Do pedido de perdão ao jugamento

Um conto erótico de Subcrys
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1979 palavras
Data: 04/01/2026 17:03:43
Última revisão: 04/01/2026 18:51:01
Assuntos: Sadomasoquismo

Resposta da Casa

Em 13 de Maio dia de Aniversário da Dra R, enviei-lhe mais uma mensagem de parabéns, e como já tinha feito no natal e Páscoa passadas, reforcem que o meu pedido de perdão ao Sr.Eng. FC, mantém-se, assim como a minha posição humilhada de me colocar ao dispor, para qualquer castigo ou punição que me queiram aplicar. Na altura disse-me para não pressionar, deixar que com o tempo as coisas se alterem minimamente. Eu prometi que não iria pressionar. Apenas deixei o meu pedido em aberto.

Agora depois de alguns meses, recebi uma nova mensagem, vinda do telefone da Dra R. Assim que vi a mensagem no meu telefone, fiquei ansioso(a) por ver se era algo relacionado. Nem mais. Desta vez a mensagem é até curta mas tem um anexo, no corpo da mensagem diz, Boa tarde Riu, espero que esteja tudo bem contigo, O FC falou comigo e chegou à conclusão que deve ser feita alguma coisa. A família precisa estar minimamente dialogante. Ele manda que estejas no dia 30 de Agosto, ás 19 horas em ponto, junto à nossa porta de casa. Manda uma mgg à

chegada. Tens instruções no documento que enviamos em anexo.

Abro o anexo, fico um pouco em pânico…

30 de Agosto de 2025 – Instruções para pedido de perdão, do réu, Rui ao Exmo Sr. Engenheiro, FC

1 Chegar pontualmente à hora marcada, nem segundos antes nem depois.

2- Ao entrar no prédio, logo no RC, diriges-te à garagem e lá abres a porta de trás, do Renault, lá encontras o necessario para poderes subir ao nosso apartamento no 3°andar. Adiantando já, para não haver dúvidas, déspes toda a roupa que trazes, inclusive sapatos e meias. Vestes-te conforme indicado o veículo. Em seguida, antes de subires, vais assim, conforme te ordenei, com esse equipamento, voltas ao teu carro, deixas as tuas roupas, e então depois, tocas à nossa campainha e aguardas que autorizem a tua entrada no prédio.

Depois de dada a autorização, sobes e segues novas instruções. Estão colocadas na nossa porta de entrada.

Depois de uma mensagem assim, como farei para esperar as 72 horas que faltam..Já só me imagino, completamente humilhada ajoelhada a implorar o perdão daquele SENHOR ALTIVO, Um autêntico MESTRE de B…

Chegou o dia 30 dirijo-me a casa C 19 horas em ponto envio SMS apenas digo estou aqui à vossa disposição.

A porta abriu, eu já a saber que tinha que me dirigir até ao carro da Dra R, percorro esse caminho, e lá está o Capur. Abro a porta e lá dentro tem uma caixa de cartão, no interior, do mesmo, percebo que se trata de um uniforme de empregada doméstica, um daqueles vestidos de saia curtíssima um grande decote e nas costas totalmente aberto até à cintura. Nem cuecas nem meias, mas unmas sandálias mesmo a combinar, salto algo estável, mas com dez cm no mínimo. Eu rapidamente troquei a minha roupa por aquela, meio envergonhada, vou até ao meu carro para poder deixar as minhas roupas, também para cumprir as ordens. De cabeça baixa lá fui e voltei para a porta do prédio, e apressei-me a tocar a campainha, claro que me vão fazer esperar, de certeza que alguem me vai ver aqui, assim. Sem dúvida. Vejo que está a chegar uma carrinha branca, era do meu sogro… vinha ele e a Dona L, chegaram à porta e Dona L fez questão de olhar bem para mim e fazer um ar de gozo e disse, mas que empregadinha é esta que aqui está.. e hum hum hum… Meu sogro estava pasmado, não saberia de nada, mas Ela sabia de certeza. Ali fiquei, eles subiram, chegaram mais umas pessoas que igualmente me humilharam com sorrisos e palavras de escárnio… recebo uma mensagem da Dra. R. Ajoelha-te aí no primeiro patamar, para que todas as pessoas que passem , vejam bem o espetáculo que está a decorrer. Quero que de joelhos no chão e maos atrás da nuca, te incline para a frente e fiques de testa no chão, e com esse lindo rabo empinado.

