Carol saiu do banheiro enrolada na toalha, o cabelo molhado pingando nas costas, o cheiro de shampoo de morango preenchendo o quarto. Ela me olhou ali no chão, ainda pelada e ajoelhada, e deu um sorrisinho satisfeito, como se eu tivesse exatamente onde ela queria. “Levanta, corninha. Vai tomar seu banho também. A gente vai sair pra passear, mas antes você precisa estar limpinha...”
Eu levantei devagar, as pernas meio bambas, o rosto ainda quente do contato com a buceta dela. Ela me seguiu até a porta do banheiro, parou no batente e falou baixo, pra mãe dela não ouvir lá embaixo: “Antes do banho, pega o chuveirinho, abre bem a bunda e coloca a pontinha no cu. Deixa a água entrar até sentir o reto cheio, e solta no vaso. Faz isso quantas vezes precisar, até a água sair limpinha. Sem pressa, sem nojo. É pra ficar bem limpinho e relaxado lá dentro. Aí depois tu toma seu banho normal. Entendeu?”
Meu rosto queimou na hora. Eu nunca tinha feito isso antes. “S-sim senhora.” Será que ela ia masturbar meu cu com os dedos ou algo assim?
“Vai logo, não demora. E não se masturba aí dentro, hein? Tá proibida de gozar sem autorização.”
Entrei no banheiro, e fui cumprir a missão. Me curvei um pouco, abri as nádegas com as mãos trêmulas, e direcionei o jato morno direto no ânus. A sensação foi estranha pra caralho: quente, invasiva, algo entrando onde nunca entrou nada. Enfiei a pontinha, como ela mandou, e deixei a água fluir. Senti um leve desconforto, um formigamento esquisito, algo sendo mexido lá dentro... e quando soltei no vaso, saiu um monte de sujeira. Fiz de novo, e de novo, até a água sair limpa. Quando terminei, meu cu tava latejando levemente, sensível, e eu me sentia muito safada, como se tivesse fazendo algo proibido. Depois fui pro chuveiro, a água quente batendo no corpo ajudou a relaxar um pouco.
Voltei pro quarto embrulhada na toalha, o cabelo pingando, e a Carol já tava de pé perto da cômoda. Ela abriu uma gaveta, e de relance eu vi vários plugs e outros brinquedos eróticos, de silicone, metal e vidro, de tamanhos que pareciam impossíveis. Meu estômago gelou. Ela pegou um médio, de silicone preto, com base larga, e fechou a gaveta rápido.
“Tira essa toalha. Cara na cama, bunda pra cima, abrindo bem o cu com as duas mãos.”
Eu obedeci, coração na boca. Ela se ajoelhou atrás de mim, passou um lubrificante gelado no meu cu ainda úmido do banho, e começou a pressionar a ponta do plug devagar. “Relaxa, corninha. Respira fundo.” Senti a ponta encostando no cu. Ela foi forçando e logo começou a doer. “Vai relaxando, vou botar devagarinho”. Ela enfiava um pouco, tirava, e quando forçava de novo, entrava mais um pouquinho. Foi fazendo isso e eu fui aguentando ali, de cara no colchão, mantendo a bunda aberta com as mãos. Em determinado momento começou a doer demais, sentia o anel ardendo, como se a pele ali da entrada estivesse esticando tanto que fosse rasgar. Eu gemia de dor, baixinho pra mim mesma. “Tá quase passando a parte mais grossa, aguenta”, ela dizia. Eu não tava aguentando. “Carol, não vai dar, não abre mais que isso”. Falando firme, com um tom severo ela disse “Vai dar sim. Engole logo esse plug com o cu, anda.” e continuava forçando. “Caralho, tá arregaçando meu cu” eu disse por que sabia que ela gostava que eu falasse assim, e também por que era verdade. “Engole logo, tá quase passando a parte mais grossa”. Eu não sabia o que fazer, como “engolir”, então só fiquei ali aguentando a ardência e a agonia anal até que a parte mais grossa passou pelo anel e senti entrando e se acomodando no meu reto de um jeito desconfortável, pressionando tudo lá dentro. Senti uma agonia enorme, como se tivesse muito apertada pra ir no banheiro, mas sabia que não tinha nada ali dentro a não ser o plug. “Que negócio enorme, Carol, puta que pariu."
