O corno reprimido - O fim

Um conto erótico de mathtrib96
Categoria: Heterossexual
Contém 1447 palavras
Data: 30/01/2026 15:52:36

Antes de iniciar leia a parte 1

O jogo atingiu um nível de audácia que o marido já não conseguia mais processar sozinho. Ele precisava de mais. Semanas após o churrasco, ele me confessou que ela passava por uma fase de muito estresse no trabalho e estava tomando um ansiolítico forte para conseguir apagar à noite. "Ela dorme como uma pedra", ele digitou, "nem se um caminhão passasse no quarto ela acordaria". A sugestão estava implícita, e eu apenas a materializei: eu queria entrar no quarto deles.

O plano foi executado, e em uma oportunidade de noite chuvosa. Ele deixou a porta lateral aberta. Entrei na casa que agora eu já conhecia, mas o silêncio da madrugada dava ao ambiente uma aura de sacrilégio. O marido me esperava no corredor, trêmulo, segurando um copo de uísque. Ele me conduziu até a porta do quarto principal e a abriu apenas o suficiente para eu passar.

​O cheiro de flores — aquele perfume de "mulher de família" — estava impregnado no ar. Ela estava deitada de bruços, o rosto sereno enterrado no travesseiro, os cabelos espalhados. O efeito do remédio era visível na sua respiração pesada e rítmica. Ela usava uma camisola de seda clara que, com o movimento do sono, tinha subido até a metade das coxas, revelando a curva generosa de sua bunda e as marcas discretas de celulite que só a faziam parecer mais real e desejável.

O marido encostou a porta e ficou parado em um canto escuro do quarto, assistindo a tudo com uma respiração curta e ruidosa. Eu não perdi tempo. Aproximei-me da cama e, com uma lentidão calculada, levantei a camisola dela um pouco mais.

Meus dedos roçaram a lateral daquela bunda macia, sentindo o calor do corpo dela. Eu sabia que ela não acordaria, e essa certeza me deu a liberdade de ser cruel na minha vontade. Tirei meu pau para fora, já latejando e completamente úmido, e o posicionei a centímetros do rosto dela. Enquanto o marido observava de longe, eu comecei a me masturbar, fazendo questão que o som do atrito da minha mão fosse a única trilha sonora do quarto.

​No ápice do tesão, eu não segurei. Apontei para o pescoço e para as costas dela. Os jatos de porra caíram quentes sobre a pele da "mulher certinha", escorrendo pela seda da camisola. Ela soltou um suspiro profundo no sono, mas não abriu os olhos. O marido, vendo minha porra sobre o corpo da esposa adormecida, desabou em um choro silencioso de excitação e pavor, masturbando-se furiosamente no canto do quarto.

​Antes de sair, peguei o lençol e, com uma calma sádica, cobri o corpo dela, deixando a sujeira ali, secando sobre ela até o amanhecer. Ela acordaria, tomaria seu banho matinal e seguiria para a concessionária sem nunca imaginar que tinha sido marcada pelo "colega" do marido durante a noite.

​A adrenalina daquela noite nos manteve em êxtase por semanas, mas o excesso de confiança é o pai da ruína.

A confiança que o marido depositava em mim havia se tornado uma forma de vício. Ele já não se satisfazia apenas com as fotos ou com a minha presença; ele precisava sentir o peso da minha autoridade de forma concreta. Em uma tarde em que a esposa havia saído para o salão e a filha supostamente estava na biblioteca da faculdade, ele me chamou até a suíte do casal.

​O ambiente era o ápice da sua vida "certinha": fotos do casamento na parede, o perfume dela no ar, a cama impecavelmente arrumada. "Eu quero que você sinta que manda aqui", ele sussurrou, a voz falhando. Eu decidi que aquele era o momento de cruzar a última fronteira possível.

O silêncio da suíte era absoluto, quebrado apenas pelo som do ar-condicionado. O marido estava sentado na beirada da cama, com o tablet nas mãos, passando as fotos que ele havia tirado dela naquela manhã, enquanto ela se vestia para o trabalho. Eram fotos cruas: ela de costas, abotoando o sutiã, a marca do elástico da calcinha vincando a pele macia do quadril.

