A Noite em que Taylor Ofereceu Sabrina

Um conto erótico de Henrique Thoreau
Categoria: Heterossexual
Contém 1751 palavras
Data: 29/01/2026 22:02:53

Era uma noite quente de verão em Nova York, depois de um show particular que Taylor havia organizado só para amigos próximos. A casa estava silenciosa agora, exceto pelo som baixo da playlist R&B que ainda tocava nos alto-falantes embutidos. Taylor, descalça, vestia apenas uma camisola de seda preta que mal cobria a metade das coxas. Sabrina estava sentada no braço do sofá grande, pernas cruzadas, ainda com o vestidinho curto prateado do palco, o tecido grudando levemente na pele suada.

Travis Kelce entrou na sala segurando uma garrafa de tequila pela boca, o corpo enorme ocupando espaço de um jeito que fazia as duas garotas trocarem olhares cúmplices antes mesmo de ele falar qualquer coisa.

Taylor se aproximou dele devagar, os olhos brilhando com aquela mistura de doçura e malícia que só ela sabia fazer. Passou as unhas de leve pelo peito dele, descendo até a cintura da calça de moletom cinza.

— Amor… — ela murmurou, voz rouca de tanto cantar mais cedo. — Eu tenho um presentinho pra você hoje.

Travis ergueu uma sobrancelha, já sentindo o pau dar sinal de vida só com o tom dela.

— É? — ele respondeu, olhando de relance para Sabrina, que mordia o lábio inferior e não desviava o olhar.Taylor se virou de lado, puxando Sabrina pela mão até deixá-la bem na frente dele. Colocou as duas mãos nos ombros da loirinha e a girou de costas devagar, como se estivesse exibindo uma obra de arte.

— Olha pra isso — Taylor disse, voz baixa e carregada. Ela deslizou as mãos pelos quadris de Sabrina, apertou de leve e depois levantou o vestidinho prateado até a cintura, revelando a calcinha fio-dental preta que mal cobria nada. — Essa bundinha… ela é sua hoje. Eu trouxe ela pra você foder do jeito que quiser.

Sabrina soltou um gemidinho baixo, já tremendo levemente. Não era segredo que ela tinha fantasiado com Travis desde que o viu nos jogos — e Taylor sabia disso muito bem.

Travis largou a garrafa na mesinha com um baque surdo. Deu dois passos largos, parou atrás de Sabrina e passou as mãos grandes pelos quadris dela, comparando o tamanho. Ele era absurdamente maior que as duas. Quando apertou, Sabrina arqueou as costas instintivamente, empinando a bunda contra a ereção que já marcava a calça.

Taylor se sentou no sofá à frente deles, pernas abertas, a camisola subindo até a cintura. Ela não usava nada por baixo. Começou a se tocar devagar enquanto assistia.

— Mostra pra ele como você fica molhada só de pensar nisso, baby — Taylor pediu, voz doce e autoritária ao mesmo tempo.

Sabrina obedeceu. Passou os dedos por baixo da calcinha, afastou o tecido pro lado e mostrou os lábios inchados e brilhando. Travis grunhiu baixo, puxou a calça de moletom pra baixo só o suficiente pra liberar o pau grosso e pesado. Sabrina arregalou os olhos por um segundo — era maior do que ela imaginava —, mas logo mordeu o lábio e empinou mais a bunda.

Taylor se inclinou pra frente, olhos fixos na cena.

— Vai devagar no começo — ela instruiu, como se estivesse dirigindo o próprio filme pornô. — Quero ver cada centímetro entrando nela.

Travis segurou a base do pau com uma mão, a outra agarrando o quadril de Sabrina com força. Encostou a cabeça grossa na entrada molhada e empurrou devagar. Sabrina soltou um gemido longo e agudo, as unhas cravando no encosto do sofá. Ele parou quando só a cabeça estava dentro, deixando ela sentir o estiramento.

— Caralho… tão apertadinha… — ele rosnou.