Daquele modo estava completamente exposta ao mundo, humilhada e ainda a aguardar por qualquer coisa que me quisessem fazer, estava proibida de me mexer… continua antes de subir… agora ouço passos atrás de mim. Mais uma humilhação, e que humilhação, só dizem, vai dar para as três e sou penetrada de uma vez, sem qualquer preparação. Apenas soltou um gemido e deixo, que poderia eu fazer… percebi que eram três Senhoras, uam de cada vez, enrabaram-me e depois pegando na minha cabeça, fizeram com que lhes lambesse os sapatos, cuspiram nos próprios pés e mandaram que limpasse tudo com a língua, camaram-me cadela, puta, etc. Entretanto a noite caía, e no meu telemóvel já havia uma mensagem da Dra R, essa mensagem tinha sido enviada propositadamente no momento em que aquelas senhoras me sodomizaram. Passaram 70 minutos, era a mensagem que me chamava para cima, para que subisse ao terceiro andar, e já ia dizendo, tens um minuto para estar aqui à porta, não são tolerados atrasos…meio desfeita de tanta brutalidade sofrida ali mesmo à porta de um prédio. Reparo agora que toda a vizinhança está à janela a apreciar a minha dor e humilhação. Corro para a porta do prédio. Toco na campainha…

No intercomunicador ouço um barulho a porta de entrada abre-se, ouço uma voz que diz, sobe!! Eu completamente a tremer, as pernas até pareciam ter mais cem quilos cada uma, subo com muito esforço até ao terceiro andar. Finalmente estou à porta. Avisto um envelope com a inscrição, instruções, pendurado na porta do apartamento. Retiro um papel de dentro do envelope e começo a ler. “ O que acabaste de ter, foi uma mini amostra de tudo o que vem já a seguir.

Volta-te para trás e bate aí nessa porta em frente. Assim o fiz, passados alguns momentos, aparece uma senhora com uma caixa na mão, diz-me – De joelhos! Já tal como fizeste na rua. Coloquei o rabo bem empinado, sou vergastada com algo semi-rigido… 10, 15, 30… e colocam-me um plug, a seguir saberemos que tipo de plug é…. – Vai!!! Voltei-me e encontro agora a porta da casa da Dra, aberta para trás. Ninguém à vista… fico ali na pedra da porta, solicito licença para entrar, vindo da cozinha, aparece quem eu mais temia, O DONO da casa, provavelmente já estava a preparar-se para ser DONO, desta empregada vintage que agora está ali, de joelhos a aguardar, anciosamente humilhada.

Quase dois anos após a ultima visita a esta casa, hoje não propriamente visita, hoje vim para implorar perdão, quando até sei que apenas o estou a fazer, e principalmente a aceitar a condição de escrava, perante alguém que se diz muito magoado pelo que , principalmente eu terei falado dele. Vim e obedeci a tudo o que estava nas instruções. Fica imediatamente demonstrada a minha posição perante alguem que se julga Superior a mim. Eu só aceitei e aceito tudo isto, pelo que voluntariamente deixei que me dominarem por completo. Sem reservas, sem vontade própria. Neste momento é este Sr. Que decide tudo em mim. Se ando ou rastejo, se bebo ou fico com cede, se simplesmente poderei respirar ou morrer…

FC- Então sua vadia! O que esperas? Fecha a porta e aproxima-te, ele com um copo de vinho na mão esquerda, na direita segurava uma vara de bambu, com cerca de 120 a 140 cm… assim que chego ao Seu alcance, inicia de imediato um espancamento tao intenso que logo nas primeiras vergastadas eu desfaleço.

