Minha Irmã Viu Meu Nude e Agora Tudo Mudou - PARTE 8

Um conto erótico de incestuozzy
Categoria: Heterossexual
Contém 2035 palavras
Data: 29/01/2026 22:59:26

Consegui até 1:37 antes das minhas pálpebras se colarem fechadas. A última coisa que me lembrei foi de scrollar uma thread de meme de Destiny 2, polegar vagando sem rumo, e a próxima coisa foi ser submerso num apagão perfeito. Sem sonhos, sem agitação. Só um apagar das luzes total.

Então fui puxado direto pra uma nova realidade pela sensação única mais confusa da história do meu corpo: uma língua, quente e molhada, lambendo a parte de baixo do meu pau.

Meu cérebro tentou me dizer que era um sonho, mas não tinha jeito—a vida real nunca, nem uma vez, tinha me abençoado com esse tipo de alucinação sensorial completa. Abri uma pálpebra grudenta e me encontrei cara a teto, meio no escuro, mas muito ciente do movimento debaixo das cobertas. Conseguia ver um borrão sombrio se movendo no pé da cama, algo baixo e curvado e definitivamente humano.

Quando finalmente consegui descascar o outro olho, a Manda tava agachada entre meus joelhos, mãos apoiadas nas minhas coxas, a cabeça abaixada daquele jeito que deixava óbvio que ela tava trabalhando em algo muito ao sul do meu umbigo. Ela tava tão focada, tão confiante, que fez minha pele formigar com um orgulho estranho e ansioso.

"Ei, Dorminhoco," ela sussurrou, sem olhar pra cima. "Viu, te falei pra estar acordado às três."

Ela estalou a língua, depois pausou pra checar o Apple Watch—que, notei, tava aceso no modo noturno, um retângulo brilhante minúsculo na penumbra. "São 3:05," ela sussurrou teatralmente, com o tom passivo-agressivo de alguém que tinha passado os últimos minutos sozinha com os próprios pensamentos. "Tava começando a imaginar quanto tempo ia levar pra te acordar. Aparentemente, não é até eu colocar parte dele na minha boca."

Não sabia o que dizer. Nem sabia se conseguia falar ainda. Meu corpo todo tava preso naquele estado agitado, de sangue quente onde você não tem certeza se deve pular da cama ou se deixar ser devorado. A Manda não parecia ligar de qualquer jeito. Ela só continuou, lábios e língua trabalhando pra cima e pra baixo no eixo, cada movimento deliberado, quase meditativo.

Finalmente rosnei, "Isso é—tem certeza que quer fazer isso?"

A Manda sorriu, mesmo com meu pau pressionado nos lábios dela. "Abso-fodendo-lutamente," ela disse, deixando ele pular livre só tempo suficiente pra enunciar cada sílaba. Então ela deslizou minha cueca o resto do caminho pra fora, jogando pro lado como uma embalagem, e se reposicionou pra um ângulo melhor.

Ela envolveu a mão direita ao redor da minha base, dando um par de bombadas lentas e torcidas, enquanto a esquerda foi direto pras minhas bolas—segurando, rolando, até dando um puxão gentil que fez meus dedos do pé se enrolarem. Ela passou a língua plana da raiz até a ponta, depois circulou a cabeça em redemoinhos apertados e controlados, como se tivessem aprendendo o gosto dele. Fiquei instantaneamente, cartunescamente duro, e tinha zero esperança de esconder isso.

"Jesus," consegui, "isso é—puta merda, isso é incrível."

Ela recuou, queixo molhado, olhos brilhando. "Você bateu uma no banho? Seja honesto."

Quase menti, mas pareceu inútil. "Você disse que eu não podia a menos que você estivesse lá," disse, o que soou muito mais patético em voz alta.

Ela mordeu o lábio, depois se inclinou, respirando quente contra a ponta. "Bom garoto," ela sussurrou, e então deslizou a cabeça pra dentro da boca, segurando lá, língua trabalhando no ponto sensível embaixo. Ela usou só a dica mais minúscula de dentes, do mesmo jeito que beijava: um pouco perigoso, um pouco brincalhão. A sensação não era nada como qualquer boquete que já tive antes—em parte porque era tecnicamente ilegal, mas principalmente porque a Manda parecia realmente curtir. Como se tivesse passado a noite toda treinando pra esse exato momento.

