Flagrei minha filha se exibindo para os colegas na internet e fiz dela minha putinha

Um conto erótico de Johnny Leopold
Categoria: Heterossexual
Contém 3600 palavras
Data: 29/01/2026 23:17:43
Última revisão: 29/01/2026 23:50:48

Meu nome é Márcio e tenho 41 anos. Sou natural de Fortaleza e trabalho na área de imóveis. Tenho 1,77, cabelos castanhos com alguns fios já grisalhos, e físico normal, nem gordo, nem malhado. A história que conto a seguir é de como despertei em mim um desejo proibido que nunca imaginei ter. Minha filha, Rebeca, tem 20 anos. Ela tem 1,62, cabelos lisos castanhos e rostinho de princesa, olhos castanhos, bundinha bonita, sem ser tanajura, e o detalhe que mais me dá tesão em qualquer mulher: é peituda. Ela não tem aqueles peitos grandes, mas moles de gordinha, eles são durinhos mesmo. Apesar disso, nunca me passou pela cabeça desejar minha filha. A mãe dela nos abandonou cedo, quando ela era nova. A vagabunda me meteu um chifre e fugiu com o babaca dela. Nunca mais tive notícias. Foi difícil contar para minha filha na época, porque ela não conseguia entender nada. De todo modo, tive que ser pai solo, porque nunca mais confiei em mulher nenhuma. Isso significa que eu dava banho na minha filha e a vestia. E quando chegou a idade, tive que conversar com ela sobre menstruação e o desenvolvimento do corpo feminino em uma conversa absolutamente constrangedora. Ainda assim, deu tudo certo.

Rebeca cresceu e se tornou a garota gostosa que já descrevi, e quando percebi o mulherão que ela estava se tornando, comecei a ter medo. Em uma internet cada vez lotada de pornografia e dos famosos "caiu na net", é muito comum ver garotas jovens que são filmadas transando com moleques que acabam vazando as intimidades. Esse sempre foi um dos meus grandes receios: que por ser gostosa, minha filha acabasse se envolvendo com alguém que a sacaneasse assim. É o medo de todo pai de menina. Conforme ela ia crescendo, não precisei ter medo. Rebeca nunca teve um namorado sério enquanto estava na escola. Ela se formou virgem. Foi apenas na faculdade de Direito que ela conheceu um rapaz chamado Roberto. Eles namoraram por um ano, e foi para ele que ela deu pela primeira vez, aos 18. Quando ela perdeu a virgindade, veio me contar no dia seguinte. Apesar de eu ser o pai dela, um homem, eu era o único com quem ela podia compartilhar intimidades. Ela me disse que havia doído, mas que quando o rapaz começou a chamá-la de putinha, ela começou a ficar molhada, e a dor começou a dar lugar ao prazer. Ela contou que não chegou a gozar, mas eu vi em seus olhos como ela havia adorado a experiência de ter sido comida por uma rola. Na hora não disse nada para reprová-la, sobretudo quanto à parte de se excitar sendo chamada de puta, mas dentro de mim senti um ciúme arder dentro de mim. Na hora, considerei que fosse apenas o meu instinto paterno falando alto.

Rebeca estudava em uma faculdade particular, e a mensalidade dela era os olhos da cara. Ela fazia parte do programa FIES, mas, mesmo assim, tinha dificuldades para manter as faturas em dia. Eu tentava ajudá-la, mas com o dinheiro que eu ganhava, não conseguia pagar todas as contas dela. Afinal, eu tinha que pegar luz, IPTU, água, internet, gasolina, supermercado, e mais uma porrada de coisas. Por isso mesmo, Rebeca começou a procurar alguns bicos e estágios. Na faculdade de Direito, ela chegou a trabalhar dois semestres na assessoria jurídica de uma das secretarias municipais de Fortaleza, mas, dizendo que o ambiente estava se tornando tóxico, desistiu. Fiquei preocupado porque não queria que ela atrasasse as mensalidades da faculdade. Ela já estava na metade do curso. Uma bela noite, fui ao quarto dela para oferecer algumas ideias e sugestões. Quando me aproximei da porta, escutei gemidos baixinhos. Não eram escandalosos, eram daqueles que as mulheres soltam quando estão "querendo mais". Congelei no ato de pegar na maçaneta. Por um segundo, pensei em dar meia-volta e deixar a minha filha se masturbando. "Ela provavelmente está precisando se aliviar". Então, uma vozinha no fundo da minha mente me mandou ficar e escutar mais.

