>> Sinuca no Réveillon <<
Davi terminou de pentear o cabelo e desceu enquanto Beatriz ainda estava no chuveiro. Ele não tinha dormido bem, tendo sonhos perturbadores sobre a esposa e o irmão a noite toda. Ele beijou a esposa dando bom dia e notou que ela parecia exausta, como se também não tivesse dormido bem.
Ele desceu para a cozinha e serviu café, Caio estava sentado à mesa lendo a seção de esportes do jornal da manhã usando apenas calça de moletom. Os olhos de Caio estavam vermelhos, mostrando que ninguém tinha dormido naquela noite.
Davi tomou um gole do café e olhou pela porta de vidro deslizante, sobre as casas dos vizinhos para o horizonte de São Paulo à distância. Ele ajustou os óculos no nariz e juntou coragem se erguendo para sua altura completa, que ainda era trinta centímetros menor que Caio. Davi se virou e olhou para o irmão lendo o jornal quieto. "Caio," ele disse. O irmão apenas grunhiu em resposta, sem tirar os olhos dos placares de ontem.
"Eu quero que você saiba que considero seu comportamento de ontem à noite nojento e imoral. Se você ousar fazer qualquer coisa parecida de novo, vou pedir que você vá embora."
Caio não conseguia acreditar nos ouvidos. O frouxo tinha realmente enfrentado ele e por uma fração de segundo ele ficou orgulhoso do irmãozinho. Davi estava claramente nervoso e tremia enquanto repreendia o irmão muito maior. Caio nunca se arrependeu de nada que já fez e tentou imaginar como era se sentir arrependido. Quando achou que tinha conseguido, ficou com uma expressão triste e apologética no rosto. "Desculpa Davi. Eu sei que posso ser um babaca e o comportamento de ontem foi totalmente fora de linha. Foi que eu estava bêbado e não tinha transado há três dias, então estava excitado pra caralho. Eu sei que a Beatriz não gosta de mim e prometo que vou mostrar mais respeito a ela daqui pra frente."
Davi suspirou aliviado quando Caio não o matou. Ele agradeceu o irmão por entender sua posição e saiu para o trabalho. Ele saiu para o deck e estava indo para o carro quando o atingiu. Aquilo tinha sido apenas três dias de porra, mas tinha sido mais esperma do que as próprias bolas dele produziam em um ano. E se tivesse passado uma semana desde que Caio gozou? Um ano? Davi brevemente imaginou Beatriz se afogando em uma piscina cheia com o sêmen do irmão e estremeceu de horror com o pensamento.
Caio observou o irmão ir embora e prontamente removeu o moletom, jogando na sala no sofá. Ele sentou ali vestido apenas nas cuecas brancas justas de ontem à noite e como tinha uma boa ereção matinal dura, mostrava o volume magnificamente.
Beatriz também estava tentando juntar coragem para enfrentar Caio. Em todo lugar que olhava havia lembretes do pau grande e grosso dele, desde a lata de spray de cabelo até a barra da cortina no chuveiro. Ela terminou de vestir o uniforme rosa volumoso de garçonete e desceu para a cozinha, sabendo que Caio estaria lá.
Ela suprimiu um suspiro quando o viu sentado à mesa praticamente nu. As pernas dele estavam abertas mostrando o volume enorme sob a cueca enquanto sentava ali quieto lendo o jornal. Ela tentou suprimir a memória de ontem à noite enquanto pegava uma tigela de cereal do armário. Beatriz abriu a geladeira e se viu encarando um pepino grande e gordo. Ela passou a mão pela pele dura e áspera do pepino e pegou a caixa de leite atrás dele. Depois de encher a tigela, ela viu três bananas longas na bancada e pensou que uma ia ter um gostinho bom no cereal, então pegou a maior e descascou. Ela olhou para a fruta branca longa e decidiu que não queria cortá-la para colocar na tigela por alguma razão e encarou ela deitada na bancada enquanto comia o cereal. Beatriz estava desconfortável com Caio no cômodo e queria sair logo. Ela olhou para o relógio na parede e percebeu que estava atrasada. Ela pegou a carne dele do congelador e jogou na panela de pressão, para deixar cozinhando o dia todo. Era a vez de Davi fazer o jantar naquela noite e ele terminaria quando chegasse em casa. Ela ficou aliviada em pensar que seria só ela e o marido já que Caio estaria no bar até tarde. Ela pegou a bolsa e a banana e saiu pelo deck de madeira e ao redor da garagem até o carro. Ela sentou no carro na entrada por alguns minutos e pensou em Caio. Só de pensar nele a deixava irritada e estava ficando mais brava a cada minuto. Por que ele a ignorou? Ela tinha se preparado para ser humilhada e provocada pelo homem que odiava e tudo que recebeu foi silêncio. Por que ele não agradeceu por fazê-lo gozar? Ela nem sabia se ele tinha gostado e por alguma razão esperava que sim, mas ele jogou sequer uma palavra gentil na direção dela? Ela até desejou que ele tivesse rido dela quando entrou na cozinha, qualquer coisa menos ignorá-la. Ah como eu odeio aquele bastardo arrogante, ela pensou.
