Até as últimas consequências - MAIO

Um conto erótico de Big Mac/ Juliana
Categoria: Heterossexual
Contém 5913 palavras
Data: 30/01/2026 12:35:38

Isso é bastante coichê mas... Reviver aquela cena... Todo aquele sentimento voltou como uma avalanche. Aquele sorriso fácil e aqueles olhinhos apertados! Eu demorei a responder porque não esperava que Juliana estivesse agora tão linda quanto a primeira vez que a vi. Meu queixo caiu e meu coração disparou. Aquele toque deliciosamente quente no meu braço me trouxe lembranças há muito adormecidas. Eu tava tão absorto em meu proprio mundo que quase não a respondi.Quando o fiz, dei asas a fantasia. Deixei que acontecesse. Talvez fosse esse o novo começo que precisávamos, talvez fosse o destino dando uma forcinha. Ou era só eu querendo acreditar que podíamos ser um casal de novo.

Foi estranho ouvi-la me chamando de Big Mac de novo. Mas... Meu coração disparou na hora. Meu estômago revirou. Parecia vazio. Mas cheio. Cara, que confuso. Sei que ficamos nos olhando por alguns segundos que pareceram uma eternidade. Eu sentia falta dela. Sentia falta do cheiro dela. Dos braços dela. Do corpo dela. Queria ela de volta. Sem condições. Sem mas. Só queria ela. Eu mal percebi quando abri discretamente os braços. Achei que ela viria em minha direcão. O clima foi quebrado por Carolina. Seu toque cálido e sua respiracão quente em minha orelha. Apesar disso, falou algo em meu ouvido. Pouco mais que um sussurro. Mas não computeinada do que disse. Toda minha atenção era somente de Juliana. Quando me desfiz do encanto fui até ela como se não a conhecesse e deixei meu cartão. Fui embora mas antes olhei para trás e vi aquele sorriso lindo e acompanhado de uma mordida nos lábios. Ela ficou feliz. Senti o toque novamente de Carolina.

-- senhor temos a reunião com um dos investidores para definir os termos do contrato e... – se aproximando do meu ouvido e sussurrando – senhor, eu suplico, me deixa gozar.

Só quando ela falou lembrei. Antes de descermos, pus estimulantes em sua buceta e em seu cuzinho. Uma vibração baixa mais constante. Além disso, pus os clipes nos mamilos e, pelo tempo, deveriam estar mega sensíveis. Só porque eu podia e porque queria, discretamente, puxei a corrente que ligavam os clipes. Seu rosto, já muito corado, ficou quase febril. Abriu a boca minimamente e arfou. Que controle aquela mulher tinha. Quanto mais ela mostrava controle, mais vontade eu tinha de quebrá-la. Sorri malicioso.

-- vai gozar quando eu mandar putinha. Se gozar agora seu castigo vai ser muito pesado.

Eu mal terminei de falar e ela pôs uma mão no meu peito e outra se apoiando no meu ante braço, e respirou fundo. Discretamente, pressionou as unhas enquanto agrava longamente no meio do salão. Uma das pessoas chegou a se aproximar, perguntando se ela estava bem. Ela dizia que estava tudo bem mas eu sabia que não. Ela havia gozado. Eu pressionei seu abdômen, puxando a corrente, esticando os clipes e deixando o beliscão mais forte. Ela apertou um pouco mais as unhas.

-- sobe agora. Tem uma surpresa pra você na geladeira. Coloque. Quero você só de cinta liga e a surpresa. E acenda as velas também.

Ela ficou um tempo, se recuperando do gozo e do beliscão. Quando se sentiu melhor, se curvou e foi fazer o que mandei. Eu gostava daquele poder sobre ela e depois de Jane, aprendi a realmente curtir aquilo sem culpa mas sempre mantendo o zelo com Carol. Pensando agora, por mais cruel que fosse com ela, era também a quem eu mais dava carinho. Normalmente, ela dormia comigo de conchinha. Ficava com ela até que dormisse. Carol era de uma sutileza e elegância no dia a dia que mesmo já passado alguns meses, ela ainda me surpreendia quanto a sua carência e necessidade de validação.

Resolvi apidamente os termos do acordo. Eram contratos pré prontos. Tive fazer alguns ajustes. Sempre tive a política de parceira. Tem que ser bom pra ambos ou não vai ser. Consegui rapidamente um meio termo levemente inclinado pra nossa parte mas satisfatória para ambos. Fiz tudo aquilo em uma velocidade que assustou não só os investidores quanto a mim mesmo. Me despedi deles com certa celeridade e subi ao quarto. E o espetáculo armado não era nada além de esperado e fantastico.

O quarto estava a meia luz com velas acesas e suas chamam bruxuoeando no cômodo escuro. Um aroma de morangos, fruta favorita de Carolina, preenchendo o ambiente com um odor inebriante e muito sexy. A cama estava forrada com o lençol bem estivado e quatro Barras cuidadosamente postas em cada quina da cama. E minha submissa, vestindo apenas meias 7/8 pretas presas pela cinta liga de de renda. Sua linda bucetinha completamente aberta pelo clipe genital não parava de chorar de saudade. Seus seios estavam culpados. Os mamilos pareciam inchados de tão duros. Seus lindos cabelos presos em um rabo de cavalo. Que prazer Carolina me dava se submetendo a todas as minhas vontades sem questionar. Ela estava de joelhos ao lado da cama e a pus de pé a puxando pela corrente dos clipes dos mamilos. Ela gemeu alto. Dor. Prazer. Excitacão. Ameacei beijá-la e ela entregou os lábios procurando os meus. Me afastei antes de beijá-la.

