Se eu deitar o que o tio vai fazer comigo?

Um conto erótico de Wagner
Categoria: Heterossexual
Contém 1648 palavras
Data: 28/01/2026 17:42:40

"Vem aqui, deita no meu colo."

Ela riu dos meus modos abusados. Cabelos encaracolados, morena dos olhos meigos, os peitos fartos, da bundinha miúda. Uma bucetinha que eu imaginava apertada.

"A prima não vai gostar."

Ela ronronou com uma voz de gata.

"Esquece a prima, não vem ninguém agora. Só eu e você, vem, deita aqui. Deixa o tio fazer um carinho."

Provocante ela afastou as pernas, exibiu as dobras do calção apertado, um jeans surrado. Deu água na boca ver as pernocas bronzeadas.

"Sei não tio. Ela não vai gostar de saber."

"Só se você contar. Vem."

Mudei de posição, mostrei como ela me deixava com vontade. O volume crescendo no calção de praia. Branca riu do que viu. Os olhos faíscaram, ficou curiosa, talvez até orgulhosa por me ver generoso com ela.

Depois se acanhou e ficou quieta, pensativa, distraindo com um pedacinho de papel que ela dobrava.

"E se eu deitar o que você vai fazer comigo, tio?"

"Um carinho de parente, carinho que você vai gostar."

Branca mordeu os lábios, o seu corpo pedindo e ela ainda receosa das consequências.

"Eu deito, mas... se não gostar, eu saio."

"Claro, pode confiar."

Ela veio, se aninhou sobre o meu quadril. Parecendo uma gata dengosa deitando de bruços. A bundinha estufada, ela apoiada nos joelhos. Eu salivava com a imagem apetitosa.

"E agora?"

"Agora?"

"É, e agora? Vai fazer o que tio Wagner?"

Ela perguntou desconfiada me olhando de lado.

"Nada, apenas um carinho de quem gosta muito de você."

Passei a mão pela coxa macia, desci entre as coxas e arranhei a batata da perna. Branca ficou tensa, foi ficando nervosa.

"Relaxa, vê não tem nada demais é só o tio alisando. Um carinho de quem gosta muito de você."

Ela riu matreira, me olhando debaixo.

"Só gosta?"

Meti a mão boba no meio das coxas, senti a firmesa, a grossura da musculatura. O calção amarrotado entrou mais fundo na bundinha, imaginei Branca nua. Nuinha exibindo a bundinha, o anelzinho aflorando no meio e os gominhos lisos da bucetinha.

"Uuuh!"

Ela gemeu baixinho, esquentou minhas coxas e deitou a cabeça sobre os braços cruzados sobre o sofá. Ficou de olhos fechados, mas ainda tensa fingindo que era pura naturalidade.

"Não é gostoso?"

"Hum, hum."

"Então, tem nada demais, uma coisa que gente que se gosta faz quando aparece uma chance."

Ela deu uma leve tossida e um riso curto. Ficou calada esperando os meus dedos, meus toques mais abusados. Deitei a outra mão no seu glúteo, acompanhei a curva da anca, aquela meia lua pequena e morena. Fui abrindo como quem não quer nada, afastando os nacos carnudos.

"Malhando Branca?"

"Um pouquinho, hmm!"

"Sono?"

"Tiquinho."

"Então dorme, é pra isso que servem os carinhos. Relaxa a gente. Te acho tão linda. Que idade mesmo?"

"Dezenove. Mesma idade da Laura."

"É mesmo, o tio esqueceu que vocês nasceram no mesmo ano. E agora você está assim..."

"Assim, como?"

"Uma mulher crescida, perfeita. Aposto que tem namorado?"

"Tive, agora não mais. Cansei, uns chatos."

Os dedos afundavam no meio do calção massageando cuzinho e a vulva. Branca suava, um calor abafado vindo do meio. Ela ergueu a cintura incomodada pela grossura do pau. Eu latejava e babava.

"Que foi?"

"Nada. Tá me incomodando."

Vi ela ágil, enfiar a mão e desabotoar o calção. Safada. Tá gostando, não tá? Pensei me deliciando com a paisagem. Querendo uma desculpa pra livrar Branca do calção apertado, mas temeroso dela fugir assustada.

"Dorme, não vai dormir?"

Ela fez que sim balançando a cabeça deitada nas mãos. Depois relaxou, se esparramou ainda mais sobre mim. Meti o dedo do meio alisando a buceta da filha da Carla. Uma gata manhosa finalmente pronta para ser saboreada.

"Uuuh!"

Gemeu gostoso e eu massageei a lombar, bem ali, junto a costura do calção, fui enfiando os dedos aos poucos. Primeiro as pontas, depois todos, a bundinha macia subia. Eu penetrei mais fundo, a mão entrou toda. A buceta da Branca me queimou a cintura e me deixou com a pica molhada de tesão.

Tentei descer, puxar, mas o calção não descia. O zíper ainda prendia, era um tesão gostoso, tesão proibido com a filha da irmã da Flávia. Um pecado safado no meio de um sábado. Só nós dois ali e a porra de um calção a atrapalhar tudo.

Discreta, como se não fosse nada, ela voltou enfiar a mão na cintura subiu um pouquinho a cintura e desceu o zíper e relaxou de novo. Putinha! Tá doida pra dar não é mesmo garota atrevida?

Branca ficou pronta para o abate. O feriado todo me provocando e agora quer saber até onde eu tenho coragem de chegar. Meu coração palpitava, o medo da Laura voltar, só me deixava mais aceso. Puxei devagar o calção apertado e aquilo desceu um tanto. Surgiu um pedaço da bundinha macia. Puxei mais, saiu tudo, desceu até as coxas da Branca.

