A submissão de Daniel

Um conto erótico de Noirlpha
Categoria: Gay
Contém 1106 palavras
Data: 30/01/2026 00:38:11

Olá, me chamo Daniel. Sempre fui o cara que joga bola. Depois do treino, saía com a rapaziada pra pegar algumas minas, mesmo namorando. Sempre fui aquele cara safado, sabe? Nunca duvidei da minha sexualidade; desde novo sempre soube que gostava de buceta, kkk. Sempre via pornô com aquelas gostosas loirinhas, só de lembrar me dá tesão. Não quero ser exibido nem nada, mas sempre tive mó pauzão. No vestiário, eu via os caras olhando pra minha piroca, admirando. Eu fingia que não percebia, mas é mó legal ver outros caras com inveja do meu pau.

Mas tudo mudou quando Pedro apareceu. Um cara que pegou uma mina minha, por isso a gente não se dava muito bem. Ele começou a me provocar na hora dos intervalos, falando coisas do tipo:

— Fica aí pagando de pirocudo, mas todo mundo sabe que tu tem mó pauzinho.

— Sabe por que a Amanda te largou pra ficar comigo? Porque tu não é homem suficiente.

Por mais que não fosse verdade, essas coisas sempre ficavam na minha cabeça.

Um dia, antes da aula começar, meus parceiros Kaio, Biel e Yuri vieram me contar que Pedro estava espalhando pro pessoal que a Amanda me largou porque descobriu que eu era viado. Eu fiquei puto com isso. Na mesma hora fui tirar satisfação com Pedro.

— Ei, mano, que história é essa que tu tá espalhando por aí, que eu sou viado?

— Qual foi, viadinho? Tá irritado porque a galera descobriu que o machão aqui, na verdade, não passa de um dá o cu? — ele riu.

— Mano, vai te fuder. Eu não sou viado porra nenhuma. Se duvidar, como mais buceta que tu. Esse piruzinho aí deve não comer nada.

— Aham… quando eu colocar a rola pra fora, vamo ver quem come mais buceta. Que apostar?

— Vamo então.

Pior escolha que eu fiz na minha vida.

— Beleza, me encontra na minha casa de noite.

— Fechado então. Mas quem ganhar, ganha o quê?

— O que o ganhador quiser, meu parceiro. Vale tudo.

— Fechado então.

Quando terminei a conversa com Pedro, fiquei pensando na burrada que eu tinha feito. Se eu perdesse, com certeza ele ia mandar eu fazer alguma coisa pra me humilhar. E pior: já tinha ouvido algumas minas falando que Pedro tinha mó piruzão também.

A noite chegou e saí da academia direto pra casa de Pedro pra me livrar logo disso. Quando cheguei lá, bati na porta e ele veio abrir. Estava só de short, sem cueca. Dava pra ver o volume da rola mole balançando no tecido. Ficava claro que o cara era pirocudo.

— Entra, viadinho. Fica com medo não — ele riu.

— Mano, para de me chamar de viado, na moral.

— Se tu ganhar a aposta, eu paro. Fica tranquilo.

— Beleza, vamo acabar logo com isso.

— Tudo que eu mais quero. Tira aí tua roupa logo.

Tirei primeiro a camisa do time, exibindo o abdômen trincado. Depois o short e, por fim, a cueca. Meu pau tava mole, então mandei Pedro colocar um pornô pra ficar duro.

— Coloca aí um pornô pra ficar duro, pô.

— Calma aí, já vou colocar.

Quando ele falou isso, tirou o short, e aquela piroca preta saltou pra fora. Mesmo mole, já dava pra perceber que era maior que a minha. Era grossa, com a cabeça roxa, devia ter uns 22 cm.

— Que foi? Tá com medo agora, viadinho?

— Para de conversar e coloca logo o pornô.

Puta que pariu. Com certeza Pedro tinha um pau maior que o meu. Logo ele colocou o pornô pra ficar duro. Era um negão do time de futebol comendo uma loirinha gostosa, mas eu não conseguia tirar o olho do pau de Pedro. Ele começou a ficar duro, a cabeça roxa inchando, aquela grossura absurda. Nunca senti algo assim antes.

Logo eu também comecei a ficar duro, mas não por causa do pornô. Era por causa da cena de Pedro batendo uma do meu lado, com aquela piroca preta enorme.

— Já ficou duro, boneca? Podemos medir?

— Vamo acabar logo com isso.

Pedro se levantou, foi até a mesa pegar a régua e voltou com a rola balançando pro lado e pro outro. Ele podia mesmo abrir a boca pra falar que era macho.

— Vai levantar aí pra eu medir.

— Uma porra, eu mesmo vou medir.

— Beleza então, viadinho. Mede teu piruzinho aí.

Peguei a régua e medi. Deu 19 cm.

— Porra, até que tem muito pra um viado. Agora deixa eu medir o meu, mesmo sabendo que já ganhei.

Por mais que me deixasse irritado, era verdade. Ele já tinha ganhado.

— Deu 24 cm. Nem eu sabia que eu tinha tanto piru — ele riu.

Fiquei calado. Não tinha nem o que falar.

— Bom, agora que eu ganhei… vamo lá. O que eu quero de um viado como tu… deixa eu pensar.

— Deixa de enrolação, acaba logo com isso.

— Já sei. Tive uma ideia.

Ele me colocou na frente do espelho e falou:

— Tu vive se exibindo por aí, né, Daniel? Se achando gostoso, o dono da parada, comendo mais buceta que teus parceiros. Mas por que tu não exibe essa raba que tu tem? Com esse piru aí, o que tu tem a oferecer é essa bunda branquinha, melhor que muita mina, até da Amandinha. Imagina tu usando uma calcinha de renda, hein? Ia ficar uma gostosa.

Gostosa? O Pedro tinha acabado de me chamar de gostosa.

— Essa raba ia fazer sucesso. Mais sucesso que esse teu piruzinho aí. Por que tu não esconde ele? Deixa eu te ajudar.

Ele foi até a mesa e pegou um cinto de castidade.

— Se tu quiser pagar a aposta, vai ter que usar isso por uma semana.

— O que é isso?

— Nada. Só uma gaiola pra manter esse teu piru no lugar dele.

— O quê? Trancar meu pau? Nem pensar.

— Tu acha que eu não vi tu olhando pro meu pau enquanto eu batia uma, seu viadinho? Tu vai colocar essa porra antes que eu conte pra todo mundo o que aconteceu aqui hoje.

Pedro falou com tanta autoridade que eu só abaixei a cabeça e fiquei calado.

— Muito bem. Deixa eu te ajudar a colocar tua gaiolinha.

Ele se abaixou e foi colocando. Foi difícil. Mesmo meu pau sendo acima da média, não chegava aos pés do dele. Ainda assim, ele conseguiu.

CLICK.

A gaiola de metal estava no lugar.

— Agora sim. Tudo como deveria estar.

Pedro deu um tapa forte na minha bunda, que ficou marcada.

— Muito bem, viadinho. A partir de agora, eu sou teu macho e você é minha mina.

— Eu não sou mulher.

— Ué… então cadê teu pau? Só tô vendo teu grelo aí — ele riu.

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