Eu peguei o tablet da mão dele com brusquidão e me sentei na poltrona de couro dele, bem à sua frente. Comecei a me masturbar com uma fúria que eu ainda não tinha sentido. Olhar para aquelas fotos — o rosto dela de perfil, com aquele olhar distraído de quem não sabe que está sendo devorada — misturado ao cheiro do travesseiro onde ela dormia, me levou ao limite.

Minha mão subia e descia pelo meu pau, que latejava tanto que eu sentia o sangue pulsar na ponta dos dedos. Eu não olhava para o marido; eu olhava para a imagem daquela "mulher de família" sendo exposta. O tesão era tão violento que o voyeurismo já não bastava. Eu precisava humilhar a linhagem daquela casa.

​Num impulso súbito, sem planejar, parei a mão. Olhei para o marido, que me encarava hipnotizado, com a respiração curta. "As fotos são ótimas," eu disse, com a voz rouca, "mas eu quero que você sinta o gosto de quem possui a sua mulher."

​Antes que ele pudesse processar, segurei-o pelo colarinho da camisa e o posicionei de joelhos entre as minhas pernas. O choque no rosto dele foi nítido, ficou sem reação e seguiu meus comandos. Ele é um homem que nunca desejou outro homem, um heterossexual convicto cujo único desvio era o fetiche de ver a esposa com outro. Mas ali, sob a pressão do meu comando e o cheiro do meu sexo, a barreira ruiu.

​A hesitação dele era palpável. Ele olhava para o meu pau, coberto pelo lubrificante natural e pulsando a centímetros do seu nariz, como se estivesse diante de um abismo. O suor brotou na testa dele instantaneamente.

​"Abre a boca," ordenei, apertando meus dedos no couro cabeludo dele.

​Vi ele engolir seco. Ele fechou os olhos com força, como se quisesse apagar a própria identidade. Quando os lábios dele finalmente tocaram a cabeça, ele tremeu por inteiro. O contraste era brutal: a mão dele, que assinava contratos importantes, agora agarrava o braço da poltrona para não cair, enquanto ele começava a envolver meu pau. A inexperiência dele tornava tudo mais excitante; o jeito travado, os dentes raspando de leve por puro nervosismo, o som abafado de quem está prestes a sufocar, mas não ousa parar. Eu o forçava a ir mais fundo, sentindo o calor da garganta dele, transformando o provedor daquela família em um mero depósito para o meu tesão acumulado pela esposa dele.

Eu estava a segundos de gozar, com a cabeça jogada para trás, quando o som da porta se abrindo cortou o ápice como uma lâmina.

​A filha estava ali. A mochila escorregou do ombro dela e bateu no chão com um baque surdo que pareceu um trovão no quarto silencioso. O rosto dela passou do cansaço ao horror em uma fração de segundo. Ela viu o pai — o homem que ela respeitava acima de tudo — naquela posição de submissão absoluta, servindo a um estranho no próprio quarto onde ela foi concebida.

​O marido se afastou com um solavanco, engasgando, limpando a boca com as costas da mão em um gesto de desespero animal. Ele tentou dizer algo, mas o que saiu foi apenas um som gutural de vergonha.

​A filha não disse nada de imediato. Ela apenas recuou, os olhos cheios de lágrimas de puro nojo, fixos na mancha de saliva e desejo que marcava o rosto do pai.

Ela deu dois passos para trás, a expressão de choque se transformando em uma máscara de frieza. Antes de sair correndo, ela disse apenas uma frase, que selou o destino daquela casa:

​"Se você encostar na minha mãe com essa boca... eu mato você. E se ela descobrir o que você é, a culpa vai ser sua por ter deixado esse lixo entrar aqui."

​Ela bateu a porta. O marido começou a hiperventilar, escondendo o rosto nas mãos, soluçando sem emitir som. A dinâmica de "macho e corno" havia sido destruída pela realidade brutal de uma filha que perdeu o pai naquele instante.

​Eu me recompus, fechei a calça e olhei para ele uma última vez. Ele ainda estava lá, quebrado, no chão do próprio quarto. Eu saí da casa em silêncio. Sabia que a esposa nunca saberia — a filha guardaria esse segredo como uma arma ou como uma ferida para proteger a mãe — mas a minha diversão ali tinha chegado ao fim. Eu tinha destruído o orgulho do homem, profanado a esposa e, por fim, incinerado a imagem do pai.

Foi assim o trágico fim com essa família, depois do trauma ainda sigo com meu desejo insaciável por casadas. Instagram para contato: @mathtrib96

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