Beatriz estava pensando no corpo duro de Caio enquanto olhava para si mesma no retrovisor. Ela trouxe a banana até a boca para dar uma mordida e apoiou nos lábios, vendo no espelho. Um pensamento horrível e estranho surgiu na mente e ela se imaginou rastejando sob a mesa da cozinha e puxando as cuecas de Caio, ela tinha que saber como era. Beatriz assistiu sua boca abrir e ao invés de morder, ela empurrou a banana fundo. Ela viu as bochechas inchando enquanto levava a banana longa mais fundo na boca. Ela pensou como parecia natural ter algo tão grande na boca e imaginou como a loira vagabunda do pornô ficava boa enfiando aquele pênis risível de dezoito centímetros pela garganta. Ela estava curiosa sobre quanto conseguia aguentar e empurrou a banana mais fundo até engasgar, esmagando a polpa. Como um animal faminto ela enfiou o resto da banana na boca, engolindo a maior parte sem mastigar. Beatriz ainda estava com fome e pensou em correr para dentro pegar outra banana, mas então lembrando que teria que passar por Caio para pegá-la, então ligou o carro e saiu para o trabalho.
***
O resto da semana passou sem incidentes para o alívio de Davi. Caio tinha anunciado que estaria partindo até o final de janeiro e Beatriz parecia muito mais feliz sabendo que ele sairia da casa deles em breve. Ela o evitava sempre que possível, mas quando ele estava por perto ela parecia fazer todo esforço para se dar bem com ele, desde pegar as coisas dele até lavar suas roupas sem reclamar. Ela até parecia antecipar quando ele queria uma cerveja e trazia para a sala antes dele pedir. Ela ainda reclamava em particular para Davi, no entanto, dizendo que não via a hora dele ir embora.
**Réveillon**
Os três estavam se dando tão bem que Caio os convidou para sair no bar onde trabalhava, para comemorar o ano novo. Caio disse ao irmão que daria bebidas de graça já que estava saindo em breve e não se importava se fosse pego e demitido. Caio os encheu de cervejas e doses grátis a noite toda e estavam bem bêbados quando meia-noite chegou.
"Feliz Ano Novo," todos gritaram e os apitos soaram enquanto a multidão virava a taça tradicional de champanhe.
Beatriz se virou para o marido e deu um beijo rápido. Então vendo que Caio não tinha ninguém para beijar, ela se inclinou sobre o balcão, sorrindo e fazendo biquinho. Ela sentiu Caio agarrar a parte de trás da cabeça e ele segurou os lábios dela contra os dele enquanto a língua dele deslizava dentro da boca. Ela queria lutar contra isso e resistiu no começo, mas então começou a beijá-lo de volta. Beatriz podia praticamente ouvir os mamilos saltando sob o sutiã enquanto Caio dava um beijo que arrepiou os dedos dos pés. Ela se afastou dele respirando pesadamente, o rosto corado, dividida entre querer dar um tapa nele ou implorar por outro beijo. Ela o encarou por um momento antes de se virar de volta para o marido, ele estava fora de si e não tinha visto nada. Caio simplesmente voltou casualmente aos deveres de barman como se nada tivesse acontecido.
Beatriz disse a Davi que estava pronta para ir e percebendo que ambos estavam bêbados demais para dirigir para casa, ela pediu a Caio para chamar um táxi. Ele disse que sairia em breve e os levaria para casa. Eles poderiam levá-lo para pegar a moto de manhã. Beatriz concordou já que Caio não tinha conseguido beber muito enquanto trabalhava e parecia sóbrio.
Beatriz estava realmente agitada e bem acordada. Ela queria continuar comemorando enquanto sentava ao lado de Caio no banco da frente do carro. Davi por outro lado tinha desmaiado no banco de trás. Ela olhou para Caio dirigindo. Ele estava usando bermuda cáqui e uma regata azul justa que mostrava bem os bíceps. Ela não conseguiu resistir olhar para o entrepernas dele e ficou excitada ao ver o grande contorno do pau dele sob a bermuda. Ela desviou o olhar antes que ele pudesse pegá-la encarando.
Caio parou na entrada, sacudiu Davi para acordar e perguntou, "Alguém afim de sinuca?"
Tanto Davi quanto Beatriz disseram "sim" e saíram do carro e foram para a garagem. Davi tinha uma mesa de sinuca velha e surrada lá e pegaram alguns tacos e se prepararam para jogar. "Beatriz vai pegar três cervejas pra gente," disse Caio enquanto arrumava as bolas.
Beatriz estava no meio do caminho para a cozinha antes de perceber que ele nem tinha dito por favor. Quem diabos ele pensa que é? Só porque tem um pauzão e beija como um cafajeste não significa que pode me mandar como se fosse empregada dele. Então ela pausou pensativa, ele tinha mandado nela a semana toda e ela tinha servido de boa vontade, desejando a atenção dele. Ele praticamente a ignorou e ela estava morrendo para ser reconhecida de alguma forma por ter batido punheta nele. As bochechas coraram de raiva de si mesma e do cunhado. Eu sou uma mulher educada e liberada, ela pensou, mas por que estou me comportando assim? Ela pegou três cervejas e voltou pisando duro para a garagem.
***
Davi tinha feito um trabalho ruim na quebrada, no estado bêbado e desistiu dizendo que não conseguia ver as bolas porque estavam se mexendo demais. Ele disse à esposa para jogar com Caio e colapsou pesadamente nos degraus e o queixo caiu para frente, descansando no peito.
Beatriz era boa jogadora de sinuca e facilmente limpou a mesa. Ela se sentiu triunfante vencendo o cunhado arrogante em algo e riu do olhar surpreso no rosto dele. "Qual é o problema, Caio," ela provocou. "Não gosta de perder pra uma mulher?"
"Mais um jogo," ele rosnou. "e vai pegar mais duas cervejas pra gente, enquanto eu arrumo."
"Perdedor pega a cerveja," ela disse pegando o triângulo dele. Ela devolveu o olhar dele com um sorriso e corou de orgulho ao vê-lo sair furioso para a cozinha.
Caio voltou e passou por cima de um Davi comatoso deitado desconfortavelmente nos degraus. "Já volto," ele disse jogando o irmão sobre o ombro. Caio carregou Davi para dentro da casa e o depositou no sofá na sala. Caio voltou para a garagem e Beatriz facilmente ganhou o segundo jogo. Caio pegou mais duas cervejas e voltou para uma Beatriz presunçosa esperando para quebrar as bolas.
"Você é muito boa," ele disse.
"Obrigada, meu avô era jogador profissional de sinuca e me ensinou vários truques."
"Bom, eu conheço alguns truques também," ele disse. "Aposto que posso ganhar esse próximo jogo."
"Aposto que não pode," ela respondeu sem pensar.
"Beleza, se eu ganhar, você tem que bater punheta em mim de novo."
Ela o fuzilou pensando o quanto gostaria de enfiar aquela atitude arrogante garganta abaixo. "Caio, eu nunca mais vou chegar perto do seu pau."
"Ah, qual é Beatriz, foi ótimo na outra noite e eu não gozei desde então. Foi a melhor punheta da minha vida e além disso você só tem que fazer se perder."
Beatriz estava preparada para dar um tapa nele. O que ela não estava preparada era para o sentimento de satisfação que teve sabendo que tinha agradado ele e que ele queria que ela fizesse de novo. Ela sentiu um forte impulso de cair de joelhos e bater punheta nele ali mesmo, mas resistiu ao impulso, envergonhada de si mesma por sequer pensar nisso. Ela cedeu às súplicas dele, achando que não tinha como ele ganhar dela. "Tudo bem Caio, mas se eu ganhar você tem que fazer as malas e sair da minha casa em dois dias," ela disse quase se arrependendo das palavras ao ver a expressão magoada no rosto de Caio.
"Calma aí Beatriz, isso é coisa séria. Esse tipo de aposta deveria valer pelo menos um boquete."
Ela olhou para ele com nojo, "Não tem como eu colocar na boca algo que um homem mija e especialmente não o seu negócio." Beatriz disse tremendo ao sentir como a calcinha encharcada estava fria e grudenta contra as coxas.
Caio enfiou a mão no bolso da calça e puxou um maço de notas. "Essas são minhas gorjetas de hoje à noite. Tem uns R$ 2.500 aqui. Se você ganhar, fica com o dinheiro e eu vou embora amanhã, mas se eu ganhar você tem que ficar pelada e chupar meu pau até eu gozar."
Beatriz tremeu ao se imaginar nua chupando o pauzão dele assim como tinha feito com a banana no começo da semana. Ela se forçou a se concentrar e pensou em todas as coisas que podia fazer com R$ 2.500 extras. Beatriz também pensou como seria agradável ter Caio fora do caminho um mês antes do esperado. Ela aceitou a aposta na condição de que ele daria bastante aviso para que ela não tivesse que engolir a porra dele. Ela também fez ele prometer que apontaria o pau para longe dela dessa vez quando ejaculasse. Caio concordou prontamente com os termos. Beatriz quebrou e imediatamente encaçapou três bolas.
Ela estava mirando a quarta quando Caio disse, "Eu não sabia que você me odiava tanto Beatriz."
"Não suporto você," ela respondeu movendo o taco para trás para jogar.
"Você pareceu amar meu pau né."
Beatriz errou o tiro e se levantou toda atrapalhada. "Eu não... Foi... Você é só..."
"Eu gostei especialmente daquele beijinho que você plantou na cabeça dele."
"Era só tão grande e impressionante," ela finalmente soltou, imediatamente horrorizada com o que tinha dito. Se ele era arrogante agora, imagina como ficaria sabendo que ela achava o pau dele impressionante.
"Obrigado," ele disse curvando a cabeça pelo elogio. "Imagina como vai ser grande e impressionante enfiado na sua boca."
Ela resistiu a um impulso de quebrar o taco de sinuca na cabeça dele.
Caio estava estudando a mesa de sinuca. Ela não tinha deixado jogadas. Ele estava preocupado em perder o dinheiro, precisava dele para cobrir despesas quando partisse para o Rio. Beatriz tinha se mostrado muito melhor do que ele pensou e embora tivesse se segurado durante os dois primeiros jogos, percebeu que ela ainda podia ganhar. Ele foi salvo pelo som de Davi caindo no chão na sala.
Beatriz foi verificar o marido e o encontrou tropeçando pela sala. Ela o ajudou a subir as escadas até o quarto, para colocá-lo na cama.
Caio observou Beatriz subindo lentamente as escadas, o marido pendurado nela. Ele notou que a filmadora de Davi estava no escritório, conectada ao computador. Ele rapidamente correu e a apontou para o sofá e apertou gravar.
Quando Beatriz voltou para a garagem, Caio estava segurando o taco de sinuca entre as pernas, passando giz na ponta. Ele parecia que estava polindo a cabeça de um pênis magro de um metro e vinte de comprimento e ela suprimiu uma risada ao se imaginar usando o pau de trinta centímetros dele para jogar sinuca. Ela assistiu Caio se curvar para jogar e ele facilmente limpou a mesa ganhando o jogo. Foi tão rápido que a mente dela nem teve tempo de registrar as consequências da vitória dele e ela sentiu Caio agarrar a mão dela e arrastá-la para dentro da casa até o sofá.
Caio posicionou Beatriz na frente da câmera de vídeo, ela estava encarando o peito dele em branco em estado de choque. Ele desbotou a camisa dela e começou a desabotoar a blusa. Ele ficou impaciente e rasgou a blusa dela revelando os seios grandes e brancos contidos por um sutiã azul rendado.
Beatriz não estava preparada para os sentimentos que a dominaram quando ele rasgou a blusa e começou a tirar a saia jeans longa. Ela estava horrorizada em pensar que estava prestes a trair Davi, pois não havia dúvida na mente dela de que sexo oral era sexo e o que tornava pior era que ela sempre recusou fazer no marido, dizendo que era sujo e imoral, embora tivesse querido tentar desde que assistiu os pornôs dele. Apesar dos sentimentos de culpa pelo que estava prestes a fazer, o corpo estava traindo ela. Os mamilos estavam tão duros que sentia que iam esticar o sutiã até o elástico estourar e a calcinha estava tão úmida que pensou que deslizaria pelas pernas pelo peso extra. Era como se o corpo estivesse conspirando contra ela, tentando forçá-la a aparecer nua diante desse macho dominante.
Caio se ajoelhou diante dela e ela tremeu pensando como a cabeça dele estava perto do entrepernas coberto pela calcinha. Ele agarrou as panturrilhas dela e fez ela sair dos sapatos deixando-a apenas de roupa íntima. Ela mais uma vez sentiu alívio por estar fora das roupas apertadas, desejando poder usar tão pouco o tempo todo. Ela o viu se levantar e tirar os sapatos enquanto puxava a regata. "C-Caio, por favor não me faça fazer isso," ela implorou.
Caio apenas sorriu enquanto habilmente desabotoava o sutiã fazendo os seios pularem ao serem libertados da prisão. Nenhum homem além de Davi tinha visto os seios nus antes e ela segurou os braços sobre o peito para escondê-los. "Nããão, Caio, por favor para agora," ela chorou. Ela sentiu a mão de Caio agarrar a calcinha e gemeu quando os nós dos dedos dele passaram pelos pelos púbicos ao alcançar dentro delas. Ela o ouviu rir quando sentiu como estavam molhadas e corou de vergonha. Caio apertou firme e ela gemeu mais alto quando torceram e deslizaram na buceta, separando os lábios vaginais. Ele puxou a calcinha puxando-a para os braços dele. Beatriz usou as mãozinhas delicadas para se segurar contra o peito dele e as passou pelos relevos musculosos no peito e abdômen. O corpo dele era duro como uma parede de tijolos, tão duro quanto o pau dele tinha estado na outra noite. O nariz dela captou o forte odor masculino e ela inalou profundamente. As pernas ficaram fracas e ela teria caído no chão aos pés dele, mas ele ainda a segurava pela calcinha.
Caio envolveu o braço ao redor dela e se curvou para que pudesse empurrar a calcinha até os joelhos. Ele ficou de pé de volta e usou o pé para empurrá-las até o chão.
