Minha Irmã Viu Meu Nude e Agora Tudo Mudou - PARTE 12

Um conto erótico de incestuozzy
Categoria: Heterossexual
Contém 2180 palavras
Data: 31/01/2026 16:17:18

Voltei de viagem na quinta. Meu corpo todo doía de quatro dias de camas de hotel e business casual, e a única coisa que me manteve vertical pela segurança foi a memória da última mensagem da Manda: "eu ganho. te vejo em breve, bobão."

Se eu tava esperando uma chegada normal em casa—malas na porta, correspondência no chão, o carro da mãe fora até as seis—tava errado numa magnitude de dez. Porque no momento que girei a maçaneta e pisei pra dentro, fui acertado na cara com algo incrível: a visão imediata da minha irmã mais nova, sentada de pernas cruzadas no sofá da sala, completa e gloriosamente nua.

Fiquei na entrada, casaco ainda fechado, mala de rodinhas numa mão, chaves penduradas estupidamente na outra. A Manda nem se mexeu. Ela só olhou pra cima do celular, fez contato visual direto, e disse, "Bem-vindo em casa, irmão. Agora tira a roupa."

Meu cérebro fez um hard reset completo. Se tinha uma piada pra ser feita, perdi. Larguei a mala com um baque pesado, fechei a porta atrás de mim, e descasquei minhas camadas como se tivesse num treinamento de incêndio. Casaco—foi. Moletom—em algum lugar perto da sapateira. Camiseta—arrancada por cima da cabeça, estática estalando. Jeans—meio preso nas coxas, mas pisei pra fora e deixei amassar onde quer que fosse. Cueca boxer—última linha de defesa, mas a Manda levantou uma sobrancelha e bateu no pulso, como se tivesse esperando eu entrar no programa.

Obedeci, e ela sorriu, toda dentes e problema.

"Sabe," disse, ainda parado no meio da entrada, "tava esperando talvez um abraço. Ou pelo menos, tipo, um aviso por texto."

A Manda descruzou as pernas, levantou, e caminhou descalça, o corpo um borrão suave na luz do fim de tarde. Ela me agarrou pelo pulso, me arrastou pra sala, e nem esperou eu processar antes de pular, literalmente pular nos meus braços, enrolando as coxas na minha cintura como uma píton.

Segurei ela, mas por pouco, o impulso dela quase derrubando nós dois na parede do corredor.

Ela choveu beijos em cada centímetro do meu rosto, pescoço, maxilar, orelhas, a energia frenética de um cachorro reunido com o dono depois de uma temporada no Afeganistão. A pele dela tava quente, cabelo selvagem, e ela cravou as unhas nos meus ombros como se tivesse garantindo que eu não ia desaparecer de novo.

"Jesus, Manda," consegui, em algum lugar entre um suspiro e uma risada. "Sentiu tanta falta assim?"

"Você não tem ideia," ela disse, palavras abafadas enquanto agarrava meu lábio inferior com a boca e mordia, forte o suficiente pra arder.

Dei um passo pra trás, senti a parte de trás dos meus joelhos bater no braço do sofá, e quase perdi o equilíbrio. Ela ajustou comigo, nunca quebrando o contato, as mãos em todo lugar de uma vez. Ela tava espalmando meu peito, arrastando pelas minhas costas, passando fantasmagoricamente pela minha bunda. Senti a buceta dela, quente e escorregadia, se esfregando no meu estômago. Com cada movimento ela deixava uma mancha dela na minha pele, me pintando em suor e outra coisa.

Coloquei ela no sofá, depois me apoiei acima dela, mas ela não soltou. Ela se agarrou no meu tronco, pernas ainda enganchadas ao meu redor, e começou a beijar descendo minha garganta, depois através da clavícula, depois mais baixo, até ter a boca no meu mamilo esquerdo.

Por um longo tempo só ficamos nos pegando, boca aberta e bagunçado, a língua dela sondando, os dentes batendo nos meus, as mãos embaraçadas no meu cabelo. De vez em quando ela se separava só tempo suficiente pra dizer algo como, "Deus, preciso de você," ou "Faz literalmente anos, Bruno, sabe o que isso faz com uma garota?" e então esmagava os lábios nos meus de novo.

Deixei minhas mãos vagarem—sobre as costelas dela, a curva da cintura, o arco da bunda enquanto ela rebolava pra mais perto. Ela já tava encharcada, coxas escorregadias e quentes, e quando corri um dedo até a fenda dela, ela estremeceu tão forte que achei que podia entrar em curto.

"Puta merda," disse, polegar circulando o clitóris dela.

Ela travou os olhos comigo, pupilas enormes e escuras. "Tô molhada desde às 9 da manhã. Continuei checando o relógio. Continuei pensando, a qualquer segundo, ele vai entrar. Não queria perder tempo. Queria você no segundo que entrasse."

Deslizei um dedo pra dentro, devagar, e ela soltou um barulho que era partes iguais rosnado e choramingo.

