Eduarda Romero - Capítulo 13 - Onde a dor encontra abrigo

Da série Eduarda Romero
Um conto erótico de Dudinha
Categoria: Heterossexual
Contém 9046 palavras
Data: 29/01/2026 16:23:05

Meu nome ainda é Eduarda Romero.

Mas depois de tudo o que aconteceu… até isso parece ter perdido um pouco de sentido.

Depois do dia em que fui expulsa de casa após ser pega transando com tio Luciano, minha vida deixou de ter chão.

Passamos a morar só eu e Luciano — não por escolha, mas por falta de opções.

Foi ali que o tempo começou a escorrer diferente, mais pesado, mais silencioso.

Kaio e Jenn apareciam de vez em quando. Não com a frequência que eu queria, mas com a que conseguiam.

Às vezes traziam comida, às vezes conseguíamos transar, às vezes só conversar.

Às vezes, só um abraço rápido que durava menos do que precisava.

Ainda assim, era o suficiente para me lembrar de que eu não tinha sido completamente apagada.

Pouco tempo depois, outra virada brutal.

A pílula que eu tomava falhou.

E eu tive um filho do tio Luciano.

A maternidade não veio como promessa, nem como sonho.

Veio como impacto.

Como responsabilidade imediata.

Como medo constante.

Com um bebê nos braços e nenhuma estrutura, a situação piorou rápido.

Luciano tentou ajudar.

Do jeito dele.

Mas os trabalhos não rendiam dinheiro, as portas não se abriam, e o desespero começou a falar mais alto.

Foi então que ele tomou uma decisão que eu sabia que daria errado.

Voltar para o crime.

Dois assaltos depois, Luciano foi preso em flagrante.

Dessa vez, sem segunda chance.

Dezessete anos de prisão.

Quando a notícia chegou até minha mãe, Luciana, algo mudou — não em relação a mim, mas ao meu filho.

Pela primeira vez desde que fui expulsa, ela sentiu pena.

Não de mim.

Do neto.

Hoje, é ela quem cuida dele.

Ela garante que não falte nada.

Comida, teto, escola, cuidados.

Mas não consegue olhar nos meus olhos.

Alguns anos se passaram desde então.

Foram anos difíceis.

Sobreviver virou rotina.

Trabalhar para comer.

Trabalhar para dormir em algum lugar.

Trabalhar para continuar existindo.

Não havia planos longos, nem sonhos ousados — só o amanhã.

Até que, em meio a essa vida quebrada, eu conheci Roman Joyner.

Roman era dois anos mais velho que eu.

Já tinha a vida estruturada, estabilidade, direção.

Ele apareceu sem promessas mirabolantes, sem salvadorismo.

Apenas ficou.

Conversou.

Escutou.

E, pela primeira vez em muito tempo, eu me senti vista.

Nós nos apaixonamos.

Poucos meses depois, estávamos morando juntos.

Não porque tudo estivesse resolvido.

Mas porque, finalmente, algo fazia sentido.

E talvez… só talvez… essa fosse a primeira vez que minha vida não estivesse apenas sobrevivendo — mas tentando, de novo, viver.

Mas, mesmo com essa nova estabilidade, algo não se encaixava completamente.

Havia dias em que o silêncio durava mais do que devia.

Momentos em que meu peito apertava sem motivo aparente.

Uma sensação estranha, quase instintiva, de que a vida estava… calma demais.

Eu não sabia explicar.

Só sentia.

Como se tudo o que eu tinha reconstruído estivesse apoiado em algo frágil.

Como se uma peça solta estivesse prestes a cair e derrubar o resto.

Algo estava para acontecer.

Algo grande o suficiente para mudar tudo outra vez.

Eu me lembro daquele dia como se fosse ontem, um daqueles momentos que mudam tudo sem que a gente perceba no instante exato.

Estava no restaurantezinho no centro da cidade, aquele lugar apertado com mesas de fórmica lascada e o cheiro eterno de café queimado misturado ao óleo de fritura.

Eu era garçonete havia uns dois anos, correndo de um lado pro outro com bandejas pesadas, o uniforme grudando na pele suada do calor abafado de São Paulo no verão.

Aos 27 anos, eu já carregava nas costas o peso de ser dona de casa, mas ainda precisava daqueles trocados extras para sobreviver, com o tio Luciano preso, eu estava sozinha.

Ele entrou por volta das sete da noite, quando o movimento começava a acalmar. Roman Joyner, com seus 29 anos cheios de uma confiança que iluminava o salão inteiro. Alto, ombros largos sob a camisa social impecável, cabelo castanho ondulado caindo um pouco sobre a testa, e aqueles olhos verdes que pareciam sorrir antes mesmo da boca.

Ele pediu uma mesa pro canto, sozinho, com um laptop aberto na frente, digitando furiosamente enquanto tomava um café preto. Eu servi, trocamos olhares casuais – o tipo de troca que a gente faz com clientes habituais, mas ali havia algo mais, um calor sutil que subia pelo meu pescoço.

Ao longo da noite, ele pediu mais um café, depois uma porção de batatas fritas, e ficou me observando de soslaio, não de forma invasiva, mas com uma curiosidade gentil. Perguntou meu nome, comentou o quanto o lugar era acolhedor apesar do caos, elogiou minha eficiência com um sorriso que fazia minhas bochechas arderem.

Roman - Você dança com essas bandejas como se fosse uma profissional.

Disse ele, a voz grave e aveludada, com um sotaque leve que eu depois descobriria ser de quem viajou o mundo afora como empreendedor digital.

O expediente acabou às dez e meia, e eu estava exausta, limpando as últimas mesas, o corpo doendo das horas em pé. Quando saí pela porta dos fundos, lá estava ele, encostado no carro – um SUV preto reluzente que parecia deslocado ali no beco mal iluminado. Não era stalker, não, ele esperou com paciência, mãos nos bolsos, o vento bagunçando o cabelo.

Roman - Ei, Eduarda.

Chamou-me suave como um sussurro.

Roman - Não queria te assustar. Só... pensei em te oferecer uma carona. Ou, se preferir, só um oi antes de ir embora.

Meu coração disparou. Eu, que crescera na igreja do Pastor Elias, com as lições de decência ecoando na cabeça, hesitei. Mas havia algo nele, uma doçura genuína nos olhos, sem pressa, sem cobrança. Aceitei a carona. No caminho pra casa, conversamos sobre tudo e nada: o trampo dele como influenciador, criando conteúdos sobre negócios online que o levavam para eventos em Miami e Lisboa, minha rotina dividida entre a casa, a família e aquele restaurante. Ele riu das minhas histórias sobre clientes chatos, e eu ri da vez que ele quase perdeu um voo por causa de um vídeo viral.

Chegando no portão do meu prédio simples, ele parou o carro e se virou pra mim, o interior iluminado só pelo painel suave.

Roman - Posso te pedir teu número? Sem compromisso, só pra gente continuar conversando. Você fez a noite ficar melhor.

As palavras saíram tão sinceras, sem joguinhos, que eu digitei o número no celular dele ali mesmo, sentindo um formigamento nas pontas dos dedos. Ele sorriu, aquele sorriso que derretia resistências, e me desejou boa noite com um toque leve no braço – nada mais, só respeito.

