APENAS UM CONTO. (7ª PARTE)

Um conto erótico de RICARDO
Categoria: Heterossexual
Contém 2408 palavras
Data: 30/01/2026 15:00:26

De volta para o quarto deitamos e cochilamos por um tempo, afinal estávamos esgotados, mas isso não quer dizer que aquela tenha sido a última, na verdade foi uma maratona de sexo, com carinho e dedicação durante um bom tempo daquela noite. Chego a pensar que nenhum dos dois jamais tenha tido algo daquela forma. Para falar a verdade ela me disse no dia seguinte que o seu ex namorado, mal aguentava duas e já estava deitado e dormindo. Enquanto que comigo teria que colocar uma bolsa de gelo para amenizar o inchaço em sua bucetinha, ri muito da observação dela, mas independente disso ela tinha gostado da forma como foi.

No domingo próximo da hora do almoço cheguei em casa, e minha mãe já foi mandando.

- Que jantar foi esse até essa hora?

- É que resolvemos dar uma esticada.

- Tá bom, vai tomar um banho e vem que estou finalizando o almoço.

Tomei meu banho e quando fui para a cozinha meu pai já tinha chego do trabalho, nos servimos e começou a conversa. Foram perguntas com respostas, perguntas sem respostas, mas no geral o tema era sobre a preocupação deles para comigo, com minha carreira, etc. Devo dizer que são as preocupações de todos os pais para com seus filhos, algo natural.

Quando estávamos terminando, ouvimos alguém chamando, e adivinhem que era, isso mesmo Ângela, o que essa mulher queria agora em casa, nem quando estávamos namorando ela era assim de ficar vindo em casa com tanta frequência.

Minha mãe foi recebe-la, e o estranho foi que quando entrou vi seus olhos inchados, parecia que estivera chorando, mas para minha sorte o que ela queria era conversar com minha mãe, então as duas foram para o quarto dos meus pais e minha mãe me pediu para eu lavar a louça e secar que logo estaria de volta. Como um bom filho lá fui eu para a pia lavar a louça e meu pai nem se ofereceu para ajudar, foi para a sala assistir algum programa na Tv.

As duas ficaram um bom tempo no quarto, tanto que meu pai acabou cochilando no sofá mesmo. Quando saíram, Ângela me parecia melhor, me deu um tchau e se foi, dizendo que depois queria conversar comigo, mas não disse qual o assunto.

Os dia passavam e na empresa a coisa começava a andar melhor do que os dois sócios imaginavam, a equipe era muito boa, projetos desenvolvidos, entregues no prazo e o resultado, cada vez mais clientes nos procurando para que desenvolvêssemos novos produtos para eles, cada qual com suas necessidades. Tanto que em pouco tempo tivemos que procurar um local maior para que contratássemos mais pessoal, não só para desenvolver como também pessoal para nos auxiliar tipo recepcionista para atender clientes quando chegavam na empresa, entre outros, estávamos prosperando e era muito bom.

Até este momento, não por esquecimento mas por nem eu mesmo saber, Lívia não tinha me apresentado o sócio dela, era alguém que eu sabia que existia mas que vivia nas sombras, não tinha ainda se revelado, isso foi uma das coisas que ela me disse ainda na casa dela quando me chamou e fez a proposta. Sobre ele pouco ou nada eu sabia, então a minha posição foi de ser próximo a ela justamente com esse intuito, pois caso contrário ela ficaria sobrecarrega com as demandas da empresa.

Já com relação a nosso relacionamento estávamos cada vez nos dando melhor. Por vezes eu ficava na casa dela e dormia por lá mesmo, quer dizer o pouco tempo que conseguíamos dormir, pois nosso sexo depois do primeiro dia ficou intenso, não conseguíamos ficar muito tempo um sem o outro, mas felizmente na empresa conseguíamos manter a coisa separada.

Vivíamos passeando, fazendo programas, viagens, onde nos curtíamos e deixávamos as tarefas da empresa de lado, era uma forma de espairecer e termos uma vida juntos. Os resultados ajudavam pois o resultado financeiro vinha sempre aumentando.

Tudo estava às mil maravilhas até que um dia chegando em casa me deparo com Ângela em casa, pensei rápido, que lá vinha a tal conversa que ela queria ter comigo. Ela como sempre estava deslumbrante, agora ainda mais pois seu estilo de se vestir como uma princesa estava ainda mais aparente.

Nos cumprimentamos e ela já foi dizendo que queria ter aquela conversa comigo, respondi que iria tomar um banho a voltando poderíamos sim conversar.

Um tempo depois já de banho tomado e vestindo uma camiseta e uma bermuda, voltei para a sala, mas ela disse que preferia ter uma conversa mais reservada, então a chamei para irmos até meu quarto, era o único lugar assim em casa.