"Mais," ela disse, voz rouca.

Dei dois, depois três. Ela apertou ao redor deles, balançando contra minha mão, a respiração vindo em gaguejos minúsculos. Ela me beijou de novo, mas dessa vez a língua tava frenética, quase raivosa, como se tivesse me comendo vivo.

"Manda, vai devagar"

Ela agarrou meu rosto com as duas mãos, me puxou pra baixo, e disse, "Não ouse me dizer pra ir devagar. Você me deixou por quatro dias fodidos. Quatro. Tive que cuidar de mim mesma toda noite. Sabe quantas vezes gozei pensando em você?"

Comecei a responder, mas ela empurrou meus dedos mais fundo e cavalgou neles, unhas cravando nos meus bíceps.

"Preciso que você me foda tão forte que eu não consiga lembrar meu próprio nome," ela sussurrou, voz irregular.

Pisquem. "Você quer ir pro meu quarto ou..."

"Aqui," ela disse, alcançando pra baixo e agarrando meu pau, alinhando na entrada dela. "Bem aqui. Agora mesmo."

Foi como se ela tivesse desligado meu córtex frontal. Tava duro como pedra, pau vazando, cada neurônio gritando por mais dela. Ela pressionou a cabeça contra a abertura, e antes que eu pudesse dizer outra palavra, ela puxou meus quadris pra frente e se empalou em mim num movimento escorregadio e brutal.

Ela arfou, depois gemeu, costas arqueando tão forte que achei que podia quebrar. As mãos dela foram pra minha bunda, me puxando pra dentro, unhas marcando linhas na minha pele.

Comecei a me mover, devagar no começo, mas ela balançou a cabeça. "Não segura. Me dá."

Então dei. Fodi ela como se nunca mais fosse vê-la de novo. Fundo, rápido, brutal, o tipo de sexo que faz seus ossos doerem e sua visão ficar branca nas bordas. Ela encontrou cada estocada, quadris subindo pra me encontrar, a buceta apertando tão forte que mal conseguia respirar.

Os sons saindo dela eram irreais! Gemidos, choramingos, pequenos gritos sufocados que ela nem tentou abafar. A sala ecoava com eles, alto o suficiente que me preocupei com os vizinhos, mas também não realmente. Queria que todo mundo no mundo soubesse o que estávamos fazendo.

Depois de um minuto ela começou a tremer, o corpo travando embaixo de mim, depois o rosto todo amassou e ela gozou, forte, um grito longo e irregular que cortou num suspiro.

Continuei. Ela não me disse pra parar. Se algo, ela queria mais.

"De novo," ela disse, voz tremendo. "De novo. Não para, porra."

Ela arranhou as mãos subindo meu peito, cravou os polegares nos meus mamilos, depois me puxou pra baixo e mordeu meu ombro. A dor foi perfeita, afiada o suficiente pra me aterrar, pra me impedir de perder o controle completamente.

Senti meu próprio orgasmo construindo, uma maré lenta subindo na minha espinha. Tentei pensar em qualquer outra coisa—matemática, impostos, o aeroporto deprimente, mas ela apertou ao meu redor, e acabou.

"Manda" avisei.

Ela travou os tornozelos nas minhas costas e apertou. "Faz. Quero tudo."

Gozei dentro dela, forte, tão forte que vi manchas. Meu corpo todo espasmou. Enterrei o rosto no cabelo dela e só respirei, tonto, gasto.

Ficamos ali por um segundo, o único som nossa respiração, o zum fraco da geladeira no fundo.

Então a Manda começou a rir, suave no começo, depois de corpo inteiro, tremendo com isso.

Me apoiei nos cotovelos, olhei pra baixo pra ela, e disse, "Qual a graça?"

Ela sorriu pra mim, olhos brilhando. "Você parece tão fodido e arruinado agora. Como se tivesse sido atropelado por um trem. É isso que viagem de trabalho faz com você?"

Rolei de cima dela e me joguei no sofá, recuperando o fôlego. "Você não tem ideia do que aquelas camas de hotel fazem com a espinha de um homem."

Ela deslizou pro lado, pressionou os peitos no meu peito, e me beijou, devagar e doce. "Senti sua falta," ela disse, mais suave dessa vez.

"Também senti sua falta," disse, e falei sério.

Ela alcançou pra baixo, correu um dedo ao longo da costura onde nossos corpos se encontravam, depois trouxe pra cima e lambeu. "Mmm. Você tem gosto de cansaço."

"Isso é um elogio?"

"É um desafio," ela disse, e então montou no meu colo, me alinhou, e afundou no meu pau de novo, mais devagar dessa vez mas tão gananciosa quanto.

Trepamos no sofá até minhas costas ficarem dormentes, então a Manda deslizou pra fora, pegou minha mão, e me arrastou escada acima, rindo enquanto deixávamos uma trilha de roupas descartadas pra trás.