Assim começaram as mensagens. No dia seguinte, um “Bom dia, Eduarda. Sonhei com batatas fritas perfeitas. Como foi sua noite?”. Depois ligações curtas à noite, quando eu contava sobre o pai consertando fiações velhas em casas apertadas, sobre o tio Luciano atrás das grades por aqueles erros do passado que a família ainda sussurrava, e sobre as missas no domingo com o Pastor Elias pregando sobre redenção e paciência. Roman escutava de verdade, com aquela voz que envolvia como um abraço, compartilhando pedaços da vida dele: a infância em uma família de classe média, o pulo pro empreendedorismo aos 22, construindo um império digital de cursos online e parcerias com marcas gringas. Ele me fazia sentir vista, não só a garçonete cansada ou a sobrinha preocupada, mas Eduarda, com sonhos guardados no fundo do peito – quem sabe um dia abrir uma lojinha de doces, ou viajar para um lugar onde o mar fosse azul de verdade.

As mensagens viraram rotina. “Bom dia” com emojis de sol e café, boa noite com desejos de sonhos doces. Ele mandava fotos de sunrises em praias distantes durante viagens de trabalho, e eu respondia com selfies no espelho do banheiro, maquiagem borrada depois de um dia longo, rindo da minha cara de zumbi. Uma semana depois, veio o convite natural, como se o destino tivesse tramado tudo:

Roman - Que tal a gente sair pra jantar? Nada chique, só pra eu te mostrar que sou melhor cozinheiro que cliente.

Meu estômago revirou de nervosismo e empolgação. Contei pro pai, Fábio, que ergueu uma sobrancelha enquanto enrolava fios em casa, murmurando algo sobre homens de carros caros nem sempre serem de ouro.

O Pastor Elias, na missa seguinte, falou de provar os frutos pela árvore, e eu rezei em silêncio por discernimento. Mas o coração, ah, o coração batia mais forte que qualquer sermão.

Marcamos pro sábado à noite, uma semana exata depois daquele expediente fatídico. Eu passei o dia inteiro em frente ao espelho minúsculo do quarto, o sol poente filtrando pela cortina fina, tingindo o ar de laranja. Escolhi um vestido simples que comprara em uma promoção – preto, rodado na saia, com mangas curtas que deixavam os braços à mostra, realçando a pele morena que eu herdei da mãe. Passei batom vermelho suave, prendi o cabelo cacheado em um coque frouxo, deixando mechas rebeldes caírem no pescoço. O perfume era o único bom que eu tinha, floral e doce, borrifado nos pulsos e atrás das orelhas. Meu reflexo me devolveu uma mulher que mal reconhecia: olhos brilhando de expectativa, um sorriso tímido que escondia o turbilhão dentro do peito. E se ele não gostasse? E se eu dissesse algo bobo? Mas havia uma faísca ali, um desejo quieto de me entregar a essa possibilidade nova, de sentir mãos que não fossem as da rotina diária.

Ele chegou pontualmente às sete, buzinando de leve no SUV preto estacionado em frente ao prédio. Saí correndo as escadas, o coração martelando como um tambor de carnaval distante. Quando abri a porta do carro, lá estava ele, camisa branca com as mangas dobradas até os cotovelos, revelando antebraços fortes e veias marcadas, calça jeans escura que moldava as pernas. O cheiro dele invadiu o espaço – colônia amadeirada, limpa, masculina, misturada ao couro dos bancos.

Roman - Você está linda, Eduarda.

Disse, os olhos percorrendo meu rosto devagar, parando nos lábios por um segundo a mais, fazendo meu sangue correr mais quente.

Eduarda - Obrigada. Você também não tá nada mal.

Respondi, tentando soar leve, mas a voz saiu rouca, traída pela emoção.

Ele dirigiu até um restaurante italiano pequeno, um lugar escondido com luzes baixas, velas tremulando em garrafas de vinho recicladas, e o aroma de alho e manjericão pairando no ar como uma promessa. Pedimos massa com molho de tomate fresco e massa al dente, regada a azeite extra virgem, e uma taça de vinho tinto que aqueceu minha garganta como um segredo compartilhado. Conversamos por horas – sobre as viagens dele para Miami e as lives que bombavam no Instagram, sobre minhas noites lendo romances baratos na cama enquanto o ventilador zumbia, sobre como a vida no Brasil era um eterno malabarismo entre sonho e sobrevivência. Ele ria das minhas histórias, tocando de leve o dorso da minha mão sobre a toalha xadrez vermelha, e cada contato era uma faísca que subia pela espinha, acordando partes de mim que eu mantinha adormecidas. Mas, por baixo da superfície, uma sombra crescia. Eu olhava para aqueles olhos castanhos intensos, pro sorriso que iluminava o cantinho da mesa, e pensava: “Eu não mereço isso. Não mereço um homem como ele, com o mundo aos pés, me olhando como se eu fosse o centro do universo.” O passado me cutucava como uma unha encravada – as noites proibidas, o peso que eu carregava sozinha, o segredo que me corroía por dentro. Quando o garçom trouxe a conta, eu sorri fraco e disse, com a voz baixa:

Eduarda - Acho melhor eu ir embora agora. Foi uma noite incrível, Roman, mas... eu preciso voltar para casa.

Ele franziu a testa, mas não insistiu na hora, pagando a conta com um cartão preto que piscou sob a luz. No carro, o silêncio era confortável no começo, preenchido pelo ronco suave do motor e uma playlist de MPB que ele colocou baixinho – Marisa Monte cantando sobre amores impossíveis. Mas eu sentia o peito apertar, as lágrimas se acumulando nos cantos dos olhos.

Roman - Deixa eu te levar até em casa, pelo menos.

Ele disse, virando o rosto pra mim no sinal vermelho, a mão pousando no meu joelho por cima do vestido, um toque quente e firme que me fez engolir em seco.

Roman - Não dá pra te deixar sozinha assim.

Eu assenti, sem forças pra negar, e o trajeto até meu prédio pareceu eterno, as luzes da cidade borrando pelas janelas como lágrimas prestes a cair. Quando chegamos à porta da casa – o portãozinho enferrujado do sobrado simples onde morava – eu desci do carro devagar, o ar noturno úmido colando no vestido. Ele veio atrás de mim, galante, parando a poucos passos da entrada iluminada por uma lâmpada fraca.

Roman - Foi perfeito, Eduarda. Me liga quando quiser repetir?

Murmurou, se aproximando.

Mas algo quebrou dentro de mim. As lágrimas vieram quentes, escorrendo pelo rosto sem aviso, e eu me encostei na parede áspera, os ombros tremendo. Na mente, as imagens explodiam como um filme ruim em looping: eu, aos 21 anos recém-completos, no quarto escuro da casa, o corpo nu entrelaçado ao do tio Luciano, os gemidos abafados contra o travesseiro, o suor misturando nossos cheiros pecaminosos. A porta rangendo, a mãe entrando com os olhos arregalados de horror, o grito que ecoou como um trovão: “O que vocês estão fazendo? Eduarda!”. E depois, os meses de náuseas, a barriga crescendo em segredo, o nascimento do menino que Luciano jurou ser dele – nosso filho. Eu chorava agora por tudo aquilo, pelo adultério que manchara minha alma, pela culpa que me fazia sentir suja mesmo depois de anos, pelo fato de que Roman, puro e bem-sucedido, nunca saberia o abismo que eu era. Mas eu não disse uma palavra. As lágrimas falavam sozinhas, salgadas e silenciosas, molhando o decote do vestido.

