Olivia Rodrigo no Sofá do Camarim: O Coroa Poderoso e o Namorado Voyeur

Um conto erótico de Henrique Thoreau
Categoria: Heterossexual
Contém 1550 palavras
Data: 30/01/2026 21:02:49

Olivia Rodrigo desceu do palco ainda carregando a eletricidade do show em Los Angeles. O vestido curto preto grudava no corpo suado, delineando cada curva: os seios grandes para seu corpo petite e firmes, a cintura estreita, a bundinha que tremia levemente a cada passo. Aos 23 anos, ela era a personificação do desejo adolescente elevado à fama global, mas depois de cada performance, o tesão a consumia como uma febre. Era sempre assim: o palco a deixava molhada, ansiosa por privacidade para se tocar e liberar a tensão acumulada sob os holofotes e os olhares vorazes.

Sua equipe a acompanhava pelo corredor dos bastidores: maquiadora limpando o suor do rosto, gerente de turnê falando sobre o after-party, assistentes carregando garrafas d’água e toalhas. “Vocês foram perfeitos hoje. Sério, obrigada por tudo”, disse ela, com um sorriso doce que escondia a urgência no corpo. “Mas agora eu preciso mesmo ficar sozinha no camarim. O show me deixou… agitada demais. Quero relaxar de verdade. Vão pro hotel ou pro ônibus, eu encontro vocês depois. Prometo que fico bem.”

A gerente hesitou por um segundo, mas assentiu. “Ok, Liv. Qualquer coisa, me chama.” Em poucos minutos, o corredor ficou silencioso. Olivia trancou a porta do camarim, deixou o ar condicionado gelado arrepiar a pele quente e se jogou no sofá de couro. Deslizou a mão por baixo do vestido, os dedos encontrando a calcinha fina já encharcada. Circulou o clitóris devagar, gemendo baixinho, os olhos fechados enquanto imaginava mãos grandes, experientes, um homem maduro com autoridade que a fizesse se sentir pequena, protegida e ao mesmo tempo dominada. Era sua fraqueza secreta: homens mais velhos, poderosos, com idade para serem pais dela.

Uma batida na porta a interrompeu bem no momento em que o prazer começava a subir. Ofegante, ela parou, o corpo frustrado. Ajustou o vestido e abriu a porta.

Robert Kline entrou: cinquenta e poucos anos, roupa elegante e feita sob medida, corpo ainda atlético, cabelos grisalhos que o tornavam irresistivelmente autoritário. Ele segurava o celular. “Olivia, show incrível. Minha filha de 16 anos é louca por você, mas está doente e não veio. Poderia gravar uma mensagem rápida pra ela?”

Ela sorriu, sentindo o tesão interrompido se misturar à presença dele. “Claro. Senta aqui comigo.” Pegou o celular, roçando os dedos nos dele de propósito. Gravou a mensagem com voz melosa, mas enquanto falava, cruzou as pernas devagar, o vestido subindo sutilmente, revelando a coxa bronzeada. Devolveu o aparelho com um olhar demorado. “Você é um pai tão dedicado… Deve ser bom ter alguém como você cuidando das coisas importantes.”

A sedução começou lenta, calculada. Ela se inclinou um pouco, ajustando o cabelo, o decote se abrindo levemente. “Depois de um show assim, eu fico com tanta energia… às vezes nem sei o que fazer comigo mesma.” Tocou o próprio colo como se removesse suor, chamando atenção para a pele reluzente. “Homens como você, com tanta experiência… aposto que entendem melhor essas coisas.”

Robert pigarreou. "Imagina, eu apenas trabalho com papeis e números, vc que é uma estrela e tem poder sobre todos esses jovens."

“Mas eu ainda estou só começando, ainda sou tão inexperiente e tudo ainda é tão nova pra mim, ainda me sinto intimidade. Sabe, uma garota precisa de alguém que saiba guiar, que tenha… firmeza.” Seus olhos baixaram para as mãos dele, grandes e veias marcadas, e subiram de novo. “Você tem idade pra ser meu pai, Robert. Isso não te faz pensar em… como seria cuidar de alguém como eu?”

A tensão crescia aos poucos, cada frase um toque sutil, cada gesto uma provocação velada. Ela se aproximou mais, o joelho roçando o dele. “Eu estava aqui sozinha, tentando me acalmar… mas agora com você aqui, parece que a energia só aumenta.” Inclinou-se até o hálito quente tocar a orelha dele. “O que um homem como você faria com uma garota agitada assim?”

Robert cedeu. Puxou-a para um beijo faminto. Olivia correspondeu, gemendo baixinho enquanto ele tirava o vestido dela, revelando os peitos nus e a calcinha fio dental preta. Ela desceu devagar, abrindo a calça dele, tirando o pau grosso e latejante. “Mmm… tão grande, papai”, murmurou, lambendo a cabeça devagar, circulando com a língua quente antes de tomar na boca. Chupou lento no início, depois mais fundo, babando, gemendo vibrações enquanto olhava para ele. “Isso, papai… me deixa chupar você direitinho.” Alternava sucções profundas e lambidas longas na extensão, massageando as bolas, prolongando o boquete até ele gemer alto.