Ela riu, e virou a bunda pra mim levantando o vestido, como se nada estivesse acontecendo, me deixando ver que tinha algo ali alojado entre as nádegas dela. “O seu é pequeno comparado com o meu. Eu também tô usando um agora, bem maior.”
Ela secou o excesso de lubrificante do lado de fora e me ajudou a vestir a roupa — uma calcinha boxer tipo shortinho, uma calça jeans justa que apertava o plug a cada movimento, e uma de minhas camisas largas — e me olhou nos olhos. “A gente vai dar um passeio.” Eu engoli em seco, sentindo o plug se mexer a cada passo, e a impressão que eu tinha é que quem olhasse de fora saberia que eu tinha aquele tijolo alojado no cu. O passeio ia ser longo.
Saindo do quarto, cumprimentei a mãe da Carol, conversamos umas besteirinhas enquanto tomamos café da manhã, as três sentadas na cozinha, eu sempre consciente do volume imenso no reto e o anel do cu dilatado e ardendo, e logo Carol me chamou, dizendo pra mãe que a gente ia dar uma volta.
Carol foi em direção a porta, eu atrás dela tentando andar o mais normal possível, mas cada passo fazia o plug pressionar mais fundo, roçando em pontos que eu nem sabia que existiam. Senti uma pontada de agonia, vontade de ir no banheiro, misturada com um calor estranho, meu corpo se acostumando contra a vontade. A mãe da Carol ainda tava na cozinha, e gritou um “tchau, meninas!” enquanto a gente passava pela sala. Eu forcei um sorriso, respondi um “tchau, tia!” com a voz um pouco mais fina que o normal, e rezei pra que ela não percebesse que eu tava andando meio dura, como se tivesse algo preso entre as pernas.
Assim que a porta da frente fechou atrás da gente, Carol me olhou de lado e sussurrou: “Boa menina. Se o plug incomodar muito, aperta o cu e pensa em mim mandando você aguentar. Finge que tá tudo normal.”
A rua tava movimentada, fazia aquele solzinho de manhã de sábado, gente passeando, carros passando. Cada passo era uma tortura gostosa: o jeans justo apertava a base do plug, fazendo ele se acomodar mais fundo a cada movimento. Eu sentia o peso lá dentro, constante, me lembrando o tempo todo que meu cu agora tinha dona. Carol andava na frente, rebolando de leve, como se nada estivesse acontecendo, e eu atrás, tentando não gemer, tentando não deixar transparecer que tava com um plug enfiado no cu enquanto caminhava em público. Como ela conseguia andar tão naturalmente? “Carol, tu já usou esse plug perto de mim sem eu saber?” Ela deu aquele sorriso safado “Váaaarias vezes. Já tem uns seis meses que vou com o cu plugado pra escola quase todo dia.” Como eu nunca notei? Incrível como qualquer um que vê de fora nunca imaginaria que por baixo daquela fachada de inocência tem uma safada dessas. kkk “Onde você arruma essas coisas?” e ela meio que respondeu só com aquele olhar de “Onde você acha?” e eu saquei. Ele quem comprava pra ela. “Esse que você tá usando, eu usava no início. Hoje já não tem nem graça pra mim.”
Ela parou na esquina, virou pra mim e falou baixo: “Diz pra mim o que tá sentindo lá no cu.”
Eu engoli seco, olhei pros lados pra ver se ninguém tava perto, e sussurrei: “Tô sentindo ele me abrindo toda. O cu fica tentando fechar e não consegue. Tá ardendo, latejando... doendo um pouco, mas... mas tá me deixando molhada também.”