- Aiiinnn... Aiiinnn... - ela gemia baixinho.

Minha filha sempre teve voz de princesa que casava perfeitamente com seu rosto e seu corpo. Quando percebi, estava com a orelha grudada na porta, e no meio de minhas pernas, o meu pau começava a dar sinais de vida.

- Aiiinnn... vou gozar - ela disse, ainda baixinho.

Quando ouvi ela anunciar o orgasmo e o som abafado que ela fez enquanto gozava e se impedia de gritar, o meu pau terminou de ficar duro que nem aço. Foi aí que realmente percebi a minha excitação. Na mesma hora me senti culpado, e voltei na ponta dos pés para o meu quarto. Parte de mim queria entrar no banheiro e bater uma bronha, mas a outra - a que ainda conservava algum sinal de moralidade — me dizia para ficar quieto e esperar o pau amolecer. Foi durante essa espera que eu me atinei a uma coisa muito estranha. Se ela estava se masturbando sozinha no quarto, por que ela sentiu a necessidade de anunciar que estava gozando?

Assim que meu pau amoleceu, voltei até a porta do quarto dela. Coloquei a orelha na porta para ver se captava algum som. Nada. Quase certo de que ela já havia se recomposto, bati.

— Filha, você está aí dentro? — eu perguntei.

— Sim, papai, espera um pouco.

Escutei ela arrumar alguma coisa nas pressas e alguns segundos depois abriu a porta. Ela estava de baby-doll azul-marinho, e eu tive que me controlar para não pensar em sacanagem. Parei um instante para inspecionar o quarto, que não era muito grande, e logo me certifiquei de que ela realmente estava sozinha. O computador, que ficava na parede oposta à porta, estava desligado e o smartphone que ela segurava era a única fonte de atenção dela naquele momento.

— Vim saber se está tudo bem — falei, meio desconfiado.

— Sim, papai, eu já estava indo dormir. Vou só no banheiro fazer xixi.

— Tá bom, filha.

O banheiro da casa ficava entre o quarto da minha filha e o meu, no que era um pequeno corredor antecedido pela cozinha e pela porta da rua. Rebeca colocou o celular sobre a cama e se dirigiu ao banheiro me deixando para trás. Ela não se preocupou em deixar o aparelho no quarto porque imaginava que eu não soubesse a senha para acessá-lo. Eu sabia. Certa vez a havia visto digitar a senha na tela de proteção e nunca mais esqueci. Quando ela trancou a porta do banheiro, imediatamente corri até a cama, toquei na tela do celular, digitei sua senha, e fui direto para o WhatsApp. Para minha surpresa, havia alguns contatos cujas conversas haviam sido totalmente apagadas. Todos eles eram homens. Havia 4 deles. Eu não fazia ideia de quem eram. Na mesma hora, tive uma ideia. Entrei na galeria de fotos do celular da minha filha, e fiquei em choque quando confirmei as minhas suspeitas. Havia fotos dela nua de todas as formas. Dos peitões (que eu nunca havia visto), da boceta (enfiando os dedos dentro), da bunda (afastando as nádegas para mostrar o cu) e chupando os dedos.

Nesse instante, ouvi o barulho da descarga, sai dos aplicativos, apaguei a tela do celular, devolvi para a cama, e saí correndo do quarto em direção à cozinha. Felizmente, a minha filha não havia saído a tempo de me flagrar. Na cozinha, ouvi ela dizer "boa noite". Respondi e escutei a porta se fechando outra vez. Meu coração estava acelerado e para minha surpresa, meu pau estava duro outra vez. Fiquei puto da vida comigo mesmo, mas, ao mesmo tempo, um pouco orgulhoso por ter uma ereção espontânea com mais de 40 anos. Enchi um copo com água gelada e tomei para me acalmar. Em minha cabeça começava a surgir uma tempestade de emoções conflitantes. Eu claramente havia me excitado com a minha própria filha. Por outro lado, descobri que ela estava se exibindo nua para alguém — possivelmente mais de uma pessoa. Voltei a sentir aquele calor de raiva e ciúme dentro de mim. A garotinha que eu havia criado com tanto amor estava sendo fonte de punheta de vagabundos que eu nem conhecia. Isso não podia ficar assim. Eu era o pai dela.

