— Tá duro, né? Delícia.
Assim que ouvi isso, levantei de imediato. Caminhei até o interruptor perto da porta e acendi a luz. Meus olhos foram direto para a cama da Michelle: Léo estava de frente para a parede, de costas para ela, e Michelle permanecia de olhos fechados. As roupas de ambos estavam no lugar, nada fora do normal.
Ela abriu os olhos lentamente e perguntou:
— Oi, amor. Tá tudo bem? Aconteceu alguma coisa?
Desconversei:
— Não, amor. Só peguei meu celular.
— Desliga logo isso e vamos dormir — respondeu ela, com a voz sonolenta.
Peguei o celular, apaguei a luz e voltei para a cama. Fiquei deitado, relembrando o que tinha ouvido. Permaneci um bom tempo atento, tentando captar qualquer som, mas o quarto estava mergulhado num breu e num silêncio quase ensurdecedor. Até que, finalmente, adormeci. E acontece a segunda situação: Depois de um bom tempo eu sinto a Lê me abraçando novamente. O problema é que sua mão fica em cima do short na altura do meu pau. Ela não faz nenhum movimento. Não aperta, não mexe, nada. Apenas mantém a mão ali, parada. Meio grogue, fico estático, tentando entender o que aquilo significa. Passam-se mais de dez minutos e ela não a retira, nem se move. Por fim, viro-me e acabo adormecendo novamente.
Segunda-feira. Acordo e a cama está vazia. Desço para o restaurante e encontro os três tomando café. Assim que me vê, Patrícia sorri e diz:
— Oi, amor! Dormiu bem?
— Dormi sim.
— Que bom. Estava conversando com meu irmão e com a sua irmã. Vamos conhecer o Museu do Amanhecer hoje e também o da CBF. O Léo está doido para ver o espaço.
Ela agia naturalmente, como se nada tivesse acontecido. Começo a pensar que tudo não passou de imaginação minha.
O dia foi inteiro de passeios. Léo não parava de tentar xavecar minha irmã, enquanto Michelle permanecia agarrada a mim. Por volta das 19h, voltamos ao hotel. Ainda assim, decidimos estender a noite e fomos a um bar de MPB na Candelária. Entre um chopp e outro, as conversas fluíram até as 2h da manhã.
Em determinado momento, Patrícia me confidenciou:
— Será que a Mi vai ficar com o Léo? Ele está louco para beijar ela.
— Não sei. Nunca vi a Mi com alguém.
— Isso é verdade… Bom, vamos esperar.
A noite estava amena, já que havia chovido algumas horas antes. No quarto, Patrícia insistiu em dormir de pijama. Não seria nada demais, exceto pelo fato de que o pijama era extremamente apertado, marcando até a calcinha de renda que ela usava na maioria das vezes. E a cena repete-se pela quinta noite seguida. Cada um vai dormir com a sua irmã. Eu tento ficar o máximo possível acordado na madrugada, e como não escuto nada, acabo apagando com o tempo. Na madrugada sinto novamente uma mão em cima do meu pau. Mas dessa vez, Michelle é mais explícita. Ela vira o corpo de lado, aproximando o rosto do meu ouvido, tão perto que consigo sentir sua respiração. Com a mão direita, ajusta firme sobre o meu pau, sem dizer uma palavra. Acordo, mas permaneço imóvel, imaginando que ela ainda esteja dormindo. Então sinto uma leve pressão. Aos poucos, seus dedos começam a apertar suavemente e soltar, num ritmo lento, até que sinto meu pau endurecer. Assim que endurece, ela ajeita ainda mais a sua mão para continuar fazendo pressão. Sua respiração começa a ficar ofegante, e eu ouço cada sopro com nitidez, pois o ar quente bate direto no meu ouvido. Ela permanece assim por cerca de quinze minutos, até que, de repente, se vira, deixando aquele rabo gostoso exposto diante de mim.
Não tenho coragem de fazer nada; permaneço estático, tentando compreender o que estava acontecendo. Passo mais de duas horas assim, impactado, e com o pau duro, até que o sono finalmente me vence. Mi não se move mais, continua imóvel, de costas para mim.
Quando acordo, Patrícia já está no banheiro, escovando os dentes. Vou até ela, dou um leve tapa em sua bunda grande e começo a escovar os meus. Pouco depois, descemos juntos para tomar café. Foi então que ela confessa:
- Aínnn... amor, bem que podemos dar uma escapada em algum motel aqui na região, né? Tô louca para te dar.
