Terceiro Dia: Quarto 1502 – Vício Sem Limites
O terceiro dia da conferência rastejou como um zumbido infernal no meu cérebro. O pó da noite anterior ainda latejava nas veias, misturado ao cheiro de porra seca nos lençóis. Eu mal aguentei as palestras idiotas, a buceta latejando o dia todo, calcinha encharcada só de lembrar o DP insano com Pedro e Ana. Marcelo me mandava áudios sussurrados no banheiro masculino: "Tua buceta é um vício pior que essa coca, Lu. Hoje te destruo de verdade. Levei o estojo completo – ganja, pó e um frasco de poppers pra te fazer implorar." Meu corpo ardia de febre, o clitóris inchado roçando na saia lápis a cada passo.
Às 21h, bati na porta do 1502 com unhas cravadas na palma da mão. Ele abriu nu, pauzão semi-duro balançando entre as pernas musculosas, bolas penduradas pesadas. O quarto fedia a sexo velho e minibar aberto – garrafas vazias, preservativos usados no chão, lençol amarrotado com manchas de squirt e porra. "Entra, minha puta particular. Hoje sem convidados, só eu te transformando em cachorra quebrada." Ele trancou a porta, mas deixou a janela entreaberta – vista pro caos noturno de SP, risco de gemidos ecoarem pros andares vizinhos.
No banheiro de mármore, ele montou a mesa: quatro carreiras grossas de coca pura, lado a lado com um beck de maconha já enrolado e o frasco de poppers gelado. "Primeira rodada dupla, vadia. Aspira pó e traga o beck." Eu me ajoelhei no azulejo frio, narinas queimando com as duas linhas – rush duplo explodindo como granada, coração na garganta, tesão químico me fazendo tremer. Ele acendeu o beck, tragou fundo e soprou fumaça na minha boca aberta, língua invadindo enquanto eu inalava. "Fuma essa merda, Lu. Vai te deixar burra de tesão." O high veio insano: pó acelerando, ganja amolecendo, buceta pingando mel grosso pelas coxas sem nem ser tocada.
Ele me ergueu na pia de granito, pernas escancaradas, vestido rasgado pros peitos DD saltarem livres – auréolas rosadas inchadas, mamilos duros implorando dor. "Inhala isso, porca", mandou o frasco de poppers no meu nariz. O vapor químico subiu, vasos dilatando, prazer amplificado dez vezes. Enfiei o pauzão na boca, garganta profunda sem ânsia, baba escorrendo no espelho enquanto veias pulsantes roçavam minha úvula. Ele fodia minha cara com socos ritmados, bolas batendo no queixo: "Engole até as bolas, sua gulosa! Sente o poppers te abrindo pra porra?"
Água quente escorrendo, ele me prensou no box de vidro fosco, mão enorme no pescoço esmagando levemente. "Rebola essa bunda carnuda enquanto fuma mais beck." Tragamos juntos, fumaça enchendo o vapor, pó ainda zumbindo. Dois dedos no cu apertado, esticando o anel rosado piscante, enquanto o pau bulboso socava a buceta – lábios grossos se abrindo obscenamente, internos franzidos babando ao redor da grossura. Tapas alternados na cara molhada: pá! esquerda ardendo vermelha, pá! direita inchando. "Grita, vadia! Diz que é minha escrava de drogas!" Gozei no azulejo, pernas moles: "Sou tua puta, Marcelo! Me quebra mais!"
Jogou toalhas no chão frio sob a saída de ar gelado, me montando no pauzão ereto – glande roxa forçando entrada, veias roçando o ponto G como lixa. Inalamos poppers mutuamente, high vasodilatador nos deixando insanos: eu quicava violento, peitos batendo no rosto dele, unhas rasgando o peito largo em filetes de sangue. "Cavalga louca, Lu! Tua buceta tá sugando minha alma." Ele chupava mamilos mordendo forte, dentes marcando auréolas sensíveis, enquanto eu rebolava fundo, cu piscando pedindo invasão.
Empurrou pro cantinho da varanda interna (vista pro poço de ar do hotel), de quatro com bunda empinada pro vento noturno. Cuspiu no cu, poppers no nariz dele: "Hoje arrombo teu cu virgem de escritório." Lubrificado só com cuspe e mel da buceta, a glande bulbosa estourou o anel, pauzão afundando centímetro por centímetro nas paredes quentes e apertadas. "Caralho, que cu guloso! Aperta mais, vadia!" Socadas selvagens, bolas batendo na buceta inchada, tapas roxos na carne carnuda. Eu gritava rouca, vizinhos deviam ouvir: "Me rasga o cu, porco! Enche de porra química!"
Na cama de novo, pernas nos ombros dele, mas invertido – cu exposto pra baixo, pau alternando buceta e cu em estocadas furiosas, glande roçando colo do útero e próstata interna. Beck na mão de cada um, tragadas profundas entre tapas na cara e beliscões nos peitos. "Toma dupla penetração solo, puta! Imagina o Pedro aqui de novo?" Gozos múltiplos meus, squirts encharcando lençóis, corpo convulsionando no high triplo (pó, ganja, poppers).
Rolamos pro tapete, eu por cima engolindo o pau sujo de cu e buceta, garganta profunda babando rios salgados, chupando bolas cheias enquanto inalava poppers. Ele devorava minha xoxota destruída – língua no cu arrombado, sugando clitóris ervilha inchado com vácuo, quatro dedos na buceta esticando. Mão no meu pescoço sufocando levemente: "Engole enquanto asfixia, morra de tesão!"
Pico chegando, ele me arrastou pro banheiro espelhado, de joelhos. Linhas finais de pó aspiradas, poppers abertos. Pauzão latejante na cara, masturbando veias pulsantes: "Boca aberta e língua pra fora, minha rainha de drogas!" Jatos grossos e quentes explodiram – porra acumulada enchendo boca, transbordando no queixo, peitos e cabelo, escorrendo espelho abaixo. Eu lambia gulosa, chupando glande roxa seca: "Porra dos deuses, Marcelo. Nosso vício é eterno."
Caiamos exaustos na cama, marcas roxas, cheiro de sexo químico impregnado. "Amanhã volta pro escritório... mas isso aqui não para", ele riu, acendendo o último beck. O quarto 1502 virou nosso inferno particular.