-- deite-se. – ordenei e fui obedecido com rapidez.

A prendi nos bastões conforme dava a volta na cama. Usei um pouco a mais de força o suficiente pra machucar e incomodar mas não feri-la.

-- você foi uma putinha muito desobediente. Você sabe o quanto eu detesto ser contrariado. – falava próximo a cabeça dela enquanto puxava provocativamente a corrente dos clipes.

Primeiro fui até a copa, voltando com um balde com cubos de gelo. Peguei um cubo e comecei a deslizar o cubo a partir do queixo. Desci sensualmente o cubo pelo colo e passei ele sensivelmente nos mamilos bastante castigados pelos clipes. Ela apertou os lábios para conter o gemido. O cubo de gelos quase mudavam a tonalidade dos mamilos. Mas não estava satisfeito. Me curvei sobre eles e soprei. Meu hálito quente em contato com sua pele sensível fez o corpo todo se curvar e se arrepiar. Continuei descendo pelo abdômen chapado daquela mulher linda. Comecei a passar o gelo em seu umbigo, seu púbis, monte de vênus. Não posso negar, meu pau parecia querer estourar dentro da calça mas eu não podia fudê-la. Ela me desacTou. Me desobedeceu. E se não gozasse até eu parar, eu a premiaria. Finalmente, cheguei com o gelo em sua buceta.

Aquela flor linda e brilhante já estava vermelha devida a pressão do clipe genital. Passei o gelo e só rei como fiz com os mamilos e ela gemeu mas rapidamente mordeu os lábios. Passei pelos lábios deixei que o clipe esfriasse no contato com o gelo. Apertei mais. Ela sufocava urros e gemidos. Deixei o gelo tocar levemente aquele grelo lindo e inchado e ela não conseguiu segurar o gemido alto. Seu corpo inteiro arrepiado e suas coxas lutando para se fechar. Tirei ela das algemas somente para mudar a posição: coloquei a de bruços.

-- ainda não tô satisfeito, putinha. Você ainda merece ser punida.

As velas. Essa era a real função delas. Ia usar a cera derretida para marcar aquela pele linda e alva. Mas tinha uma surpresa antes. Voltei a cozinha e peguei algo que ela usou e que me deixou louco dias atrás. O gancho. Havia deixado aquela peça metálica gelando.

-- empina, putinha. – ela obedeceu sem titubear.

Derramei um bom bucado de óleo naquela bundinha linda e enfiei o gancho em seu cuzinho. Frio. Ela mordeu o travesseiro quando enfiei e forcei a peça pra cima. Enquanto a tinha presa de diversas formas, derramei um pouco da cera sobre sua bunda. Ela gritou ensandecida. Sua buceta não parava de minar líquido. Minha boca já estava cheia dagua mas eu ainda queria maltratá-la. Puxei mais o gancho e continuei derramando a cera pelas suas costas. A resistência daquela mulher era absurda! Ela gemia, apertava as coxas mas não gozava. Seu corpo estava lânguido, fraco, mesmo ainda resistindo. Tirei o gancho com cuidado depois que ele esquentou. Desatei as algemas com carinho. Tirei o clipe genital e depois o dos mamilos. E a peguei no colo. Somente aí, toquei seu corpo. Até então nenhuma parte minha havia tocado sua pele.

Não sou bobo. Adorava castigar e punir Carol, mas a parte que mais gostava era mimá-la. Adorava o olhar dela como uma criança que ganhava um presente depois de uma prova difícil. Por isso, enquanto entrava e saia dos cômodos, tratei de encher a banheira com água quente, espuma e saia. A coloquei apoiada na pia e me despi enquanto ela me olhava ainda que meio grogue. A peguei no colo novamente . Entrei na banheira, sentei e apoiei seu corpo no meu peito, no meio das minhas pernas.

-- você é a melhor putinha. – sussurrei enquanto lavava suas costas ainda vermelhas da cera.

-- o senhor ficou satisfeito. – dizia com uma vozinha manhosa e quase sonolenta.

-- sim. – disse beijando seu ombro.

Meu pau latejava nas costas dela. Ela se acomodou dentro d’agua e deixou o corpo cai, engolindo ele inteiro aos poucos. Seu gemido foi fraco, gostoso, relaxado. A abracei e brinquei delicadamente com seus mamilos enquanto beijava seus pescoço e sua nuca. A água estava quente mas sentia seu corpo se arrepiando ao meu toque. Ela arfava enquanto colocava os braços pra trás, me puxando pela nuca e virando a cabeça buscando minha boca. Nosso beijo era calmo, sensual, cálido. Tanto ela quanto eu fazíamos movimentos mínimos.

-- agora sim. Goza, minha putinha. Goza com seu senhor.

O rebolado e as estocadas ficaram pouco mais intensos. Meus toques em seu corpo se intensificaram e o beijo ficou mais intenso. Chegamos ao orgasmo juntos, gemendo na boca um do outro. O gozo dela foi maravilhosamente gostoso. Longo, continuo e muito relaxante. Deixei meu pau dentro dela. Adorava a sensação de ser massageado pela bucetinha de Carolina. Quando recobrou os sentidos, apoiou-se no meu peito, descansando. Fiquei acariciando sua rosto enquanto viajava.

-- tava pensando naquela mulher, não é? – disse Carolina me tirando dos meus pensamentos. Mas ela não estava errada.- eu vi como olhava pra ela. E nunca vi o senhor olhando assim pra ninguém... Nem pra mim.

Ela meio que se encolheu, puxando meu braço pra abraça-la. Estranhamente, não era ciúme mas existia medo ali.

-- sim...

Ela ergueu a cabeça como um suricato, como se tivesse percebido algo.

-- era ela, não era? – perguntou ainda de costas.

Não precisava mentir. Carolina me conhecia. Nunca escondi de ninuém minha situação. Mas ela estava, ainda que de maneira leve, incomodada.

-- sim. – fui sincero. Não tinha porque mentir.

Ela demorou um pouco a falar de novo. Não sei se curtindo meus carinhos ou formulando pensamentos. Acabou se aconchegando no meu peito.

-- me deixa aproveitar enquanto ainda posso...

-- claro. – sorri enquanto acariciava seus cabelos.

Ainda naquela noite transamos por mais algumas vezes. Foram fortes, pesadas, deixei o corpo dela todo marcado. A fodi com força, gozando em todos os seus buracos. No fim, a pus em meu peito e a fiz dormir enquanto lhe fazia carinho. Foi a transa mais estranha que tive com Carolina. Uma sensação de término esquisita. Procurei não pensar muito nisso. Até porque a surpresa mesmo, eu não dei a ela. Havia conseguido pra ela uma semana de folga e um SPA com tudo pago na região serrana, que era sua favorita. Dormi com ela mas acordei antes. Me vesti e saí mas não sem antes deixar toda a papelada da surpresa pra ela em cima de suas coisas.

Eu sonhei com Juliana. Pela primeira vez em meses, eu sonhei com ela. Com a gente. Viajando. Jantando. Vivendo. Fazendo amor. Era igual a antes. Mas diferente. Era ainda mais íntimo. Ainda melhor. Eu a vira por poucos minutos e ainda sim, ela virou minha cabeça. Eu ri mas não posso dizer que não gostei. E, percebi uma coisa naquele momento. Eu e Juliana nunca fomos namorados. Pulamos etapas por conta da amizade. Saímos muito como amigos mas raramente saíamos como casal, resumindo nossos passeios a samba do sobrado ou festa de conhecidos ou amigos. Me amaldiçoei por isso. Esse teatro era como uma chance de corrigir esses erros e se ela quisesse mantê-lo, assim o faria.

Fui direto pra casa... De Raoni. Na verdade, eu tava morando lá desde que havia findado o acordo. Me fazia bem e era o que eu precisava naquele momento. Meu irmão ficava feliz de me ter como parceiro de casa. Dizia que lembrava a faculdade. Ivete ainda me tentava demais! Eu queria comê-la mas era apaixonado pela nossa amizade. Dos três. E tinha medo que isso reverberasse no relacionamento deles. Que era aberto. Ah, cara, era piração minha, eu sei, mas tinha muito apreço pelos dois e não tinha tantos amigos assim. Tinha medo de algo dar errado e perdê-los. Entrei em casa e ouvindo os gemidos já de manhã cedo. Eu ri e fui entrando na ponta dos pés pra não cortar o clima mas eles resolveram me avacalhar transando no meio da sala. Encostei no batente da porta apreciando o corpo de Ivete que sentava nele de costas pra mim.

-- que bonito, hein! – disse cruzando os braços e com uma falsa resignação.

Ivete olhou por cima do ombro com um riso malicioso e rebolou ainda mais forte. Raoni apertava a cintura dela com uma mão e um dos seios com a outra.

-- gordão, não curto essas paradas não mas se tu esperar eu acabar com a preta aqui, dou o que é teu também!! – meu irmão é um grandessíssimo filho da puta.

Com isso, Ivete perde o ritmo, gargalhando e eu rindo da porta.

-- vai se fuder, Raoni!! – retruquei mas rindo.

-- scaneia ele, Quinho!! Vem cá... Tem um espacinho aqui pra você também... Só pra infernizar ele! – Ivete abre aquele rabo lindo, me oferecendo o cuzinho.

Eu precisava de um canto. Não sabia mais por quanto tempo ia conseguir aguentar sem comer aquela preta maravilhosa. Ela me provocava diariamente. Prova disso é que quando ela fez isso, eu engoli em seco e senti meu pau dando sinal de vida na calça. E ela notou. Ela sempre notava. O telefone dela começou a tocar em cima da mesa.

-- Me dá isso aqui, Quinho... Humm – esticou a mão, pedindo o celular. Raoni já ria.

-- peraí, Ivete... Que esculacho isso – reclamei com a força de uma corda usada pra jogar sinuca. E entreguei o telefone na mão daquela safada enquanto ela rebolava e ria.

Ela parou de sopetão e Raoni ficou olhando pra cara dele como que esperando uma explicação. Ela olhou pra mim. Olhou por tempo demais. E depois pra Raoni. Depois deu um beijo no indicador da mão livre e pos sobre os lábios do meu irmão.

-- oi, Juh... Aconteceu alguma coisa? – Raoni fechou a cara na hora e tentou tirar Ivete de cima dele enquanto ela resistia como uma vaqueira.

Elas começaram a conversar enquanto Ivete começou a apertar Raoni com a buceta. Toda vez que ela fazia isso, ele não segurava a onda. A preta tapou a boca dele enquanto escutava Juliana e ele gemia abafado em sua mão. Não demorou muito e gozou no fundo dela e eu assistindo aquele espetáculo mas não era isso que minha mente anseava. Queria saber de Juliana. Raoni empurrou Ivete pro lado com um tapa na bunda e saiu, indo pro banheiro. E ela ficou ali, no sofá, com sua bucetinha escorrendo porra. Colocou no viva voz e pude ouvir toda a conversa enquanto iveteavaliava minhas reações. Completamente nua. Pedi pra ela insistir que ela ligasse pra mim com qualquer desculpa e ela o fez, convencendo Juliana. Ela feicou ainda no telefone para se certificar que Juh estava bem. Essa era Ivete. Quando desligou, pegou a camisa e se limpou antes de vir até mim.

-- sabe que o Raoni vai encher nosso saco por isso, né? Espero ser bem recompensada! – disse e deu um apertão no meu pau sem eu esperar. Quando olhei pra ela, surpreso, tinha a língua pra fora com cara de arteira.

Juliana não ligou. Esperei um tempo e nada. Pensei havia desistido e então fui tomar um banho após Raoni sair do chuveiro. Quando a água bateu no meu corpo senti todo o desgaste da noite com Carolina. Sexo com ela era maravilhoso mas me consumia mais do que as vezes que transei com Camila e Adriana. Juntas. Chapadas. De qualquer forma, não parava de pensar em Juliana e se ela realmente ia ligar. Quando terminei o banho e estava me arrumando, vi que tinha uma chamada perdida. Era ela. Mesmo antes de ter visualizar, eu sabia. E sorri. Mudei o chip do telefone para o meu numero alternativo e retornei a ligação.

Aquilo foi deliciosamente embaraçoso. Ela claramente fingindo saber o que queria. Eu podia sentir seu sorriso e aquilo aqueceu meu coração e também me fez sorrir. Quando ela pediu o contato profissional, tracei rapidamente todo um roteiro pra isso. Precisava de um restaurante intimo mas frio, informal. Queria dar a ela uma boa experiência mas não queria entregar tudo de uma vez. Marcaria no Xian. Sabia que culinária oriental era o favorito dela então entraria nessa com a vantagem. Deixei tudo preparado, um roteiro simples sobre todo o trabalho que pudesse ser do interesse dela, e fui fazer outra coisa pra não pirar pensando nesse encontro. Fui correr.

Passei aqueles dois dias em uma ansiedade tremenda. Camila me ligou, me chamando pra um sarau com umas amigas mas dispensei educadamente. Jane me ligou e logo descobriu o que estava havendo. E me acalmou. Pediu pra eu aproveitar e me divertir. Ir com calma e ser o homem maravilhoso que sabia que eu era. E por fim, recebi uma ligação que não esperava. Eu estava fazendo um roteiro para ficar com Juliana o máximo de tempo possível. E um nome me surpreendeu ao tocar na tela. Raquel. Eu odiava aquela garota. Nem tanto por ter falado mal de mim durante toda a época que eu fora o patinho feio, mas principalmente por perceber a malícia com que ela tratava Juliana e ela nunca percebia. Não era flor que se cheirasse e nem alguém bom de se ter por perto. Mas a curiosidade foi mais forte que eu.

-- o que tu quer? – sem meias palavras ou embromação.

-- nossa, mal educado! Eu ligando pra saber sobre seus negócios... Tenho um amigo interessado. – falava com a voz melosa, como se tivesse tentando me manter interessado ou sei lá.

-- manda me ligar na terça feira. Passar bem. – e desliguei.

Como aquela cretina me irritava. Mais irritado eu fiquei quando vi que por conta dela, perdi uma ligação da Adriana. Como não respondi, deixou uma mensagem: “sexta. Jantar sensorial na minha casa. Só nós dois”. Aquilo não era um convite. Ela não esqueceu o ponto era uma convocação. Concordei como se alguém tivesse olhando e voltei minha atenção para quem realmente importa. Juliana. Fiz tudo. Tracei um roteiro que sabia que ela iria gostar. Mandei pra ela a hora e a reserva do restaurante.

O dia chegou e eu estava como um adolescente. Estava ansioso, nervoso, minhas mãos soavam, minha cabeça doía, eu revisei os planos mil vezes. Ivete ria de mim e massageava meus ombros vendo meu nervosismo. Já Raoni estava sentado no sofá enquanto me olhava.

-- gordão, senta aqui. – apontou pro puf na frente dele. E eu fui.

Ele ficou me olhando antes de começar. Avaliava meu semblante, meu olhar, buscava sinais.

-- irmão, eu sei que você é louco por essa garota. E quero que saiba que eu não desgosto dela mas... Ela quase te destruiu, viado... Eu e Ivete ficamos catando seus caquinhos por aí um tempão... E ainda não sei se você tá 100%. Então vai devagar. Respira. Vai no seu tempo mas vai seguro do que tá fazendo.

Esse era Raoni. Ele se levantou e eu também. Nós abraçamos enquanto Ivete nos observava com aquele sorriso adorável no rosto. Não tenho preconceito ou entrave algum de dizer que amava aquele cara. Já o vi fazer coisas por mim que talvez um irmão de sangue não fizesse.

-- eu vou me cuidar, irmão... Prometo.

E isso me acalmou. O resto do dia passou tranquilo com nós três brincando e quando chegou a hora, me arrumei e parti para o restaurante.

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O restaurante era lindo com uma vista de tirar o fôlego. Íntimo. Discreto. Mas... Frio. E isso não era ruim. Ele ainda estava dentro da fantasia e isso era bom. Um novo Marcus e uma nova Juliana. Talvez fosse isso que nós precisassemos. Cheguei até a recepção e dei seu nome, uma mulher de descendência oriental me levou até uma mesa em uma espécie de varandão. Um cheiro maravilhoso de tempero e especiarias permeava o local que também era iluminado por lanternas japonesas. Era realmente deslumbrante. Mas não era isso o que importava. Nem as mesas bem dispostas. Nem a beleza do local. Só uma coisa importava. Ele. Ele estava sentado apreciando a vista e quando me viu me aproximar, se levantou. E quando o vi, precisei me lembrar de respirar.

Marcus sempre foi estiloso. Mesmo quando era gordo. Se vestia de forma elegante e em tons sóbrios. Quando se tornou esse homenzarrão, apesar de não dar o devido valor a época, passou a se vestir como um príncipe nigeriano. A única coisa que o apagava era a falta de postura, coisa que já não o afligia mais. Sendo assim, na minha frente estava esse príncipe de ébano. Sua pele brilhava como a noite. Aquela barba a qual dormi acariciando por muitas noites estava devidamente aparada, tratada e escovada, exalando um leve cheiro adocicado. Seus óculos de armação aviador pareciam combinar com tudo, desde o dashiki branco com detalhes dourados bordados na gola mandarim, no peito e nas barras., assim como a calça branca com bordados dourados nas laterais. Deus, que poder. Eu senti minha calcinha úmida assim que ele sorriu pra mim.

-- boa noite, senhora Juliana. – me preparei toda, esperando os beijos nas bochechas que nunca chegaram. Em vez disso, ergueu minha mão com delicadeza porém com propriedade, e deixou entre meus dedos.

-- boa noite, senhor Marcus. – esperava que não mas sei que ele notou meu arrepio e minha voz errática. Senão, meu rubor súbito.

Ele sorriu, confirmando minha suspeita. Puxou a cadeira para que eu sentasse e logo voltou a seu lugar.

A primeira hora passamos conversando realmente de negocios e comendo. Começamos comigo experimentando satay de frango e rolinho vietnamita. Ele não me deixou pedir, escolhendo meu prato: Yakisoba de frutos do mar. Não lembro de ter comido algo tão gostoso. Ele comeu salmão com arroz negro. Não bebemos nada alcoólico. Ainda era uma reunião de negócios. Ao fim dos pratos, me ofereceu um delicioso mousse de chocolate. Ao final do jantar começamos a conversar. A fazer perguntas como se quisesse conhecer meu fornecedor. Me falou sobre a formação, a faculdade, cursos. De forma objetiva.

-- um homem tão sério e... Marcante... Tão cheio de predicados e sozinho? – fiz. Isso foi uma estupidez. Mas queria saber se já existia alguém. E sendo bastante específica, se ele estava com alguma daquelas duas.

Ele ficou me encarando, olhando diretamente para meus olhos e deu pra ver ele decidindo que linha de ação seguir. Eu tinha um sorriso fraco no canto dos lábios. E nem sabia o por quê. Ele respirou fundo e riu.

-- não. – com os olhos vidrados nos meus. Ele pode ter controlado mas percebi um sorriso triste que nasceu morto no canto de seus lábios. – tive alguém mas... Não era pra ser. Agora eu só sobrevivo...

Ele desviou os olhos e começou a ficar inquieto, tamborilando os dedos na mesa e olhando pra taça. Antes que falasse alguma besteira e quebrasse aquele encanto agi. Com impulsividade mais agi. Pousei minha mão delicadamente sobre a dele e novamente capturei sua atenção.

-- sei como se sente. Eu já fui praticamente casada. Ele te colocaria no chinelo... – eu sorri de canto de boca e acabei arrancando um sorriso tímido dele.

E então veio a pergunta.

-- e o que aconteceu...?

Respirei fundo enquanto encarava aqueles olhos amendoados. Sentindo a quentura da união de nossas mãos.

-- eu o decepcionei. Muito. Duas vezes... E desde então ando perdida. Demorei a me erguer mas to tentando focar em mim... E no trabalho.

Ele cruzou nossos dedos. Enquanto me olhava. Levantou e me puxou pra ele, quase me fazendo flutuar. Encaixou sua mão livre gentilmente em meu rosto e me beijou. De frente pra praia, em um dia de lua cheia, sob o céu estrelado e de lanternas. Era como eu lembrava: calmo, gentil. Mas agora tinha posse, Domínio. Sentia meus lábios queimarem. Minha língua apenas seguia e se submetia a dele. Aquele calor familiar e tão desejado.

- Juliana? – acordei com os dedos dele roçando as costas da minha mão.

-- me desculpe. Eu... – suspirei, triste ao constatar que aquela cena só havia acontecido em mim.

Ele ficou me observando novamente. Como eu amava aquele olhar! Era como estar sob os holofotes do lugar mais importante do mundo! Eu sentia novamente o carinho, bem querer... Esperança. Ele se levantou da cadeira. E estendeu a mão pra mim.

-- venha. – eu ainda não estava acostumada a esse Marcus e vê-lo me mandar assim me causou um frisson no baixo ventre.

Estendi a mão e ele me levantou delicadamente enquanto tinha capturado meus olhos com os dele. Meu corpo ardia em brasa. Cada minuto que passava naquele recomeço, me apaixonava ainda mais pelo homem que tinha perdido. Sob aquele olhar, minhas pernas fraquejaram e, para que eu não caísse, ele me puxou pela cintura e fez nossos corpos finalmente se colarem. Coloquei as mãos em seu tórax musculoso, reticente. Não por medo da reação dele e sim por medo de não conseguir me segurar. Depois de quase um ano, eu sentia o calor do seu corpo no meu de maneira voluntária. Ficamos nos olhando e senti meu rosto ruborizada. Ele se afastou a muito custo, exercendo uma força que eu não tinha. Pigarreou e falou.

-- me acompanhe.

Saímos do restaurante de braços dados. Não como namorados. Era só... Educação. Chamou um Uber e voltamos ao centro da cidade no museu do amanhã. O espaço estava estranhamente cheio pro horário mas não o questionei. A noite estava linda e o barulhinho da água na baia era aconchegante. Após pagar o Uber e descer, não me contive.

-- o que estamos fazendo aqui? – andávamos lado a lado.

-- quando você marcou a reunião, eu já tinha compromisso com um amigo mas... Era um possível investidor e eu não poderia perder então, te trouxe no lugar dele. Vamos entrar que já vai começar.

As pessoas entraram naquela nava até um espaço que estava completamente escuro. Quando todos se acomodaram, velas comecaram a acender espalhadas pelo local mas fazendo um anel bem no meio. Aquilo deixou todo o espaço com uma acolhedora ambientação intimista. Quando meus olhos se acostumaram com a meia luz, vi um pequeno grupo com instrumentos clássicos no meio do anel. E eles começaram a falar, explicando sobre a noite.

-- boa noite, senhoras e senhores. Bem vindo ao candlelight. Na noite de hoje teremos o especial Coldplay. Curtamreciem.

Olhei pra ele que só aplaudia sem me olhar. Ele fez de propósito. Eu sei que sim. Não tinha ninguém pra vir aqui com ele. Ele havia preparado isso. Eu tinha certeza. Eu tava eufórica e fazendo muita força pra segurar minha onda. Coldplay é uma das poucas bandas internacionais que eu curto.bem... curtir não é bem a palavra. Eu sou completamente apaixonada por eles!!!! Minha vontade era voar no pescoço dele e enchê-lo de beijos!! Mas eu só conseguia olhar pra ele. Minha única reação foi tocar a mão dele com as costas da minha. Meus dedos buscaram os dele e pude senti-los buscando os meus também. Olhei pra ele mais ele não tirava os olhos do show enquanto sorria. Foi a coisa mais linda que já vi. Ele, no caso. Olhando pro show. Tentando não me olhar e eu sabia o por quê.

Houverão dois momentos que foram importantes pra mim naquele show. Tipo... MUITO importantes. Quando tocou Fix You eu congelei. Foi só a primeira vez na noite que meus olhos encheram de lágrimas. A musica trata de perda e processo de cura. Tentei esconder minha dor. Marcus não me olhava e me senti completamente só ali no meio. Quando estava me abraçando no meio da música, senti um puxão no meu braço. Suas mão entrelaçou nossos dedos e ele apertou com força. Não foi algo pra machucar. Foi uma prova que ele estava ali. Ele me ancorava no meio do meu mar de dor. Ainda sim, ele não me olhava.

Pouco depois tocou the Scientist. E só então ele me olhou. Que dor! A dor em seus olhos. O sofrimento que carregou e carrega em seu peito. As marcas do que fiz ele passar, embora bonitas, mostram que ele quase sumiu por mim. E eu embora quisesse demais não sabia se merecia aquele homem. Eu queria voltar ao começo e apagar tudo o que fiz, tudo o que fiz pra machucá-lo. Queria voltar pra reaver a confiança dele porque não sei se a terei um dia de novo. Eu encostei a testa no peito dele e deixei as lágrimas caírem quase aos soluços. Queria muito dizer que o amava e que queria uma nova chance, que a gente recomecasse. Mas só conseguia chorar. E ele me abracou. E eu me senti plena. Completa. Era como se o mundo tivesse voltado ao eixo de novo. Terminei de assistir aquele espetáculo nos braços dele.

Quando tudo acabou, aquela “tregua” também foi terminada. Fui ao banheiro, retoquei a maquiagem e me observei naquele espelho. Fazia muito tempo que eu não me sentia tão leve, tão... Limpa. E tão bonita. Meus olhos cintilavam só pela perspectiva da gente poder ficar junto de novo. Saí do banheiro e ele estava lindo, me esperando. De costas, postura ereta. Me aproximei e toquei delicadamente a ponta dos meus dedos em suas costas. Ele se virou calmamente e me deu um sorriso que eu não via há meses. Eu sentia meu ser se desmanchando e as borboletas no estômago se agitando.

-- obrigada... Pelo show. – disse com a face corada, procurando um meio de manter a fantasia.

-- foi um grande prazer. Felizmente meu amigo não pode vir. Acredito que não teria apreciado tanto o show com ele.

-- meu... Aquele homem que eu decepcionei... Então... Ele sempre quis me levar em um show deles. Eu sou muito fã de Coldplay! Infelizmente, nossas prioridades estavam em outras coisas... – não foi pra alfinetá-lo. Eu estava conversando com um recém adquirido amigo.

-- seu... Esse homem a quem você diz ter decepcionado. Me parece um babaca também. -;sua expressão dura. Mas não aguentei.

-- por favor, Marcus, nunca mais repita isso. Em nome... Disso... Dessa... Promessa de amizade, não sei. NUNCA mais falei dele. Ele lutou pra me dar tudo o que eu queria, sempre me colocando em primeiro lugar. As minhas falhas não podem e nunca serão justificadas por algumas espécie de achismo de erro dele. – fui rude. Incisiva. Não ia permitir aquilo.

Ele ficou surpreso. Foi a única vez que o vi saindo verdadeiramente do personagem. Por um breve momento, ele pareceu aquele garoto que conheci na faculdade e eu ri disso. Ele pigarreou, limpando a garganta.

-- peço desculpas... Fico imaginando que um homem que não aproveitou o momento com alguém como você devia ser louco. Mas... Pelo que fiz dele... Vocês tinham uma vida pela frente e ele queria lhe assegurar antes de curtir. Acho que é um erro comum. A falta de equilíbrio. – naquele momento, existiu algo que não tinha visto em seu olhar durante todo esse tempo. Culpa.

Fiquei olhando pra ele durante um tempo. Ele estava muito mudado. Mais maduro. Mesmo antes seus supostos erros, ele parecia seguro. Sustentando suas posições, consciente de suas ações. Mais responsável pelos seus sentimentos e administrando suas espectativas. Isso me deixou incrivelmente mais apaixonada. E entender esse comportamento dele como grandes valores me fez perceber que talvez a terapia estivesse valendo a pena. Não nos falamos por um tempo até que ele olhou para o relógio.

-- preciso ir. Vou te levar em casa.- apenas acenei positivamente com a cabeça.dentro do carro, fomos cada um em uma ponta, olhando pras luzes da cidade que passavam pela janela quase como flashes. Estava tão distraída que tomei um choque quando senti nossos dedos se tocando. Ambos paramos. Depois da choradeira do show, não havia tido um contato tão íntimo. E, pra minha felicidade, ele avançou e seus dedos tocaram gentilmente os meus. Eu tentava prende-los mas ele fugia. Era uma brincadeira que de alguma forma meu cérebro entendeu como sensual e senti minha menina começar a irrigar simplesmente. Enfim chegamos. Ele me levou até a porta e se despediu a distância, sem mais nenhum tipo de toque. Me despedi e entrei.

Quando eu entrei em casa... Bem, queria dizer pra vocês que fui tomar banho e deitar mas não. Soltei uma série de gritinhos assim que a porta fechou. Dancei de forma ridícula. Ria como uma menininha apaixonada. Sabe todos aqueles clichês de filme de romance adolescente? Então virei um clichê ambulante. Tenho certeza que ele ouviu e espero que tenha se sentido tão feliz quanto eu estava naquele momento. Tomei um banho e me deitei vestida com uma das camisas dele, impregnada com o cheiro dele, e dormi. Leve, feliz, tranquila. Como há meses não fazia.

Durante o mês tivemos outros “encontros”. Sempre falando de negócios e acabávamos esticando. Todos foram muito gostosos mas também doloridos, pois soube que ele estava saindo com outras pessoas. Ele nãi mentiu ou omitiu. Foi limpo. Claro. E isso me excitou. Me envergonhou imaginá-lo de novo quebrando aquelas meninas. Senti minha buceta molhar na hora mas mantive a classe e acho que ele não percebeu. Eu nunca saí tanto com ele como agora e a cada “reunião” era uma surpresa nova com um amigo esquecendo algo ou ele tendo que ir buscar alguma coisa ou uma reunião com alguém. Em todas ele me deixou na porta de casa mas nunca entrava e nunca me tocava. E eu estava feliz com aquilo. Acho que ambos estávamos com medo do que poderia acontecer.

De qualquer jeito, parece que Toda vez que a coisa começa a andar pra mim, algo sempre acontece. Em um sábado depois de voltar da academia, fazia uma vitamina e minha campainha tocou. Ao atender, dei de cara com Daniel. Ele me agarrou pelo pescoço na porta mesmo e me beijou com força. Fui pega de surpresa e o empurrei pra longe.

-- TIRA AS MÃOS DE MIM!! – mas ele ignorou.

Você é minha, piranha. Esse rabo é meu! – ela falava enrolado.

Logo percebi o por quê. O cheiro ocre e ácido do álcool chegou até mim. Ele tava bêbado. Tentou me puxar pelo cabelo e me prensar na porta. Daniel era forte e mais alto. Espremeu meu corpo mas não por muito tempo. Balancei o corpo, dando uma cotovelada na costela, segurei a mão dele e sentei no chão subitamente. Se não houvesse a porta, Daniel passaria voando por cima de mim mas chocou-se com a porta maciça, apagando. Liguei pra polícia. Acompanhei o carro e fiz o BO por importunação.

Voltei pra casa transtornada ainda sim, tranquila porque sabia que Daniel não chegaria perto de mim. Mal sabia eu que tinha entrado em uma armadilha e que fora observada o tempo todo.

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Comentários

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Raquel e Daniel trabalhando junto? Será clichê, mas algo que acontece todos os dias, Raone e Ivete acham que a Juliana não serve para o Big, tanto quanto a Raquel, também acha que o Big não serve para ela.

Mas ela se afastou da RAquel, uma união do casalzinho daria o que os dois querem, a Raquel poderia continuar tentando o Big e o Daniel recuperaria a posse da mulher presa na lógica do abuso.

Do outro lado dessa confusão o amigo da Raquel com certeza é o Davi, atacar o casal por todas as frentes, já vi isso, já vivi isso, espero que os dois passem por cima disso como eu passei.

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Minha querida consultora para assuntos dom/sub... Rsrs a cena está correta ou faltou algo ou passei do ponto em algum momento? Eu realmente preciso dos seus apontamentos...

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Sim está sim e eu definitivamente, quase perdi o fôlego com eles brincando com as velas, sério, me deu um puta de um tesão... Agora fiquei vermelha... Mas falei.

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Tantas coisas para comentar, mas...

1. Tava na cara que o Daniel ia aprontar, mas me surpreendeu a forma como ele reagir. o último parágrafo me deu um frio na barriga. Ela se defendeu, fez BO e tudo, que armadilha poderá ser? Se Big tivesse visto isso, teria ficado orgulhoso. Será que tem a ver com a Raquel? Não sei o que pensar ainda.

2. Achei fofinho esse "recomeço" do Big com a Ju, mas sei lá, será que dá tempo ainda? Perdão é uma coisa dificil. Tanto que ele, mesmo querendo, não avançou o sinal mesmo ela dando todos os indicativos de que queria. Ele ainda reluta e o irmão dele, Raoni, também já tinha dado a dica de que ele ainda não está pronto.

3. É certeza que ele ainda vai comer a Ivete. Putz, ela quer muito. E o Raoni parece que quer isso também. Esses três formam uma amizade legal e se acontecer, vai ser massa. Mas, porém, contudo, todavia, algo me incomoda no Raoni. Acho que na hora H, quando o Big pegar a Ivete de jeito, ele vai se sentir incomodado e isso pode acabar definitivamente a amizade.

4. Carol parece amar o Big de verdade. Achei massa a relação deles. O jeito que ele disse que a melhor parte é dar o carinho que ela merece depois de todo sofrimento, como se fosse um prêmio por ela ter passado na prova... po, muito massa. Deu um tesão desgraçado só de imaginar. Sei que tem a Jane e tal, mas meu coração tá pegando um lugarzinho pra Carol hein...

5. Vejo tudo muito aberto. O conto trás muitas possibilidades. É muito verossímil o que Big e a Ju vivem. Não me surpreenderia, porém, se o Big acabasse terminando com Carol. Sei lá, a forma como foi construída a relação deles tem algo que me pega bastante: CONFIANÇA. Ela confia cegamente no Big e isso pode fazer muita diferença lá na frente.

6. Maio foi de tirar o fôlego. E ainda faltam 7 meses. O que seria que o Mhcmm tá planejando hein? Acho que veremos mais dores de cabeça para Big e Ju e acho que eles ainda vão se chatear um com o outro antes de ter a chance real de se perdoarem e ficarem juntos (supondo que é isso que a maioria quer kkkk)

Nota 10, amigo. Três estrelas. Suas histórias sempre são envolventes e nos permite refletir. Confie nisso e continue nos brindando!

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1 - Se o big tivesse visto isso seriam 2 na delegacia.

2 - escute as músicas, carlão... Aquela cena foi muito importante.

3 - que ele vai comer a Ivete é um fato, mas qual a reação do Raoni? Quando acontecer vai ser divertido!

4 - o big tem a alma gentil. Engraçado que eu achei isso super coerente. Ele pune. Ele premia. E por ser gentil, o carinho sempre vai apetecê-lo mais. O carinho aquece o coracão, a punição aquece a giromba.

5 - tá esquecendo da domadora Camila e da surpresa Adriana.

6 - próximo mês vocês finalmente vão conhecer Adriana e terão um puta surpresa sobre ela.

Obrigado, amigo! Pra mim é muito recompensador ver o pessoal que lê tão participativo

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