Marcinha sempre foi uma querida comigo, nos conhecemos no começo do ensino fundamental e desde então fomos bons amigos. Ela era linda, tinha um corpo sempre mais maduro que as outras garotas e isso atraia os caras que estudavam conosco. Apesar disso, nunca vi ela com nenhuma maldade.
Mas não dá pra dizer o mesmo da Jaqueline, sua mãe. Ela tinha engravidado bem nova, 15 anos, se não me engano. O cara que a engravidou fugiu assim que soube e depois acabou sendo assassinado numa briga de bar. Jaque sempre foi um doce também, mas eu não conseguia não reparar em seu corpo perfeito. Ela vivia na academia e no trabalho, não aparecia com namorados e a única coisa que fazia ela largar tudo e atender os chamados era a própria filha.
Por ser amigo da Marcinha, eu ia frequentemente a sua casa, enquanto me assistia crescer, ela costumava repetir que eu estava cada vez mais um "homão" e que só não deveria ir atrás da sua filhinha. Isso nunca me constrangeu, pelo contrário, eu costumava responder que iria, na verdade, namorar a própria Jaque, o que resultava em boas risadas entre os três.
Entre idas e vindas em mudanças de casa e cidade, fiquei um tempo sem vê-las, na época em que atingi a maioridade. Ainda assim, fiz questão de comprar um presente para minha amiga e guardar comigo, para entregar quando a reencontrasse. E esse dia não tardaria a chegar.
Por questões burocráticas, precisava voltar para fazer processos relacionados ao exército e ficaria com familiares da minha mãe. Assim que acertei as questões de planejamento, avisei a Márcia que estaria lá por um dia inteiro e marcamos se tomar um café em sua casa a tarde.
Assim que resolvi meus compromissos, fui direto rever minha amiga. Chegando lá, fiquei alguns minutos batendo na porta e nada de ser atendido. Quando resolvi ligar para ela, ela disse que estava voltando do cursinho e o ônibus tinha quebrado, mas logo chegaria. Me passou o contato da mãe e eu liguei para que ela me atendesse na porta e assim o fez.
Assim que ela abriu a porta acho que nunca fiquei duro tão rápido. Jaqueline estava só de toalha, se escondeu atrás da porta e pediu que eu entrasse logo, pois não estava apresentável. Porém, assim que entrei, ela relaxou, agia com absoluta naturalidade, andando na minha frente com aquele lindo par de pernas quase que completamente expostas. Já na sala, eu me sentei no sofá maior e ela no outro, bem próxima a mim.
Falou comigo sobre como estava a vida, o trabalho, a filha jovem adulta, perguntou sobre mim e tudo mais, coisas amenas e uma conversa absolutamente normal, não fosse por estar semi nua na minha frente e eu quase não conseguir me concentrar em responder adequadamente.
Eu me perguntava o que teria por baixo da toalha, queria ver as curvas do seu lindo corpo nu e fiquei algumas vezes desatento a suas perguntas. Quando percebeu o que acontecia comigo, ela tomou a única atitude que eu não esperava.
- Quer ver o que tem aqui embaixo? - Jaqueline disse segurando na ponta da toalha que amarrava tudo.
- O quê dona Jaque... eu... não... - Eu gaguejei como um menino mentiroso pego no flagra.
- Hahaha, é brincadeira! - Ela ria da minha cara sem nenhuma vergonha.
Eu estava levemente em choque, mas duro que nem pedra, aliviado de não estar contra a parede, mas decepcionado de não poder matar a curiosidade. Então resolvi fazer o que se chama hoje de devolver o constrangimento.
- Que pena, Jaque. Já estava duro de imaginar.
Após ouvir isso, agora era ela que parecia incrédula, eu já tinha feito certas brincadeiras, mas dessa vez carregava mais verdade que nas outras, além de estarmos sozinhos e ela quase nua.
- Tudo bem então - Ela se levantou. - Vou te mostrar o que você quer, só não conta pra Márcia.
