Oieee, safadinhos.... Karol aqui!
Já falei que sou descendente de coreanos, mas todos me chamam de japinha...HAHAHA!
Tenho 20 anos, 1,60 e 67kg. Doidinha por gordinhos safados, de uniforme então... fico maluquinha.
Tenho longos cabelos pretos e um sorriso encantador. Sou meiga e gosto de ser conquistada. Mas sei usar meu corpo para conseguir o que quero.
Enfim, espero agradá-los e, junto com minhas amigas, Alicia e Rebeca, trazer histórias sensacionais para vocês. Vamos ao conto!
Com meus Kinze anos, era uma verdadeira ninfetinha. Peitos pequenos, mas bem durinhos que cresciam a cada dia. Minhas amigas diziam que quanto mais hormônios tivesse, maiores eles seriam. Que para isso, minha libido precisava aumentar.
Pois bem, meus pais tinham marcado uma viagem e, claro, eu teria que ir. Malas prontas e lá fomos nós para o aeroporto.
Vestindo uma calça jeans e camiseta preta. Senti que um baita tesão quando chegamos e notei alguns olhares.
Pensei que estaria mais lotado. Mas me enganei. Enfim, sentei com minha mãe nos bancos enquanto meu pai foi verificar o horário e tudo mais. Foi quando me bateu uma vontade de ir no banheiro.
— Sério, preciso ir... to apertada.
— Mas, será possível? Acabamos de sair de casa. — Minha mãe conferiu o relógio. — Vai demorar mesmo. Olha, o banheiro é só seguir por aquele corredor.
Logo, caminhava pelo aeroporto em busca do banheiro. Na verdade, só queria andar por ali e ver se arrumava algo.
Foi então, que notei que os banheiros ficavam lado a lado. Não tinham portas, apenas uma entrada. Encostei do outro lado da parede e observei os homens.
“Puxa vida. Olha só.”
Alguns executivos com suas roupas sociais que marcavam a rola. Aquilo foi deixando minha buceta cada vez mais acesa. Minha vontade era entrar lá dentro e ser fêmea de quem quisesse me comer. Foi ai que vi um senhor saindo, ainda levantando o zíper da calça bege. Ele me olhou e ficou sem graça.
“Que tesão.”
Continuei encarando enquanto ele dava curtos passos. O coroa me olhou e parou como se estivesse analisando a situação.
Me olhou de novo e dei uma piscadinha. Ele se aproximou.
— Com licença, sabe aonde tenho que ir pra pegar minha bagagem?
Ele era branco, calvo com cabelo grisalho nas laterais. Olhos castanhos e profundos já que tinha um rosto bem gordinho.
— Sei não, senhor.
Ele olhou em volta.
— Tá sozinha, querida?
— Não... estou com meus pais. Vamos viajar daqui a pouco.
— Certo! É perigoso ficar aqui sozinha. Melhor voltar para eles.
Parecia nervoso e sorriu.
— Nunca se sabe o que pode acontecer nestes locais.
O homem aparentava ter uns 50 e poucos anos. Um pouco mais alto do que eu e bem gordinho. Os botões de sua camisa branca lutavam para segurar a barriga saliente.
— Bem... me diga você. — Trancei os dedos e movi o corpo. — O que pode acontecer?
Ele engoliu em seco.
— Sou Alaor e você?
— Karol.
— Escuta. Não sou cego, sei que deve ser bem novinha e que estava de olho no pessoal saindo do banheiro. — disse baixinho. — Vou ficar pouco tempo na cidade. Primeira vez a trabalho. Poderia te dar uma boa quantia pela sua presença.
Dei um sorrisinho e falei baixinho:
— Desculpa, mas não faço o serviço que está procurando.
Ele ficou vermelho de vergonha.
— Ah, sim... me desculpa. Bem, de qualquer modo... — colocou a mão no meu ombro e se aproximou do meu ouvido. — Adoraria meter a pica na sua boca.
Eu que fiquei vermelha. Ele riu e passou a mão na barriga.
— Afim?
Que coroa mais safado. Oferecendo rola assim?!? HAHAHA... Queria muito pagar uma chupetinha.
— Eu até quero. Mas, aqui é complicado, né?
— Nada. Venha. Nestes lugares sempre tem alguma salinha de funcionário.