Roman se aproximou, confuso, os braços me envolvendo devagar, como se eu fosse de porcelana.

Roman - Ei, ei... o que houve, amor? Por favor. Me conta o que tá te machucando assim.

Sua voz era um bálsamo, grave e suave, vibrando contra meu ouvido enquanto ele me abraçava mais forte, o cheiro dele – uma mistura de colônia amadeirada e pele aquecida pelo dia – invadindo minhas narinas como um vício. Eu me afastei um pouco, limpando o rosto com as costas da mão, os olhos inchados encontrando os dele sob a luz amarelada da lâmpada. O portãozinho da casa rangeu levemente com a brisa noturna, e o som pareceu ecoar a fragilidade do momento.

Eduarda - Eu... eu não mereço você, Roman…

Solucei, a voz rouca, partida no meio.

Eduarda - Você é tão... perfeito. Empreendedor, bonito, com o mundo te esperando de braços abertos. E eu? Sou só uma garçonete comum, cheia de erros, de fantasmas que me perseguem. Não sou boa o suficiente pra alguém como você.

As palavras saíram como confissão, pesadas, carregadas de verdades pela metade – o passado com Luciano pulsava ali, invisível, mas eu as segurei, mordendo o lábio para não deixar escapar mais. Roman balançou a cabeça devagar, os dedos subindo até meu queixo, erguendo meu rosto com delicadeza infinita. Seus olhos castanhos brilhavam com uma ternura que me desarmava, as pupilas dilatadas refletindo a rua vazia.

Roman - Shhh, amor... não fala assim. Você merece tudo de bom, Eduarda. Merece o céu inteiro. Eu vejo em você uma mulher forte, linda, que me faz querer ser melhor. Seus erros? São o que te faz humana, real. E eu te quero exatamente assim – inteira, com todas as cicatrizes. Deixa eu te mostrar o quanto você é tudo pra mim.

Ele se inclinou devagar, como se pedisse permissão com o corpo, e roubou um beijo – não um selinho casto, mas um beijo faminto, os lábios quentes e macios colando nos meus com urgência contida. Sua boca tinha gosto de vinho e desejo, a língua roçando a minha num convite molhado, explorador. Eu congelei por um segundo, o coração martelando no peito, mas então retribuí, os braços subindo instintivamente pro pescoço dele, puxando-o mais perto. Nossos dentes se tocaram de leve, um gemido escapou da minha garganta, e o mundo ao redor dissolveu – a rua escura, o portão rangente, até o peso da culpa pareceu leve, afogado naquele calor.

O beijo se aprofundou, as mãos dele descendo pelas minhas costas, traçando a curva da espinha por cima do vestido fino, apertando minha cintura com posse gentil. Meu corpo reagia sem pudor, os seios inchando contra o tecido, os mamilos endurecendo em pontas sensíveis que roçavam no peito largo dele. Senti o tesão subir como uma onda lenta, morna no começo, lambendo minhas coxas por dentro, umidade se formando entre as pernas, latejante e insistente. Fazia tanto tempo que eu negava isso – o prazer puro, sem sombras do passado –, mas ali, com Roman, era como se meu corpo gritasse por alívio. Eu cedia, uma vez mais, ao fogo que ele acendia com tanta facilidade, os dedos enfiando nos cabelos curtos dele, puxando pra me fundir mais.

Eduarda - Roman…

Murmurei contra sua boca, ofegante, quando nos separamos por ar, as testas coladas, respirações misturadas quentes e rápidas.

Eduarda - Entra... entra comigo.

Ele não hesitou. Pegou minha mão, os dedos entrelaçados nos meus com firmeza, e eu girei a chave na fechadura trêmula, o clique ecoando no silêncio da casa vazia. Empurrei a porta, puxando-o para dentro do hall, o ar fresco da casa contrastando com o calor que nos consumia. A porta se fechou atrás de nós com um baque surdo, isolando-nos do mundo lá fora, e Roman me prensou contra a parede de imediato, os lábios famintos capturando os meus num beijo voraz, profundo, como se quisesse devorar cada dúvida que ainda pairava em mim. Suas mãos grandes deslizaram pelas minhas coxas, erguendo o vestido fino até a cintura, os polegares roçando a renda da calcinha úmida, fazendo meu corpo arquear num espasmo de prazer cru. Eu gemi baixinho na boca dele, o som abafado pelo nosso beijo, as línguas dançando num ritmo febril, molhadas e ávidas, enquanto eu puxava a camisa dele pra cima, sentindo a pele quente e musculosa do abdômen se contrair sob meus dedos.

Eduarda - Eduarda... você me enlouquece.

Rosnou ele contra meu pescoço, mordiscando a pele sensível ali, os dentes leves o suficiente pra arrepiar sem doer, enquanto suas mãos subiam pros meus seios, apertando-os por cima do sutiã, os polegares circulando os mamilos eretos através do tecido. O tesão latejava em mim como um tambor, uma pulsação baixa e insistente no clitóris, descendo pros joelhos que fraquejavam. Eu queria senti-lo todo, agora, sem barreiras – era uma fome que apagava tudo, o passado, as culpas, deixando só o agora, o cheiro dele me envolvendo como fumaça doce.

Minhas unhas arranhavam de leve as costas dele enquanto eu arrancava a camisa pelos ombros, expondo o peito largo, salpicado de pelos escuros que desciam numa trilha pro umbigo. Ele retribuiu, os dedos ágeis abrindo o zíper do vestido nas minhas costas, deixando a alça escorregar pelos braços até o tecido pooling aos meus pés, me deixando só de lingerie branca rendada, vulnerável e exposta no hall mal iluminado pela luz fraca do abajur da sala. Roman recuou um passo, os olhos escurecidos de desejo devorando meu corpo – os seios cheios arfando, a barriga lisa tremendo de excitação, as coxas unidas para conter o vazamento de umidade que escorria devagar.

Roman - Porra, como você é linda... tão gostosa , murmurou, a voz rouca de tesão, enquanto desabotoava a calça jeans com urgência, empurrando-a pra baixo junto com a cueca boxer, libertando o pau ereto que saltou pesado, grosso e veiado, a cabeça inchada brilhando de pré-gozo. Meu olhar se fixou ali, hipnotizado pelo comprimento latejante, pela base espessa enraizada nos pelos pubianos curtos, e um gemido involuntário escapou dos meus lábios. Meu corpo inteiro formigava, os mamilos doendo de necessidade, a boceta contraindo vazia, implorando por preenchimento.

Não aguentei mais. Com as pernas bambas, me agachei devagar à frente dele, os joelhos tocando o piso frio de cerâmica, o que só intensificou o arrepio que subia pela espinha. Minhas mãos subiram pelas coxas musculosas dele, sentindo os músculos tensos sob a pele quente, traçando as veias salientes até envolverem a base do pau com os dedos, apertando de leve, sentindo-o pulsar vivo na palma. Ele gemeu alto, a cabeça caindo para trás por um instante, os quadris se projetando instintivamente pra frente.