Ela estava agora nua diante desse gigante bonito, pronta para chupar o pau de trinta centímetros dele. Caio a firmou de pé e estendendo a mão, rolou os mamilos entre os dedos fazendo-a gemer de novo. Apesar das ondas de eletricidade emanando dos mamilos sensíveis ela cerrou os dentes e disse, "Ohhh, você não pode, ahh-tocar."
Caio a segurou por um segundo olhando para baixo para os seios cheios e para a vagina logo abaixo de uma barriga branca e lisa linda. Ele colocou as mãos nos ombros dela e encontrou pouca resistência ao empurrá-la para os joelhos.
Beatriz se ajoelhou diante do cunhado e encarou a bermuda dele saltando pela pressão do pau poderoso. Ela estendeu uma mão trêmula e agarrou o zíper puxando para baixo devagar. Então trouxe a outra mão e desabotoou a bermuda. Os pelos púbicos dele eram visíveis pela área aberta na bermuda e ela percebeu que ele não estava usando cueca. Beatriz estendeu a mão e agarrando a cintura da bermuda começou a puxar devagar, prendendo a respiração em antecipação enquanto o pau dele lentamente se revelava para ela pela segunda vez na semana. Ela exalou quando a cabeça gorda do pau dele saiu da bermuda, ainda maravilhada com o tamanho. Ele pendurava cerca de vinte centímetros e ela podia ver a veia grande no pau pulsando com poder. A cada pulso, crescia um pouco mais, um pouco mais grosso, até estar em ereção total apontando direto para a boca dela. A mão dela estendeu e pesou sentindo o peso de novo. Beatriz se inclinou para frente e posicionou a boca cerca de dois centímetros e meio da cabeça pulsante. Ela olhou para o pré-gozo escorrendo da abertura, pensando que era tanto quanto Davi gozava em um orgasmo normal. Deve precisar de muita lubrificação para cobrir esse monstro completamente, ela raciocinou enquanto assistia uma gota viajar pela cabeça para pendurar embaixo.
Ela olhou para cima pelo corpo incrível e travou os olhos com ele. Nunca quebrando o contato visual ela se inclinou para frente e plantou um beijo demorado na cabeça do pau dele. Caio reconheceu o gesto de submissão e acenou para ela enquanto Beatriz beijava o pau dele de novo. Ele acenou de novo na direção da cozinha.
Nunca tirando os lábios do pau dele, Beatriz virou a cabeça para olhar na direção que ele estava acenando e viu o reflexo deles no espelho grande na parte de trás da porta. Ela viu os lábios dela grudados na ponta do pênis e pensou como ficava linda e natural adorando um pau tão grande. Ela assistiu a língua sair e lamber o pré-gozo da ponta e se viu lamber ao redor da cabeça gorda dele. Ela abriu a boca bem e levou o pau dele na boca assistindo a cabeça empurrar as bochechas no espelho.
"Porra Beatriz, eu queria isso desde o dia que te vi no vestido de noiva."
A menção do vestido de noiva a trouxe de volta à realidade e lembrou que o que estava fazendo era errado. Ela era uma mulher forte e inteligente, não alguma patricinha sem cérebro à mercê dos desejos de um homem. Ela fez uma tentativa meio sem vontade de fazê-lo gozar, levando a cabeça do pau na boca e balançando a cabeça para cima e para baixo rapidamente enquanto acariciava o eixo com as mãos, desesperadamente tentando acabar com esse ato nojento o mais rápido possível. Ela grunhiu quando Caio agarrou o cabelo no topo da cabeça e forçou a cabeça para trás de modo que ela se viu olhando para cima para o rosto zangado dele.
"Você é uma merda nisso, sua vadia inútil. Você vai fazer um bom trabalho ou vou fazer você fazer de novo até acertar."
Beatriz tremeu de medo enquanto olhava para ele, a cabeça em um ângulo estranho para evitar qualquer dor dele puxando o cabelo. Ele a soltou e ela vigorosamente atacou o pau dele tentando agradá-lo. Ela começou a lamber por toda parte e até passou a língua pela parte de baixo e lambeu as bolas peludas. Ela passou a boca de volta para cima e engoliu o pau dele engolindo dez centímetros antes de engasgar.
"Porra mina, você não serve pra nada."
Ela tentou mais e conseguiu engolir profundamente mais dois centímetros. Ela balançou a cabeça no pau dele rapidamente enquanto olhava para ele para ver se estava satisfeito com ela.
"Acho que você é estúpida demais para fazer isso direito, então vou ter que te mostrar como se faz."
Beatriz estava tão envergonhada de si mesma que começou a chorar em volta do pau dele. Ela era estúpida e inútil. Ela não sabia nada sobre agradar um homem. Quando Caio começou a ensiná-la, ela ouviu atentamente seguindo as instruções mais de perto do que tinha seguido qualquer professor de estudos de gênero na faculdade.