Entramos apontei uma cadeira próximo do meu computador para ela se sentar enquanto eu sentei na borda da minha cama.

Por um minuto ela não disse nada ficou apenas me observando, então pedi que ela começasse.

Por longos minutos ela falou, sobre a vida dela, com o namorado, das coisas que ele dava a ela e que estavam a poucos meses de se casarem, tudo estava como ela sempre sonhou, mas uma coisa a incomodava nele, por vezes ela sentia o cheiro do perfume de outra mulher e até encontrou uma calcinha no assoalho do carro, mas tinha esperanças que quando estivessem casados tudo isso terminaria. Mesmo assim ela estava a um passo de ter a vida que sempre sonhou, ele já estava dando a ela, e ainda tinha mais, que o sexo com ele nunca foi do mesmo jeito que ela teve comigo, era algo que, nesse ponto eu era de longe superior a ele, então ela sentia saudades de como eu a deixava após transarmos.

Ângela, ainda disse que estava arrependida do nosso fim pois sentia minha falta e que queria me pedir desculpas pela forma como tudo acabou depois da última transa que tivemos. Disse também que no domingo que chegou em minha casa chorando, foi por conta do namorado tê-la deixado esperando e nem ter avisado, e que como confiava muito em minha mãe, tinha ido até para conversar com ela e pedir alguns conselhos, coisa que a mãe dela não faria pois não concordava com aquilo.

Respondi que estava tudo bem, que já tinha superado o fora que ela tinha me dado, apesar de ter ficado bem chateado e ainda estar um pouco, mas que estava envolvido com um novo trabalho e ele estava ajudando a superar o que tinha vivenciado, e que entendia que jamais poderia dar a ela tudo que ela queria, e entendi que no final a única saída seria nos separaremos, mesmo que no sexo entre nós era muito bom, mas sabia que no fim não era apenas isso que contava.

Finalizei desejando muitos bens materiais para ela e que fosse feliz tendo tudo que sempre sonhou, até pensei em contar sobre o que ele fizera a Lívia, mas isso não era da minha conta, então se ela tivesse que descobrir com quem estava a ponto de dividir uma vida, que descobrisse sozinha.

Ela se foi aparentando estar mais tranquila sobre nossa conversa. Apenas a acompanhei até a porta e desejei sorte.

Voltei pra meu quarto, devo dizer até que meio triste pôr ela estar entrando em um relacionamento que do meu ponto de vista não duraria muito, e que ela teria que fazer muita vista grossa e ser submissa de uma pessoa que queria apenas exibi-la como a um troféu, mas isso já não era da minha conta.

Alguns meses depois dessa conversa, numa sexta feira que antecedia ao casamento de Ângela, que eu não fazia questão de ir, tinha planejado ter um final de semana com Lívia, então tinha feito uma reserva em um hotel no campo, onde poderíamos desfrutar de paz e de descanso, pois nossas últimas semanas tinham sido corridas e estávamos esgotados preparando um último projeto urgente de um novo cliente, mas depois dele as coisas ficariam mais calmas, então essa seria a oportunidade perfeita de repor as energias e desacelerar um pouco.

Chegamos durante a tarde e fizemos o chek-in, fomos até o quarto e literalmente jogamos nossas coisas na cama e saímos para explorar o local. Realmente era de encher os olhos, muito verde, pássaros, tudo que se espera de um lugar onde se quer esquecer o dia a dia da vida em uma cidade grande.

Depois de explorar voltamos para nosso quarto, nos banhamos e ficamos deitados conversando e entre um beijo e outro nosso desejo foi aumentando e começamos a nos tocar mais intimamente até que meu pau já apontando para cima foi um convite para Lívi, descer e começar a me chupar o deixando cada vez mais duro, ela com aquela boca conseguia me levar aos céus, subindo e descendo, sugando dando lambidas, quando estava quase a ponto de gozar pedi para ela parar, pois não queria gozar em sua boca, então a posicionei de costas e me posicionando, entre suas pernas, foi minha vez de retribuir aquela chupada que ela havia me dado, comecei dando beijos na parte interna de suas coxas, e logo já estava dando lambidas que iam da parte de baixo de sua bucetinha até seu clitóris, a deixando louca, com seus gemidos me fazendo a desejar ainda mais. Depois de um tempo a coloquei de quatro pois queria ver aquela bundinha linda empinada, mas antes de penetra-la, ainda me dediquei um pouco mais chupando aquela bucetinha. Em poucos minutos ela me pediu para possui-la pois não estava aguentando mais de tesão, então apontei meu pau para sua entradinha quente e super molhada e fui entrando devagar mas firme e a cada centímetro dentro dela os gemidos aumentavam, tanto que teve que afundar seu rosto no travesseiro para abafar seus gemidos.

Quando estava totalmente dentro dela, ela levantou sua cabeça, me olhou por sobre o ombro e pediu para eu dar tudo ela, que queria me sentir gozando dentro dela juntos. Como resistir a um pedido desses, ainda mais vendo uma bunda linda como a dela e aquele cuzinho piscando as vezes para mim. Comecei o vai vem, mas não de forma lenta, já comecei em uma velocidade que sabia, não duraríamos muito e foi assim que em poucos segundos, juntos começamos a gozar. Foi um gozo onde pelo menos quatro jatos de meu gozo foram deixados dentro dela. Quando terminamos ela deixou seu corpo correr para frente ficando de barriga para baixo eu não querendo sair de dentro dela acompanhei seu movimento ficando sobre ela. Nessa posição comecei a beijas sua nuca, em demonstração de carinho, indo até seu rosto, voltando até sua nuca e por vezes também beijando suas costas e seus ombros.

- Onde você esteve Rick, porque não apareceu na minha vida antes, ela me disse em tom baixo quase inaudível.

Eu apenas sorri sem responder.

- Vai, me fala, não vale ficar calado, ela riu.

- Estava por ai, esperando a hora certa de aparecer na sua vida.

- Boa resposta.

Rolei para o lado ficando de barriga par cima, ela veio até mim, ficando sobre meu peito acariciando meus cabelos, jogando os para o lado.

- Sabia que me considero a mulher mais feliz e sortuda do mundo.

- Serio? Isso tudo por causa de um salto de sapato devo acrescentar.

Ela deu uma risada e sempre que ria assim me deixava mais apaixonado por ela.

- Sabe Rick, quero te fazer uma proposta, me disse seria.

- Proposta? Não curto swing nem troca de casais, disse eu rindo.

- Não seu bobo, é outro tipo de proposta.

- Também não curto homens.

Ela me deu um tapa leve.

- Estava pensando, já que nos damos muito bem, e estamos juntos, que tal você ir morar comigo, vivermos juntos em minha casa.

Olhei para ela pensando naquela fala dela.

- Não que eu não queira, mas tem certeza de que me quer com você, eu posso ser uma pessoa difícil as vezes.

Ela me olhou seria por uns instantes, como procurando as palavras certas.

- Tenho certeza, e já faz algum tempo que quero isso. Trabalhamos juntos, e nos entendemos bem no trabalho, e quando estamos juntos me sinto ótima ao seu lado, gosto da sua companhia, quero te ter ao meu lado, não quero apenas pelo sexo, mas pelo que cresceu em mim, desde o dia que te conheci. Quero acordar todos os dias com você ao meu lado.

Devo dizer que já tinha pensado em algo assim, mas não tinha certeza, talvez fosse preciso termos mais um tempo, mas também sentia algo por ela e nos últimos meses tinha crescido dentro de mim.

- Tá bem eu aceito. Acho que cedo ou tarde isso teria que rolar entre a gente mesmo, então quando posso levar minha cama para sua casa, disse rindo.

- Que brincadeira é essa, você vai dormir comigo, na minha cama.

E ali deitados resolvemos que o quanto antes eu me mudaria para casa dela.

Depois disse aquele final de semana foi mais perfeito que eu jamais imaginaria. Fizemos caminhadas, conhecemos locais lindos, locais que nem imaginávamos que existia. Foi o melhor fim de semana de que me lembrava já ter vivido. Transamos muito, até parecia que o lugar mexia com a nossa libido.

Umas duas semanas depois, eu já estava devidamente instalado na casa de Lívi, vivendo juntos, meus pais até que gostaram da ideia, assim teriam tempo para eles mesmos.

Nos meses que se seguiram nossa rotina era sempre irmos e voltamos juntos da empresa. Tudo estava acontecendo até melhor que poderíamos ter planejado, a empresa indo de vento em popa, com clientes satisfeitos a empresa funcionando como um relógio, e o que era melhor ela estava em plena fase de crescimento. Nossa vida juntos era perfeita, claro que tínhamos divergências de opiniões mas isso faz parte da vida em casal, mas nada que abalasse nossas vidas. Nosso sexo era cada vez melhor, já sabíamos os gostos um do outro então, sempre procurávamos surpreender-nos com novas coisas, mas rotina em nossos momentos era coisa que não existia.

Um belo dia, depois de voltar de um cliente onde tive que resolver um problema, ao entrar na sala de Lívia a encontrei sentada em sua cadeira, com a cabeça repousando no encosto.

Continua......

ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDIDENCIA.

FICA PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESSE TEXTO, EM QUALQUER MEIO SEM A PREVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR.

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