Dou risada, e nesse momento Michelle aparece e se junta a nós para o café. Quinze minutos depois, Léo chega, e decidimos pegar praia novamente. Já estávamos na expectativa da chegada de Amanda, seu namorado e a irmã dele, marcada para a noite de quarta-feira.
Na praia, as meninas repetem seus biquínis, mas desta vez preferem ficar mais na areia, buscando aquela marquinha no corpo. É então que começo a estranhar uma situação: percebo o jeito como Léo olha para Patrícia.
Quando ela está de costas, com o corpo inclinado e o quadril empinado, ele não tira os olhos. Até tenta disfarçar, mas várias vezes o flagro observando. Acho estranho, porque, mesmo Patrícia sendo muito gostosa, Léo é irmão dela. Ainda assim, não julgo tanto… afinal, às vezes meu olhar também se perde na bunda da Mi, sem qualquer intenção, apenas por notar aquela forma redonda e empinada.
Voltamos para o hotel. Como Amanda chegaria no dia seguinte, resolvemos aproveitar a terça à noite para sair. Escolhemos um barzinho de rock no centro do Rio, para beber umas cervejas e passar o tempo. Conversa vai, conversa vem, e algo permanecia igual: Léo continuava xavecando Letícia. Só que, desta vez, ela parecia mais receptiva, permitindo até que ele segurasse sua mão enquanto falavam. Patrícia e eu ficamos na expectativa de que eles finalmente ficassem, mas não aconteceu. Por volta das três da manhã, voltamos para o hotel. Tomamos banho e, pela sexta vez, fomos dormir.
Mas uma coisa me chamou a atenção: Percebo que a Patrícia não estava usando calcinha, pois a calça do seu pijama não marcava nada, e como relatado anteriormente, sempre deixava evidente. Fico com uma pulga atrás da orelha, mas não digo nada. Apagamos as luzes e nos deitamos. Nessa noite, o sono demora a vir. Não estava cansado e, no fundo, queria tentar captar qualquer som vindo da cama ao lado. Permaneço acordado por mais de duas horas, atento a cada ruído… mas nada acontece. Eventualmente, o silêncio me vence e acabo adormecendo. Até que a mão da Letícia volta a ficar em cima do meu pau. Me desperto novamente com aquela situação. E ela faz o mesmo movimento, fazendo pressão bem devagar nele.
Meu pau começa a endurecer, mas dessa vez ela vai mais longe. Sua mão entra por debaixo do meu short, passa pela cueca e ela pega no meu pau. De início ela da pequeno apertões, e depois, ela tira meu pau para fora e começa a me punhetar bem lentamente. Era muito estranho aquela situação, mas estava muito gostoso. Ela fazia com calma e delicadeza, e a cabeça do meu pau começa a ficar um pouco molhada. Sua respiração fica muito mais ofegante do que a noite anterior. Ela fica mais de 5 minutos assim, e devido ao tesão, eu levo a minha mão até em cima da sua pepeka, fazendo ela parar, e consequentemente, tirando a mão do meu pau.
Eu levo a minha mão para dentro da sua calça, passo pela sua calcinha e chego até o seu grelo. Sinto os pelos começando a nascer e o local muito úmido. Dou duas voltas em sua bocetinha, e tiro com cuidado. Meus dedos já estavam melados, e coloco em minha boca para sentir o seu gosto. Logo em seguida ela se vira e deixa aquele rabão para o meu lado. A abraço e meu pau fica bem no meio da sua bunda e faço pressão para que ela possa sentir o tamanho do meu pau. Ela começa a rebolar bem lentamente para não fazer barulho, e ficamos assim, agarrados por mais de meia hora. Até que eu me viro ao contrário e fico de frente para a parede, me afastando dela. O sentimento de culpa e de que é errado começa a tomar conta de mim nesse momento. Michelle fica imóvel e não insiste mais. O dia já estava amanhecendo e eu ouço barulho de beijo. Abro o olho e como está muito escuro, não consigo ver nada. Até que ouço do Léo:
- Cai de boca.
- Não. Podem ouvir! - Diz Patrícia, bem baixinho.
Logo em seguida ouço um estalo de elástico contra a pele. Depois disso, o silêncio. Acordo às 11h com o toque do celular de Patrícia. Ela atende: era Amanda, avisando que não viria mais hoje, quarta, mas sim na quinta de manhã, pois seu namorado havia sido chamado para trabalhar de última hora.