Ele disse para respirar pelo nariz e relaxar os músculos da garganta. Caio fez ela arquear a cabeça, alinhando a garganta com os lábios e ele empurrou o pau até as amígdalas e começou a foder a cara dela. Felizmente ele pareceu satisfeito com apenas vinte centímetros enterrados na boca.
"Isso gata, agora você tá fazendo direito."
Se o pau dele não estivesse tão fundo na garganta ela teria brilhado de alegria com o elogio. Saber que ele estava satisfeito com ela fez ela redobrar os esforços. Ela estava orgulhosa de si mesma por ser uma boa aprendiz. Beatriz só conseguia aguentar cerca de sete penetrações antes de ter que recuperar o fôlego e para mantê-lo feliz ela lambia e chupava ao redor da cabeça do pau até estar pronta para engolir profundamente de novo. Isso se desenvolveu em um padrão e o tempo perdeu todo o significado para ela enquanto alternava entre levar o pau dele pela garganta e lamber a ponta.
"Aperta os lábios gata," ele disse, entrando no ritmo. Ele estava fazendo pequenas estocadas com o entrepernas toda vez que a boca dela descia perto da base. Isso estava se transformando no melhor boquete da vida dele e realmente não tinha sido tão ruim para começar, ele só precisava continuar lembrando ela de quem estava no controle aqui. Isso não era apenas uma aposta estúpida, Caio não ficaria satisfeito até que ela tivesse voluntariamente submetido tanto o corpo quanto a mente.
Beatriz sentiu o pau dele inchar na boca e a cabeça parecia crescer impossivelmente grande. Na próxima pausa ela lambeu ao redor da cabeça carregada e provocou a abertura com a língua. "Você tá perto?" ela ofegou.
"Ainda não, gata, continua," Caio mentiu. Ele estava bem perto. Ele não tinha intenção de avisar já que queria que sua nova puta engolisse a porra dele enquanto ainda estava quente.
Beatriz sentiu o pau dele crescer ainda mais e começou a tremer na boca. Ela subiu para respirar de novo. "Me dá um toque no ombro quando estiver pronto," ela disse e enterrou o pau dele na boca de novo. O pau dele começou a tremer na boca como um vulcão prestes a explodir e ela instintivamente sabia que ele estava pronto.
Beatriz começou a recuar e estava quase livre, com apenas a cabeça na boca quando sentiu pular e o sêmen quente dele esguichou na parte de trás da garganta e rapidamente encheu a boca. Ela engoliu para respirar e engoliu a maior parte, sentindo o suco quente dele deslizar pela garganta. O segundo jato atingiu ela no rosto. "Seu bastardo," ela gritou para ele.
O pau dele tinha pulado contra o estômago duro quando ela soltou e uma terceira explosão irrompeu da ponta espirrando no estômago musculoso de Caio. Realmente parecia um vulcão, ela pensou rapidamente. Ele caiu de volta para baixo apontado para o rosto dela, pronto para gozar de novo.
Ela podia sentir o gosto da porra dele na língua e o aroma pungente de tanto sêmen encheu o nariz de Beatriz, intoxicando-a com o cheiro. Todo pensamento racional deixou o cérebro e ela mais uma vez se tornou a puta louca por porra que tinha sido no banheiro depois de ter batido punheta nele.
Beatriz viu o olho abrir enquanto corria para levar o pau dele de volta na boca, e temendo que pudesse perder sentir o gosto de mais do sêmen dele, ela colocou a língua para fora pegando enquanto voava para fora de novo. Ela engoliu o pau dele de novo pegando o resto da carga na boca. Houve outra explosão que encheu a boca e fez o sêmen dele derramar no queixo. Então a pressão se foi e havia apenas um fluxo constante de esperma enchendo a boca e ela engolia tão rápido quanto ele gozava.
Quando ele terminou de gozar, colapsou de volta no sofá fraco nas pernas e o pau dele saiu da boca dela enquanto caía. Ela rastejou para frente e se ajoelhando entre as pernas dele, começou a limpar o pau dele com a língua. Quando terminou, viu a poça de sêmen dele liquefazendo na barriga e ela subiu para lamber dos músculos duros no estômago. Ela franziu os lábios sobre o umbigo dele e chupou a maior parte do sêmen dele, lambendo o resto com a língua. Satisfeita por tê-lo limpado, ela voltou a atenção para o rosto coberto de esperma quando Caio a parou.
"Deixa aí," ele ordenou.
Beatriz deitou aos pés dele e apoiou a cabeça nos joelhos dele enquanto recuperavam o fôlego. O relógio indicava que ela tinha passado cerca de quarenta minutos chupando o pau dele e tinham sido os minutos mais emocionantes da vida.
Caio tinha parado de ofegar e olhando para ela perguntou, "Quer jogar outro jogo?"
Ela olhou para ele com uma expressão confusa no rosto e respondeu, "Por que não, não tô nem um pouco cansada."
