Finalmente confraternização de final ano muita bebida, churrasco e o principal os doces de travessa e sorvete, esses são os mais importantes, só que quando o álcool bate o pessoal acaba esquecendo as coisas, e também acabam ficando mais soltas. Minha prima que abriu um onlyfans quando chegou todos ficaram com um pouco de preconceito e dúvidas, que ela mesmo tirava quando perguntavam e ainda fazia piadas.
E pior que foi quando ela falou para família que eu tinha comprado o only dela, todos ficaram me olhando e julgando porque eu estava namorando e minha namorada com uma desculpa boba “em casa a gente conversa.” Todos os homens riram e zuaram “que horas vai ser o velório.”
Eu mesmo não podia contar que quem realmente queria ver e fez eu comprar foi a minha namorada, certamente a família que viu anonimamente sabia que o João, namorada da minha prima tinha um pênis enorme, eu não queria ele perto da minha namorada de jeito nenhum, percebia que ela ficava olhando para reta do pênis dele esperando enxergar algum volume, após mais álcool, os mais velhos foram se retirando e sobremesa ficou esquecida por mais um tempo, fomos buscar cerveja e quando voltamos tinha apenas 6 pessoas.
Minha namorada me levou para o banheiro do fundo, sempre fomos um casal à moda antiga, mas algo tinha mudado e começamos a nos beijar dentro do banheiro, quando eu coloquei a mão no meio das suas pernas. “Você está tão molhada.”
“É o álcool amor.”
Ela pegou no meu pênis e apertou “Caramba, estou tão excitada... Eu só queria que fosse um pouco mais comprido... e um pouco mais grosso.”
“Igual do… João.” Falei com medo.
Ela riu “Mais ou menos… você consegue imaginar, o que poderia fazer comigo?”
Estávamos no ápice de uma loucura, eu nunca estive no penhasco mas o frio na barriga e sensação deve ser a mesma, ela com agilidade já estava sem nada na parte debaixo e começou a pincelar meu pau na sua bucetinha.
“Viu como estou molhada.”
“Sim.” Falei gemendo.
“Você não se importa né… de transa pensando nele.”
Ela começou a rebolar e me olhou, eu respondi “acho que não.”
Ela sorriu e meu pau entrou. “Você gosta disso? Minha bucetinha molhada, cobrindo seu pauzinho com pensamentos de um pau grosso e grande penetrando minha buceta?”
Não conseguia responder, meu pau pulsava dentro dela.
"Imagine minha vagina depois de ter sido completamente preenchida pelo João, e então tentando receber seu pequeno pênis. Imagine como ela estaria frouxa com você mal encostando nas minhas paredes. Imagine como estaria molhada e escorregadia pelo esperma dele lubrificando meu buraco dolorido para o seu pênis?”
Fiz uma cara de espanto e ela certamente percebeu.
“Hoje a gente tá conhecendo um lado que eu nunca tinha visto.”
“É tá um pouquinho demais.” Mostrei para ela como fiquei desconfortável.
Ela saiu de cima e “melhor a gente voltar.”
Eu peguei na sua mão, “eu sou um idiota.”
Eu beijei ela com vontade e ela se jogou em cima de mim, meu pau duro como pedra.
“Minha vontade é ir lá agora e falar, come a buceta da minha mulher.”
Ela sorriu, mas percebeu como eu tinha ficado um pouco abalado, talvez ela foi rápido demais não sei, mas mesmo assim eu e ela compartilhamos uma vontade suja que era proibida.
Toc toc “tão transando?” perguntou minha prima rindo.
A gente ficou assustado dentro do banheiro, “já estávamos saindo.” Eu falei e depois de um tempo saímos, só estava minha prima com o seu namorado junto. “Vocês estavam mesmo transando no banheiro?” Ela falou rindo.
Minha namorada respondeu “sim.”
“Você parece tão certinha, eu nunca imaginei que vocês fossem assim.” falou minha prima.
Eu fiquei um pouco envergonhado, minha namorada devia estar subindo pelas paredes de tesão e falou “vocês já transaram em lugares assim?”
“A gente transar em qualquer lugar né amor.”
“Sim.” respondeu João.
“O que foi amor, se parece estranho.” Minha prima falou.
“A sei lá, deixa pra lá.”
“Não.”
Minha prima e ele saiu para conversar e minha namorada disse “vamos embora antes de acontecer algo.”
“Acontecer o que?”
“Sei lá.” Minha namorada falou rindo.
Minha prima voltou: “João tá um pouco com ciúmes já que você assinou meu only e me viu pelada.”
Minha prima não tinha papas na língua.
João disse “porra amor.”
Eu querendo socializar e não querendo trazer uma rivalidade “eu que tenho ciúmes, comprei um only fãs a pedido da Janaína e ela ficou hipnotizada no tamanho.”
“Do meu João?” Minha prima perguntou.
“Sim.”
Ele já riu ficando confortável, se fosse meu caso seria desconfortável.
“Janainaaa.” Gritou minha prima.
Ficou um silêncio.
“Cala boca, se fala demais.” Falou Janaína pra mim.
Sabe o assunto acabou ficou em silêncio a música tocou, todos beberam e João começou a pegar no seu pau quase toda hora, querendo chamar a atenção.
Foi quando Janaína e minha prima foram pegar uma garrafa de vinho e ficaram conversando logo voltaram e bebemos a noite inteira, quando chegamos pela manhã em casa transamos até ficar exaustos.
Uns dias se passaram e minha namorada começou a contar sobre aquela noite que ninguém comeu doce ou sorvete, que ela estava morrendo de vontade do doce do João, que minha prima tinha deixado eles transar.
“Amor, você quer fazer isso?” eu perguntei.
Talvez ela com medo da minha resposta falou “hipoteticamente falando como você se sentiria em relação a isso?”
“Não sei, adoro o que temos juntos, você não me trocaria por um pênis maior, trocaria?”
“Meu bem, nem pense em falar assim, sexo é ótimo mas não é a base de um relacionamento, confiança, verdade e amor são as chaves. Você sabe que não escondo nada e sim adoraria, mas não à custa de te perder.”
“Vamos pensando.” Eu respondi.
E dormimos sem dizer nada mais nada um pro outro.