Não sei quanto tempo depois, não terá passado muito, sou despertada com ruido de correntes, que preso pelos pulsos, o meu corpo é levantado lentamente, até que fico quase totalmente suspensa, apenas as pontas dos dedos dos meus pés conseguem tocar levemente no Chão. Qualquer toque no meu corpo, o faz balançar. Para subir o nivel de humilhação e dor, começo já com os mamilos presos com fortes molas e uma corrente a ligar as duas, corrente com um peso bem considerável, não fossem duas molas fortes e com boas garras a amar cada mamilo, facilmente esta cairia por terra, contrariamente, este conjunto, torturava-me, puxando a pele em direcção ao solo, eu tentava pôr tudo não me manifestar, mas a dor era tanta, a tesão também. Pois ter os mamilos torturados, é certamente um dos poucos prazeres aliados à dor e extrema humilhação. Gemia baixo, novamente o Sr, aproxima-se e agarra a corrente balançando-a um bocado e provocando mais dor, dá um ligeiro puxão, mantem a corrente esticada, eu delirou de dor e estranho prazer… deixa que a corrente volte ao seu arco, quase desmaio novamente, soltou um grito, ainda que abafado. Sou de imediato esbofeteada, uma série de bofetadas daquelas maos fortes, e a repreensão, quem te permitiu gritar? Vou tapar-te a matraca, desceu consideravelmente o meu corpo, estava agora com os joelhos a roçar o chão. FC tira seu membro para fora dos calções e ordena, engole, lambe e xupa, quero movimento, vou foder essa boca de escrava submissa. Vais fazer-me vir ou desfaço-te toda… eu começo então um boquete como faz uma apaixonada ao seu amante, desliso a boca dento e fora deixo que entre pela garganta, com treino já quase não me engasga. . Torço a lingua para aumentar o aperto, lambo com todo o esmero aperto a cabeça entre os meus lábios… até que noto a Sua respiração a ficar mais ofegante… vou me vir diz Ele. Vais engolir tudooo, certamente pois é mais um dos meus prazeres de escrava… mantive o esperma dentro da boca . O Sr. Quer ver a quantidade e a minha humilhação ali a escorrer pelos cantos da boca… engole agora, e rapidamente o fiz depois ainda deu tempo de lamber o que escorria, bem como voltar a colocar aquele mastro na minha boca, tinha que o limpar por completo, além de que assim também provocava Nele, uma suave massagem, preparando-o assim para uma segunda vez, ou para me penetrar por de trás em seguida.

FC- passaste no primeiro teste, escrava! Mas ainda nem começou…

DONA L, que faz o gesto com a cabeça, para que eu entre. Na mesma posição desloco-me um pouco, Dona L diz- fecha a porta e vem limpar-me. Tenho oas minhas sandalias cheias de pó e estou tao transpirada, despacha-te a lamber, anda!

Descalça-me a esquerda, lambe todo o piso, estava completamente cheio de uma goma pegajosa e com algum cheiro de chulé, era como uma anestesia, para mim. Lambi a sandalia toda, nunca tinha lambido tanta goma… -agora o pé, lambe a sola toda, entre os dedos, quero tudo limpo, isso! Ainda falta o direito, e claro que fiz exatamente o mesmo com o direito.

Agora coloca-te de quatro, deu-me uns 20 golpes de palmatória e disse – Transporta a tua Matriarca até à sala de audiências do tribunal que te vai julgar.

E assim foi, eu completamente nua, exceto o cinto e o plug, com a Exma Matriarca.

Sentados no Trono estavam, a Dra R e o Sr. Engenheiro. No sofá estavam as filhas, mais atrás, numa cadeira estava o sub Ln … deixei a Matriarca, sentou-se, agora num cadeirão. Dali disse, finalmente temos um cobarde que tanto prejudicou a imagem do meu querido genro, um filho para mim. Aqui o têm.

Comece o julgamento.

Dra R – permaneces de joelhos até ordem em contrário. Vamos chamar-te escrava, ou cadela. Sabes quanto tempo chegaste atrasada? 75 minutos. O Sr. Engenheiro vai sugerir os castigos pelo atraso.

F – 75 minutos vão corresponder para já a 75 chicotadas, 75 golpes de palmatória, 75 vergastadas com vara e finaliza com 75 acoites. Chicotadas bem ásperas…

Ficam para depois. Agora vens comigo a casa de banho. Vais saber o que é preciso para te perdoar. Vou destruir alguma restea de orgulho que ainda exista em

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