Terminei de beber água e, mandando tudo às favas, entrei no banheiro, e comecei a bater uma punheta relembrando as fotos que eu havia visto. Eu havia decidido que, se conseguisse gozar pensando na minha filha, então abraçaria esse meu lado de vez. Aos rapazes que estão lendo essa história, lamento, mas vou precisar falar um pouco sobre o meu pau: ele tem 20 cm de comprimento e é grosso. Sempre tive orgulho da minha rola. A cabeça grande e roxa e do mesmo tamanho que o tronco, como se tudo fosse um torpedo de submarino. Eu gostava de manter a rola depilada (apenas a rola, não os pelos púbicos), porque só comia garotas de programa ocasionalmente, na maior parte do tempo eu me masturbava. Era assim, com a rola lisa, que eu mais gostava de bater bronha. De toda forma, gozei. Imaginei os peitões suculentos da minha filha, sentindo o coração acelerar por descobrir o quão perfeitos eram, e logo os jatos de porra jorraram na parede do chuveiro. Liguei o registro para a água levar a evidência do meu crime. Saí do banheiro e tentei escutar novamente alguma coisa no quarto da minha filha. Nada. Convencido de que ela fora dormir, também me recolhi.

Na manhã seguinte, já tomando o café na mesa da cozinha, vi minha filha chegar com um shortinho de tecido leve minúsculo, e um top que mostrava sua barriguinha. Ela não era gorda, mas também não era um palito de mulher. Era simplesmente perfeita. Ela começou a preparar o café da manhã, e eu resolvi avançar a minha "investigação".

— Filha, como estão as contas da faculdade?

— Estão quase em dia pai, só tem uma fatura em aberto.

Eu estranhei. Até duas semanas atrás, ela estava com três faturas em aberto, sendo que não estava trabalhando mais.

— Mas filha, como conseguiu pagar as outras?

— Ah, pai, eu dei um jeito. Não se preocupa — ela respondeu, me dando um beijo no rosto e saindo com um sanduíche de queijo e presunto e um copo de leite.

Olha, não é porque um cara foi corno que ele é necessariamente idiota. Às vezes, a puta que o trai é bem mais esperta, só isso. Consequentemente, não foi difícil somar 1+1 na questão da minha filha. Contas pagas, nudes no celular, contato masculinos com conversas apagadas, o comentário que ela fez quando perdeu a virgindade sobre ter sentido tesão em ter sido chamada de putinha. Para mim, estava muito mais do que claro: a minha filha estava ganhando dinheiro para se exibir para machos. Senti a cabeça ferver. Por 20 anos eu havia criado a minha bebê com todo amor e carinho quando a puta da mãe dela nos havia abandonado. E agora, tinha que encarar a minha própria filha seguir os passos da mãe — na verdade, pior, porque quando Teresa me fez de corno ela, pelo menos, não cobrou para dar (até onde sei). Por enquanto, eram apenas nudes, mas e depois? Quem poderia me garantir que ela não virasse uma garota de programa de luxo? Na época em que eu fazia faculdade, chovia de mulheres assim. Comecei a me tremer e apertar os talheres que eu segurava com toda a força. Finquei a faca na mesa de madeira atravessando a toalha de plástico e tirei na mesma hora por medo que minha filha voltasse e visse o acesso de descontrole. Joguei toda a louça suja na pia e fechei os olhos, respirando fundo. Então, decidi: ela não vai ser puta de ninguém.

Planejei que a flagraria na próxima vez que a escutasse gemer dentro do quarto. Achei que se a humilhasse e desse uma bronca federal, ela nunca mais teria coragem de fazer uma coisa dessas. Com o plano formado, esperei. Duas noites se passaram e eu parava na ponta dos pés na porta do quarto dela. Às vezes não escutava nada, às vezes escutava umas risadas, mas elas não pareciam ser do tipo erótico. Ela devia estar vendo algum meme ou falando bobagem com alguma amiga pelo celular. Na terceira noite, entretanto, ouvi novamente ela gemer, e não apenas isso, consegui discernir algumas das putarias que ela falava por trás da porta.

— Eu queria tanto a sua pica grossa dentro de mim, Betinho — ela sussurrava e gemia baixinho.