Roman - Isso, amor... chupa pra mim.

Pediu ele, a voz grave e suplicante, uma mão afagando meus cabelos castanhos, os dedos se enroscando sem forçar, só guiando.

Abri a boca devagar, a respiração quente roçando a glande rosada, lambendo primeiro a gota de pré-gozo salgado que escorria da fenda, doce e salgado na língua, um gosto que me fez gemer de antecipação.

Envolvi a cabeça com os lábios macios, sugando devagar, a língua rodopiando em círculos lentos ao redor da glande sensível, sentindo-a inchar ainda mais na minha boca quente e úmida. Roman grunhiu, os quadris se movendo de leve, fodendo minha boca em estocadas suaves enquanto eu engolia mais dele, o pau grosso esticando minhas bochechas, a veia pulsando contra o céu da boca. Meus dedos massageavam a base, apertando e soltando, enquanto a outra mão descia pros testículos pesados, roçando as bolas macias e cheias, rolando-as na palma com delicadeza para aumentar o prazer dele.

O som era obsceno – sucção molhada, gemidos abafados, a respiração dele ofegante ecoando no hall estreito. Eu olhava pra cima, os olhos marejados de tesão fixos nos dele, vendo o rosto contorcido de êxtase, as pupilas dilatadas como poços negros de desejo puro. Meu corpo ardia, a boceta latejava vazia, o mel escorrendo pelas coxas internas, molhando a renda da calcinha que eu ainda usava, os mamilos roçando o ar fresco a cada movimento da cabeça.

Chupei com mais fome agora, hollow as bochechas para criar vácuo, a língua pressionando a parte de baixo do pau enquanto eu o levava até a garganta, engasgando de leve mas sem parar, lágrimas escorrendo pelas bochechas de tanto esforço e prazer. Ele xingou baixinho.

Roman - Caralho, Eduarda... você mama tão bem…

A mão nos meus cabelos apertando mais, guiando o ritmo, fodendo minha boca com estocadas mais fundas, o pau babado de saliva escorrendo pros meus seios expostos.

Foram minutos que pareciam eternos, o mundo reduzido ao pau dele na minha boca, ao gosto dele me preenchendo, ao meu clitóris inchado implorando por toque. Mas Roman de repente recuou, o pau saindo com um pop molhado, brilhante de saliva e pré-gozo, latejando no ar. Antes que eu pudesse protestar, ele me agarrou pela cintura com as duas mãos fortes, erguendo-me do chão como se eu não pesasse nada, minhas pernas se enroscando instintivamente na cintura dele. Meu coração martelava, o corpo tremendo de expectativa enquanto ele me prensava de volta contra a parede fria, o contraste da cerâmica gelada nas minhas costas nua arrepiando cada nervo.

Roman - Quero te foder agora, amor... te encher todinha.

Sussurrou rouco no meu ouvido, mordendo o lóbulo enquanto uma mão grande subia pela minha coxa, erguendo a perna esquerda bem alto, abrindo-me exposta pra ele, o joelho dobrado contra a parede, a boceta latejando aberta no ar. A outra mão desceu direto pra minha intimidade, os dedos grossos roçando a renda encharcada da calcinha, empurrando o tecido pro lado com urgência. Ele gemeu ao sentir o quão molhada eu estava.

Roman - Tão encharcada pra mim, Eduarda... olha só essa bucetinha piscando…

Os dedos médios e indicador deslizando pelas dobras inchadas, espalhando o mel viscoso do clitóris à entrada, circulando o botão duro em rodadas lentas que me fizeram arquear alto, os quadris se contorcendo contra a palma dele. Ele lubrificou tudo com meu próprio gozo, enfiando dois dedos devagar na boceta apertada, fodendo devagar pra me preparar, o polegar pressionando o clitóris em círculos firmes, me levando ao limite, o orgasmo se acumulando como uma onda no baixo ventre.

Eu gemi seu nome, as unhas cravadas nos ombros dele, o corpo colado ao seu, sentindo o pau duro roçando minha barriga, a glande inchada untada no meu mel, roçando a entrada rosada e aberta. Ele retirou os dedos devagar, um fio grosso de umidade ligando-os à minha boceta piscando de necessidade, e posicionou a cabeça grossa bem na entrada, esfregando de cima para baixo pelas dobras escorregadias, circulando o clitóris uma última vez pra me fazer tremer inteira, um gemido agudo escapando dos meus lábios entreabertos. Nossos olhares se trancaram – os olhos dele, escuros e famintos, cravados nos meus, cheios de uma intensidade que me derretia por dentro, como se ele estivesse me despindo a alma ali mesmo, vendo cada dúvida, cada desejo meu nu e exposto.

Roman - Olha pra mim, Eduarda... sente cada centímetro entrando em você…

Murmurou com a voz grave e aveludada, a respiração quente no meu pescoço enquanto ele empurrava devagarinho, a glande forçando a entrada apertada da minha boceta, esticando as paredes úmidas centímetro por centímetro.

Eduarda - Ah, Deus…

O pau dele era enorme, grosso e quente, abrindo-me devagar, preenchendo o vazio latejante com uma lentidão torturante que me fazia ofegar. Senti cada veia pulsando contra minhas paredes internas, a fricção deliciosa enquanto ele deslizava pra dentro, parando na metade pra me deixar acostumar, girando os quadris em círculos suaves para espalhar o mel e me abrir mais. Meu corpo se moldava ao dele, a boceta se contraia em espasmos ao redor do pau invasor, sugando-o mais fundo como se não quisesse soltá-lo nunca.

Eduarda - Roman... por favor... mais…

Implorei num sussurro rouco, as pernas tremendo na posição, uma enroscada na cintura dele, a outra erguida alta pela mão firme na minha coxa, os calcanhares batendo de leve nas costas dele de puro tesão. Ele obedeceu, empurrando o resto devagarinho, o pau inteiro afundando até a base, os pelos pubianos roçando meu clitóris exposto, os testículos pesados batendo de leve nas minhas nádegas. Estávamos colados, suados, o peito largo dele pressionando meus seios fartos, mamilos duros como pedras roçando a pele dele a cada respiração ofegante. Ele parou ali, completamente enterrado, deixando-me sentir a plenitude, o pau latejando dentro de mim como um coração vivo, esticando-me ao limite, tocando pontos que me faziam ver estrelas.

Começou a foder então, devagarinho, como prometido, recuando quase todo pra fora – só a glande ainda presa na entrada – e voltando fundo, uma estocada lenta e profunda que me preenchia de novo, o atrito molhado ecoando no hall silencioso, misturado aos nossos gemidos baixos e entrecortados. Cada movimento era deliberado, os olhos dele nos meus o tempo todo, hipnotizando-me, fazendo o prazer se multiplicar no olhar trocado, na conexão que ia além do físico. Senti lágrimas de emoção escorrerem pelas bochechas – não de dor, mas de uma felicidade avassaladora, de ser dele assim, completamente possuída ali contra a parede fria, o mundo lá fora esquecido. Meus quadris se mexiam no ritmo dele, encontrando cada estocada, a boceta apertando o pau como um punho molhado, leiteando-o de gozo fresco a cada vai e vem.