A toalha pareceu cair em câmera lenta. A safada sorria, olhando meu rosto estático e cheio de tesão. Era ainda mais linda do que eu imaginava. Peitos médios, cintura fina, barriga trincada e a buceta raspadinha. Pra terminar de acabar comigo, ela ficou na minha frente e deu uma voltinha se exibindo, mostrando cada pedacinho do corpo pra mim. Não sabia o que fazer, queria foder, mas estava travado.
- Gostou do que viu né? - Disse ela olhando o volume no meio das minhas pernas.
Eu já não tinha mais nada para me segurar, tinha certeza do que deveria fazer e iria. Olhei para o relógio, imaginei que Márcia ainda iria demorar, então resolvi tomar uma atitude.
- Amei, dona Jaque. Você é muito gostosa.
- É uma delicia ser chamada assim por um garoto ainda tão jovem e cheio de vida.
Eu me levantei e fiquei a um palmo de distância dela, fazendo seu corpo arrepiar e o meu tambem.
- Posso fazer mais do que te chamar assim.
- Você comeria a mãe da sua melhor amiga?
- Eu comeria até ela. Vocês são gostosas demais para deixar passar. - Aquilo não era bem verdade, Márcia era gostosa também, mas eu não tinha tal interesse nela.
- E se tivesse que escolher? Só uma de nós.
Eu tirei meu pau pra fora e pus sua mão sobre ele.
- Acho que isso responde você não é, dona Jaqueline?
Ela segurou firme e, ainda olhando para baixo, começou a me punhetar. Depois, me empurrou de volta no sofá e se ajoelhou na minha frente.
- Tem bastante tempo que eu não chupo um pau. Ainda mais um desses, mas vou fazer meu melhor.
De fato, ela não tinha tanta desenvoltura, mas compensava na vontade. Passava a língua como se lambesse um picolé e sugava com bastante força. Ela ia babando e melando com a língua, deixando a punheta cada vez mais suave também.
Enquanto era chupado, comecei a massagear seus peitos, eles eram mais macios e firmes do que eu imaginava, perfeitos. Aos poucos, ela dava pausas mais longas para respirar e gemer, sentindo minhas mãos em seus mamilos.
Passado um tempo e já anestesiado de desejo, pedi que ela sentasse em mim. A cena daquela deusa virando a bunda e conduzindo a buceta até meu pau me fez arder em tesão de vez. Assim que ela encostou na entrada, eu dei um bom tapa no seu rabão.
Jaque teve dificuldade de me por inteiro pra dentro, mas assim que teve todo meu membro dentro de si, rebolou como uma profissional, sentava de cima a baixo, aproveitando cada centímetro do meu pau. Eu apertava e batia na sua bunda, admirando a visão da buceta dela me engolindo. Seus gemidos eram uma delicia de ouvir, deixavam tudo ainda mais excitante. As vezes, olhava para trás e sorria, acho que gostava de estar fazendo aquilo justamente comigo.
Eu estava bem perto de gozar, mas queria tentar mais uma coisa.
- Jaque. Quero que fique de quatro no sofá.
- Ui, vai me pegar de jeito né?
Ela saiu de cima de mim e se apoiou no sofá, empinando e exibindo a buceta melada. Eu não demorei muito e nem fui devagar, soquei a pica nela, que gemeu gostoso na primeira estocada. Logo comecei um vai e vem intenso, ainda batendo e apertando a bunda dela, que gemia mais alto quando eu batia. Achei que eu ia chegar primeiro, mas ela o fez. Tirou uma das mãos de apoio e segurou a bunda mais aberta pra mim, gemendo intensamente enquanto seu corpo tremia e a buceta espremia minha pica.
Uma delicia ver aquela cena, dona Jaque, mãe da minha melhor amiga, gozando no meu pau loucamente. Não tivemos tempo sequer de deixar o clima esfriar, logo ouvimos o barulho das chaves. Eu corri e peguei minha roupa, fui direto para a cozinha, enquanto Jaqueline catou a toalha e voltou ao banheiro.