Meu coração acelerou e meu sangue ferveu. Minha filha não seria puta de ninguém. Voltei para o quarto e vasculhei no meu armário um molho de chaves. Eu sabia, sem sequer tocar na maçaneta, que minha filha havia trancado a porta do quarto. Só sendo muito burra para fazer uma coisa dessas com a porta destrancada. Por sorte, eu tinha chaves reserva guardadas no caso das originais serem perdidas. Depois de alguns poucos minutos procurando, achei o molho. Voltei até o quarto da minha filha e inseri a chave correta lentamente, tentando não fazer barulho. A essa altura, ela gemia baixinho e provavelmente estava com a atenção totalmente focada na siririca. Girei a chave e a tranca se abriu sem fazer barulho, agora bastava abrir a porta. Por um segundo, a voz da razão tentou me convencer a deixá-la em paz e resolver tudo pela manhã, com calma. Mas a voz mais alta exigiu que eu abrisse a porta, e foi o que eu fiz. Entrei com violência a tempo de ver a minha filha na cama, segurando o celular com a mão esquerda e batendo uma siririca com a direita. Quando me viu, ela soltou um grito e jogou o celular no chão.

— PAI! — ela berrou, trazendo o lençol da cama para cobrir o corpo.

— EU SABIA! — eu gritei de volta. — Você tá se mostrando por dinheiro como uma puta!

— Não, pai, eu posso explicar, por favor! — ela suplicou, mas eu estava fora de mim de raiva, me sentindo traído por ter me sacrificado tanto por ela... e tinha algo mais. Algo mais perverso.

Fui até a cama e arranquei o lençol que ela segurava. Ela soltou um gritinho e protegeu os seios com um braço e a boceta com a outra mão. Vendo a putinha da minha filha deitada daquele jeito, com aquele corpo delicioso, eu não pensei mais racionalmente. Senti meu pau se alargar dentro do meu jeans e fui até ela.

— Pai, o que tá fazendo? — ela falou em pânico ao ver me aproximar.

— Fica de quatro, Rebeca — eu disse.

— Pai??? O QUE É ISSO?

— FICA DE QUATRO, EU TÔ MANDANDO, PORRA!

Minha filha, absolutamente chocada e aterrorizada, comeceu a se tremer. Entretanto, por medo, e por nunca ter visto o pai daquele jeito, ela obedeceu. Ela ajeitou o corpo e ficou de quatro na cama, de modo que a bunda dela apontava para a porta. Senti minha boca se encher de água. Eu nunca havia visto a minha filha totalmente nua. Mas lá estava ela, com os melões pendendo, a bunda e o cu branquinhos arrebitados, e as coxas grossas separadas uma da outra. Em seu rosto, desciam lágrimas e lágrimas. Uma última parte que tentou sentir compaixão foi calada dentro de mim. Eu subi na cama, abaixei o zíper, e tirei minha rola dura de 20 centímetros.

— Pai, por favor, o que tá fazendo? — ela disse, em meio ao choro.

— Você não gosta de ser putinha? Então agora você vai ser a putinha do papai, sua biscate.

— Não, pai, não!

Ignorei o protesto da minha filha, e apontei minha pica rígida para a entrada da boceta dela. Era uma boceta depilada, com os lábios levemente rosadinhos e fechados. O grelo não saía como era no caso de muitas mulheres. Ela parecia ter uma bucetinha de virgem, apesar de não ser mais. Cuspi no meu pau até deixar ele todo babado, me ajeitei entre as pernas dela, e penetrei sua boceta lentamente.

— Aaaaai, pai! Por favor, para!

Eu não ia parar. Senti a quentura da vagina da minha filha abraçar o meu pau. Ela estava seca, mas graças à minha saliva, a fricção pôde acontecer, e dentro de poucos segundos, eu já fodia a boceta de Rebeca. A essa altura, minha filha havia enterrado a cara na cama e colocado os braços em cima do rosto para não me ver, enquanto eu a comia. Eu a prendi pela cintura e comecei a bombar um pouco mais agilmente, mas não de maneira violenta. Eu estava puto e fora de mim, mas não queria machucar minha filha. Apesar da minha raiva, meu pau seguia duro como aço. Tão duro que sentia alguma das veias doerem um pouco. Acho que nunca havia sentido tanto tesão por uma mulher. Só de imaginar a minha rola indo e vindo dentro da carne da minha filha, senti espasmos de prazer. Apesar dos meus 20 cm, eu ainda não enfiava tudo. Queria ver se minha filha relaxava, mas ela ainda chorava um pouco com a cara enterrada no lençol. Continuei bombando, sentindo o prazer me tomar, e apertei as duas nádegas dela, expondo o branco cuzinho — provavelmente — virgem dela. Eu sabia que um dia eu iria comer aquele cu. A partir daquele momento, as nossas vidas iriam mudar.

— Tá gostando, putinha? Tava precisando de um macho pra comer essa bucetinha gulosa? Hein, Rebeca? Responde pro papai, amor.

