Meu Irmão Me Fudeu E Gozei Até Desmaiar - Parte 2

Um conto erótico de Gihh
Categoria: Heterossexual
Contém 2716 palavras
Data: 04/01/2026 20:01:17

Obs: Gente quem não leu a [parte 1], recomendo ler pra entender melhor o contexto! Boa leitura rs:

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Ouvi Aerosmith tocando alto quando me aproximei do quarto dele e depois que ele não respondeu à minha batida, fiquei impaciente demais pra continuar tentando — especialmente se ele estivesse sendo um idiota e me ignorando — e entrei.

"Ei, Jeff, posso falar com... Ah!"

Jefferson estava sentado na cadeira gamer dele de lado, a calça jeans empurrada pra baixo virado de costas pra mim, mas eu tinha uma visão clara de uma mulher chupando um pau no computador dele, e o dele na mão dele.

Por alguns segundos, congelei, meus olhos indo do vídeo pro pau do meu irmão. Finalmente superei o choque inicial e virei pro lado, esperando escapulir pela porta. Mas enquanto fazia isso, parte de mim não conseguia deixar de pensar que o Jefferson tinha um pau bem grande.

Ele era um cara grande, cerca de 1,88m e uns 95 quilos fácil sem um grama de gordura. As mãos dele eram excepcionalmente grandes, facilmente capazes de segurar uma bola de basquete com uma mão só, e tinha muita carne dura saindo do punho grande dele.

Por que diabos eu pensaria nisso? Sinceramente, mesmo olhando pra trás, não tenho certeza, além do fato de que eu era uma mulher jovem que, embora eu não diria que era fácil, não era avessa a ter alguma diversão adulta quando a chance aparecia, e sempre tinha gostado de fazer boquete.

Irmão ou não, Jefferson era um cara bonito, e tipo bad boy ainda por cima, com aqueles olhos castanhos intensos, barba por fazer e braços pesadamente tatuados. Minhas amigas derretiam por ele, e ele provavelmente poderia ter ficado com qualquer uma delas, mas mesmo que, como eu, ele sempre tivesse pronto pra ação, como brincava, nunca mexeria com nenhuma das minhas amigas, nem que fosse só pelo drama que causaria.

Da mesma forma, e sem querer me gabar, mas Jefferson não era o único bonito da família. Eu recebia bastante atenção. Era alta com um corpo atlético e esbelto, mas meus peitos eram maiores que a maioria das meninas que tinham corpos parecidos no meu time de vôlei e pareciam maiores porque o resto de mim era magra e definida.

Sabia que tinha uma bunda bonita e adorava exibir ela no biquíni quando jogávamos, e minhas pernas longas eram firmes, torneadas e ainda mostravam um pouco do bronzeado profundo que um verão jogando na praia tinha me dado.

Tinha os mesmos olhos escuros do meu irmão, mas os meus eram mais abertos. Costumava dizer que pareciam inocentes, e Jefferson fazia um comentário tipo é, pode crer, e só dizia que eu parecia confusa.

Meu cabelo preto e longo caía até a metade das minhas costas, e no geral me considerava um pacote bonito de beleza com um corpo legal. Também tinha os lábios adequados pra alguém que gostava de chupar pau, e não tinha um cara que visse minha boca que não pensasse nisso.

Assim como eu sabia que meu irmão era "requisitado", funcionava da mesma forma com os amigos dele e sua "irmã irritantemente gostosa" como ele se referiu a mim uma vez quando estava bebendo. Esse comentário veio depois que fomos pra mesma festa, e um cara que não me conhecia disse pro Jefferson: "Olha os beiços de mamadeira dessa aí" e levou um soco na cara.

Jefferson era o típico irmão mais velho nesse aspecto, ele podia me chamar de nomes, mas ninguém mais podia. Mas agora eu estava pronta pra dar boa noite e tirar minha bunda dali e pegar ele de manhã, porque mesmo voltando mais tarde eu ia me sentir meio esquisita sabendo o que ele estava...

"Puta que pariu!" Jefferson gritou quando deve ter me visto pelo canto do olho.

Ele girou na cadeira e se levantou nela pra puxar a calça jeans, depois virou de volta, o rosto vermelho de estar constrangido e puto por causa disso.

"Você não bate na porra da porta?"

"Bati, mas você tá com a música tão alta que não..." Eu tinha estado gritando, mas quando ele tocou no celular pra pausar a playlist, terminei num tom normal. "Me ouviu."