Roman - Você é tão apertadinha... tão perfeita pra mim, amor…

Ele grunhiu entre dentes, acelerando só um pouquinho o ritmo, mas ainda devagar, prolongando o tormento delicioso, uma mão subindo pra apertar meu seio esquerdo, o polegar roçando o mamilo sensível enquanto a outra me segurava firme pela coxa, mantendo-me aberta e vulnerável. O prazer se acumulava em camadas, do fundo do ventre, subindo em ondas quentes que me faziam arquear as costas contra a parede, os músculos internos da boceta se contraindo involuntariamente ao redor do pau dele, ordenando cada veia saliente com um prazer que beirava a dor doce.

De repente, Roman mudou tudo. Com um grunhido primal, as mãos fortes deslizaram para baixo pelas minhas coxas trêmulas, agarrando-as com firmeza possessiva, os dedos cravando na carne macia enquanto ele me erguia do chão num movimento fluido e poderoso. Meus pés deixaram o piso frio do hall, as pernas se abrindo instintivamente ao redor da cintura dele, os calcanhares se cruzando nas costas musculosas, e eu me agarrei ao pescoço largo, unhas arranhando a pele suada enquanto ele me suspendia inteira no ar, o pau ainda enterrado fundo na minha boceta, latejando como uma âncora me prendendo a ele. Meu peso todo agora apoiado nos braços dele e na grossura que me fodia por dentro – ah, que sensação de entrega total, de ser levada como uma oferenda, o corpo leve e flutuante no colo do meu homem, a boceta exposta e aberta pra ele me devorar.

Ele não esperou. Começou a foder com rapidez e força, os quadris batendo nos meus com estocadas brutas e selvagens, o pau saindo e entrando como um pistão incansável, estalando molhado contra as minhas nádegas, os testículos pesados chicoteando minha pele sensível a cada investida profunda. Cada porrada era violenta, o glande batendo no colo do útero, me fazendo gritar alto agora, sem pudor, ecoando pelo hall vazio da casa.

Eduarda - Roman! Ah, fode, fode mais forte!

O prazer explodindo em faíscas pelo corpo todo, seios balançando loucamente contra o peito dele, suor escorrendo em riachos entre nós, misturando-se ao mel que escorria pelas minhas coxas e pingava no chão. Ele grunhiu rouco no meu ouvido, mordendo o lóbulo com dentes afiados, os músculos dos braços inchados sustentando meu peso enquanto me martelava sem misericórdia, rápido, forte, possessivo, como se quisesse me marcar pra sempre por dentro.

O orgasmo veio como uma tempestade, nos atingindo juntos num clímax devastador. Senti primeiro o pau dele inchar ainda mais dentro de mim, pulsando descontrolado, e então o jorro quente e grosso do leite dele inundando minhas paredes, enchendo-me até transbordar, misturando-se ao meu próprio gozo que explodia em espasmos violentos, a boceta se contraindo em ondas apertadas ao redor dele, sugando cada gota enquanto eu gritava o nome dele, o corpo convulsionando no ar, visão embaçando de lágrimas e prazer puro. Ele rugiu o meu nome.

Roman - Eduarda! Caralho, goza pra mim!

Os quadris ainda batendo erraticamente enquanto gozava, prolongando o êxtase, o sêmen escorrendo quente pelas minhas pernas, marcando-nos como um.

Não paramos aí. Ele me carregou ainda empalada no pau semi-duro pro sofá da sala, deitando-me de costas com gentileza contrastante à fúria de antes, e continuou me fodendo devagar pra endurecer de novo, beijando cada centímetro da minha pele – pescoço, seios, barriga –, lambendo o suor e o gozo misturados enquanto eu gemia baixinho, as mãos nos cabelos dele, guiando-o. Viramos de lado, ele por trás, pau fundo me fodendo ritmado enquanto uma mão apertava meu clitóris inchado, me levando a outro orgasmo tremendo, as pernas entrelaçadas nas dele. Depois no chão, eu por cima, cavalgando selvagem, os quadris girando e quicando no pau dele, seios balançando pra que ele chupasse os mamilos, gozando de novo juntos num frenesi.

A noite terminou num emaranhado exausto de lençóis úmidos e corpos colados, o cheiro de sexo impregnado no ar da casa toda, como um perfume proibido que nos envolvia enquanto adormecíamos abraçados. Roman ressonava baixinho contra meu ombro, o braço pesado sobre minha cintura, e eu, ainda ofegante de tanto prazer, traçava devagar os contornos do peito dele com a ponta do dedo, sentindo o coração desacelerar. Aquela foda tinha sido tudo – paixão crua, entrega total – mas no fundo da mente, um sussurro traiçoeiro já começava a se agitar, como uma sombra que eu tentava ignorar. “Durma, Eduarda”, pensei, fechando os olhos. “Amanhã é outro dia”. Mas o amanhã trouxe mudanças que eu nunca imaginei que me levariam tão fundo no abismo do desejo incestuoso.

Meses se passaram desde aquela noite febril. Agora, nos tempos atuais, moro com Roman na casa dele, uma mansão moderna nos subúrbios, toda envidraçada e minimalista, com piscina infinita na varanda e academia no porão – o império do meu noivo digital influencer se reflete em cada detalhe de luxo. Ele é o homem perfeito em público: entrepreneur carismático, postando stories de viagens e metas de vida, me exibindo como a noiva troféu em fotos ensolaradas. À noite, ainda me fode com aquela fome animal que me vicia, mas o trabalho dele o leva pra longe com frequência – viagens para Dubai, reuniões em Nova York, lives intermináveis em estúdios no Rio. E é nesses vazios que o pecado entra pela porta, sem que Roman saiba nem suspeite de nada. Meu pai, Fábio, de 46 anos, com mãos calejadas e corpo ainda firme de tanto trabalho braçal, virou o meu segredo mais sujo, o amante que me visita quando o ninho está vazio.

Roman tinha partido para um congresso em Miami, me beijando na boca com pressa no aeroporto particular, prometendo ligar toda noite.

Roman - Se comporta, amor. A casa é tua.

Eu sorri, acenando do portão, mas o vazio da mansão me sufocava já no primeiro dia. Liguei pro papai por impulso.

Eduarda - Vem consertar aquela tomada da cozinha que tá piscando, pai? Roman tá fora, tô sozinha aqui.

Ele chegou meia hora depois, de camiseta suja de graxa e jeans apertado nas coxas grossas, o cheiro de cigarro e suor homem preenchendo o hall assim que abriu a porta.

Fábio - Oi, filha. Onde está o problema?

Mas seus olhos castanhos, iguais aos meus, já devoravam meu shortinho jeans curto e a blusinha decotada, os mamilos endurecendo sob o tecido fino só de ver aquela figura familiar e proibida.

Não demorou pra consertar, virar outra coisa. Ele se abaixou na cozinha, mexendo na tomada com a lanterna na boca, e eu me aproximei demais, roçando a perna na dele sem querer. Senti o pau dele endurecer instantaneamente contra a calça, e quando ele se ergueu, o rosto barbado perto do meu, murmurou rouco:

Fábio - Eduarda... você agora está casada, mas caralho, você tá uma delícia.