Taylor gemeu baixinho, os dedos circulando o clitóris mais rápido.— Continua. Tudo. Quero ver ela aguentando você inteiro.

Travis obedeceu. Empurrou até o fundo num movimento firme, sem parar. Sabrina gritou, o corpo inteiro tremendo, mas empinando ainda mais, como se quisesse mais. Quando as bolas dele bateram na bunda dela, Taylor soltou um “foda-se” baixinho e enfiou dois dedos dentro de si mesma, imitando o ritmo.

Travis começou a meter com força. O som molhado dos quadris dele batendo na bunda redonda de Sabrina enchia a sala, misturado com os gemidos dela e os suspiros roucos de Taylor. Ele segurava os cabelos loiros dela com uma mão, puxando de leve pra trás, fazendo o pescoço dela arquear. A outra mão dava tapas firmes na nádega direita, deixando marcas vermelhas que Taylor adorava olhar.— Isso, amor… fode ela gostoso — Taylor falava entre gemidos. — Faz ela gozar no seu pau enquanto eu assisto.

Sabrina estava quase sem ar, o corpo se sacudindo a cada estocada funda. Ela olhava para Taylor com os olhos vidrados, implorando sem palavras. Taylor se aproximou, ajoelhou no sofá e beijou Sabrina com força, enfiando a língua na boca dela enquanto Travis metia sem parar.

Quando Sabrina gozou, foi violento — o corpo inteiro convulsionando, as coxas tremendo, um grito abafado na boca de Taylor. Travis não parou. Continuou socando fundo, cada vez mais rápido, até que grunhiu alto e se enterrou até o talo, gozando dentro dela em jatos grossos. Sabrina gemeu de novo, sentindo ele pulsar e encher tudo.

Taylor observava tudo com os olhos semicerrados, os próprios dedos encharcados, o corpo tremendo de um orgasmo silencioso enquanto via o pau de Travis escorregar pra fora devagar, levando um fio grosso de porra que escorria pela coxa de Sabrina.

Ela se levantou, beijou Travis na boca com gosto, depois se abaixou e lambeu devagar a entrada melíflua de Sabrina, provando os dois misturados.

Taylor ainda estava lambendo devagar a mistura quente que escorria pelas coxas de Sabrina quando Travis puxou o pau pra fora completamente, ainda duro, brilhando de porra e tesão. Ele deu um tapa firme na bunda dela, fazendo a carne tremer e Sabrina soltar um gritinho surpreso.

— Ainda não acabou, baby — ele disse, voz grossa, olhando pra Taylor com um sorriso safado. — Quero essa bundinha apertada agora.

Taylor ergueu o rosto, os lábios molhados, e sorriu devagar. Passou a mão pela curva da bunda de Sabrina, apertando uma nádega e depois abrindo devagar, expondo o cuzinho rosado e apertado que pulsava levemente.

— Ela nunca levou um pau desse tamanho no cu — Taylor murmurou, quase como se estivesse contando um segredo excitante. — Mas ela quer. Não é, Sab?

Sabrina, ofegante, com o rosto vermelho e os olhos vidrados, assentiu rápido, mordendo o lábio inferior.— Quero… por favor… — ela sussurrou, a voz tremendo de vergonha e desejo. Empinou mais a bunda, abrindo as pernas um pouco mais, se oferecendo completamente enquanto Travis esfregava o caralho no rabo redondo e perfeito dela.

Taylor trouxe seu lubrificante anal e espalhou pelo cuzinho de Slutbrina, testando com seus próprios dedos a entrada enquanto Sabrina devorava o pau de Travis em um guloso boquete. O buraquinho rosado da nova princesinha do Pop oferecia cada vez menos resistência as investidas do dedo de Taylor que logo aplicou o lubrificante no caralho do noivo enquanto Sabrina em agradecimento lambia a buceta dela. O tigh end dos Chiefs, então, posicionou sua verga enorme no pequeno orifício anal de Sabrina e esfregou a cabeça grossa do pau ali, espalhando tudo, lubrificando devagar.