É por causa de todas as pílulas de cafeína que coloquei nas suas bebidas essa noite, ele pensou. Ela estava se curvando para se vestir quando ele a parou. "Deixa aí," ele disse enquanto agarrava a mão dela e a arrastava de volta para a mesa de sinuca.
Ela entrou na garagem e percebendo que a porta da garagem ainda estava aberta, correu nua até a porta e a puxou para baixo, tremendo de excitação com o pensamento de que se algum dos vizinhos estivesse olhando pelas janelas veriam o corpo nu dela delineado contra a luz.
Ela gostou de jogar os próximos jogos com Caio, ganhando alguns e perdendo alguns. Caio tinha tentado fazê-la apostar de novo, querendo fodê-la dessa vez e embora o corpo gritasse sim, a mente fez ela informar que Davi seria o único homem a penetrar a buceta dela. Beatriz nunca tinha se sentido tão liberada quanto naquele momento jogando sinuca nua com o cunhado. Ela amou a liberdade que veio de não usar roupas.
"Talvez devêssemos jogar sinuca strip ao contrário e vestir as roupas quando perdemos," ele disse brincando.
Beatriz riu, pensando que desde que ninguém mais pudesse vê-la, adoraria ficar nua para sempre. Ela tinha notado o pau dele subindo de novo enquanto a assistia se curvando para fazer as jogadas e pensou que talvez batesse punheta nele uma última vez antes de dizer adeus para sempre. Depois dessa noite, sua resolução de ano novo era ficar o mais longe possível de Caio até ele ir embora. Ela achou difícil se concentrar com o pau dele encarando ela sobre a mesa de sinuca, mas conseguiu ganhar mesmo assim, seu terceiro jogo seguido. "Ainda não acredito que você me ganhou naquele jogo," ela disse balançando a cabeça.
"Na verdade, eu não ganhei," ele disse e quando ela se virou para olhá-lo questionadoramente, ele continuou, "Eu arrumei as bolas quando você estava ajudando o Davi a subir para que eu pudesse ganhar."
O rosto de Beatriz lentamente assumiu uma expressão de puro horror enquanto pensava no pecado que tinha acabado de cometer. Todo o nojo e ódio próprio que tinha sentido depois de bater punheta nele voltou. Ele tinha trapaceado para fazer ela chupar ele e pior, ela tinha gostado. Ela se sentiu tão barata e usada que queria rastejar para baixo da mesa de sinuca e se esconder. Em vez disso, Beatriz se viu atacando o homem que a enganou para se satisfazer. Ela balançou o taco de sinuca nele, que ele facilmente desviou e a desarmou antes de puxá-la para os braços. Beatriz sentiu o pau duro dele pressionando na barriga enquanto inutilmente batia as mãos contra o peito dele. Era como bater em um bloco de cimento e estava se machucando mais do que machucando ele. "Seu bastardo, eu te odeio, não é justo, eu deveria ter ganhado e então você ia embora."
"Se você acha que eu realmente iria embora, você é burra," ele disse empurrando-a de volta para a mesa de sinuca. "Eu não vou embora até eu querer ir embora."
"Eu queria poder voltar atrás," ela disse, lágrimas rolando pelas bochechas.
"Eu deixo você voltar atrás."
Ela olhou para ele confusa. Como ela podia desfazer ter feito sexo oral nele? Caio a levantou pelos quadris e a colocou na mesa de sinuca. Ele se moveu para frente, o pau dele apontado direto para a buceta dela e ela podia jurar que a vagina estava se abrindo para recebê-lo quando o pau dele ainda estava a trinta centímetros de distância.
Caio parou o pau de penetrá-la no último minuto e sorrindo malignamente a empurrou de costas, depois de tirar as bolas de sinuca do caminho. Então ele se foi. Beatriz segurou a cabeça procurando por ele e pulou quando algo passou pelos lábios vaginais. Ela olhou para baixo entre os seios e viu Caio encarando para ela, a boca no monte púbico. Enquanto os olhos se encontravam, Caio se inclinou para frente e beijou a buceta dela fazendo o corpo inteiro pular. O dele não era um beijo de submissão, mas de poder. Ele deu uma risada e atacou a buceta dela de novo.
O clitóris de Beatriz estava ingurgitado enquanto ele mordia e lambia ao redor. Ela levantou os quadris para encontrar as estocadas da língua dele e estendeu a mão para algo para se segurar, a mão descansou em duas bolas de sinuca. Aqui estava sua salvação. Tudo que ela tinha que fazer era se inclinar e bater na cabeça dele e ele pararia, mas ela não queria que ele parasse, ela pensou enquanto os orgasmos começavam a vir. A língua dele estava empurrando para dentro e para fora dela e ela jurava que parecia maior e melhor que o pênis do marido. "Aaagh, tô gozaaando," ela gritou quando seu primeiro orgasmo com um homem irrompeu do corpo. Ela teve mais quatro rápidos antes de sentir um orgasmo gigante crescendo na barriga. Os quadris subiram para encontrar a língua dele e ficaram levantados tentando empurrá-lo mais fundo. Então ela sentiu algo esguichando e Beatriz encontrou o corpo inteiro se debatendo como o pau de Caio faz quando ele goza.
