Eloisa on
Acordei com um peso, acendi a luminária e o homem forte e tatuado estava deitado em cima de mim, com meu peito na boca. Willian parecia uma criança, mesmo com todo o tamanho dele.
O empurrei pro lado e fui pro banheiro. Antes que eu fechasse a porta ele tava na minha frente, lindo somente com uma cueca preta. Que marcava, delícia de marido.
- Senti sua falta, minha esposa.
- Eu também, meu lindo.
Ele me analisou, deu um sorriso e saiu da porta, mas apareceu de novo, entrou e fechou a porta.
- Preciso de você, foram muitos dias longe.
Disse se encostando na pia e me puxou pra um abraço.
- Então vamos pra nossa cama, se amar e ficar juntos.
Passou a mão pelas minhas costas enquanto me abraçava.
- amor, meu irmão está aqui, no quarto do lado.
Foi descendo os beijos pelo pescoço e apertando minha bunda.
Olhei pra ele, não tinha me avisado. Mas não parecia preocupado. Eu sentia sua ereção na minha barriga, pulsando.
— Vamos dormir, ele pode ouvir e vou ficar constrangida.
- Aqui no banheiro. E ele que tampe os ouvidos. Eu preciso da minha esposa.
Sem esperar me beijou, forte e bruto, me arrepiei inteira . Me apertei contra ele, esfregando todo aquele volume. E eu não estava diferente, a calcinha encharcada, e os peitos duros debaixo da mini blusa que eu usava. Essa que já estava molhada com o leite que escorria do meu peito.
Foram alguns dias sem o William pra mamar.
- Não desperdice meu leite, vem aqui.
Me colocou na pia e tirou a peça, com pressa, com desespero. Suspirei aliviada quando ele sugou forte, e aliviou.
- Eu amo eles
Ele se afastou um pouco e apertou os dois de uma vez, fazendo escorrer pela barriga até o elástico da calcinha.
- Depois de me fazer gozar, pelo menos uma vez.
Abri as pernas e puxei a calcinha pro lado, e com a outra mão o puxei pela cueca, já tirando o pau gostoso pra fora.
- Estou tão molhada meu amor. Pra você.
Era difícil conter os suspiros e os gemidos, com as provocações, as chupadas pelo pescoço. Eu tinha pressa.
- Eu vou deslizar por você, olha como é fácil minha dona, como você é feita pra mim.
Mordi o braço de Wilian no impulso , para conter o gemido que veio. Ele se movia com gosto, com desejo. Eu tentava me conter, mordia Willian com força, arranhava as costas musculosas com as estocadas fortes. Ele gostava de ficar marcado e me provocava.
- Vou gozar... dentro de você, por favor me deixe gozar agora
Willian sempre me pedia pra gozar, ele só se aliviava se eu disse que podia, ou apertasse o pau dele, com a buceta .
- goze.. bem no fundo meu amor.
E assim gozei junto com ele, apertando meus seios, e molhando nos dois com o leite.
Abracei meu marido com força.
- Vamos para o quarto. Eu quero de novo.
- mas seu irm...
- Ele que tampe os ouvidos.
Ele sentou na cama comigo em seu colo, dei uma rebolada firme, enquanto nos beijamos. Me penetrando e duro. E eu estou pronta para ele.
- algum pedido, marido?
- seja minha dona.
Dei um sorriso soltando meu cabelo.
- fique bem caladinho.
Comecei a subir e descer, deixando só a cabeça do pau dele e depois me preenchendo.
Apertei os dois pulsos de Wilian em cima das minhas coxas e acelerei. Eu não tinha cerimônia nenhum, quicava com força, e rápido.
Ele apertava minhas pernas fortes, cravando as unhas. De olhos fechados. Ele queria gemer pra mim, mas quando eu tava por cima, ele tinha que me obedecer.
— Pelo amor de Deus Eloisa, você vai me quebrar no meio.
— Silêncio
Dei um tapa forte no rosto dele, que gemeu.
- Precisa me obedecer, ou não vai gozar
Provoquei deitado em cima dele, segurando os cabelos negros. E tirando o membro dele. Mas continuei movimentando, fazendo seu pau se esfregar entre minha bunda.
- fica bem caladinho.
Voltei a sentar no pau dele agora com mais velocidade, e a provocar ainda mais ele. Mordendo seu pescoço e deixando chupadas. Suava tanto que meu cabelo estava colado nas costas. Ele não tinha paciência, empurrava seu quadril contra minha buceta, quero ir no limite.
Apertei o pescoço de Wilian, olhando nos olhos dele. Ele gostava. Amava ser enforcado.
Assim como ele, eu também sabia fazer ele chegar no ápice, com alguns truques. Comecei só a rebolar, enquanto apertava minha buceta contra o pau dele.
Willian revirou os olhos, eu sabia bem o efeito que tinha nele. E o aperto no pescoço tava mais forte, ele tava respirando pouco.
Soltei ele, e comecei a apertar soltar,
Coloquei as mãos dele no meu peito. Apertou e tentou chegar perto pra mamar mas impedi. Comecei uma sequência mais forte, apertando ainda mais o membro dele.
Eu já tava quase no limite.
— Por favor, Eloisa. Por favor.
Ele apenas sibilou pra mim, com lágrimas escorrendo no canto do olho. Esse era o meu homem que se entregava pra mim, de corpo, alma e coração.
Encostei nossos lábios, quase num beijo.
— Eu deixo meu amor, agora, junto comigo.
Com um beijo intenso, o abracei sentindo a fraqueza nas pernas, Willian tremia embaixo de mim, apertava minhas pernas. Eu sentia ele pulsar dentro de mim.
Parou de mamar e ficou me olhando com um sorriso.
— Acho que você gosta de ficar constrangida, gemeu tão gostoso que metade dos vizinhos ouviu.
Que raiva desse homem!