Quando a resposta dele foi me encarar, dei de ombros.

"Você sempre escuta música quando bate punheta? Achei que ia querer ouvir a mulher."

"Fiz isso pra minha irmã que ia chegar do trabalho não me ouvir vendo pornô." Ele retrucou.

"Ei," estalei os dedos. "Você não ia sair hoje à noite? Sabe," apontei pro vídeo, que ainda estava passando e tinha mudado pra uma loira engasgando barulhentamente num pau grosso. "Pegar um pouco disso?"

"Cancelei quando o Greg me ligou há umas horas e disse que viu ela saindo com outro cara."

"E daí, você só queria meter e vazar mesmo."

"Queria que você não falasse essas coisas," ele murmurou. "Mas uma coisa é saber que ela tá fazendo quem seja, quando seja, e outra é saber que é de um pro outro. Não preciso de sobras."

"Falando em sobras." Gesticulei pro PC de novo onde uma ruiva agora estava sendo fodida na boca e longos fios de cuspe e baba estavam caindo da boca dela. "Quer desligar isso?"

"Por quê? Vou voltar pra isso assim que você sair."

"Mano, sou sua irmã, você tá de boa tendo isso ligado enquanto eu tô aqui?"

"O quê, como se você nunca tivesse chupado um pau," ele revirou os olhos. "Não, espera, o Tommy Ferreira disse que ouviu um moleque da escola dizer que você faz boquete classe mundial."

"Se é pra fazer, faz bem feito."

"Bem feito na mesa de sinuca com a mãe e o pai em casa," ele resmungou. "Você ainda me deve por não contar pra eles o que eu vi lá embaixo."

"É, bom, você e eu somos parceiros assim, né?" Dei um sorriso grande. "Meu irmãozão nunca ia entregar a irmãzinha." Pisquei os olhos enquanto usava a voz de criancinha.

"Ainda não, pelo menos." Ele se recostou na cadeira. "Sempre tem uma primeira vez, né?"

"Acho que sim."

"Tipo a mãe e o pai descobrirem que voltei a sair com a Emília depois que a gente terminou?"

"Foi sem querer! Não sabia que tinham mandado você ficar longe dela depois que pegaram ela com cocaína."

"Você não precisava dizer onde eu tava." Ele acenou com a mão. "Mas tanto faz, que porra você quer?"

"Alguém tá de mau humor," provoquei ele. "Não conseguiu a coisa real então vai só assistir?"

"Mais ou menos, mas não consegui nem isso, graças a você."

"Pode desligar isso? Preciso falar com você."

"Volume tá desligado." Ele me deu um sorrisinho. "Tá com fome?"

"Muito legal, falando assim com sua irmã."

"O que você quer, Tami?"

"Tá, bom, uh... Tive um acidente hoje."

"No carro da mãe?" Os olhos dele arregalaram. "Caralho, você tá tão fodida!"

"Ainda não!" Levantei as mãos. "Foi um arranhão e a lanterna traseira, e o cara que bati ficou com pena de mim e disse não esquenta, então sem polícia."

"Isso é bom, mas..." ele franziu a testa, depois revirou os olhos. "Nem me diz que você acha que vou levar a culpa por isso."

"Não, claro que não. Tipo, por que você estaria dirigindo o carro da mãe e..." Inclinei a cabeça. "Você faria isso?"

"De jeito nenhum! Mas vai, você tá querendo alguma coisa."

"Certo, então fui pro Tim's onde o pai da Jéssica trabalha e ele disse que pode consertar amanhã, e vai ficar novinho em folha, e não vai contar pros meus pais."

"Parece que você deu sorte," Jefferson acenou. "Então qual é o problema?"

"São trezentos reais."

"Acha que vou te emprestar trezentos conto?" Ele riu. "Nem fodendo."

"Só cem!"

"Não." ele deu de ombros. "Agora vaza, tenho que voltar pro único boquete que vou ver hoje."

"Meu Deus, você é nojento! Tô no quarto e você ainda tem isso ligado e vai voltar pra isso quando eu sair?"

"Seria bem fodido se eu fizesse isso enquanto você ficasse."

"Vamos, Jeff, você tem o dinheiro!"

"Você também deveria ter."

"Não trabalho tempo integral e ganho uma miséria e tinha coisas pra comprar."

