Malu Trevejo reinava em sua mansão luxuosa em uma área nobre de Miami Beach. A casa era um palácio moderno de três andares, com piscina infinita que se fundia ao horizonte do Atlântico, academia particular no subsolo, quartos com paredes de vidro temperado e uma cozinha gourmet onde ela preparava shakes proteicos após treinos intensos. Ela havia comprado o imóvel aos 19, reformando-o com toques pessoais: luzes neon rosa no quarto principal, um closet cheio de lingeries provocantes e um home theater onde assistia a seus próprios clipes sensuais. Aos 23 anos, ela havia construído uma fortuna exibindo cada curva do corpo no OnlyFans e nas redes: fotos de biquíni minúsculo, vídeos de rebolada lenta, lives onde abria as pernas só o suficiente para deixar os assinantes loucos. Era isso que pagava a casa, os carros, as viagens — e agora era isso que ia incendiar o desejo proibido dentro da própria casa.
Javier, seu pai biológico, saíra da prisão mexicana após 15 anos por tráfico pesado e homicídios relacionados a cartéis. Aos 48, ele era um homem quebrado e endurecido: 1,85m de músculos tatuados com símbolos de gangues – caveiras, serpentes e datas de batalhas perdidas –, barba grisalha irregular e olhos escuros que carregavam a fúria de anos enjaulado. Sem família ou lar, ele aceitara o convite de Malu por pena e curiosidade. Chegou numa tarde úmida de fevereiro, mala surrada em mãos, cheirando a cigarro barato e suor de viagem. Malu abriu o portão eletrônico vestindo um top esportivo colado que realçava seus seios volumosos (34D, silicone perfeito) e leggings pretas que moldavam suas coxas grossas e bunda empinada de latina. O abraço inicial foi elétrico: corpos colados por segundos longos, o peito dele roçando os mamilos endurecidos dela através do tecido fino. "Bem-vindo à minha casa, papá," ela murmurou, voz baixa e melosa, sentindo um formigamento proibido na virilha
Dia 1 – A Chegada e os Primeiros Olhares
Malu o levou para o quarto de hóspedes no segundo andar, mas insistiu em mostrar a casa inteira. Enquanto subiam a escada em espiral de vidro, ela ia na frente, short jeans curtíssimo subindo e revelando a curva inferior da bunda redonda a cada passo. Javier seguia atrás, olhos fixos nas coxas grossas bronzeadas. Na cozinha gourmet, ela se inclinou para pegar uma garrafa de água na geladeira baixa, bunda empinada, short marcando a linha da calcinha fio-dental. "Quer algo gelado?" perguntou inocente, virando-se devagar para que ele visse os mamilos endurecidos marcando o tecido do top. Ele grunhiu um "sim", voz rouca, pau já semi-duro na calça folgada. À noite, jantar na varanda com vista para o mar. Malu usava um vestido leve de verão, sem sutiã, decote profundo. Toda vez que se inclinava para servir vinho, os peitos balançavam levemente, quase escapando. Javier sentava perto, joelho roçando a coxa nua dela debaixo da mesa. "Você dança bem na internet," comentou, olhos descendo para os lábios dela. Malu sorriu maliciosa: "Quer ver ao vivo?" Levantou-se e fez uma dança lenta na varanda, rebolando devagar ao som imaginário de reggaeton, mãos subindo pelo corpo, roçando os seios. Ele não piscou, mão apertando a coxa própria para se controlar.
Dia 2 – Provocações na Piscina
Manhã ensolarada. Malu saiu para nadar usando um biquíni minúsculo branco que ficava quase transparente quando molhado. Saiu da água devagar, gotas escorrendo pelos peitos fartos, mamilos rosados visíveis através do tecido fino, barriga tonificada brilhando. Deitou-se na espreguiçadeira ao lado dele, pernas abertas levemente, uma mão "distraidamente" traçando a linha da virilha. "Tá quente hoje, né papá? Você não tira a camisa?" Javier obedeceu, revelando o torso tatuado, músculos definidos apesar da idade, cicatrizes antigas. Ela fingiu aplicar protetor solar, virando de bruços e pedindo: "Me passa nas costas?" Ele se aproximou, mãos ásperas espalhando o creme devagar, dedos roçando a lateral dos seios, descendo até a borda da calcinha. Malu gemeu baixinho: "Mais embaixo... aí, assim." O pau dele inchou visivelmente na bermuda.
