Pessoal, esse é um outro conto que eu gosto muito e resolvi traduzir e adaptar para vocês!! Espero que se divirtam tanto quanto eu! (Vai ser mais curto do que o anterior, relaxem rs).
**Créditos:
- Autor: CraptainPlanet (Literotica)
- Nome original do conto (são duas partes não tão extensas no total): ONE THING LED TO ANOTHER (Chapter 1 and 2)
**Esta série vai girar em torno de provocação, então não espere sexo explícito acontecer rapidamente. Também envolve elementos de traição, então se isso não é sua praia, considere este seu aviso.**
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Lucas dividia o apartamento com sua namorada Beatriz antes dela ganhar a bolsa de pesquisa. Aquela bolsa significava que ela iria viver e estudar em Portugal por seis meses. O trabalho de TI do Lucas pagava bem pra caralho, mas não o suficiente para bancar sozinho o apartamento de dois quartos e um banheiro. Enquanto isso, a amiga do Lucas da faculdade, Bruna, teve seu divórcio finalizado mais ou menos na mesma época. Ela tinha casado com o namoradinho do ensino médio depois de ficarem indo e voltando durante a faculdade, e percebeu alguns anos depois o que a maioria dos amigos vinha sussurrando há tempos. Eles não combinavam e nunca iam combinar. Ele traiu depois que as coisas ficaram ruins, e eles foram de casados para separados. Agora divorciada, e tendo que se mudar depois que a casa foi vendida, Bruna precisava de um lugar para ficar.
Lucas ficou empolgado que a crise de moradia dele e da Bia poderia ser resolvida tão facilmente, mas Beatriz ficou bem mais dividida sobre a ideia. Lucas jurava que a paixonite de adolescente pela Bruna tinha morrido há anos (e ele realmente acreditava nisso), mas Beatriz às vezes pegava o Lucas dando uma olhada em outras mulheres. Ela sabia que isso fazia parte de estar num relacionamento (e ela certamente não desviava os olhos de algum gostoso que cruzasse seu caminho), mas isso era diferente de uma gata como a Bruna se mudar com ele em tempo integral.
Ela não estava errada em se preocupar. Lucas estava principalmente feliz por não ter que se mudar, mas uma pequena parte dele estava empolgada em ter a Bruna morando ali. Ele tinha se apaixonado por ela instantaneamente no dia em que se conheceram. O jeito que ela cheirava, o jeito que o cabelo castanho longo dela balançava e fluía cada vez que se movia, o jeito que os olhos azuis dela brilhavam quando ela sorria de lado, o jeito que a risada contagiante dela fazia o coração dele disparar... e claro o jeito que os peitos dela enchiam cada blusa que vestia e o jeito que a bunda redonda dela preenchia cada calça.
Nos anos desde então, ele tinha percebido que eles não combinavam para um relacionamento. Os hobbies e interesses deles quase não se sobrepunham. Mas ela sempre o tratou bem e ele não se importava de ter uma criatura tão linda no seu círculo social. Bruna, por sua vez, sempre o via como amigável e confiável, mesmo que ele fosse introvertido demais para ser um dos seus melhores companheiros de balada. Ela sabia que ele tinha tido uma queda por ela, e ficava feliz que ele conseguia ler os sinais o suficiente para não agir sobre isso.
Ver ele e a Beatriz ficando juntos tinha deixado ela feliz, mesmo que a Bia não fosse sua favorita. Não havia nada de errado com ela, exatamente, mas Bruna sentia que ela tinha realmente trazido à tona as partes do Lucas que tinham mantido Bruna desinteressada nele. Eles tinham se tornado caseiros totais enquanto namoravam, e ela não tinha visto muito o Lucas nos últimos anos.
Então tanto Lucas quanto Bruna estavam animados no dia da mudança, e o primeiro mês tinha passado com relativa facilidade. Bruna raramente estava em casa, preferindo passar seu tempo livre com as amigas, que ficavam mais do que felizes em reclamar com ela sobre as muitas falhas de todos os homens nas vidas delas. Lucas não se importava. Ele estava feliz em bancar o eremita enquanto a namorada estava fora do país e a Bruna mantinha tudo limpo.
Ele também conseguia vê-la com bastante regularidade, ainda que brevemente, pulando pelo apartamento em pijamas finos ou roupas de ginástica. Ele se masturbava constantemente. Ele e a Bia não tinham tido a vida sexual mais incrível do mundo, mas semana após semana sem contato físico tinha feito o nível de tesão dele ir de uma pequena fervura para uma panela transbordando. Ele achava que conseguia controlar, porém. Ele tinha ficado solteiro e sem sexo por mais de seis meses antes. Bruna também não estava nem um pouco preocupada. Lucas não era um objeto sexual para ela, mais como um irmão.
Mas tudo isso começou a mudar numa manhã de sábadoEles tinham saído na noite anterior para a festa de aniversário de um amigo em comum. Nenhum dos dois estava planejando beber muito, mas o aniversariante tinha insistido repetidamente em fazer shots com todo mundo, e eles tinham cambaleado de volta para casa juntos tarde e destroçados. Isso não era incomum para Bruna, mas era para Lucas.
"Lucas!"
Lucas piscou acordando. A luz do sol entrando pelas persianas finas estava forte. Forte demais.
"Lucaaaas!" Bruna gemeu do quarto dela.
"O quê?" Lucas resmungou.
Bruna gritou de volta algo que ele não conseguiu entender e ele gritou que não conseguia ouvir. Ela resmungou e saiu da cama. Estava no corredor antes de perceber que estava sem blusa. Ela suspirou e pegou uma blusinha do chão e vestiu. Ela debateu ir ao quarto dele só de blusinha e calcinha, mas decidiu que estavam reveladoras demais para usar na frente de um cara comprometido. Ela puxou um shorts de corrida e cambaleou pelo corredor.
"Vou pedir umas tapiocas pra gente e-" o coração dela parou na garganta quando viu Lucas. Ele estava usando apenas cuecas e o jeito que o sol brilhava no peito tonificado e peludo dele e nos braços sutilmente inchados era impossível de ignorar. Até o jeito que ele olhava para ela através da ressaca e do cabelo bagunçado era fofo. Às vezes ela o pegava numa certa luz onde ele parecia muito atraente, mas nunca tinha a afetado antes. Só a deixava feliz pela amiga. Mas não foi por isso que ela ficou sem palavras.
Não, foi o pau dele que tirou o fôlego dela. Ele subia ansioso para encontrar a manhã apesar do estado destroçado do dono. Estava tão ansioso para encontrar a manhã que tinha arrebentado pela abertura da cueca do Lucas. O sol da manhã tinha aquecido o Lucas, fazendo ele jogar o lençol para o lado enquanto dormia em algum momento antes, expondo sem saber a metade superior do seu órgão mais íntimo no seu estado mais íntimo para sua colega de apartamento.
O primeiro instinto da Bruna foi agir como se nada tivesse acontecido, não querendo constranger nenhum dos dois. Os olhos dela voltaram para o rosto dele, ela tossiu e continuou.
"E eu queria saber o que você queria."
"Você tá salvando minha vida," Lucas murmurou, jogando um braço sobre os olhos para bloquear a luz perfurante do sol. Ele teria preferido muito mais continuar olhando para Bruna já que podia ver que ela estava sem sutiã debaixo da blusinha fina, algo que ele raramente tinha um vislumbre, mas estava doloroso demais manter os olhos abertos no momento. Ele sabia que estava sem camisa na frente dela, mas já tinha ficado antes ao longo dos anos, então não se incomodou em se cobrir desta vez. Ele não tinha ideia do que mais estava mostrando, porém.
"O que eles têm?" ele perguntou.