Segui com o coroa mesmo sabendo que poderia perder a viagem e me dar mal. Mas, uma chupetinha seria jogo rápido.
Logo, o coroa achou uma pequena porta com um aviso: Entrada apenas para funcionários.
— Ai, te falei.
Ele abriu a porta.
— Maravilha! Vem, querida!
Quando entrei, notei que era uma sala de arquivos dispostos em prateleiras. Fomos até o fundo da sala. A luz entrava por algumas janelas e Seu Alaor parecia nervoso.
— Nossa! Nunca fiz isso antes. HAHAHA
— E agora? — perguntei inocentemente.
Ele já passou a mão no cinto e foi tirando.
— Agora... você vem chupar meu pau!
O coroa abaixou a calça. Sua cueca preta escondia por debaixo da barriga. Me aproximei, segurei na camisa dele e o beijei. Que loucura. Estava beijando um coroa que mal conhecia.
Ele apenas colocou as mãos nas minhas costas e alisou. Desabotoei a camisa e chupei os mamilos.
— OHNNN! QUE ISSOOO! OHNNN!
Passei a mão pela barriga peluda até chegar no pau. Passei a língua por toda barriga e me ajoelhei. Enfiei a cara debaixo da barriga e senti o cheiro de cueca mijada.
— Que delicia, japinhaaaa!! OHHH!
Puxei a cueca do coroa, um pequeno cacete saltou e segurei com a ponta dos dedos.
— Karol, não é muita coisa. Mas, prometo que vai se surpreender com o tanto de leite que tenho pra dar.
O saco pesado parecia rígido e comecei a chupá-lo.
— Faz uns 2 meses que estou sem gozar. Esperando o momento certo.
A pica devia medir uns 13cm, engoli tudo com facilidade.
— Que mamadeira gostosa. — brinquei.
— Se mamar direitinho, papai vai encher sua boquinha de leite.
GLUB, GLUB, GLUB
O coroa colocou as duas mãos na minha cabeça.
— QUE ISSO, MOCINHAAA???!!! OHNNN!
GLUB, GLUB, GLUB
Em minutos, ele anunciou:
— VOOOOUUU GOZAAAA..OHNNN! AINNNN!
Senti o cacete pulsando e o leite saindo. Apertei o saco com a mão e ele delirou.
— PUTAAAA!! ASSIMMM!!
Só quem já levou gozada na goela sabe o que to falando. Não tem coisa melhor do que sentir a piroca expelindo jatos e jatos de porra quente.
— OHNNNN!! CARALHOOO!
Quando parou, Seu Alaor parecia satisfeito. Puxou meu cabelo e me tirou debaixo dele.
— Já chega. Tá sensível, bb! Abre a boca e me mostra.
— O que?
— NOSSSAAAA! Você engoliu?!? Isso sim é gostar de leite.
Me levantei passando a língua nos lábios.
— Realmente, seu caralho solta muita porra!
Ele subiu a calça.
— Pena que está com pressa.
— Por que?
PLAFT
Deu um tapa na minha bunda.
— Ainda tenho muita porra pra soltar. Ia encher seu cuzinho de leite. HAHAHA
Quem me conhece, sabe... Não dispenso um sexo anal por nada. Me virei, baixei a calça e me apoiei na prateleira. Olhei para trás e dei um tapinha na bunda.
PLAFT
— Vem, então, Seu Alaor.
O coroa balançou a cabeça. Veio até mim e meteu a língua no meu cuzinho enquanto metia um dedo na minha xota.
— Sua puta. Ah, não... você é pior do que puta. HAHAHA
— AINNNN! UINNNN!
— Puta ainda cobra. Você curte rola por prazer, biscate.
PLAFT, PLAFT, PLAFT
Meu tesão foi aumentando e senti um baita calor. Tirei a camiseta e apertei meus seios.
O coroa ficou de pé. Meteu um dedo no meu cuzinho e outro na minha bucetinha e começou a mexer.
— AINNNN!! UINNNNN! SEU ALAAAOOOORRR!
— Tá gostando, cadela?!?
— OUNNNNN! AINNNN!
De repente, me contorci e até mijei. HAHAHA
— ISSOOOO! ASSIIIMMM! DELICIIAAA!
Cai no chão quase desmaiada de tanto prazer.
— Vai, Karol. Fica de 4.
Olhei para ele, o coroa já alisava a rola por cima da calça.
— Ainda quer mais piru?!?
Me virei e fiquei na posição. O coroa baixou as calças, se posicionou sobre mim quase montando sobre minhas costas.
— Assim.... eu meto gostoso!
A rola dele entrou deslizando no meu cuzinho. Ele segurou meus peitinhos e bombou bem devagar.
— Que cadelinha manhosa!
PLAU, PLAU, PLAU
— AINNN, ALAOORRR! Parece que tá maior!
— É o tesão que você me dá, Karolzinha! Seu cuzinho foi feito pra levar pirocada! Que buraco quentinho...OHHH!!
PLAU, PLAU, PLAU
De repente, escutamos a porta ser aberta. Seu Alaor tapou minha boca e falou baixinho:
— Estamos ferrados... Mas pelo menos, se vou ser preso, vou com gosto...toma!
PLAU, PLAU, PLAU
— Tem alguém ai? — escutei uma voz masculina.
PLAU, PLAU, PLAU
Seu Alaor aumentou o ritmo e explodiu dentro de mim. Fui totalmente preenchida e adorei aquela situação. Senti a rola dele sair e a porra escorrer.
— Mas o que é isso?
Quando me virei, um funcionário nos olhava, incrédulo.
Seu Alaor, se levantou e pegou suas calças.
“Agora ferrou.” — pensei já quase chorando.
— Hei, Alaor sempre aprontando das suas, hein?
— Pois é, Chico...HAHAHA... Essas quengas de aeroporto não me dão paz.
— Voltou hoje de viagem, foi? Vi você chegando. Tem muito trabalho por aqui.
Caiu minha ficha. O velho trabalhava lá e me enganou.
— E essa putinha ai? Aonde arrumou?
— Está com os pais delas. Acredita que a piranha estava manjando rola na entrada do banheiro?!?
Eu nem conseguia acreditar naquilo.
— Essa ai curte, então...
Chico aparentava ter uns 20 e poucos anos. Também com uma barriga avantajada. Era moreno e cabelo curto.
— A Karol gosta de levar só no cu, acredita, Chico?!? Preciso ir... estou atrasado.
Fiquei sem palavras. Chico me encarou e passou a mão na calça.
— Escuta. Aposto que não quer problemas.
Apenas balancei a cabeça.
— Karol, minha namorada não libera o cuzinho pra mim.
Me levantei sem graça.
— O que você quer?
Chico, abaixou o zíper da calça.
— Primeiro, começa chupando minha rola.
O pau dele era bem torto. Devia ter uns 15 cm e, claro, eu não queria problemas.
GLUB, GLUB, GLUB
— ONNHHH! ISSOOOO! DELICIIIAAA! MAMAAAA! AHNNNN!
A cada estocada eu me sentia mais puta daquele gordinho safado.
— SAFADAAA!! CARALHOOOO! Tu quer é muito pau, isso sim... OHHHH!
GLUB, GLUB, GLUB
— Vai... hora de provar esse rabinho!
Em poucos minutos, Chico metia a rola no meu cuzinho e, mais uma vez, eu estava de 4 com a cara no chão.
PLAU, PLAU, PLAU
— NOSSAAAA! QUE DELICIAAAA DE CUUU! OHHHH!
PLAU, PLAU, PLAU
— Você também merece gozar, minha vadia!
Chico me puxou, me abraçou apenas com um braço e me beijou. Com a outra mão, dedilhou minha bucetinha. Eu estava extasiada com tanta putaria.
— GOZAAAA CACHORRAAA!!
PLAU, PLAU, PLAU
— VOOUUUU..AINNN CHICOO O O O O O!
— TOMAAAA! ARGHHHH!
Gozamos quase ao mesmo tempo. Chico me encheu de porra e eu revirava os olhos.
— AINNNNN! UINNNN!
— Japinha... puta que pariu!
Nos vestimos e saímos dali. Fui correndo para o banheiro me limpar e depois fui ao encontro dos meus pais.
— Aonde você estava?
— Mãe...eu....
— Sorte sua que nosso voo atrasou.
Fiquei aliviada com a notícia e apenas aguardei.
Enfim, este foi mais um conto. Como sempre pedimos, deixem um comentário e digam se queriam se encontrar comigo no aeroporto da sua cidade..ahahaha...
Bjos e até a próxima.