Ao desligar, Patrícia já pergunta: - Amanda vem só amanhã. Vamos manter a balada de hoje?
Léo responde, direto: - Vamos. Se ela não vem hoje, o problema é dela.
- Tá bom, então vamos! - Patrícia concorda.
Olho para o lado e pego a Michelle me olhando. Quando a encaro de volta, ela desvia o olhar.
Mais tarde, no shopping, entramos naquela loja de roupas clássica que começa com "R". Para minha surpresa, Patrícia pega uma camisola e diz:
- Amor, acho que vou levar. Estou com o mesmo pijama há mais de seis dias. Já está suado e sujo.
A dúvida me bate:
- Você vai dormir com essa mini camisola com seu irmão?
- Durd. Ele é meu irmão. Sem ciúmes. Você não é assim. Agora está com ciúmes de eu dormir com meu irmão, é?
- Não, eu respondo, mas no fundo sinto o ciúme. Eu sabia o que estava acontecendo, mas não conseguia confrontar, preocupado que ela tivesse ouvido o que aconteceu com Michelle durante a madrugada.
Ela acabou comprando. Almoçamos e Léo continuou flertando com Michelle, que parecia cada vez mais à vontade com as investidas dele, mas nada de concreto aconteceu. No início da noite, voltamos para o hotel, nos arrumamos e seguimos para a balada. Saímos às 22h e às 23h já estávamos na porta.
A balada era um open bar de música eletrônica. Compramos os ingressos e Patrícia avisa:
- Amanda chega amanhã às 14h. Dá para estendermos a noite.
Entramos e ficamos dançando, conversando e bebendo. Por volta da 1h da manhã, o inesperado acontece: Léo puxa Michelle para um canto e a beija.
O sorriso de Patrícia se abre quando vê a cena, se vira para mim, e diz: - Até que enfim. Agora é a gente, né, amor?
Ela se aproxima e o nosso beijo começa. De canto a canto da balada, nós dois nos perdemos um no outro. Patrícia estava com um tesão incontrolável, os beijos eram intensos e rápidos. As vezes ela passava do limite, e parecia que não transava a anos.
- Nossa, amor, tô com muito tesão! - Ela sussurra, enquanto minha mão escorrega por seu corpo. Nossos beijos ficam ainda mais intensos, cheios de desejo. Por um breve instante, olho para o lado e vejo Léo com a mão na bunda na Mi, que a tira rapidamente.
Ficamos assim por mais de trinta minutos, até que eles voltaram. Decidimos beber. O calor nos fez exagerar um pouco no álcool: vodka, gin e caipirinha. Quando vimos, já eram três da manhã. Eu continuava abraçado com Patrícia. Léo e Michelle haviam se distanciado há um bom tempo.
Quinze minutos depois, Michelle anuncia que quer ir embora porque está ficando bêbada. Como Amanda ia chegar às 14h, decidimos ir para o hotel e descansar. Pegamos um Uber e, trinta minutos depois, estávamos lá.
No hotel, cada um tomou banho: primeiro Michelle, depois Léo, eu e, por último, Patrícia. Quando minha namorada saiu, estava usando a camisola que comprou mais cedo. Ela estava simplesmente gostosa. Lê, por sua vez, continuava de pijama: calça e camiseta do Bob Esponja.
Eu entro no banheiro para escovar os dentes, já que tinha esquecido de fazer isso no chuveiro. No boxe, vejo uma calcinha de Patrícia, lavada e pendurada para secar. Quando volto para o quarto, Patrícia, de pé, pergunta para Michelle:
- Mi, você vai dormir com o Léo? Quer trocar?
Michelle me olha e responde:
- Melhor não. Vou dormir com meu irmão hoje.
Um semblante de desânimo passa pelo rosto de Patrícia: - Tá bom. Vou apagar a luz e vamos dormir.
Eu me deito, ela vai até o interruptor, e o quarto escurece.
E fica escuro o quarto. Eu me viro sentindo parede e acabo dormindo rapidamente. Até que durante a madrugada sinto alguém me cutucando no braço. Eu abro o olho e antes de eu falar para parar, eu escuto:
- Delicia.
Eu me viro rapidamente e o ouço um barulho de alguém se mexendo na cama ao lado. Eu fico quieto tentando prestar atenção e sinto a mão da Michelle aperta a minha coxa. Sua mão escorre e chega no meu pau, que está mole. E ela volta a fazer pressão com seus dedos bem devagar. E escuto novamente, quase que um sussurro:
- Para Léo. Podem ouvir.