"Você gastou dinheiro num show idiota," ele terminou. "Só dá duzentos pra eles e promete o resto em uma semana."

"Não dá, tão fazendo rápido como um favor." Caminhei mais pra dentro do quarto. "Por favor, Jeff? Você sabe que vou entrar em tanta encrenca por isso e não foi bem minha culpa, alguém estacionou feito um idiota."

"Se você não tivesse cagado antes poderia se safar dessa, mas..." ele riu. "Só faz merda."

"Não seja babaca comigo," fiz biquinho.

"Guarda essa porra pro próximo cara que você quer que compre algo pra você." Ele olhou pro computador que agora mostrava uma mulher de joelhos chupando dois paus, batendo nos dois enquanto ia de um pro outro pra umas chupadas fortes. "Ei, talvez você pudesse ganhar com aquele boquete classe mundial."

"Meu Deus, você acabou de me chamar de puta?"

"Não, mas qual é a diferença entre ganhar rosas por dar ou ganhar dinheiro por fazer?"

"Não acredito que meu irmão tá me dizendo pra chupar pau por dinheiro."

"Paga mais que o Bob's."

"Você não tem graça." Eu soltei. "Mas você é patético, batendo punheta pra garotas chupando porque não consegue uma pra chupar você."

"Menos patético que ter dezenove anos e não conseguir ter um carro por mais seis meses, talvez mais." Ele deu um sorrisão, todo orgulhoso da zoação dele.

"Por favor me ajuda, Jeff. Eu te ajudaria!"

"Tami, tô falando sério quando digo isso. Você continua cagando dirigindo, isso é contigo. Além disso, digamos que eu dissesse sim, quando você pode me pagar de volta? Você acabou de dizer que não tá ganhando muito agora."

"Tanto por semana! Você pode esperar, não precisa disso!"

"Vamos ver." Ele se inclinou e pegou a carteira da mesa, parando pra ver uma garota de cabelo azul e piercing no nariz balançando a cabeça no colo de um cara com o maior pau que eu já tinha visto.

Ele abriu a carteira e tirando um maço grosso de dinheiro, contou cinco notas de vinte.

"Eu tenho cem a mais." Ele levantou. "Diz por favor."

"Por favor, Jeff?"

"Me diz que você é uma cagona."

"Tá bom, eu caguei."

"De novo."

"De novo," tentei não ranger os dentes.

"Hmm," ele bateu no queixo pensativo. "Fica de joelhos e implora."

"Sabe de uma coisa, vai se foder!" Eu sibilei pra ele. "Você devia só dizer okay e me ajudar."

"Me foder?" Ele colocou o dinheiro de volta na carteira. "Acho que quem tá fodida é você."

"É, tá bom." Eu disse pra ele. "Não acredito que você tá sendo mau comigo."

"Coitadinha de você."

"Você tá é puto no geral. Não é minha culpa que você não vai conseguir uma chupada hoje."

"É, tava ansioso por isso, dizem que ela tem uma boca do caralho," ele virou pra encarar o computador de novo, agora vendo uma asiática magrinha e jovem chupando um cara na posição 69. "Talvez não tão boa quanto essas mulheres, aposto."

"Ah, por favor," acenei com a mão. "Um monte de mulher sabe chupar assim, só não fazem na câmera."

"É, sei. Não é como se eu devesse estar falando disso com você, mas acho que nunca recebi do jeito que essas garotas fazem."

"Acho que você não ficou com ninguém que seja tão boa nisso, então." Meus olhos se estreitaram, e um pensamento absurdo entrou na minha mente. Não, isso era insano, eu não estava tão desesperada... estava?

"Ah, por favor, e não deixa essa merda de boquete classe mundial subir à sua cabeça. Moleque que disse isso tava no ensino médio, que porra ele sabe?"

"Mais que você se acha que isso é real." Caminhei até a cadeira e toquei a tela com minha unha azul comprida.

"Claro que é real, acha que ela não tá chupando um pau de verdade?"

"Tá, mas é falso pra caralho."

"Como? Esse é um cara de verdade e uma garota de verdade."

"O que é falso é, tá vendo como ela tá indo com tudo?"

"Com certeza tá," ele concordou aprovando.

"É, bom, tão editando pra caralho."

"Hã?"

"Nenhum cara aguenta uma garota chupando assim por mais de alguns minutos. Eles tão parando e deixando ele se acalmar, depois começando de novo."

