Eu, o Black, sempre gostei de marcar território de formas que ninguém mais entende. Não é só foder forte e gozar dentro. É cuidar, mimar, transformar cada pedacinho dela em algo que só eu uso e devoro. Foi por isso que, numa tarde qualquer, botei na mão dela uma nota boa e disse:
“Vai na manicure agora. Quero unhas perfeitas nas mãos e, principalmente, nos pés. Vermelho escarlate, bem brilhante, compridinhas nas mãos e quadradinhas nos pés. Volta logo que eu tô esperando pra te mostrar o quanto eu gosto do meu dinheiro bem gasto.”
Ela saiu toda faceira, sabendo exatamente o que eu queria. Eu fiquei em casa imaginando: ela sentada na cadeira, pernas cruzadas, a moça passando lixa, polindo, pintando aquelas solinhas macias que eu já conheço de cor. Cada pincelada de esmalte era como se estivessem preparando um presente só pra minha boca.
Quando ela voltou, a porta mal fechou e eu já tava no sofá, sem camisa, pau duro marcando na calça.
“Mostra.”
Ela tirou as sandálias devagar, sentou na ponta do sofá e esticou as pernas pro meu colo. As unhas dos pés estavam impecáveis: vermelho sangue, formato quadrado perfeito, brilhando como se fossem laqueadas. As solinhas claras, macias, ainda quentinhas do dia. As unhas das mãos combinando, longas o suficiente pra arranhar minhas costas depois.
Eu peguei um pé com as duas mãos, como se fosse algo sagrado. Primeiro, cheirei: cheiro de creme misturado com o verniz fresco. Depois, encostei a língua na sola, devagar, da base do calcanhar até a ponta dos dedos. Ela arfou, se arrepiou toda.
“Fica quietinha, amor. Deixa eu saborear o que eu paguei.”
Abri a boca e chupei o dedão inteiro, sentindo a unha lisa roçar no céu da boca. Lambi entre os dedos, um por um, deixando saliva escorrendo, molhando tudo. Cuspi devagar no espaço entre o segundo e o terceiro dedo, vendo a saliva se acumular ali, brilhante, e depois chupei forte, sugando a saliva de volta junto com a pele macia. Ela gemia baixo, mordendo o lábio, as mãos apertando o sofá.
“Olha como tá lindo… vermelho pra caralho, brilhando na minha boca. Essas unhas são minhas, assim como esses pezinhos são meus pra lamber, chupar e encher de porra se eu quiser.”
Passei pro outro pé. Mesma coisa: língua longa na sola, lambendo da curva do arco até o calcanhar, deixando rastro molhado. Cuspi mais uma vez, bem no meio da planta do pé, e esfreguei com o polegar, espalhando a saliva quente. Depois enfiei a língua entre os dedinhos, chupando cada um como se fosse um pau pequeno, sentindo as unhas quadradinhas roçando minha língua.
Ela já tava molhada, dava pra ver a calcinha marcando. Eu subi a mão pela perna dela, apertando a coxa, enquanto continuava devorando os pés. Chupei os cinco dedinhos de uma vez, boca cheia, saliva escorrendo pelo queixo, unhas vermelhas brilhando babadas.
“Você sabe que eu amo isso, né? Ver você toda arrumadinha pros meus caprichos… pés pintados só pra eu lamber, chupar e cuspir em cima. Depois eu vou te foder de quatro, com esses pezinhos vermelhos balançando no ar, e você vai gozar sentindo minha língua ainda no gosto deles.”
Ela não aguentou mais. Puxou minha cabeça pra cima, me beijou com força, provando o gosto da própria saliva misturada com o esmalte fresco nos meus lábios.
“Então vem, amor… me fode agora. Mas antes… deixa eu esfregar esses pezinhos pintados no seu pau preto até você gozar neles.”
E foi exatamente o que fizemos.
Porque quando eu dou dinheiro pra ela se arrumar, não é só vaidade.
É preparação.
Pra eu lamber, chupar, cuspir e gozar em cada detalhe que eu mandei fazer.
E ela ama ser minha obra de arte particular.