Marcinha abriu a porta e gritou para ver se tinha alguém em casa. Eu saí da cozinha com um copo de agua na mão, tentando disfarçar. Ela veio até mim e me deu um abraço caloroso e, apesar de eu querer retribuir a altura, fui meio xoxo tentando esconder o volume nas calças.
- Cadê mimha mãe? - Perguntou.
- Me deixou aqui na sala e foi tomar um banho.
- Ah, ela gosta de ficar produzidas para as visitas. Bom, que tal irmos pro quarto bater um papo? Ela deve demorar no banho e na arrumação.
- Vamos lá, vai ser legal. Eu tenho um presente.
Chegamos no quarto e eu tirei do bolso um saquinho com o presente: uma pulseira que tínhamos visto anos antes e eu não tinha como dar para ela. Márcia ficou bem feliz.
- Como você lembrava dessa pulseira? Acho que a marca nem fabrica mais.
- Eu não lembrava até ver ela sendo vendida. Comprei num outlet, acho que deve ser a última nova a venda.
Márcia voltou a me dar um abraço e se sentou na cama.
- Eu nem comprei nada. - Disse.
- Relaxa, meu aniversário foi a mais tempo que o seu. E o presente foi uma oportunidade única.
- Eu entendo, mas quero te dar algo.
Ela acenou que eu me aproximasse da cama.
- Eu prometi pra mim mesma que nunca transaria com você. Me decepcionei tanto com os "amigos" homens que não queria estragar o que temos. Apesar de te achar gatinho.
Eu engoli seco, sabia o que viria a seguir, mas não conseguia acreditar. Ela segurou num bolso do meu short e me puxou para mais perto ainda.
- Mas percebi que você estava animadinho hoje quando me viu. E me deu vontade de ver o que você esconde no meio dessas pernas. Vai ser uma única vez, tá? Vou te mamar gostoso.
Ela não sabia o motivo da minha ereção mais cedo e eu não ia contar. Mas, agora, era ela, ela deixara meu pau naquele estado. Minha amiga despertou um lado diferente em mim e eu estava doido pra sentir sua boca.
Diferente da mãe, ela estava na flor da idade e era bem habilidosa em manusear meu membro. Começou numa punheta simples, esperando chegar ao máximo da dureza, depois colocou tudo na boca. De primeira, num único movimento, senti sua garganta contrair sobre mim assim que ela chegou até o final. Alguns segundos pressionando a cabeça contra mim e então tirou tudo, suspirando fundo e ficando ofegante. Depois uma mamada de dar inveja em qualquer mulher, punhetava e chupava num vai e vem delicioso, enquanto com a outra mão massageava minhas bolas. Uma delícia.
Márcia sabia bem o que estava fazendo e eu estava pronto pra gozar a qualquer momento. Quando ela tirou a mão do meu saco e enfiou dentro da calcinha, eu quase pedi para come-la, mas não queria estragar sua promessa. Apenas me segurei um pouco e senti sua boca apertar involuntariamente ao redor de mim.
Marcinha estava gozando, masturbando enquanto me chupava e eu me soltei. Segurei sua cabeça, com o pau até o mais fundo que consegui. Seus gemidos eram abafados pelo volume em sua boca e só os ouvi quando, num engasgo, meu pau saiu de dentro. Ela gemia igual a mãe, num orgasmo intenso, e me masturbava enquanto eu jorrava no seu rosto.
Ao terminar, me sentei no chão e ela deitou na cama. Ambos relaxados. Eu mal podia acreditar, comecei a tarde dentro da buceta da mãe gostosa e terminei na garganta da filha.
Quando ouviu sua mãe voltar para o quarto, Márcia foi se limpar. Eu me vesti e voltei para a sala. Passei o resto da tarde na companhia delas, tomamos café, fizemos bolinho de chuva e conversamos sobre tudo, como fazíamos sempre que eu ia lá.
Descobri na minha amiga um tesão diferente e, em sua mãe, um prazer que eu desejava, mas jamais tinha imaginado...