"Uhhh," Bruna disse. Ela não estava tão de ressaca quanto o Lucas (ela tinha mais prática com festa), mas a mente dela não estava funcionando rapidamente antes do colega de apartamento mostrar o pau duro para ela. Ela queria essa interação terminada há um minuto, já que o constrangimento de segunda mão de tropeçar no colega de quarto meio nu era mais do que ela queria lidar. A pergunta dele finalmente registrou e ela leu as opções do celular. "Frango, carne, porco, ovo, camarão."
"Ummmm," Lucas disse, tentando forçar o cérebro a decidir. Com os olhos cobertos, Bruna não conseguiu impedir os olhos de descerem de volta para o pau dele novamente. A primeira olhada tinha dito a ela que estava ali, mas ela não tinha realmente olhado direito. O primeiro pensamento dela foi que era lindo. Alguns centímetros saíam pela abertura, e ela assumiu que a cueca escondia mais alguns. Não era o mais grosso que ela já tinha visto (ou tentado enfiar dentro dela), mas ela podia ver que era grosso o suficiente para fazer uma buceta animada sentir cada centímetro dele. Uma cabeça de cogumelo bulbosa coroava, abrindo o olho para o céu.
"Frango," Lucas finalmente disse.
"Valeu," Bruna disse, fechando a porta dele e saindo. Ela fez o pedido e correu de volta para o quarto, fechando a porta também.
O coração dela ainda estava acelerado da interação, e ela podia sentir um formigamento crescendo fundo no abdômen ao perceber que o pau do Lucas era o primeiro que ela via desde o do ex-marido. Ela não era nenhuma santa, e tinha tido sua cota de sexo casual antes do casamento. Mas o ex tinha se tornado um amante egoísta e pouco frequente durante o tempo juntos. Tinha estragado os sentimentos dela em relação a sexo com homens de verdade, e ela tinha passado o tempo desde a separação com homens de fantasia (com a ajuda do seu vibrador).
Ela caminhou com as pernas bambas de volta para a cama e deslizou para dentro. Quando tirou as roupas e pegou o vibrador, já estava pingando nos dedos ansiosos. O amigo de plástico zumbiu ganhando vida enquanto ela imaginava entrar no quarto do Lucas novamente e satisfazer cada desejo daquele pau lindo, duro e pulsante.
Lucas queria voltar a dormir, mas a bexiga recusou. Com um gemido, ele sentou e sentiu a ereção cutucar a barriga. Ele olhou para baixo para ver pela primeira vez que tinha arrebentado pelo portão. Ele estava empurrando de volta quando percebeu que a Bruna tinha acabado de estar ali.
O lençol estava fora da cama.
O pau dele estava de fora.
Bruna estava aqui.
Um buraco negro despencou pelo peito dele ao perceber o que tinha acontecido. Bruna viu o pau dele. Bruna viu o pau DURO dele. Bruna não era a namorada dele. Beatriz era.
BEATRIZ.
O coração dele acelerou. Bia tinha ficado apavorada de deixá-lo sozinho com ela por meses a fio e ele tinha garantido de novo e de novo e DE NOVO que nada ia acontecer. Agora um mês depois, e ele tá mostrando o pau pra ela? Ele pensou em ligar para ela naquele instante para confessar o que aconteceu, mas sabia que ela ia pirar. Nada tinha acontecido. Ele estava basicamente dormindo, porra.
Ele sabia que não tinha feito nada de errado, e não achava que precisava confessar algo que não era errado. E tinha quase certeza que a Bruna não ia contar pra ela. Ela e a Bia mal se davam bem por causa dele, ela não ia simplesmente contar que tinha visto o pau do namorado dela. A menos que... uma nova onda de ansiedade atingiu o Lucas ao perceber que a Bruna podia ter achado que ele mostrou de propósito. Ela não pareceu enojada nem nada mas ele não podia saber ao certo.
Ele queria se enrolar na cama e nunca mais sair, mas ainda tinha que mijar. Muito. Ele levantou e espiou pela porta. Vendo a porta da Bruna fechada, ele cambaleou pelo corredor até o único banheiro que eles compartilhavam e esvaziou a bexiga. Enquanto lavava as mãos, ele se xingou por não ter colocado mais roupa. Pelo menos a ansiedade matou completamente a ereção, ele pensou. Mesmo assim, ficou aliviado de ver a porta da Bruna ainda fechada quando saiu.
Ao se aproximar da porta dela, ele se moveu o mais silenciosamente possível. O constrangimento fazia ele querer desaparecer e ele achou que podia ouvi-la ao telefone, contando para alguém sobre o que aconteceu. A mãe dela, a amiga, Beatriz, a polícia. Alguém. Em vez disso ele só ouviu um som leve de zumbido. Ele tinha ouvido antes, mas nunca tinha pensado duas vezes sobre isso. Agora ele se perguntava... ela estava usando o barbeador elétrico dele ou algo assim? A verdade o atingiu como um caminhão. Ela estava se masturbando.
Bruna estava em outro planeta. Ela tinha ido de imaginar invadir o quarto dele para ele invadir o dela. Ele a quer há anos e agora simplesmente não aguenta mais. O Lucas da fantasia arranca a cueca, expondo o pau duro e pingando e exigindo que ela olhe o que ela faz com ele. Ela tenta se desculpar enquanto ao mesmo tempo abre as pernas, entregando o corpo para ele. Ele sorri de lado para a buceta pingando dela antes de montá-la e tomá-la como se ela fosse só dele.
Ela sentiu o orgasmo crescer na virilha antes de cair sobre ela como uma avalanche. Ela estava no controle o suficiente para lembrar que não estava sozinha em casa e tentou ficar quieta, mas a primeira onda do orgasmo arrancou um suspiro alto dela, seguido por uma série de grunhidos e miados menores. Finalmente terminou e o corpo dela ficou mole. De repente o zumbido do vibrador soou impossível de alto e ela desligou. Ela rezou para Deus que o Lucas não tivesse ouvido nada.
Ele tinha. Ele tinha ouvido tudo. Os suspiros orgásmicos e miados dela eram a coisa mais gostosa que ele já tinha ouvido e a ereção voltou com vingança. Ele ficou congelado no lugar até ouvir o vibrador desligar, então silenciosamente correu de volta para o quarto. Ele estava nu e se masturbando em pouco tempo.
Vergonha e culpa inundaram a Bruna enquanto os hormônios despencavam. Ela tinha visto o pau do seu colega de apartamento - não, do seu amigo próximo - e manteve segredo, usando como matéria-prima para as fantasias de masturbação. Pior ainda, ele tem namorada! Ela tinha sido traída e tinha jurado nunca ser parte de nenhuma traição não importa o quê. Claro, não era como se eles tivessem realmente traído nem nada. Ela tinha visto algo acidentalmente, e então se satisfez. Não era como se ele tivesse enfiado o pau na cara dela e então ela se masturbou em cima dele ou algo assim. E mesmo isso não era como se estivessem transando nem nada.
Ainda assim, ela estava menos do que empolgada. O que tinha sido uma situação de moradia simples, uma que parecia enviada do céu quando ela estava desesperada para encontrar um lugar acessível depois que o ex decidiu vender a casa, agora parecia instantaneamente mais complicada. Ela não teve muito tempo para se lamentar, porém, porque a campainha tocou. As tapiocas deles.
Ela rapidamente jogou um roupão e caminhou até a porta da frente. O roupão de seda era curto e fino, e ela podia sentir o entregador encarando o corpo dela enquanto procurava na bolsa pelo dinheiro para pagar. Ela finalizou a transação, largou a comida na mesa, então caminhou pelo corredor até os quartos. Ela gritou pela porta do Lucas que as tapiocas tinham chegado e então foi para o quarto trocar de roupa.
Ela considerou brevemente ficar no roupão. Ela tinha deixado o entregador vê-la nele, por que não podia deixar um dos seus bons amigos vê-la nele também? O formigamento na barriga voltou e ela sentiu os mamilos endurecerem com o pensamento. Olhando no espelho, ela os viu em plena atenção através do roupão fino. Ela podia muito bem marchar para o quarto do Lucas e pedir para ele inspecionar os mamilos dela.