Ela gemeu meio sonada, parei esperando a reação, ela calada. Devagar meti a mão no meio, dedilhei os lábios da xoxota com a ponta dos dedos. Massageei sem acreditar que estava acontecendo mesmo. Eu bolinando finalmente a filha da irmã da minha esposa. Fui girando a ponta dos dedos, explorando os pentelhos no alto do monte duro até encontrar e brincar com o grelinho.

Branca rebolou tão gostoso, rebolou no meu colo esmagano meu pau. Uma safada dengosa que gostava de ser bolinada por homem.

"Uuuh! Tio!"

"Gostoso não é?"

Ela gemeu mais fundo, a cara enfiada na almofada do sofá, uma babinha começou a molhar os meus dedos. Branca minava os seus sucos de putinha tesuda.

A ponta do dedo entrou no meio dos lábios. O polegar achou o buraquinho escondido. Massageei Branca com todo carinho, meu pau latejando por baixo. E meus dedos brincando nos seus buraquinhos.

"Você tá me molhando tio."

"Culpa sua."

"Minha! Eu não fiz nada. Fiz o que tio pediu. Aaah!"

"Preocupa não, é assim mesmo. Só rebola, rebola pro tio."

"Assim?"

Abri a bundinha e vi o buraquinho apertado. Aquele anelzinho enrugado, tão bonitinho, cu de menina virgem. Salivei e cuspi. Pingou perto e eu espalhei. O botãozinho da Branca brilhava.

"Deixa o tio fazer uma coisa, eu sei que você vai gostar."

"O que?"

Passei a ponta dedo, forçando o anelzinho estufado. O mais puro desejo, aquilo até piscava. Penetrei lento só com a ponta do dedo, saboreando o momento, fui penetrando o cuzinho da Branca.

"Ai tio!"

Ela tensa com o queixo apoiado no sofá, as mãos pequenas afastando as ancas e eu furando o cuzinho apertado.

"Arde tio."

"Só mais um pouquinho. É virgem?"

"Não!"

"Mas o cuzinho é."

"É, aiiii!"

Ela gemeu fechando os olhos

"Isso menina, aceita que você gosta, todas acabam gostando um dia."

"Machuca..."

"E um carinho, assim, não é bom?"

Branca tremia de medo, desejo e culpa. Era tudo o que eu queria, ou quase. Masturbei a sobrinha até ela ficar úmida, o dedo massageando o ânus, a outra preparando a buceta nova.

"Posso provar, deixa o tio saborear."

"O que? Eu!? Não sou fruta."

"Claro que é. Uma fruta apetitosa. Macia e linda. Vem, senta aqui. Senta no colo do tio."

"Então tira que eu sento."

Ela ficou de pé, magrinha, só com as sandálias e o bustiê. Dava pra ver os biquinhos marcando o tecido amarelo. O triângulo negro no meio do quadril. Tirei meu calção, ela sorriu encantada quando me viu balançando duro pra ela.

"Senta."

Branca boquiaberta, só que pra minha surpresa ela me segurou como uma especialista entre os dedos pequenos. Depois ajoelhou sobre mim e pincelou a cabeça do pau no meio dos lábios. Misturando os nossos sabores.

Desceu.

"Aaah! Uuuh!"

Me engoliu aos poucos. Vieram os movimentos ritmados, ela descia eu afundava. Metia o cacete na buceta da Branca.

"Caralho!"

Gritou quando enfiou tudo no meio da xoxota quente. Fervia a bucetinha, tão meladinha, tão apertada. Branca começou a mover mais rápida, a subir e descer, a me morder o cacete com força com os lábios da xoxota apertada.

Arranquei os peitões da moça do bustiê apertado. As tetas soltas balançando na minha cara. Mordi os dois extasiado com o momento. Os sucos ácidos da menina queimando a pele do pau e ela me afundando cada vez mais na sua gruta encharcada.

"Aaah! Tio! Hmmm!"

De olhos apertados, sentindo o momento a sensação de ser seduzida por um homem mais velho, fodida pelo seu tio.

"Caralho!"

Berrou de novo e eu mamei nas tetas da Branca. Suguei os bicos como um devasso. O bafo quente no ventre, o suor melando os corpos.

"Uuuh! Uuuh!"

Branca tremeu toda e gemeu sentindo a vara do tio rasgando a buceta. Me beijou gozando como uma louca. Urrando e vibrando gostoso.

Cheguei cuspindo no seu ventre, enchendo a Branca de porra quente. Massageando o cuzinho com o dedo, pra deixar a menina ainda mais depravada.

Só então desenrolamos as língua, uma baba nos unindo as bocas. Branca e extenuada, o suor grudando seus cabelos na testa, na face.

"Então?"

Ela não disse nada, ainda abraçada ao meu pescoço, a viscosidade descendo pelo meu tronco.

"A gente não devia..."

"Claro que devia. Não foi bom, você não gostou?"

Ela ronronou um sim acanhado.

"Melhor eu ir embora antes que..."

"Melhor."

Branca ficou de pé exuberante, os seios belos, o quadril largos, as coxas roliças, e a xoxota suada. Dava pra ver os gominhos, as dobras dos lábios. Uma bucetinha adorável.

"Para tio! Tarado."

Me jogou uma almofada na cara e vestiu o calção rindo. Foi quando ouvimos um barulho, pareceram uns passos.

"Sujou. Merda!"

"O que? Quem?"

"Ela quem mais, Laura. Só pode ser."

"Puta que pa..."

"Deixa eu ir. Depois te falo."

E saiu apressada na direção das escadas. Rezei pra não ser ninguém, muito menos a Laura. Minha úlcera deu sinal de vida, mas eu não podia fazer mais nada.

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