a outra mão e percebi que ainda sobrava. Ele colocou sua mão em minha cabeça e empurrou contra seu pau. Eu sabia o que tinha que fazer. Dei um beijo na cabeçona e senti o pré gozo melarem meus lábios. Passei a língua e senti o gosto. Era salgado, mas delicioso. Precisava sentir mais. Abri o máximo que pude minha boca e enfiei na minha boca. Quase não cabia. A sensação de ter um pau daqueles na boca foi indescritível. Só conseguia um pouco mais que a cabeça, apesar de meus esforços. E quanto mais duro ele ficava, mais difícil ficava também.

Tirei da boca e comecei a lamber toda a extensão. O pau era maravilhoso, ficava mais duro e me deixava com mais tesão. Eu voltava a colocar ele na boca e tentava ir o mais fundo que dava. Eu engasgava com ele e cheguei a lacrimejar. Nisso Carlos, que estava aproveitando, forçava cada vez mais na minha garganta. Ele me deitou na cama e ficamos num 69, com ele por cima. Enquanto ele empurrava seu pau na minha boca, fodendo ela, começou a chupar meu cuzinho. Que sensação maravilhosa. Nunca tinha sentido isso antes. Ele enfiava a língua dentro de mim e nem gemer direito eu conseguia pois ele tampava minha boca e me sufocava. Eu estava sendo usado do jeito que ele queria. E do jeito que EU queria também.

Após algum tempo, não sei quanto, ele me vira de bruços e abre minha bunda com as mãos enormes dele. Minha boca doía de tanto que ele forçou para abrir. Eu estava todo babado. Sentia apenas o gosto do meu macho na boca e sua língua invadindo meu cuzinho. Arrebitei minha bunda para sentir ele enfiar a língua cada vez mais fundo. Foi quando senti um dedo entrando no meu anel. Me assustei e olhei para trás, porque era grosso que até achei que ele estava me fodendo. Ele tirou o dedo, cuspiu no meu buraco e empurrou 2 dedos. Eu gemi alto. Doeu um pouco. Tentei me levantar e ele me empurrou contra a cama. Me puxou pelos cabelos e empurrou os dedos mais fundo. Eu dei um gritinho de dor e tesão. Ele mordeu minha orelha.

- Eu sei o que você quer. E eu vou te dar.

- Está doendo um pouco.

- Relaxa. Você vai precisar.

Nisso ele pega KY da cabeceira e despeja no meu anel. Coloca muito, que chegou a gelar. Até que empurra 2 dedos novamente. Dessa vez entrou mais fácil. Ele percebeu e colocou um terceiro dedo. Eu sentia meu cuzinho se abrindo cada vez mais. Até que eu fiquei totalmente aberto e liso. Eu pensei que desse jeito qualquer coisa entraria fácil em mim. Que engano. Carlos se posicionou atrás de mim e apontou a pica no meu cuzinho. Começou a forçar e apesar da minha posição e de estar todo aberto, não entrava. Sentia a pressão do seu pau forçar a entrada e fiquei com medo. Pedi para ele parar mas ele me segurou e forçou mais. A cabeça entrou me rasgando e gritei. Senti ela me estufando, parecia que eu estava cheio, que não cabia mais nada dentro de mim.

Carlos ficou parado por algum tempo, até eu me acostumar. Após algum tempo ele começou a empurrar seu pau em mim. Centímetro a centímetro senti ele me invadir. Eu sentia aquele pau na minha barriga. A sensação era que estava me atravessando. Eu queria fugir, mas estava com ele sobre mim, me empalando aos poucos, curtindo me rasgar ao meio.

- Que cuzinho apertado.

- Você tá me rasgando.

- Calma, você vai se acostumar.

- Não tô aguentando mais.

- Mas só entrou metade. Aguenta que vou colocar tudo.

Nem deu tempo de dizer que não. Ele puxou um pouco e socou tudo até o fim. Senti que tinha me atravessado e quase desmaiei. Ficamos engatados assim por um tempo, ele fazendo carinho na minha cabeça e beijando minha orelha.

- Viu, entrou tudo. Você se acostuma. Esse cuzinho é uma delicia e está mordendo meu pau.

- Ain... você me arrombou.

- O melhor começa agora.

Ele começou a tirar e colocar. Devagar primeiro, depois foi aumentando o ritmo. Toda vez que tirava eu sentia um vazio dentro de mim. E quando voltava a empurrar, me sentia totalmente preenchido. Lentamente a dor deu lugar ao prazer e comecei a aproveitar. Levantei o quadril para sentir melhor aquele monstro me invadindo e ele percebeu que tinha me dominado.

- Sabia que você ia gostar.

- Que pau enorme. Me fode gostoso.

- Nem acredito que você engoliu ele todo. Nem mulher aguenta ele todo no rabinho.

Ele falar isso me deixou muito excitado. Me senti uma verdadeira putinha, e empurrei meu quadril para trás. Carlos aumentou o ritmo das estocadas. Eu apenas gemia e rebolava, do jeito que conseguia. Ele suava em cima de mim, e segurou no meu pau. Começou a me masturbar enquanto me fodia com força. Eu já estava delirando de prazer quando senti seu pau ficar mais grosso (não sei como) e sabia o que estava para acontecer. Ele me abraçou e eu joguei me corpo todo para trás para receber o leite daquele macho gostoso. Ele urrou enquanto me enchia o estômago de porra quentinha. Sentir isso me fez gozar em sua mão. Sentia meu corpo todo tremer e caí de lado, com seu pau ainda dentro de mim. Carlos foi tirando devagar, até que eu ouvi um ploft e me senti oco, como se faltasse algo dentro de mim. Coloquei a mão no meu cuzinho, para ver como estava, e percebi que literalmente arrombado. Se eu tentasse, caberia minha mão dentro. E após algum tempo sinto vazar sua porra de dentro de mim. Parecia que um rio de leite saía do meu cuzinho.

Fiquei assim algum tempo, curtindo o momento. Ele se vestiu, percebi que era hora de ir embora também. Apesar de ter me sentido uma putinha e dele ter virado meu macho, comecei a sentir vergonha. Vesti minha cueca, com o cu ainda aberto, as roupas e fui embora. Fui para casa com o cu vazando. Cheguei e fui para o chuveiro, sentindo todo aberto, e bati uma punheta e gozando com 2 dedos no cuzinho. Fui me deitar pois estava dolorido e pensando quando ia repetir a dose.

Beijos.

Gato sissy

gatosissy@gmail.com

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Comentários

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Continue escrevendo mais histórias gostosas assim. Adorei seu conto! Aposto que vc já se deliciou com mais pauzões... conta pra gente.

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Pode deixar. Vou relatar tudo que já aconteceu comigo. Obrigado pelo comentário. ❤️

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