Ela foi mais fundo, devagar mas constante, e começou a balançar a cabeça num ritmo que combinava com a mão dela. Cada vez que subia, ela torcia o pulso, me ordenhando com essa precisão mecânica que era tanto clínica quanto, honestamente, a coisa mais quente que já senti.

Meu corpo inteiro acendeu com pânico e desejo. Tava tão bom que fiquei genuinamente preocupado que ia gozar nos próximos dez segundos. Apertei os punhos nos lençóis, tentando segurar, mas era como lutar contra a maré com um guardanapo.

"Manda, porra, se você continuar fazendo isso vou—"

Ela parou, lambendo os lábios, depois me olhou morto no olho. "Não podemos ter isso ainda," ela disse, e então levantou. Só então percebi que ela tava totalmente nua, cada curva pálida e perfeita na meia-luz do meu quarto.

Ela engatinhou pela cama, cabelo selvagem, e montou em mim, joelhos pressionando no colchão. Ela agarrou meu rosto com as duas mãos e me beijou, língua empurrando fundo, o gosto do meu próprio pau misturando com o hálito dela. O beijo foi animal, não suave, não gentil, mas desesperado, como se ela tivessem tentando comer minha boca inteira. Beijei ela de volta, sentindo o calor da pele dela, os peitos pressionando contra meu peito.

Quando ela separou, sorriu e limpou a boca nas costas da mão. "Você não tem ideia de quanto tenho pensado nisso. A noite toda tava imaginando como podia te atormentar." Ela fez a palavra "atormentar" soar como uma ameaça, mas quando pegou o olhar no meu rosto, explodiu rindo. "Relaxa, tô brincando. Meio que."

Ela traçou um dedo descendo meu peito, pausando logo acima do meu pau. "Ainda não quero trepar de verdade enquanto a mãe tá em casa," ela disse. "Se fizéssemos, nós dois estaríamos mortos em vinte minutos. Sem chance da gente ser quieto." Ela piscou, depois se inclinou, hálito quente no meu pescoço. "Lembra daquela vez que você trouxe pra casa a garota com o piercing na língua? E achou que tava sendo sorrateiro, mas a mãe entrou e você quase caiu da cama?"

Lembrei, e senti meu rosto ficar vermelho. "Ponto entendido."

Ela riu, um som estranhamente afetuoso, e então me beijou de novo, dessa vez mais suave. "Tem tipo um milhão de outras coisas que podemos fazer antes disso, porém," ela disse. "Começando com você ficando pelado pra mim, pra gente ficar quite."

Ela puxou minha camiseta pra cima e por cima da cabeça num movimento suave. Deveria ter me sentido exposto, mas em vez disso só queria ela mais perto. Agarrei ela pelos quadris e puxei pra mim, o calor escorregadio da buceta dela se esfregando contra minha pele nua. Ela deixou as mãos se perderem no meu cabelo, puxando, depois envolveu os braços no meu pescoço e esmagou os lábios nos meus.

Beijamos pelo que pareceu uma hora, a língua dela entrando e saindo, as mãos vagando pelas minhas costas. Deixei minhas próprias mãos explorarem: descendo as costelas, pra base das costas, depois mais baixo, segurando as duas bochechas da bunda e apertando até ela arfar.

Ela quebrou o beijo e se jogou de costas, se esticando como um gato. "Vem cá," ela disse, curvando um dedo.

Fiz o que fui mandado, me inclinando sobre ela, beijando o pescoço, depois mais baixo, pra clavícula. Ela estremeceu e arqueou contra mim. Movi pra baixo pro mamilo esquerdo, chupando gentilmente, depois dei uma mordidinha, só o suficiente pra fazê-la tapar a boca com a mão pra abafar o gemido.

"Meus mamilos tão tão sensíveis," ela sussurrou. "Isso foi incrível. Não para."

Chupei mais forte, rolando o outro mamilo entre o polegar e o dedo, sentindo ficar duro e quente. Ela continuava fazendo esses barulhinhos minúsculos, involuntários, cada um me acelerando ainda mais alto. Quando mudei pro direito, ela agarrou a parte de trás da minha cabeça e me segurou lá, esfregando os quadris contra meu estômago.

Comecei a beijar descendo: o estômago dela, depois os quadris, depois o ponto logo acima da buceta. Ela já tava se contorcendo, pernas tremendo com antecipação. Sem pensar, ela jogou os joelhos abertos, expondo tudo.