Depois ela se deitou no sofá, pernas abertas. “Me fode agora, papai… por favor.” Ele esfregou a cabeça na buceta molhada e empurrou devagar, enchendo-a. “Ah, papai… tão grosso dentro da sua filhinha”, gemeu ela, as unhas nas costas dele enquanto ele socava devagar, depois mais forte, o som molhado ecoando. Variava o ritmo: saía quase todo, entrava de novo, fazendo-a arquear as costas. “Mais forte, papai… me usa como você quiser.” Ela gozou uma vez, tremendo, apertando-o dentro dela.

Ofegante, virou-se de quatro, empinando a bunda. “Agora aqui, papai… bota no meu cuzinho. Eu preciso sentir esse pauzão arrombando meu cuzinho” Ele cuspiu na entrada apertada, esfregou e empurrou devagar. “Ah, papai… devagar, me abre devagar”, gemeu ela, mordendo o braço do sofá enquanto ele entrava mais fundo. Quando estava todo dentro, acelerou, socando com força, as mãos grandes apertando os quadris. “Isso, papai! Fode o meu cu! Mais forte, papai… eu amo ser sua putinha!” Chamava-o de papai a cada estocada, o prazer misturado à dor a levando a outro orgasmo intenso, o corpo convulsionando.

Enquanto isso, do lado de fora da porta entreaberta — que Olivia esquecera de trancar direito na pressa inicial —, Louis Partridge permanecia imóvel, escondido nas sombras do corredor escuro. Ele chegara de Londres poucas horas antes sem avisar, com um buquê de rosas brancas, querendo surpreendê-la após o show. Ao ouvir os primeiros gemidos suaves, aproximou-se devagar, espiando pela fresta. E congelou.

Sua namorada — a garota doce, talentosa, que ele beijava com ternura e chamava de “meu amor” — estava de quatro no sofá, sendo sodomizada por um homem grisalho com idade para ser pai dela. Robert segurava os quadris de Liv com brutalidade controlada, metendo fundo no cu apertado enquanto Olivia gemia alto: “Isso, papai! Me arromba mais! Seu pau é tão melhor que o do Louis, papai… me enche, papai!”

Louis sentiu o peito se partir em dois. Lágrimas quentes escorreram silenciosamente pelo rosto dele, o coração apertado em uma dor física, como se alguém tivesse enfiado a mão dentro do peito e torcido. A traição era absoluta, crua, irreversível. Ele queria entrar correndo, gritar, arrancá-la dali — mas as pernas não obedeciam. Os pés pareciam pregados no chão.

E então veio o pior: o tesão. Contra sua vontade, o pau dele endureceu dolorosamente dentro da calça jeans. A visão de Olivia — tão vulnerável, tão lasciva, os olhos semicerrados de prazer, a boca entreaberta gemendo “papai” sem parar — o excitava de uma forma doentia, profunda, que ele nunca admitiria em voz alta. Ele odiava aquilo. Odiava o corpo por reagir assim à própria humilhação.

Ele se encostou na parede fria do corredor, a respiração entrecortada, tentando se controlar. Mas não conseguia desviar os olhos. Via cada detalhe: o jeito como o pau grosso de Robert entrava e saía do cu dela, brilhando de saliva e lubrificação; a forma como a bundinha pequena, deliciosa e apertadinha de Olivia tremia a cada estocada; os gemidos dela cada vez mais altos, mais desesperados: “Goza dentro de mim, papai… me marca como sua filhinha safada, papai!”

Louis abriu o zíper devagar, a mão tremendo. Tocou o pau duro, masturbando-se em movimentos lentos, quase contra a própria vontade. Cada gemido dela era como um soco no estômago e, ao mesmo tempo, uma carícia perversa. Ele via Robert acelerar, grunhindo, as bolas batendo contra a buceta molhada dela. Olivia gozou de novo, o corpo inteiro convulsionando, gritando “Papai! Papai! Sim!” enquanto apertava o pau dentro do cu.

Louis gozou também, em silêncio, a porra quente escorrendo pelos dedos, misturando-se às lágrimas que pingavam no chão. O orgasmo foi violento, vazio, cheio de vergonha. Ele se sentiu sujo, traído, excitado e destruído ao mesmo tempo.

Robert gozou fundo no cu dela, enchendo-a de porra quente. “Boa garota”, murmurou, dando um tapa leve na bunda antes de se retirar. Olivia ficou ali, ofegante, porra escorrendo devagar do cu arrombado, um sorriso satisfeito no rosto. Robert se vestiu rapidamente e saiu, passando a centímetros de Louis sem notá-lo nas sombras.

Louis esperou mais uns dez minutos, limpando as mãos na calça, enxugando o rosto com a manga da camisa. Respirou fundo, forçou um sorriso trêmulo, pegou as rosas que havia deixado cair no chão e bateu na porta como se nada tivesse acontecido.

“Amor? Sou eu, Louis. Trouxe flores pra minha estrela.”

Olivia abriu a porta, o rosto corado, o cheiro de sexo ainda forte no ar, o vestido mal colocado. “Baby… que surpresa linda.”

Ele entregou as rosas, o sorriso forçado escondendo o inferno dentro dele. A dor da traição queimava, mas o tesão chocante, aquele desejo pervertido de ter visto tudo, permanecia como uma ferida aberta que ele sabia que nunca fecharia. Um segredo que o corroeria para sempre — e que, no fundo mais escuro da mente, o faria querer espiar de novo.

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