Paulão já tinha mãe e filha na palma da mão. Fernanda e Vanessa eram suas putas particulares: iam pra casa dele quase todo dia, às vezes juntas, às vezes separadas. Fernanda chegava de vestido rodado sem calcinha, já molhada só de pensar na rola preta. Vanessa aparecia de shortinho escolar, fingindo que "vinha pedir ajuda com lição", mas na verdade queria ser comida como cadela. As duas lambiam o cu uma da outra enquanto Paulão fodia a buceta, ou se beijavam cheias de porra na boca depois que ele gozava nas caras brancas delas. A casa da família no Vidigal cheirava a sexo: lençóis manchados, calcinhas esquecidas no chão da laje de Paulão. Rubens, o gaúcho racista, ainda vivia na ilusão. Reclamava que "essas duas estão estranhas", mas achava que era "coisa de mulher". Até que um dia ele chegou mais cedo do trabalho. Era uma sexta-feira quente. Rubens estacionou o carro importado na garagem e ouviu barulhos estranhos vindo da casa ao lado: gemidos altos, tapas na carne, uma voz grossa mandando "toma, vadia!". Curioso e já puto, ele foi até o muro baixo que separava as casas. Pela fresta, viu tudo. Na laje de Paulão, ao ar livre com vista pro mar, sua esposa Fernanda estava de quatro, pelada, peitões balançando, levando rola no cu. Paulão socava aqueles 24cm grossos no rabo dela, puxando o cabelo loiro. Ao lado, Vanessa, a filhinha fresca dele, estava sentada na cara de Paulão, esfregando a bucetinha depilada na boca do negão enquanto chupava os peitões da própria mãe. — Isso, suas putas brancas! Lambem uma à outra enquanto o preto fode esse cu de madame! — Paulão gritava, rindo. Fernanda gemia como louca: — Ai Paulão... destrói meu cu casado... seu pau preto é dono da minha família agora! Vanessa gozava na boca dele: — Papaizinho preto... engole o mel da sua filhinha branca... Rubens ficou paralisado. O sangue subiu à cabeça. Aquele preto filho da puta estava comendo sua mulher e sua filha! Ele, o gaúcho branco orgulhoso, sendo traído por um bandido favelado. Furioso, Rubens invadiu a casa de Paulão, subiu a escada gritando: — Seu macaco filho da puta! Vou te matar! Tira as mãos da minha família! Paulão nem se assustou. Tirou a rola do cu de Fernanda com um ploc molhado, porra escorrendo, e virou pra Rubens, piroca dura brilhando de gosma, pingando no chão. Fernanda e Vanessa nem tentaram se cobrir. Ficaram ali, peladas, olhando o marido/pai com um misto de vergonha e tesão. Paulão riu alto, peito largo suado. — Olha só quem chegou... o corno gaúcho. Achou que ia mandar no meu morro? Rubens avançou pra bater, mas Paulão era muito maior. Um soco só no estômago dobrou o branco no chão, sem ar. — Quieto, viadinho. Agora você vai aprender quem é o macho aqui. Paulão chamou dois moleques da comunidade que estavam na rua. Eles amarraram Rubens numa cadeira de plástico na laje, mãos pra trás, pernas presas. Rubens xingava, cuspia: — Seu preto safado! Vou chamar a polícia! Vocês são animais! Paulão deu um tapa na cara dele, forte. — Cala a boca, corno. Polícia aqui no morro não entra. E sua família agora é minha. Ele virou pra Fernanda e Vanessa: — Mostrem pro corno o que vocês aprenderam. Fernanda rastejou até Paulão, ajoelhou e começou a chupar a rola suja do próprio cu, lambendo tudo, olhando pro marido. — Amor... desculpa... mas olha o tamanho dessa rola... ele me fode como você nunca fodou... Vanessa foi junto, lambendo as bolas pretas pesadas. — Pai... eu era virgem... Paulão me abriu... agora eu só quero rola preta... Rubens choramingava, olhos cheios de ódio e... excitação? A calça dele estava armada, traída pelo próprio pau. Paulão percebeu e riu mais ainda. — Olha só, o racista tá de pau duro vendo a família ser comida por preto. Tira a calça dele, putas. Fernanda obedeceu, abaixou a calça do marido. O pau de Rubens era mediano, branquelo, uns 14cm no máximo, já pingando de tesão humilhante. Paulão comparou, segurando a própria rola do lado. — Olha a diferença, corno. Isso aqui é pau de homem. O seu é pintinho de viado. Ele mandou Vanessa chupar o pai rapidinho, só pra sujar a boca dela com o gostinho do corno, depois voltar pra rola dele. Paulão fodeu Fernanda na frente de Rubens, socando forte na buceta, peitões balançando na cara do marido. — Olha como ela goza no meu pau, corno! Diz pra ele, Fernanda! — Rubens... eu amo o Paulão... ele é meu macho agora... você é só o corno que paga as contas... Depois fodeu Vanessa no colo, a menina quicando na rola grossa, gritando: — Papaizinho preto me fode melhor que qualquer boy branco! Por fim, Paulão gozou nas duas caras, porra grossa escorrendo nos rostos brancos. Mandou Rubens lamber. Rubens resistiu no começo, mas Paulão apertou as bolas dele até ele abrir a boca. Fernanda e Vanessa seguraram a cabeça do marido/pai e esfregaram as caras meladas na boca dele. — Lambe a porra do seu dono, corno! — Paulão mandou. Rubens lambeu, engasgando, lágrimas nos olhos, mas o pau dele pulsando. Paulão deu o golpe final: — De hoje em diante, sua casa é minha também. Eu fodo suas mulheres quando quiser. Você vai assistir, pagar as contas e agradecer por eu deixar você lamber o que sobrar. Senão, o morro inteiro sabe que o gaúcho racista é corno de preto. Rubens, quebrado, só balançou a cabeça. — Sim... Paulão... você é o macho da casa agora. Dias depois, a vida mudou. Paulão entrava na mansão quando queria. Fodia Fernanda na cama de casal enquanto Rubens dormia no sofá. Comia Vanessa no quarto dela com pôsteres de boy branco. Às vezes as três putas (mãe, filha e até Rubens forçado) serviam ele na piscina. Rubens perdeu o orgulho racista. Virou o corno submisso que limpava a porra preta da buceta e do cu da esposa e da filha, às vezes até chupava o pau de Paulão pra deixar duro pras mulheres. Paulão, o rei do Vidigal, tinha dominado completamente a família branca do sul. O gaúcho que odiava pretos agora vivia pra servir um. Fim da conquista.
A Conquista do Morro - Parte 3: O Gaúcho Racista Aprende Seu Lugar
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