Ela sorriu, satisfeita, e continuou andando. “Boa. Agora vamos pegar sorvete”
Me servi dos meus sabores favoritos, e na hora de pagar ela falou só pra mim ouvir: “Deixa que eu pago o da minha namoradinha”, passou na frente e pagou o dela e o meu. Como eu não trabalhava e vivia sem grana, fiquei feliz com isso. Sentamos na mesa do lado de fora e ficamos jogando conversa fora, papo de amiga igual os que a gente sempre teve antes de tudo isso. Ela pegou minha mão por cima da mesa, e ficou fazendo carinho, apertando, deslizando os dedos entre os meus... me senti nas nuvens. Seria como nas minhas antigas fantasias românticas, não fosse meu cu estar entupido por um plug enorme. Tiramos várias fotos juntas ali na mesa, com sorvete na mão, várias poses fofas, e ela escolheu uma onde a gente tava grudadinha, bochecha encostando na bochecha, e colocou como plano de fundo no celular dela. Postou várias nos stories com coraçãozinho, marcando meu @ e me mostrando na hora. Aquilo tava incrível.
“Pergunta.” Ela disse sem mais nem menos. Eu olhei tentando disfarçar, como se não soubesse do que ela tava falando. “O que você quer saber dele?”
Eu pensei por um momento… “Ele... tipo... como vocês se conheceram?”
Carol deu uma risadinha baixa, daqueles risos que começam no nariz e vão crescendo devagar, como se ela estivesse saboreando o momento. Ela largou o celular na mesa, se inclinou um pouco pra frente, os olhos brilhando com aquela mistura de diversão e maldade que me deixava arrepiada.
“Na academia. Ele dá aula de artes marciais na mesma academia que eu faço balé. O cara é daqueles que parecem intocáveis, sabe? Sempre sério, formal, respeitoso... trocava no máximo um ‘bom dia’ ou ‘boa aula’ comigo. Eu achava ele um gostoso, mas nunca imaginei que rolasse algo. Até que um dia eu cheguei mais cedo e tava sentada no canto lendo “O Príncipe”, do Maquiavel, e ele passou, viu o livro e parou. Falou que era raro ver gente da minha idade lendo aquilo. Aí o papo engrenou. Livros, filosofia, exercícios, saúde, disciplina... ele nunca deu mole, nunca flertou, nada. Só conversa. Mas eu ficava babando, tipo ‘esse homem é perfeito’.”
Eu não aguentei: “E depois? Como rolou?”
“Quando fiz 18, mandei brincando: ‘E aí, mestre, o que você vai me dar de presente agora que sou adulta?’. Ele respondeu na hora: ‘Que tal eu te levar pra comer sushi no meu restaurante favorito?’. Fui, conversamos a noite toda... e no final, ficamos. Ele me levou pra casa dele e aí...” deu aquela risadinha safada.
Meu estômago revirou. “Ele fez tudo isso que você faz comigo?”
Ela apertou minha mão por cima da mesa. “Claro que não foi tudo de uma vez. Tudo foi acontecendo aos poucos, mas já na primeira vez deu pra sacar que ele era muito dominador. O toque agressivo, o jeito que fazia o que queria sem pedir autorização, me segurava pelo pescoço, pelo pulso... Eu fiquei derretidinha.”
Meu cu apertou o plug sem querer, e o ciúme veio misturado com o calor que subia entre as pernas. Eu fiquei ali, processando, sem conseguir perguntar mais nada na hora.
“Quer ver uma foto dele?” ela perguntou. “Me mostra”, eu respondi com a voz embargada.
E ela me mostrou. O cara era muito boa pinta. Cara séria, cabelo começando a ficar grisalho, que mesmo de qualquer jeito, como se não tivesse tempo ou vontade de arrumar, era muito bonito. Tava com uma camisa social branca, com os primeiros botões da gola abertos. Ele era forte, mas não “bombadinho de academia”. Era tipo... Um bandido russo de filme, um militar, um agente secreto, sei lá. Aquele jeito que parece que é indestrutível. Mal parecia ter uns 30 anos, mas pra dar uma diminuída no cara, falei “Tem o que, uns 35?” e ela “38”. Caralho.
O sorvete já tinha acabado. “Bora pra casa amor?” Ela me perguntou com aquele sorriso lindo, me tirando do transe. “Amor”. Essa é nova. Gostei. Quando me levantei, o plug se mexeu fundo de novo, deu aquela cólica me fazendo prender a respiração. Mas ela já tava me puxando pela mão, sorrindo como se fôssemos o casal mais normal do mundo.