Beijei descendo a coxa dela, depois todo o caminho até o pé. Mordisquei a almofada do dedão do pé, o que a fez rir, depois comecei a trabalhar meu caminho de volta pra cima, dessa vez no interior da perna. Quando cheguei na buceta, conseguia cheirar quão molhada ela tava—frutada e afiada, intoxicante.

Hesitei, olhei pra cima pra ela. "É isso que você realmente quer?"

Ela revirou os olhos. "Cara, obviamente," ela disse, e então me agarrou pelo cabelo, puxando meu rosto na buceta como se tivesse esperando a vida toda por esse momento.

Comecei a lamber, rápido e deliberado. Ela empinou os quadris, coxas prendendo minha cabeça como um torno. Ela agarrou meu travesseiro, puxou sobre o rosto, e soltou um gemido abafado.

Corri a língua em círculos apertados ao redor do clitóris dela, depois flickando através, de novo e de novo, até ela começar a chutar as pernas. Ela tava tão molhada que conseguia ouvir. Deslizei meu dedo indicador dentro dela, devagar no começo, depois mais fundo, curvando só o suficiente pra achar o ponto dela.

Ela gozou quase instantaneamente, tremendo e mordendo o travesseiro. Continuei lambendo, deixando ela surfar a onda, não parando até ela me puxar pra cima pelo cabelo, arfando por ar.

"Ok, isso é—merda, isso não é justo," ela disse, me empurrando. "Tenho que usar um travesseiro ou vou acordar a mãe. Isso é tanta sacanagem. Que tal a gente fazer 69 e eu posso me manter quieta desse jeito?"

Acenei, não confiando em mim mesmo pra falar, e deitei de costas na cama.

A Manda balançou uma perna sobre meu peito, depois se abaixou até a buceta estar pairando logo acima da minha boca. Ela se inclinou pra frente e pegou meu pau na mão, acariciando, depois colocando a ponta na boca, bochechas afundando enquanto chupava.

Levantei a cabeça e lambi ela de novo, suave e rápido no começo, depois forte, depois mergulhando a língua dentro o mais longe que ia. Ela gemeu ao redor do meu pau, as vibrações mandando arrepios pela minha espinha.

Não consegui segurar. Já tava tão perto, e a visão da bunda da Manda na minha cara, o gosto dela, a sensação dos lábios dela envolvidos em mim—era demais. Avisei ela, mas ela ignorou, só chupou mais forte, mão bombeando a base no tempo com a boca.

Gozei numa rajada, grosso e quente, jorrando na boca dela. Ela tossiu uma vez, mas engoliu, não parando até eu estar completamente drenado.

Ela se torceu, sorrindo, gozo manchado no canto da boca. "Você não tava brincando," ela disse. "Isso foi... muita coisa."

Ela me beijou, forte e bagunçado, e pude sentir meu gosto nos lábios dela. "Isso foi um ataque surpresa, mas o trabalho não tá feito, soldado. Se você consegue gozar, então eu também."

Ela girou, montando meu rosto de novo, e dessa vez empurrou a buceta direto na minha boca. Alternei entre flicks rápidos da língua e mergulhar fundo, misturando o tempo, usando tudo que tinha. Deslizei um dedo dentro dela, depois dois, curvando eles só o suficiente pra acertar o ponto G.

De repente, ela agarrou dois punhados do meu cabelo e se esfregou na minha cara. Senti as paredes dela apertarem, convulsionando no tempo com os gemidos. Ela soltou um "porra, porra, porra" gutural, depois colapsou pra frente, o corpo todo tremendo.

Ela rolou pra fora, ofegante, depois me puxou pra perto e me beijou, língua sondando, lábios mordendo.

"Isso foi insano," ela disse, sorrindo tão forte que o rosto poderia ter rachado. "Você é um animal, porra."

Só fiquei ali, atordoado, meu coração batendo fora do ritmo.

Ela se enrolou perto de mim, a cabeça no meu peito, uma perna jogada sobre a minha. "Sabe que a mãe tá no escritório o dia todo amanhã," ela sussurrou. "Temos a casa toda pra nós. E tenho planos com você!"

Engoli seco, sem saber se devia ficar empolgado ou aterrorizado.

Ela mordeu meu ombro, depois riu, me beijou de boa noite, e caminhou pro banheiro antes de ir pro quarto dela. Me deixando bem acordado e já contando os minutos.

Encarei o teto, cérebro frito, boca ainda sentindo o gosto dela. Não conseguia imaginar o que ela faria a seguir.

Mas sabia uma coisa.... ela me tinha no anzol, linha e chumbada.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Hunter69 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários