As coisas se inverteram: primeiro a buceta da mãe, depois o cu da filha

Da série Rapidinhas
Um conto erótico de Quase Alguém
Categoria: Heterossexual
Contém 1383 palavras
Data: 30/01/2026 14:23:02

Depois de alguns meses da minha última visita, na qual tinha comido Jaqueline, a mãe, e gozado na boca da minha amiga Márcia, a filha, tudo ficou diferente. Márcia era amiga das antigas, não esperava aquela atitude dela, mas adorei, ela era uma delícia e eu fiquei na ânsia por poder come-la.

Mais uma vez, por conta das burocracias da recém chegada vida adulta, precisei ir de volta a cidade dela, para resolver mais algumas questões. Porém, dessa vez, não quis dormir na casa da minha tia e perguntei se poderia ficar na casa da Marcinha, e ela concordou. Ia resolver as coisas no dia seguinte a minha chegada, então adiantei a viagem para poder curtir o dia com minha amiga, pensando, quem sabe, em nos divertirmos outra vez.

Chegando lá, apenas Jaqueline em casa, como sempre, ela me recebeu com um vestido que mal tampava algo. Mas não era nenhum problema, afinal, a mãe da minha amiga tinha me dado ainda mais que a filha.

Entrei mais relaxado dessa vez, como antes, nós conversamos sobre as novidades e coisas mais amenas, mas ela sabia o que eu queria de verdade. Jaque buscou uma agua pra mim, ofereceu comida, mas eu negava tudo, esperando outra coisa.

Quando pensei em dar o primeiro passo, barulhos de chave, Marcinha tinha chegado em casa, atrapalhando o que nem havia começado. Ela entrou e me abraçou calorosamente, como sempre, mas com algo a mais dessa vez, uma pressão em baixo eu diria. Ela disse estar morta de fome e pediu a mãe algo para comer.

Nos sentamos a mesa, como no final do nosso último encontro, mas eu estava ainda mais tenso, querendo saber o que sairia dali e doido pra uma das duas sair pra eu tentar com a outra. Entre conversas amenas, Jaque puxou k assunto relacionamento, se dirigindo a mim inicialmente.

- E então? Nada de namoradas?

Eu ri e neguei, meio envergonhado.

- Sua amiguinha trouxe um cara aqui mes passado, mas logo desistiu. - Disse Jaqueline, meio para entregar a filha.

- Ela não me contou nada. - Respondi rindo daquilo.

Jaque então levantou da mesa e foi até a geladeira, ainda conversando conosco.

- Ela não queria que você soubesse, me disse que ia resolver uma pendência contigo se você viesse.

Eu congelei, era isso mesmo? Marcinha queria dar pra mim depois do boquete?

- Mãe, mas que porra! - Gritou ela, claramente chateada.

- Qual o problema? Somos adultos né? E eu te disse, o pau dele é uma delícia, gozei gostoso aquele dia.

Eu estava sem entender nada, ambas sabiam e não se importavam de falar? O que era aquilo afinal?

Marília se desculpou e foi pro quarto, quando me levantei da mesa, a mãe correu e me segurou.

- Relaxa, ela ficou constrangida, mas está bem.

- Será mesmo? - Indaguei meio contrariado.

- Sim, já tinha conversado sobre isso com ela. Me surpreendeu a revelação de que ela te mamou, mas tá tudo bem.

Eu relaxei, mas ainda queria conversar. Infelizmente, meu pau tomou conta das minhas atitudes e eu fiquei ali admirando aquela delícia de mulher naquela roupa minúscula.

- Olha, logo você vai lá e conversa com ela. Mas antes, a prioridade é a mamãe aqui. Hoje eu quero que você encha minha buceta de porra.

Nem perguntei mais nada, agarrei e beijei aquela milf deliciosa, que se entregou de imediato.

- Posso comer você então? - Perguntei.

- Pode não! Deve! Quero com bastante força dessa vez.

Eu tirei toda minha roupa assim que ouvi isso, depois tirei a dela. Jaque parecia mais gostosa que da última vez e ainda mais fogosa também. Conduzi ela para o sofá, deixando-a na posição em que gozou na nossa primeira vez. Já com ela de quatro no sofá, nada de cerimônia, meti sem dó e de uma vez só, ela gemeu alto e se esfregou um pouco em mim.