Ela tirou o roupão e puxou o shorts de corrida de volta. Ela sabia que a calcinha ainda estaria molhada e não tinha nenhum desejo de vesti-la de novo, mas sabia que o shorts a manteria mais do que decente. Ela pensou um momento sobre colocar um sutiã, porém. Por um lado, ela ainda estava se sentindo cansada e de ressaca e realmente não queria prender as meninas se não precisasse. Por outro lado, ela tinha tentado manter um sutiã por perto do Lucas sempre que possível porque sabia o quanto as meninas adoravam balançar e rebolar quando deixadas sem restrições. Aparecer no quarto dele mais cedo para pegar o pedido era uma coisa, ficar por aí e comer junto era outra. Mas nesse ponto, ela estava cansada de se sentir culpada por não fazer nada de errado e queria se vingar do Lucas por interromper o fim de semana normal dela com a ereção grande dele, então ela só puxou a blusinha justa sobre o peito generoso e a barriga macia e saiu.
Lucas, enquanto isso, ainda estava se masturbando quando a campainha tocou. A mente dele estava tão excitada quanto nunca esteve, mas o corpo ainda estava lutando para seguir os comandos, então ele não tinha conseguido gozar ainda. Ele jogou um shorts de academia e uma camiseta e cambaleou para fora do quarto até a cozinha. Ele desembrulhou a tapioca e estava fazendo café quando a Bruna voltou.
Ela instantaneamente se arrependeu da falta de sutiã assim que fizeram contato visual. Ela podia sentir os peitos balançarem e oscilarem a cada passo e ver os olhos dele alternarem rapidamente entre eles e o rosto dela. Lucas estava tentando olhar nos olhos dela, ele realmente estava, mas estava excitado demais por ter ouvido ela se masturbar mais cedo para evitar o busto saltitante finamente coberto. Vê-lo conferindo o corpo dela fez ela formigar toda e ela não aguentou mais. Ela levantou um dos braços até o peito, segurando os seios.
"Desculpa, não quis colocar sutiã," ela disse, corando. Agora que tinha feito isso, ela sentiu que cobrir o peito foi a decisão errada, pois só trouxe mais atenção para ele.
"Relaxa," ele disse.
"Não é apropriado," ela disse. "Você tem namorada, eu não devia ficar me exibindo pra você."
"Eu quero que você fique confortável aqui, é a sua casa. Além disso, eu não tenho mais 17 anos, eu consigo me controlar perto de mulheres."
"Mesmo estando longe da sua namorada?" ela perguntou, pegando a tapioca e sentando do outro lado dele na mesa.
"Não é o ideal," ele admitiu. "Mas eu consigo me virar."
"Aposto que você tem se virado muito sozinho então," ela disse com um sorrisinho de lado.
"Eu te ouvi se virando sozinha essa manhã!" ele soltou antes de conseguir se parar. Ela congelou e o encarou de olhos arregalados, paralisada de constrangimento. Ele congelou um momento também antes de continuar, "E-Eu... Desculpa, eu estava voltando do banheiro e-"
"Meu Deus do céu," ela disse, largando a tapioca e cobrindo o rosto. A vergonha queimava forte dentro dela.
"Quer dizer, é... de boa. Todo mundo faz," ele disse, desesperado para fazê-la se sentir melhor. "E você não está errada. Eu tenho tido que realmente me virar sozinho recentemente."
"Eu sei, eu sei, ainda estou tão envergonhada que você me ouviu," ela disse, se acalmando. "Eu não fiquei com ninguém desde meu ex, então eu posso me empolgar às vezes."
"Somos colegas de apartamento, então ia acontecer eventualmente," ele disse.
"Bom, já que estamos confessando acidentes de colegas de apartamento, acho que devo admitir que vi seu pau quando te acordei mais cedo," ela disse. Saiu antes que ela pudesse parar, mas pareceu bom tirar isso do peito. A chama branca e quente de vergonha explodiu dentro do Lucas da mesma forma que tinha explodido dentro dela.
"Foi-foi um acidente. Juro," ele disse.
"Ah, tenho certeza que foi," ela disse, exibindo o sorrisinho de lado que deixava o Lucas louco. "Não aguenta ficar um mês sem mostrar seu pau pra alguma coitada, então resolveu jogar na minha cara."
"Se é pra ser assim, eu estava fazendo um favor," ele retrucou. "Com a rapidez que você teve que se foder depois que viu."
"Não é... Eu não estava," ela disse. "Ajuda se masturbar quando você tá de ressaca. Limpa as teias de aranha."
"Tô só zoando," ele disse, sorrindo. Mas lá no fundo, ele não estava.
"Você é impossível," ela disse, revirando os olhos. Eles nunca tinham zoado um com o outro assim antes, e ela tinha que admitir, tinha deixado ela toda agitada. Ela tinha ficado confortável com a dinâmica de poder deles antes, com a paixão não correspondida dele por ela. Tudo isso seria perturbado se ele achasse que ela tinha se masturbado pensando nele. Não importava que fosse verdade, ele não era pra saber.
Enquanto dava outra mordida na tapioca, ela notou o Lucas encarando ela. Ela abaixou, mas ele continuou encarando onde tinha estado. Ela olhou para baixo e viu o porquê. A mente dela podia estar irritada com a zoação dele, mas o corpo dela amou, e os mamilos duros como pedra estavam anunciando para o mundo. Ela tinha vestido a blusinha porque era mais grossa que o roupão, mas não era nem de perto grossa o suficiente para obscurecer os mamilos agora.
Ela engasgou e imediatamente jogou o braço de volta sobre o peito. Lucas entrou em pânico porque sabia que foi pego encarando. Ele decidiu que o melhor ataque seria um bom contra-ataque.
"Acho que você realmente gostou dessa tapioca," ele disse.
"Ah há há," ela cuspiu. "Aposto que você tá escondendo a menor ereção do mundo debaixo da mesa."
Lucas congelou. Não porque ela estava certa. Não totalmente certa, pelo menos. Ele estava escondendo a ereção debaixo da mesa, mas era provavelmente a maior que ele já tinha tido. Ele se xingou por tentar zoar mais com ela. Agora ele estava exposto como um tarado imenso. Ele decidiu que seu único caminho era negar.
"Não. Não estou."
cold coffee, warm LO, I can't lose him!
***
"Mostra," ela disse, cruzando os braços sobre o peito. Isso manteve os mamilos duros totalmente cobertos, mas esmagou os peitos juntos, fazendo uma longa linha de decote estufar pelo topo. Lucas engoliu seco e tentou não olhar. Ele falhou, e ela viu ele falhar e sorriu.
"Não vou mostrar meu pau," ele disse. "É inapropriado."
"Eu já vi essa manhã," ela disse. "Pelado. Se você vai me zoar por estar animada com minha tapioca, você tem que me provar que não está tão excitado quanto."
Lucas pensou um momento. Ele tinha estado mandando o pau murchar desde que ela o desafiou pela primeira vez, mas a ideia de mostrar a excitação para ela era demais e continuava duro como sempre. Ele percebeu que se tentasse enrolar muito mais tempo, teria que mostrar uma mancha de pré-gozo no shorts também.
"Beleza," ele disse, levantando. "Mas só porque terminei de comer."
Ela não tinha certeza do que veria, e ficou chocada com o quão gráfico a virilha dele realmente parecia. Ele não estava usando cueca e a ereção se projetava para fora e para cima com quase nenhuma resistência do shorts fino de academia. Ele pegou o lixo e caminhou até a lixeira, a ereção balançando a cada passo. Ela encarou, queixo caído, até ele passar atrás dela.
[…]
Continua!
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