Meu corpo traiu qualquer moral – a boceta já latejava de umidade só de lembrar das histórias, das vezes que eu o via no banho pela fresta da porta, fantasiando com aquele pau grosso de pai, e até mesmo quando ele me fodeu no Motel. Puxei ele pro balcão, abrindo o zíper com mãos trêmulas, e chupei ele ali mesmo, de joelhos no piso frio, engolindo a rola grossa até a garganta, gemendo com o gosto salgado de pré-gozo misturado ao suor do dia. Ele gemeu.

Fábio - Filha da puta safada…

As mãos nos meus cabelos, fodendo minha boca devagar enquanto eu babava, os olhos dele vidrados na minha cara de puta gulosa. Não aguentou muito – gozou jorrando na minha garganta, me enchendo de porra quente que engoli até a última gota, lambendo os beiços enquanto ele me erguia como se eu fosse uma boneca leve.

Eduarda - Agora é minha vez, papai.

Sussurrei, abrindo as pernas no balcão da cozinha high-tech de Roman, expondo a boceta raspadinha e inchada de tesão. Ele não pensou duas vezes: baixou meu short com violência, enfiou a cara entre minhas coxas e lambeu como um faminto, a língua grossa rodando no clitóris, chupando os lábios melados enquanto eu gemia alto.

Eduarda - Isso, pai, me chupa a xota da sua filhinha…

As mãos dele apertavam minha bunda, dedos invadindo o cuzinho apertado, e quando eu gozei, foi um jorro que molhou a cara barbuda dele toda, o corpo convulsionando no granito frio. Ele se levantou, pau duro de novo como ferro, e me virou de costas, enfiando tudo de uma vez na minha boceta escorrendo.

Fábio - Caralho, Eduarda, você é mais apertada do que me lembro…

Grunhiu, metendo forte, o saco batendo na minha pele, cada estocada ecoando na cozinha vazia. Eu me empinava pra trás, rebolando no pau do meu próprio pai, sentindo ele me arrombar, me possuir como se eu fosse dele desde sempre. Ele me fodia sem piedade – uma mão no meu pescoço, a outra esfregando o clitóris – me chamando de putinha incestuosa, e eu respondia gozando de novo, as paredes da boceta sugando ele até o talo. Quando ele explodiu dentro de mim, enchendo meu útero de porra paterna grossa e farta, caímos no chão suados, ofegantes, rindo baixinho do absurdo delicioso.

Fábio - Isso tem que ser nosso segredo, filha. Ninguém pode saber.

E não soube. Nunca soube. Aquela tarde virou rotina: toda vez que Roman viaja – e ele viaja muito – papai aparece com alguma desculpa de conserto, e me fode em cada canto da casa. Na cama king size de casal, onde ele me come de quatro me enchendo de porra enquanto eu chamo ele de papai, na piscina, onde me arromba debaixo d'água, bolhas subindo com meus gemidos abafados, no chuveiro da suíte master, onde gozo escorrendo sabão e sêmen pelas pernas. É viciante, esse risco – o celular de Roman piscando com chamadas de “Te amo, amor”, enquanto o pau do meu pai me parte ao meio na sala de estar. Ele me deixa dolorida pros dias seguintes, a boceta inchada e latejando de tanto caralho, mas eu amo cada hematoma, cada gota de porra que limpo com a língua antes dele ir embora. Roman volta, me beija sem desconfiar, e eu sorrio por dentro, sentindo o sêmen do pai ainda escorrendo na minha calcinha. É o meu inferno particular de prazer, e eu mergulho nele de cabeça.

Mas o vício não para no papai. Uma vez por mês, Roman me leva pra visitar o tio Luciano na prisão – uma penitenciária fedorenta, com grades enferrujadas e guardas corruptos. Ele acha nobre.

Roman - Vamos dar apoio pro seu tio, amor. Família é tudo.

Diz, dirigindo o SUV blindado com ar-condicionado gelado. Eu concordo, maquiada e cheirosa, vestidinho soltinho que esconde os segredos. Chegamos lá, ele estaciona no pátio poeirento e me beija na bochecha:

Roman - Eu fico no carro, terminando uns e-mails. Vai lá, visita ele. Te espero.

Sorrio doce, saio balançando as nádegas sob o vestidinho justo, sentindo o ar quente e úmido da penitenciária me envolver como um abraço suado. O coração acelera – não de medo, mas de uma excitação doentia que me faz apertar as coxas, a boceta já úmida só de imaginar o que vem. Roman nem sonha, ele fica ali no carro, vidrado no celular, enviando stories pros seguidores sobre, solidariedade familiar, enquanto eu entro na ala de visitas íntimas, pagando a propina pros guardas com um sorriso e um maço de cigarros contrabandeados que Roman nem nota faltando na despensa.

A sala de visitas íntimas é um cubículo imundo: colchão fino e manchado no chão de cimento rachado, paredes de bloco cinza com grafites obscenos, uma janela gradeada deixando entrar o fedor de urina e desespero misturado ao cheiro de suor masculino. Tio Luciano já espera, algemado só nos pulsos, o uniforme laranja esticado no corpo musculoso de 36 anos – tatuagens subindo pelo pescoço, barba por fazer, olhos famintos cravados em mim desde que a porta se fecha.

Luciano - Sobrinha gostosa... veio dar pro tio de novo?

Rosna ele, voz grave ecoando no espaço apertado, pau já meia-bomba marcando a calça. Eu tranco a porta, tiro os saltos pra não fazer barulho, e me jogo nele como uma cadela no cio, beijando a boca áspera que sabe a cigarro e prisão, língua dançando com a dele enquanto minhas mãos abrem o zíper.

Ele me joga no colchão com força, rasgando o vestidinho pros lados – sem calcinha, óbvio, pra facilitar.

Luciano - Caralho, Eduarda, você tá mais puta a cada visita. Olha essa xota molhada pro tio…

Suas mãos calejadas apertam meus peitos fartos, beliscando os mamilos duros até doerem gostoso, e eu gemo alto, sem pudor, sabendo que os guardas ignoram por mais um cinquentinha. Ele abaixa a calça, o pau grosso e veiudo saltando livre – maior que o do papai, com aquela curva pra cima que me arromba o útero toda vez. Eu me ajoelho no colchão fétido, engulo ele inteiro, garganta relaxada de tanto treino com Roman e pai, babando no saco peludo enquanto ele segura meu cabelo e fode minha boca como um buraco.

Eduarda - Isso, engole o caralho do tio, sua vadia incestuosa... imagina teu noivo lá fora esperando enquanto eu te como…

O pensamento me incendeia – Roman no carro, a uns 50 metros dali, talvez olhando o relógio, sem ideia que sua noiva perfeita tá de quatro no chão sujo, boceta exposta pro pau do tio presidiário. Luciano me vira, cospe na mão e esfrega no meu cu apertado – sem camisinha, nunca tem, é cru e perigoso assim que eu amo. Ele enfia devagar primeiro, me abrindo centímetro por centímetro, o anel do cu esticando ao limite enquanto eu mordo o lábio pra não gritar.

Luciano - Relaxa, sobrinha, teu cuzinho é meu todo mês…

Quando entra tudo, começa a meter forte, o corpo dele suado batendo no meu, peitos balançando com cada estocada violenta. Eu rebolo pra trás, sentindo ele me foder no cu como se quisesse me punir pela liberdade que ele não tem, gemendo.