Taylor se sentou de novo no sofá, pernas bem abertas, dedos voltando pro clitóris inchado enquanto assistia tudo de perto.

— Vai devagar, amor — ela pediu, voz rouca. — Quero ver ela se abrindo pra você… centímetro por centímetro.

Travis segurou a base do pau com uma mão, a outra abrindo a bunda de Sabrina com firmeza. Encostou a cabeça na entrada apertada e pressionou devagar. No começo, nada. Sabrina gemeu alto, o corpo inteiro tenso. Ele parou, deixou ela respirar, depois empurrou de novo, mais firme.

A cabecinha grossa passou o anel de músculos com um estalo quase audível. Sabrina gritou, as unhas cravando no sofá, o corpo tremendo violentamente.

— Caralho… tá apertando demais… — Travis grunhiu, suando, segurando a vontade de meter tudo de uma vez.

Taylor se inclinou pra frente, beijando a nuca de Sabrina, sussurrando no ouvido dela:— Relaxa, amor… deixa ele entrar. Você aguenta. Eu sei que aguenta.

Sabrina respirou fundo, forçando o corpo a relaxar. Travis sentiu o aperto ceder um pouco e avançou mais, deslizando devagar até metade do pau estar dentro do cuzinho dela. Sabrina choramingava, uma mistura de dor e prazer insuportável, as coxas tremendo sem parar.

— Olha isso, Tay… — Travis disse, voz rouca. — Metade já foi. Ela tá engolindo meu pau no cu.

Taylor gemeu alto, enfiando três dedos na própria buceta agora, fodendo a si mesma no mesmo ritmo lento que Travis usava.— Continua… mete tudo. Quero ver as bolas batendo na bunda dela.

Travis obedeceu. Segurou os quadris dela com as duas mãos e empurrou devagar, mas sem parar, até enterrar até o talo. Sabrina soltou um grito longo e agudo, o corpo convulsionando, lágrimas escorrendo pelo rosto — mas ela não pediu pra parar. Pelo contrário: empinou mais, gemendo “mais fundo… por favor…”.

Travis começou a meter de verdade. Estocadas lentas no começo, saindo quase todo e voltando até o fundo, sentindo o cuzinho dela se moldar ao formato dele. O som era obsceno: a pele batendo, o lubrificante escorregando, os gemidos dela cada vez mais altos e desesperados. Taylor se masturbava furiosamente, os olhos fixos no pau grosso desaparecendo e reaparecendo no cuzinho apertado de Sabrina.

— Isso, amor… fode o cu dela gostoso… faz ela gozar só com o pau no cu.

Sabrina estava perdida. Uma mão dela desceu pra esfregar o clitóris inchado enquanto Travis metia cada vez mais rápido, mais forte. O ritmo virou selvagem: ele batia fundo, as bolas estalando contra a buceta melíflua dela, a bunda vermelha de tapas e apertões.

Quando Sabrina gozou de novo, foi ainda mais intenso que antes. O corpo inteiro se contraiu, o cuzinho apertando o pau dele como um torno, gritando o nome dos dois sem parar. Travis aguentou só mais algumas estocadas fundas antes de grunhir alto e gozar dentro do cu dela, enchendo tudo com jatos quentes e grossos.

Ele saiu devagar, o pau escorregando pra fora com um fio grosso de porra branca escorrendo do cuzinho aberto e vermelho de Sabrina. Ela desabou no sofá, ofegante, tremendo, a bunda ainda empinada como se quisesse mais. Taylor se aproximou, beijou a boca de Sabrina com carinho, depois desceu e lambeu devagar o cuzinho melado, provando a porra de Travis misturada com o gosto dela. Sabrina gemeu baixinho, exausta mas sorrindo.

— Boa garota… — Taylor sussurrou, limpando tudo com a língua. — Da próxima vez, vamos fazer as duas de quatro… e ele alterna.Travis riu baixo, já se sentando ao lado delas, o pau ainda semiduro descansando na coxa.

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