Comecei um vai e vem sem pena, batia na bunda linda dela mais forte a cada tapa e socava na mesma intensidade. Ela não falava muito, apenas gemia gostoso. Fiquei alguns minutos naquela posição, então virei ela de costas no sofá. Rapidamente, voltei a meter, beijando na boca e olhando nos olhos, quase me apaixonei pela tiazona linda ali mesmo. Ela aproveitou a posição para se dedar enquanto eu metia e não demorou a gozar, forte, alto e intenso.

Eu não parei mesmo com ela gozando, ia leitar a buceta dela de qualquer jeito. No meio da metida, já quase no ápice, levantei a cabeça e Marcinha estava encostada na parede observando. De longe ela gesticulou para eu fazer mais forte, achei uma delicia a situação, então aumentei o ritmo enquanto ela olhava meio por cima o que eu fazia com a mãe. Gozei olhando pra Jaque, que envolveu as pernas contra mim e me prendeu até que eu terminasse tudo.

Me sentei ao seu lado, já todo suado e ofegante, mas bem satisfeito. Jaque passava a mão na buceta, depois na boca, olhando para mim a cada lambida que dava nos dedos.

- Bom, agora pode ir ver ela se quiser. - Disse Jaque largada no sofá.

- Eu tô aqui, mãe. Eu vi tudo.

Quando Jaque ouviu isso, tomou um leve susto, mas depois começou a sorrir da situação. Ela se levantou e pegou as roupas e foi saindo devagar, ao passar por Márcia, deu uma provocada.

- Agora sua vez, filhinha. Só não cansa demais, que mais tarde eu quero no cuzinho.

Marcinha riu e veio até mim, sentou ao meu lado e ficou olhando meu pau ainda duro.

- Vocês homens são todos iguais né, sempre pensando em sacanagem.

Eu ri e retruqiei:

- Sua mãe é uma delícia. Você sabe! Além disso, entre nós quem começou foi você.

Ela segurou meu pau e inclinou meu corpo, beijou ele e perguntou:

- Você não faria nada se não fosse eu?

- Não exatamente. - Respondi. - Você é uma delicia, mas não queria que me visse como um tarado.

- Mas você é... - Disse enquanto me mamava mais intensamente. - Tarado e tem um pau gostoso, sua sorte é essa.

Marcinha usava um shortinho pequeno e uma regatinha, aparentemente já tinha tirado o sutiã. Levantou e se despiu, ajoelhou na minha frente e me chupou até meu pau ficar bem babado. Depois, subiu no meu colo e sentou, rebolando de cima a baixo.

Ela cavalgava muito gostoso, eu via no reflexo da TV desligada, sua bunda subir e descer e a buceta abocanhar meu pau. Ela gemia ainda mais alto que a mãe e rebolava com muito gosto tambem. Me apertava e agarrava, mordendo os lábios a medida que ia até o final.

- Estou querendo isso a um tempo já. - Disse entre gemidos.

- Desde o boquete? - Indaguei.

- Não, aquele dia era pra ser só um presente único. Mas depois que minha mãe contou, fiquei com vontade de provar.

Eu apertei sua bunda nesse momento, depois dei alguns bons tapas.

- E tá valendo apena, Marcinha?

- Eu vou gozar. - Respondeu.

Acho que valeu a pena, ela gozou intensamente assim como a mãe gostosa. Me beijou e gemeu de olhos fechados, com a boca colada na minha. Eu estava ainda mais suado, doido pra encher a buceta dela tambem. Mas ela se levantou, olhou pro meu pau e cuspiu na cabeça.

Segurou ele firme e foi descendo, imaginei que ia pra um segundo round de quicada com a pepeca, mas ela encostou o cuzinho. Ela se apoiou nos meus ombros e foi descendo devagar, eu sentia as paredes se abrindo com dificuldade. Quando chegou na metade, ela parou.

- Tem certeza? Não tá machucando? - Perguntei preocupado.

- A primeira buceta foi da minha mamãe, o primeiro cu vai ser o meu. - Ela gritou quando soltou o peso de uma vez e me teve por inteiro na bunda.

Ficamos quase um minuto parados, então ela voltou a sentar, bem devagar, sem ir até o final. Apesar dos movimentos curtos, a pressão do anelzinho apertado dela fazia muita diferença. Ela foi se soltando um pouco mais, então não resisti. Prendi ela e gozei, dentro do cu mesmo. Marcinha ficou parada sentindo eu encher ela por trás. Depois, levantou e disse que ia banhar, enquanto eu fiquei largado ali mesmo. Quando Jaque voltou, ela disse que eu colocasse minha mala no quarto da filha e saiu para fazer algo no mercado.

A noite reservava ainda mais alegrias para esse jovem sortudo...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Quase Alguém a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários