Massagem no sigilo, mamando o massagista e curtindo uma putaria

Um conto erótico de Brother BI Discreto
Categoria: Heterossexual
Contém 697 palavras
Data: 30/01/2026 03:28:54
Última revisão: 30/01/2026 03:41:46

Eu sempre fui discreto. Camisa básica, barba feita, jeito de que macho molecão que ninguém desconfia de nada. Namoro, vida organizada, rotina certinha. Mas por dentro eu sei: tem coisa que eu controlo… e coisa que eu só administro.

Naquele dia eu tava moído. Corpo pesado, cabeça cheia. Resolvi marcar uma massagem e achei no Instagram um estúdio pequeno, desses mais reservados, sem firula. Só queria relaxar, soltar a tensão acumulada pelo menos era isso que eu repetia pra mim mesmo.

Quando cheguei, o Robson me recebeu com um sorriso firme. Voz grave, postura tranquila, nada espalhafatoso. Aperto de mão forte. Olho no olho. Já senti ali que o clima não ia ser só profissional, mas deixei quieto. Eu sei jogar esse jogo.

Ele perguntou se eu queria tomar uma ducha, já que havia saído direto do trabalho, lógico que aceitei. Pediu que eu saisse pelado, na sala, luz baixa, cheiro de óleo quente no ar. Sai do banheiro peladão, marcona da sunga dando um constraste para o meu bronze, deitei de bruços. As mãos dele começaram a trabalhar minhas costas, coxas e bunda, sem pressa. O cara sabia o que fazia. Cada movimento era firme, seguro, quase íntimo demais pra quem diz que só presta um serviço.

Eu tentava focar na respiração, mas meu corpo ia reagindo sozinho. Não de um jeito óbvio era mais aquela eletricidade silenciosa, que vai subindo sem avisar. Ele falava pouco, só o necessário. E quando falava, chegava perto demais.

No meio da massagem, tocou o celular. Ele soltou um suspiro curto.

— Cara, foi mal… o iFood adiantou. Coisa rápida, já volto.

Levantou, pediu desculpa de novo, disse que ia compensar a interrupção. Fiquei ali, sozinho, ouvindo o barulho distante da porta, tentando organizar a cabeça. Parte de mim sabia que aquilo era só uma massagem. Outra parte já tava alerta demais pra fingir normalidade.

Ele voltou diferente. Sem camisa. A presença dele encheu a sala de um jeito que não tinha antes. Não falou nada. Só chegou mais perto, retomou a massagem com uma calma que parecia calculada demais pra ser coincidência.

Os toques desceram, firmes, seguros, demorados. Meu corpo reagia antes de qualquer pensamento. Eu tentava manter a pose de quem tava no controle, mas já não era verdade fazia tempo. Quando ele pediu pra eu virar, foi num tom simples, direto, como se já soubesse que eu não ia discutir.

Fiquei de frente pra ele. O olhar dele não desviava. Não tinha pressa, nem vergonha. Só aquela confiança silenciosa de quem sabe exatamente onde tá pisando. O contato ficou mais intenso, mais próximo, mais impossível de ignorar. Meu limite começou a ficar pequeno demais pra caber ali.

Soltei, meio no automático, meio provocando:

— E aí… quando é que eu ganho minha recompensa?

Ele sorriu de lado. Não respondeu com palavra nenhuma. Só chegou mais perto, tirou o shorts, me colocou de frango assado e ficou passando suavemente no meu cuzinho que essa hora já estava louco para ser invadido eu fiquei maluco com aquele macho ali só pra mim. O clima ficou pesado, quase sufocante. Quando ele colocou o pau perto da minha boca e falou.

— Mama, mata sua vontade.

Ali não tinha mais negociação. Não era sobre certo ou errado, nem sobre rótulo nenhum. Era desejo antigo encontrando brecha. Eu caí de boca e nesse momento quem estava no jogo dando prazer era eu e o massagista ficou louco fodendo minha boca, eu gozei duas vezes e ele tratou meu leite como se fosse mais um dos óleos só que agora para massagear o corpo dele, até que eu fiz ele gozar gostoso também.

Eu estava muito tenso e acabei não conseguindo levar rolar dessa vez.

Quando acabou, a gente não comentou nada. Ele se recompôs com naturalidade. Eu fiz o mesmo. Dois adultos conscientes do que tinham acabado de compartilhar… e do silêncio que vinha junto.

Saí dali com o passo firme, cara de sempre, vida no lugar. Mas sabendo que certas vontades, quando encontram espaço, não esquecem fácil.

Já estou louco pra marcar a próxima sessão com ele, e aí acha que devo dar para o massagista? O que será que pode rolar na próxima?

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Comentários

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Muito bom. Continue. Leia as minhas aventuras.

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