Mas Rebeca, que agora já não chorava tanto, continuava calada, escondida entre os lençóis. Foi aí que decidi enterrar todos os meus 20 cm, e para minha surpresa, senti meu pau cutucar o colo do útero dela. Rebeca soltou um grito de dor e implorou para parar. Eu, sedento de desejo e de raiva, me recusei. Porém, voltei a meter apenas a metade da minha rola nela. Continuei bombando nela, meu corpo suado provocando ruídos que aumentavam o meu tesão, cada vez que meu púbis se chocava contra a bunda gostosa dela. Rebeca estava mais quieta, como se esperando eu acabar. Queria acreditar que, no fundo, ela estava sentindo algum prazer, mas eu não tinha como saber. Com o fim do choro, meu tesão começou a ficar mais confortável, e conforme minha pica ia e vinha nas paredes vaginais da minha própria filha, senti minha rola se preparando para gozar. Ela também percebeu, porque comecei a aumentar a velocidade dos movimentos.

— Pai, não goza dentro, por favor, não faz essa loucura! — ela implorou, tirando o rosto do lençol pra me encarar.

— Cala a boca, puta. Vai receber o leite do seu macho, sim.

Meti mais rápido e senti o meu pau explodir. Senti 4 ou 5 jatos fortes de esperma serem disparados da cabeça da minha rola, contra a carne da minha filha. A potência do meu gozo foi tanta que acredito que alguns jatos tenham chegado ao colo do útero dela, banhando o cérvix da minha filha com uma porra quente, viscosa e branca. Eu urrei enquanto gozava, como um homem das cavernas possuindo sua fêmea, até que desacelerei meus movimentos, conforme meu caralho babava o resto da minha gala na bucetinha da minha Rebeca.

— Ah, gostosa. Filha, que delícia... — suspirei. — Mais gostosa que a própria mãe.

Tombei por cima dela, e deixamos nossos corpos caírem na cama — eu em cima das costas dela. Tirei o cabelo do rosto vermelho dela, e a beijei no rosto.

— Você vai ser minha putinha de agora em diante. Eu te criei a vida toda e você resolve ser puta dos outros? Não. Você é minha, Rebeca. Só minha. E se eu vir você se exibindo pra esses desgraçados de novo, eu vou atrás de cada um deles, você entendeu?

Minha filha estava mortificada com a minha agressividade, mas concordou.

— Que bom. A partir de agora, você é minha filha e minha fêmea. E vai dar pra mim quando eu quiser, entendeu?

— Entendi, pai. — ela disse, com a voz chorosa. — Desculpa. Desculpa por tudo.

Nessa hora senti uma pontada de culpa, e uma estranha vontade de chorar também, mas segurei. Eu ainda estava dentro dela, duro.

— Você usa método contracepcional? — perguntei.

— Eu tomo pílula, pai, mas mesmo assim, não é 100% garantido. Você não devia ter gozado dentro.

Eu sabia que ela tinha razão, mas não adiantava mais chorar pelo leite derramado — literalmente.

— Filha, você sabe que o papai te ama, não sabe?

— Você me assustou, pai. E o que você fez agora...

Eu sabia que ela estava se sentindo violada, mas não tinha coragem de dizer. Não contra o próprio pai.

— Shh. Desculpe, amor. Eu me descontrolei. Me perdoe, por favor — eu falei, enquanto o coração desacelerava e meu pau deslizava mole para fora da boceta dela.

— Eu não sei, pai. Por favor, me deixe ficar sozinha.

Eu saí de cima dela, me sentindo envergonhado, peguei minha calça e fui para o meu quarto. Recusei-me a pensar no acontecido. Sabia que se fizesse isso, poderia entrar numa crise mental. Eu havia comido a minha própria filha à força num acesso de raiva. Mas eu não podia negar, também havia sentido muito tesão. Eu não tinha percebido em meio ao tesão, mas apesar de se sentir violada, a minha filha também havia ficado molhada perto do final da transa. Foi o que ela me contou tempos depois. Na hora, eu só podia torcer para que ela pudesse me perdoar. Parecia quase impossível que algum dia eu voltasse a sentir meu pau apertado pela bocetinha linda dela. Mas claro que eu estava enganado, afinal de contas, a minha filha era uma putinha.

CONTINUA (se o conto tiver bons votos)

Obrigado por lerem

Johnny

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Sonho de todo Pai e pegar sua filha. A sua vai viciar no seu Pau. Conte-nós mais.

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