"Mentira, um homem de verdade aguenta mais que alguns minutos não importa o quão boa a mulher seja."

"Vi um vídeo uma vez, uma entrevista com uma garota de programa," falei devagar enquanto meus olhos se moviam do vídeo pra baixo, pro pau do meu irmão.

A calça jeans dele sempre pareceu bem cheia, e agora eu tinha visto por quê. O pau dele era tão grande e perfeito quanto o resto dele. Caramba, eu tava realmente pensando nisso. Mas por que não? Era só minha boca.

"E aí?"

Percebi que tinha parado de falar.

"Ah, certo. Ela disse que qualquer mulher que preste deveria conseguir chupar um cara em três minutos."

"Mentira!" ele bufou. "Quer dizer, é, se o cara não fez há um tempo ou tem problema de disfunção, mas não um cara como eu."

"Cara como você?" foi minha vez de bufar. "Você acha que é garanhão?"

"Acho que aguento mais que três minutos," ele apontou pro computador. "Até com uma delas."

"Cem conto diz que não."

"Mais..." ele piscou. "Hã? Do que você tá falando?"

"Você disse por que eu não chupo por isso?" Cruzei os braços sobre o peito e joguei a cabeça. "Então é isso que vou fazer. Cem reais diz que eu te chupo em três minutos."

"Eu... Tamires!" ele exclamou, parecendo genuinamente ofendido. "Eu sou seu irmão!"

"É só minha boca." Defendi o indefensável. "Até você ficar com atitude hoje, a gente sempre se ajudou. Eu preciso de dinheiro, você precisa esvaziar as bolas, então que tal você me pagar pra conseguir o que quer?"

"Esvaziar as bolas," ele repetiu, mas com um olhar estranho no rosto, e notei seus olhos descendo pros meus peitos.

Eu não tinha colocado sutiã por causa da camiseta ser larga e só por ser meu irmão que eu ia ver, mas ter meus braços embaixo dos meus peitos os deixou mais perceptíveis, e ele parecia estar percebendo.

"Só pensa em mim como uma garota bonita te fazendo um boquete."

"Isso é loucura."

"E a melhor parte? Se você estiver certo e aguentar mais que três minutos? Você ganha o boquete de graça porque eu perco a aposta."

"De graça."

"Isso, e vou te dizer o seguinte. Se eu não conseguir te fazer gozar dentro da aposta? Vou ir devagar e realmente me dedicar. Te dar o boquete mais longo, sexy e safado que você já teve pelo tempo que aguentar."

"Você tá falando sério," ele não parecia tão ofendido quanto pareceu um minuto atrás. "Você ia me chupar?"

"Por cem conto."

"Mas você não vai ganhar."

"Então aceita a aposta."

Tirei meu celular do bolso do moletom e achando o cronômetro, configurei pra três minutos e mostrei pra ele.

"Eu fico de joelhos, você tira pra fora e aí aperta começar."

"Eu..." os olhos dele foram pra última cena de chupada no computador pra mim, depois de volta. "Você é minha irmãzinha."

"Sou adulta, e tô oferecendo, então você tá livre de ser um tarado ou um nojento. Confia, ninguém nunca vai saber disso," eu ri. "Então sorte sua, ninguém vai saber que você foi chupado em tempo recorde pela sua irmã."

Jefferson balançou a cabeça.

"Você tá me zuando, mas tá bom, vamos ver até onde você vai." Ele pegou o dinheiro de novo e colocou na mesa. "Cadê o seu?"

"Não perco dinheiro. A aposta é que se você aguentar, tenho que fazer pelo tempo que for preciso, e do jeito que você quiser."

"Então se eu disser pra parar, você para?" Os olhos dele encontraram os meus. "Eu digo só lambe ou provoca?"

"Eu faço. Jeff, se eu tiver que chupar até minha mandíbula doer, vou fazer. Esse é seu prêmio por ganhar a aposta," afundei de joelhos ao lado da cadeira dele. "E pensa bem, mesmo se você perder, ainda levou uma chupada, só foi rápido."

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***Continuo ou melhor pararmos por aqui?***

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Comentários

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Slk tô quase gozando e vc para na melhor parte, dessa forma vou querer ganhar esse boquete classe mundial

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Continuaaaaaaa, pq parou na melhor parte???😱😱😱

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Também acho melhor continuar… não, isso não foi uma ameaça rs. TÁ UMA DELICIA ISSO!

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