Dia 4 – A Noite da Confissão e Realização
Meia-noite. Malu desceu usando só um top cropped justo de malha fina e shortinho de lycra. Os peitos de silicone — 34D perfeitos, redondos, firmes, com cicatrizes discretas nas axilas — esticavam o tecido ao limite, mamilos duros marcando como botões. Javier estava no sofá, sem camisa, pau já semi-duro na calça de moletom.Ela sentou no braço do sofá, coxa colada no ombro dele.
Ela sentou no braço do sofá, coxa colada no ombro dele.“Você já reparou nesses peitos, papá?” perguntou com voz rouca, voz de OnlyFans ativada. “São de silicone. Paguei uma fortuna pra ficarem assim: grandes, durinhos, perfeitos pra câmera. Os caras do OnlyFans piram quando eu aperto eles na frente da lente, quando eu lambo os mamilos na live… Quer ver como são reais?”
Sem esperar resposta, ela pegou a mão grande e áspera dele e levou até o peito esquerdo, pressionando a palma aberta contra o volume firme.“Toca. Aperta. Sente como são perfeitos.”
Javier obedeceu. A mão envolveu o seio inteiro, apertando devagar no início, depois com mais força. O silicone cedeu levemente sob a pressão, mas voltou firme, elástico. Ele acariciou em círculos, polegar roçando o mamilo duro através do tecido, depois apertou mais forte, sentindo o peso, a maciez artificial misturada à pele quente. Malu gemeu baixo, arqueando as costas.
“Tira a blusa,” ele grunhiu, voz rouca de desejo acumulado.
Malu puxou o top cropped pela cabeça num movimento lento, expondo os peitos nus: redondos, empinados, mamilos rosados e inchados apontando para ele. “Agora prova com a boca.”
Javier mergulhou. Boca aberta engoliu o seio direito inteiro, chupando com força, língua rodando no mamilo, dentes mordiscando levemente. Depois o esquerdo, sugando vorazmente, alternando entre chupadas profundas e lambidas longas que deixavam os peitos brilhando de saliva. Malu cravou as unhas nas costas dele, gemendo alto: “Isso, papá… devora meus peitos de puta.”
A partir dali não houve mais volta.
Ele a jogou no sofá, rasgando o shortinho com as mãos. Mergulhou a boca na buceta depilada e encharcada, lambendo o clitóris inchado enquanto enfiava três dedos grossos, fodendo-a rápido. Malu gozou esguichando na cara dele, pernas tremendo. Depois, pau colossal enfiado na buceta de uma vez, estocadas brutais, puxando cabelo, batendo na bunda até ficar vermelha. Longos momentos de sexo selvagem: cavalgada violenta com peitos balançando na cara dele, que abocanhava um de cada vez com uma fome animal.
Depois da primeira maratona intensa, eles ficaram deitados no sofá suado, ofegantes, corpos colados. Malu traçava as tatuagens no peito dele com a unha, ainda sentindo a porra escorrendo pelas coxas.
“Você sabe como eu fiquei rica, né, papá?” começou ela, voz baixa e satisfeita. “Exibindo esse corpo no OnlyFans. Fotos de topless, vídeos abrindo as pernas, lives onde eu me toco na frente da câmera… Milhões de caras pagando pra se masturbar vendo meus peitos de silicone, minha buceta marcada na calcinha, minha bunda rebolando. Eu vendi cada gemido meu pra eles gozarem.”
Javier ficou em silêncio por um segundo. Depois, voz grave, quase sussurrada:“Eu também, mi hija.”
Malu ergueu o rosto, olhos brilhando.
“Na prisão… eu via seus vídeos. Um guarda vendia acesso por cigarro. Eu assistia escondido, no escuro da cela, vendo você dançar, mostrar esses peitos, rebolar… Eu batia punheta pensando na minha própria filha. Gozava forte imaginando que era pra mim. Cada vídeo seu era como um chamado. Anos inteiros me masturbando com você, gozando na mão pensando em te foder, em te encher de porra.”
Malu sentiu a buceta pulsar de novo, molhar instantaneamente só de ouvir.“Então você já me fodeu na sua cabeça mil vezes…” sussurrou, voz tremendo de tesão. “Agora faz de novo. Me fode como você sonhava na cela.”
E eles voltaram: mais uma rodada furiosa, peitos sendo devorados de novo, pau socando fundo, gemidos ecoando pela mansão vazia.Por dias a casa virou um antro de putaria clandestina.
Toda provocação agora tinha contexto: “Lembra quando você gozava vendo isso no celular na cela?” ela dizia antes de sentar na cara dele. “Agora goza dentro de mim de verdade.”
Eles viviam o proibido sem limites, obcecados, viciados, unidos pelo segredo mais sujo de todos.