Eduarda - Mais forte, tio, me arromba enquanto Roman espera... me enche de porra carcerária!

Ele riu rouco, uma mão no meu clitóris esfregando furioso, a outra me esganando de leve, e eu gozo primeiro – um orgasmo que me faz tremer inteira, jorrando squirt no colchão imundo, o cu piscando no pau dele. Não para: me deita de costas, abre minhas pernas até o talo e enfia na boceta de uma vez, o pau grosso dele pulsando dentro de mim como um animal selvagem, esticando minhas paredes até o limite enquanto ele me fode com fúria acumulada de mêses atrás das grades.

Eduarda - Isso, tio, me fode como a puta que eu sou pra você... enche tua sobrinha de leite quente!

Gemo eu, unhas cravadas nas costas dele, sentindo o suor escorrer entre nossos corpos colados no calor abafado da cela. Ele grunhe como um bicho, acelera as estocadas – paft, paft, paft – o saco batendo no meu cu ainda latejante, e explode dentro de mim, jatos grossos de porra enchendo minha boceta até transbordar, escorrendo pelas coxas enquanto ele treme todo, mordendo meu ombro pra abafar o rugido. Eu gozo de novo com ele, o orgasmo me rasgando como fogo, apertando ele dentro de mim até sugar cada gota, o útero se contraindo faminto por mais sêmen familiar. Ficamos assim uns minutos, ofegantes, ele ainda semi-duro dentro de mim, beijando minha boca suja de saliva e porra enquanto limpo o pau dele com a língua, engolindo o resto como uma boa sobrinha obediente.

Luciano - Volta logo, Eduarda... teu tio precisa dessa xota todo mês.

Murmura ele, vestindo a calça enquanto eu me ajeito no vestidinho rasgado, a porra escorrendo pelas pernas sem calcinha pra limpar. Saio da cela com as pernas bambas, sorriso inocente pros guardas.

Eduarda - Obrigada pela privacidade, irmãos em Cristo.

E volto pro carro onde Roman espera, distraído com likes.

Roman - Demorou, amor. Tudo bem com seu tio?

Pergunta ele, ligando o motor.

Eduarda - Sim, amor... ele tava precisando de oração mesmo. Vamos pra missa agora?

Respondo doce, sentindo a porra do tio me vazar na almofada do banco, o cheiro de sexo misturado ao perfume de igreja que borrifei antes de entrar.

O sino da igreja toca ao longe enquanto dirigimos pelas ruas poeirentas da periferia, o sol da tarde tingindo tudo de laranja, e meu corpo ainda vibra com o eco da foda selvagem. Roman estaciona no pátio lotado de fiéis – velhas de véu, maridos suados, crianças correndo – e entramos de mãos dadas, eu fingindo a noiva perfeita, ele o influencer devoto postando “Fé que move montanhas #IgrejaViva”. Sento no banco da frente, perto do altar, o vestido colado na pele pegajosa, a boceta dolorida e escorrendo porra misturada à minha umidade. Pastor Elias já tá lá, no púlpito de madeira velha, 76 anos de rugas sábias e olhos que brilham com fogo divino – ou demoníaco, pra mim. Aos 21, quando ele me tirou a virgindade na salinha de confissão, prometendo “purificação pelos pecados da carne”, eu era ingênua o suficiente pra acreditar que era pecado, que meu corpo era templo sujo precisando de exorcismo. Chorei depois, confusa, achando que Deus me puniria por gemer enquanto ele me comia devagar no sofá puído, seu pau enrugado mas firme me abrindo pela primeira vez, me enchendo de porra idosa como bênção profana. Hoje, aos 27, sei que foi errado – incesto espiritual, abuso de poder, tudo isso – mas quem se importa? O arrependimento evaporou como fumaça de incenso, agora eu só quero ele de novo, aquele pau veiado que me iniciou no vício, me fodendo enquanto prega salvação. Finjo pra ele a garota inocente ainda, a fiel necessitada de orientação, pra ele se sentir o salvador que me purifica com cada gozada.

A missa começa, vozes ecoando no teto abobadado: “Ave Maria Puríssima…” Elias sobe ao púlpito, a bíblia aberta na mão trêmula, voz rouca como trovão contido:

Elias - Irmãos, a carne é fraca, mas o Espírito é forte! Vinde a Mim, e Eu vos purificarei das impurezas que vos atormentam!

Seus olhos varrem a congregação, param em mim por um segundo a mais, faiscando com segredo compartilhado, e eu aperto as coxas sob o banco, sentindo a porra do tio ainda me lubrificar, o clitóris inchado roçando no tecido úmido do vestido. Roman segura minha mão, sussurrando.

Roman - Que bênção, amor, olha como ele prega fogo hoje.

Alheio ao formigamento que me sobe pela espinha, aos mamilos endurecendo contra o sutiã fino. Elias discursa sobre tentação, serpentes no Éden, purificação pelo sacrifício – cada palavra uma carícia velada pra mim, prometendo o que virá depois. Meu coração bate descompassado, imagino ele me dobrando sobre o confessionário, pau idoso me arrombando enquanto absolve meus pecados falsos. A missa se arrasta em hinos graves, orações murmuradas, o cheiro de cera queimada e suor coletivo me deixando zonza de desejo. Finalmente, o “Ide em paz” ecoa, e a multidão se dispersa em murmúrios e abraços. Roman beija minha testa:

Roman - Vou esperar no carro, amor, posta uma selfie da saída pra galera. Vai falar com o Pastor, ele te ama como filha.

Sorrio pura.

Eduarda - Claro, preciso de uma confissão rápida... uns pecados da semana me pesam.

Saio pela nave lateral, o vestido grudando nas curvas suadas, e bato na portinha da salinha de confissão, o coração martelando como tambor pagão.

Elias - Entre, filha... o Senhor te espera.

Vem a voz dele, baixa e paternal, e eu entro no cubículo escuro, ajoelhando no genuflexório puído, a grade de madeira fina nos separando – mas não por muito tempo.

Eduarda - Padre Elias... perdoe-me, pois pequei. Minha carne está fraca de novo, Pastor. Sonhei com impurezas... com um homem me guiando pro caminho reto.

Sussurro rouca, voz de virgem aflita, enquanto abro as pernas devagar, o ar fresco roçando a boceta exposta sem calcinha. Ele respira fundo do outro lado:

Elias - Conte-me tudo, Eduarda... deixe o Espírito me guiar pra te purificar.

Ouço o rangido da cadeira, o trinco da portinhola se abrindo atrás de mim – ele entra no meu lado, mãos envelhecidas mas firmes me erguendo pela cintura, virando meu corpo pro confessionário estreito.

Elias - Que Deus me perdoe, mas você é a ovelha perdida que mais amo guiar.

Murmura ele, voz trêmula de luxúria disfarçada de piedade, enquanto levanta meu vestido até a cintura, expondo minha bunda redonda e a boceta inchada, ainda brilhando com resquícios da foda com Luciano.

Eduarda - Ai, Pastor... purifique sua filhinha... use seu cetro santo pra me limpar por dentro!

Gemo baixo, arqueando as costas como gata no cio, sentindo os dedos dele abrirem minhas dobras, gemendo ao encontrar o mel grosso:

Elias - Ora, ora... tão suja já, Eduarda? Quem te maculou assim?

Ele enfia dois dedos fundos, remexendo a porra do tio, me fazendo morder o lábio pra não gritar.

Eduarda - Um demônio da carne, Pastor... mas seu pau vai me salvar! Me fode, por favor, absolva essa puta com sua porra sagrada!

Ele ri baixo, desabotoando a calça preta do sermão, libertando o pau veiudo – não tão grosso quanto o do tio, mas longo e curvo, pulsando com veias salientes, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Sem cerimônia, ele se posiciona atrás de mim, esfrega a glande inchada na minha entrada escorregadia, untada pela porra alheia que ainda me enche, e empurra devagar, me abrindo centímetro por centímetro com um gemido gutural que ecoa no cubículo apertado.

Elias - Assim, filha... sinta o Senhor penetrando sua alma pecadora.

Ele rosna, as mãos calejadas de anos de bíblias apertadas cravando nas minhas nádegas, abrindo-me mais para que ele se enterre até o talo. Meu corpo trai a fingida penitência, engolindo-o inteiro num só movimento faminto, as paredes da boceta se contraindo em volta do pau idoso como se fosse o salvador prometido, sugando-o para dentro com um squelch molhado que me faz corar de vergonha e tesão misturados.

Eduarda - Ah, Pastor... que pau abençoado... me perdoa fodendo assim forte!

Gemido abafado contra a grade de madeira, que range com o impacto dos quadris dele batendo nos meus, ritmados como um salmo profano. Ele acelera, o ventre murcho suado colado nas minhas costas, uma mão subindo pra tapar minha boca enquanto a outra belisca meu clitóris inchado, roçando com unhas amareladas de tabaco.

Elias - Cala essa boquinha safada, Eduarda…

Os fiéis ainda saem lá fora. Receba sua absolvição em silêncio! , ordena ele, mas seu pau trai a urgência, latejando dentro de mim, esticando minhas paredes com veias pulsantes que roçam o ponto que me faz tremer. Eu me mordo, lágrimas de prazer escorrendo, enquanto ele me martela sem piedade – pausada e profunda primeiro, como quem unge uma relíquia, depois selvagem, bolas enrugadas batendo na minha virilha, o cheiro de incenso misturado ao nosso suor pecaminoso enchendo o ar confinado. Sinto ele inchar, gemer.

Elias - Meu Deus... sua boceta é o paraíso dos condenados!

E explode, jatos quentes de porra idosa me inundando, misturando-se à do tio num banho profano que vaza pelas minhas coxas trêmulas. Eu gozo junto, o orgasmo me rasgando em ondas silenciosas, boceta ordenhando cada gota dele enquanto aperto os olhos, imaginando Roman esperando inocente no carro.

Ele se afasta ofegante, limpando o pau na minha bunda como se fosse um pano sagrado, e eu me ajeito o vestido rápido, as pernas bambas, a boceta latejando vazia e cheia ao mesmo tempo, porra escorrendo pra dentro da meia-calça que enfio às pressas.

Elias - Vá em paz, filha... e volte logo pra mais confissão.

Sussurra ele pela grade, já de volta à cadeira pastoral, como se nada tivesse acontecido. Saio da igrejinha pela porta dos fundos, o sol da tarde me cegando, o vestido amarrotado disfarçado num sorriso sereno. Roman me espera no carro, scrollando o celular, e abre a porta com um beijo casto na bochecha:

Roman - Tudo bem, amor? Você tava com uma cara de aliviada... o Pastor te ajudou?

Engulo seco, sentindo a mistura de espermas me escorrer pelas pernas, e minto suave:

Eduarda - Sim, amor... confessei tudo, tô purificada agora. Vamos pra casa?

Ele ri, liga o motor, e partimos pela rua poeirenta da cidadezinha, ele tagarelando sobre posts no Insta, parcerias novas, enquanto eu me recosto no banco, o cheiro de sexo velado me traindo pro meu próprio nariz, um formigamento residual na boceta me lembrando de cada estocada.

Chegamos em casa ao entardecer, a casa modesta que Roman comprou com os lucros das lives, paredes brancas e móveis minimalistas que ele adora postar. Janto leve – ele no computador editando vídeos, eu lavando a louça com as coxas ainda pegajosas, sentindo o resíduo viscoso escorrer devagar pelas pernas internas, um lembrete pegajoso de como traí o homem que me ama sem questionar. Roman me chama da sala, animado:

Roman - Amor, olha esse novo filtro que tô testando! Vem gravar um story comigo?

E eu forço um sorriso, enxugo as mãos no pano de prato e vou até ele, sentando no colo dele com cuidado para não manchar a calça dele com a sujeira que carrego. Ele me beija o pescoço, mãos carinhosas na minha cintura, murmurando.

Roman - Você tá linda hoje, Eduarda... minha noiva perfeita.

E meu peito aperta como se uma faca torcesse ali dentro – “Perfeita? Eu, que acabei de foder com o Pastor Elias na sacristia, boceta ainda inchada e melíflua da porra dele misturada à do meu próprio tio?” Meu estômago revira, não de nojo, mas de uma culpa que sobe como bile, queimando a garganta enquanto retribuo o beijo dele, fingindo normalidade.

A noite cai devagar, o quarto iluminado só pelo abajur suave que Roman gosta, ele já roncando de lado na cama king size, o peito subindo e descendo ritmado, exausto do dia de empreendedorismo digital. Eu me deito ao lado dele, o lençol fresco contra a pele ainda quente, mas o sono não vem. Fico olhando o teto, ouvindo o zumbido distante do ventilador, e os pensamentos me invadem como uma enxurrada inevitável. “Que tipo de mulher eu sou, meu Deus? Roman me dá tudo – estabilidade, amor, planos de casamento na igreja mesmo, com o Pastor Elias abençoando ironicamente. Ele constrói um império pros nossos filhos futuros, me mima com viagens, presentes, e eu... eu o traio com o sangue da família, com um homem de Deus que usa o confessionário pra meter pau. Tio Luciano na cadeia, mandando mensagens safadas que me deixam molhada. Papai Fábio com olhares proibidos quando consertou a fiação aqui em casa e agora Elias, o santo de 76 anos, gozando dentro de mim como se eu fosse sua puta particular. Sou uma vadia, uma adúltera sem vergonha, uma noiva que fede a porra alheia enquanto finge pureza”. Lágrimas quentes escorreram pelas minhas têmporas, molhando o travesseiro, e aperto os olhos, o corpo pesado de remorso. Sinto a boceta pulsar fraca, um eco do prazer recente, mas agora ele me enoja – “Como posso desejar isso quando tenho Roman, fiel, bonito, meu porto seguro? Chega, Eduarda. Você é pior que uma má esposa é uma destruidora de lares. Amanhã você muda. Bloqueia o tio, afasta o pai com desculpas, confessa de verdade pro Pastor – sem pau dessa vez – e se entrega pro Roman de corpo e alma. Nada de mais traições. Você vai ser a esposa que ele merece, a mulher virtuosa que prometeu ser. Decidida. Fim dessa merda”. O peito alivia um pouco com a resolução, como se uma âncora se soltasse, e finalmente o sono me pega, abraçando Roman por trás num gesto de promessa silenciosa, o coração batendo firme pela mudança que jurei a mim mesma.

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