Ruivinha capitulo 22

Da série Ruivinha
Um conto erótico de henrique casado
Categoria: Heterossexual
Contém 602 palavras
Data: 30/01/2026 16:29:24

Paulo pegou o cheque com as mãos levemente trêmulas. A humilhação de ser um "prestador de serviços" era combatida pelo ego inflado de saber que ele era o único capaz de dar a Aline o que o dinheiro de Henrique não comprava: a brutalidade crua.

— Entendi o jogo, Henrique — disse Paulo, guardando o cheque. — Se você quer assistir ao show, eu vou te dar a melhor performance da sua vida.

Henrique sorriu, satisfeito.

— Ótimo. A partir de agora, não haverá mais motéis de beira de estrada. Aline merece o melhor, e eu quero que a técnica seja impecável. Vá para casa, Paulo. Aline estará na academia amanhã. Faça-a sentir o peso da sua autoridade... agora que você sabe que tem a minha bênção.

Na quinta-feira, o clima na academia era de eletricidade pura. Aline chegou sabendo de tudo. Henrique havia contado cada detalhe do encontro no Batel durante a noite, enquanto a possuía com uma ternura que contrastava com o que estava por vir.

Paulo a chamou para a sala de musculação, mas não houve palavras. Ele a levou direto para a sala de lutas, o lugar onde tudo começou com Caio. Ele trancou as portas.

— Seu marido é um homem muito generoso, Aline — rosnou Paulo, segurando-a pela nuca com uma força que a fez arquear as costas. — Mas ele não pagou apenas para eu te comer. Ele pagou para eu te treinar.

Desta vez, Paulo montou um esquema de câmeras profissional. Ele queria que Henrique visse cada gota de suor, cada contração muscular. Sob a luz forte do ringue, ele a despiu com uma frieza de quem lida com um objeto de estudo.

Aline estava em êxtase. Saber que seu marido estava assistindo com o aval do seu amante criava uma tensão psicológica insuportável. Paulo a forçou a realizar exercícios exaustivos nua — agachamentos profundos, flexões — até que o corpo dela estivesse brilhando de suor e exaustão.

— Agora, a recompensa — disse Paulo.

Ele a colocou de joelhos no centro do ringue. A cena lembrava o vídeo anterior, mas havia uma diferença: Paulo agora sabia que era um ator. Ele a possuiu com uma raiva contida, querendo provar para si mesmo e para Henrique que, embora o empresário tivesse o dinheiro, ele, Paulo, tinha o controle do corpo dela.

O final foi coreografado para o deleite de Henrique. Paulo a colocou em uma posição de submissão total, com o rosto pressionado contra a lona do ringue. Ele a castigou com palmadas rítmicas até que a pele estivesse num tom de carmesim que combinava com os cabelos dela.

Quando ele chegou ao limite, não houve hesitação. Ele descarregou tudo sobre as costas e o pescoço de Aline. Ela se virou, recolhendo o sêmen com as mãos e espalhando pelo próprio peito, olhando diretamente para a câmera principal com um sorriso que dizia: "Você está gostando, meu amor?"

Naquela noite, algo inédito aconteceu. Henrique convidou Paulo para jantar em sua mansão. O empresário queria apertar a mão do homem que cuidava tão bem dos desejos de sua esposa.

Paulo chegou à mansão e foi recebido por Aline, que usava um vestido de gala, mas não usava calcinha — um segredo que ela fez questão de sussurrar no ouvido de Paulo assim que ele entrou. Henrique os esperava com charutos e um vinho raro.

— Um brinde — disse Henrique, levantando a taça. — À beleza da submissão e à eficiência do seu trabalho, Paulo.

Paulo olhou para o casal. Ele percebeu que, em Curitiba, não havia mais regras morais, apenas o prazer absoluto. Ele era o amante oficial, pago e aprovado, de uma das mulheres mais desejadas da cidade.

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