Beatriz estava em transe enquanto se recuperava do orgasmo. Ela estava completamente satisfeita, mas ao mesmo tempo desejando mais. Caio tinha se levantado sorrindo para ela, o rosto pingando com os fluidos dela. "Meu Deus, eu mijei no seu rosto," ela disse com nojo.
"Isso não é mijo, é seu gozo, sua vadia burra."
Beatriz sabia que não tinha como o boquete dela ter sido tão bom para ele e ela queria recompensá-lo. "Caio você pode colocar seu pau em mim."
Caio apoiou o pênis no monte dela de modo que estava apontando para a cabeça enquanto ela olhava para baixo no corpo para vê-lo entrar nela. "Eu pensei que você tinha dito que sua buceta pertencia ao Davi."
"Não hoje à noite, hoje à noite vou deixar você fazer sexo comigo," ela gemeu enquanto Caio começou a esfregar a cabeça do pau dele para cima e para baixo na fenda. "Caio coloca agora."
"Me diz que você me quer."
"Ooo eu te quero. Eu quero seu pauzão dentro de mim."
"O que você quer que eu faça com você."
Beatriz cerrou os dentes da necessidade intensa que sentia pelo pau dele. "Eu quero que você me foda. Por favor me fode com esse pauzão." Ela sentiu o pênis dele entrar nela pela primeira vez e teve um pequeno orgasmo que a fez gritar de prazer. Surpreendentemente, Caio não parecia muito maior que Davi e ela olhou para baixo no corpo e viu que ele tinha apenas empurrado um dedo dentro dela. "Caio para de me provocar, eu preciso que você me foda agora."
O pau de Caio estava coberto com os fluidos dela enquanto passava pela fenda enquanto a dedava. "Me diz que você me ama," ele disse.
"Não, seu bastardo."
"Me diz ou eu não vou te foder."
O rosto dela estava vermelho de fúria quando disse, "Eu te amo."
"Diz de novo."
Beatriz ainda estava com raiva, mas os olhos suavizaram. "Eu te amo."
"Você ainda me amaria se eu te dissesse que peguei a quarta dama do baralho quando você e o Davi estavam discutindo na cozinha."
"Só enfia em mim, porra de bastardo."
"Sua buceta é minha quando eu quiser, vadia." Caio disse, o pau deslizando para fora da buceta enquanto lentamente se afastava dela. "E hoje à noite eu não quero."
Ela olhou para ele em desespero enquanto ele saía pela porta. A última coisa que viu foi o pau dele, todo brilhante com os fluidos dela, desaparecer ao virar a esquina. Ela gritou de fúria e jogou uma bola de sinuca atrás dele. Ela inofensivamente bateu na parede e rolou de volta para a garagem. Beatriz precisava gozar de novo. Ela agarrou a primeira coisa à mão. O taco de sinuca era muito desajeitado então ela o desenroscou e usou a ponta. "Isso, porra isso," ela gemeu enquanto enfiava o taco de sinuca para dentro e para fora, desejando que fosse mais grosso. O orgasmo nunca se materializou e depois de dez minutos ela jogou o taco de sinuca contra a parede frustrada.
Beatriz deitou na mesa de sinuca chorando por um tempo antes de juntar as roupas e subir. Ela passou por Caio roncando no sofá e descobriu que o odiava mais agora do que nunca, ele tinha trapaceado tanto no pôquer quanto na sinuca.
Caio a observou ir sob as pálpebras parcialmente fechadas, então pulou e correu para a cozinha. Ele estava tão excitado que quase se masturbou pela primeira vez desde descobrir buceta aos quinze anos. Ele pegou alguns cubos de gelo e segurou contra o pau latejante. Quando derreteram, o pau dele tinha diminuído apenas dois centímetros e meio e ele gemeu frustrado. Tinha levado muita força de vontade para não enfiar o pau nela, mas Beatriz precisava perceber que a buceta dela não era mais dela para dar, era de Caio para pegar.
Beatriz subiu na cama ao amanhecer e acordou Davi. Ele gemeu e forçou os olhos a abrir.
"Caramba, Beatriz você parece tão mal quanto eu me sinto."
"O que você quer dizer?"
"Suas bochechas estão todas inchadas e parece que você babou no queixo a noite toda." Ela sentiu vontade de vomitar. Ela tinha esquecido que ainda estava coberta com a porra de Caio.
"Uau seu hálito tá estranho também," disse Davi enquanto se inclinava para beijá-la.
"O seu também não tá tão fresco."
"Feliz Ano Novo Beatriz. Eu te amo."
"Feliz Ano Novo," ela disse se virando.
***
[CONTINUA]