Meu quarto parecia exatamente como deixei: cama desfeita, mesa espalhada com latas vazias, o brilho fraco do meu monitor lançando tudo em azul. A Manda mergulhou na cama, abriu as pernas, e deu um tapinha no espaço entre elas.

"Me come," ela disse, direta como sempre.

Não precisei de mais instrução. Engatinhei pra cima, enganchei as pernas dela sobre meus ombros, e fui nela como um homem faminto. Ela tinha gosto doce e afiado, uma mistura da nossa própria bagunça e algo unicamente Manda. Chupei o clitóris dela, dei petelecos com a língua, depois enfiei dois dedos dentro dela, curvando pra acertar o ponto que a fazia ver Deus.

Ela gemeu, alto, mãos emaranhadas no meu cabelo, quadris se esfregando no meu rosto com força suficiente pra deixar roxo. Deixei ela me cavalgar, deixei usar minha boca o tempo que quisesse.

"Não ouse parar," ela sibilou, voz quebrando.

Não parei. Continuei, mesmo quando ela começou a tremer, mesmo quando apertou nos meus dedos tão forte que achei que ia quebrá-los. Ela gozou com um grito, coxas esmagando minha cabeça, o corpo todo tremendo como um fio desencapado.

Quando finalmente soltou, ela tava sem fôlego, rosto vermelho, olhos vidrados.

Rolei de costas, limpei o rosto, e encarei o teto, sorrindo como um idiota.

A Manda deslizou pro lado, montou no meu peito, e disse, "Agora é sua vez de deitar."

Deitei. Ela se arrastou pra cima, alinhou a buceta com a minha boca, e sentou na minha cara. Ela se esfregou contra mim, devagar no começo, depois mais rápido, as mãos apoiadas na cabeceira.

Lambi, chupei, fodi com a língua até ela começar a fazer barulhos que nunca tinha ouvido antes. Ela balançou os quadris, o peso pressionando pra baixo até eu não conseguir respirar, mas não liguei.

Ela gozou de novo, ainda mais forte que a primeira vez, e colapsou no meu peito, o corpo todo derretendo em mim.

Ficamos ali, emaranhados e grudentos, pelo que pareceu um século.

Finalmente, a Manda rolou pra fora, ofegante. Ela olhou pra mim, cabelo uma bagunça, rosto brilhando, e disse, "Somos nojentos."

Ri. "É isso que você ganha por matar aula."

Ela sorriu, depois deslizou pra baixo, beijou meu pescoço, meu peito, depois pegou meu pau na mão. Ela acariciou, devagar e preguiçosa, depois beijou a ponta.

"Ainda duro?" ela disse, sobrancelha levantada.

"Me dá um minuto," disse, mas nem levou tanto tempo assim.

Rolei a Manda de costas, me alinhei, e afundei nela, dessa vez indo devagar.

Trepamos assim, devagar e fundo, por eras. Toda vez que ela apertava ao meu redor, sentia a borda ficando mais perto, mas segurei, querendo que durasse.

Ela começou a perder o ritmo, quadris se contorcendo, e soube que ela tava perto.

"Quero que você goze comigo," ela disse, voz ficando pequena.

Acenei, agarrei os quadris dela, e comecei a estocar mais rápido, combinando com o ritmo dela.

Construímos juntos, uma sincronia perfeita, até que finalmente ela arqueou as costas e gritou um grito de furar os ouvidos, a buceta espasmando ao meu redor, soltei, gozei forte, enchendo ela.

Caí pra frente, colapsei por cima, e por um longo tempo, só ficamos ali, respirando em sincronia.

Depois de um tempo, ela se apoiou nos cotovelos, cabelo caindo no meu rosto, e disse, "Sabe, nunca fiz isso antes."

"O quê, foder seu irmão?"

Ela riu, depois balançou a cabeça. "Não, idiota. Squirting. Encharquei totalmente seus lençóis. E seu peito. E acho que acertei a TV."

Olhei. Ela tava certa, tinham listras pequenas em todo lugar.

"Deveria estar orgulhoso?"

Ela me beijou, doce e devagar. "Você deveria estar aterrorizado."

Ela rolou pra fora, aterrissou numa pilha no chão, e disse, "Vamos continuar isso no chuveiro. Quero ver se consigo te fazer desmaiar."

**NOTA: Obrigado a todos por serem pacientes comigo recuperando o atraso e entrando no ritmo das coisas enquanto descubro um ritmo de Trabalho, Manda, Família, Manda, Publicações aqui no site, Manda...... Acho que posso estar indo pra um cronograma de postagem uma vez a cada 2 dias se conseguir fazer funcionar. Espero que todos tenham gostado dessa atualização, e foi INCRÍVEL experienciar tudo de novo enquanto escrevia.**

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Comentários

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A história está ótima! Manda é uma leoa!! 😉

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Essa história é real amigo? Tem vezes que fico realmente na dúvida… parece muito real kkk

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