Romário, o melhor amigo de Eduardo desde a infância, passava pela rua da academia com seu corpo atlético reluzindo sob o sol da manhã. Ele era negro, e um sorriso arrogante que sempre precedia suas piadas sem graça. Vestia uma camiseta preta justa que marcava os peitorais definidos e os bíceps inchados de anos de futebol e academia, combinada com um short marrom escuro que grudava nas coxas grossas, destacando o volume generoso na virilha. Aos 26 anos, Romário era o tipo de cara que exalava uma masculinidade tóxica, torcedor fanático do Flamengo como Eduardo, e não perdia a chance de soltar comentários homofóbicos disfarçados de "brincadeira".
Ao avistar Eduardo lá dentro, através da vidraça embaçada de suor, Romário empurrou a porta com um empurrão confiante, o ar condicionado gelado contrastando com o calor do seu corpo suado da caminhada. Seus olhos castanhos varreram o lugar, pousando no grupo: Eduardo com sua camiseta preta colada aos músculos loiros; Maria Eduarda com a legging preta abraçando a bunda empinada e o top vermelho apertando os seios fartos; Gustavo, ainda ofegante no banco de supino, a regata azul-clara grudada como pele molhada, revelando os mamilos endurecidos e a barriga lisa tremendo; e Luiz Felipe, o deus grego moreno claro, com a regata preta coladíssima aos gomos do tanquinho e o short vermelho esticado ao limite, o suor escorrendo pelos cabelos castanhos encaracolados e pingando no decote profundo.
— E aí, Edu! Que porra é essa de academia sem me chamar, seu viado? — berrou Romário com uma risada rouca, aproximando-se com passos pesados, os músculos das pernas flexionando no short marrom. Ele deu um tapa forte no ombro de Eduardo, o impacto ecoando como um convite para mais contato físico bruto. — Tá traindo a amizade com esses maricas aí?
Eduardo riu alto, virando-se para o amigo com um abraço apertado que colou seus peitos suados um no outro, o cheiro de suor masculino misturando-se no ar denso da academia.
— Calma aí, Mano! Não é nada disso, cara. Tô aqui numa intervenção pro meu irmãozinho. O moleque tá virando um sedentário molenga, sabe? Arrastei ele da cama pra virar homem de verdade e não passar aquela vergonha que aconteceu no bar sábado.
Eduardo piscou, apontando para Gustavo, que ainda estava deitado no banco, as coxas magras tremendo no shortinho creme curtinho que subia revelando a pele clara e sensível da virilha interna. Os olhos castanhos de Gustavo encontraram os de Luiz Felipe por um segundo, um olhar carregado de fome residual da sessão anterior, fazendo o volume no short creme inchar sutilmente.
Romário inclinou a cabeça, olhando Gustavo de cima a baixo com um sorriso sarcástico, os olhos demorando nos contornos suados do corpo magro.
— Ah, entendi! Tá tentando endurecer esse fresquinho aí? Boa, Edu! Senão ele vai acabar virando daqueles que curtem... sabe, "coisas de menina" em vez de pegar mulher.
Ele deu uma cotovelada em Eduardo, rindo como se fosse a piada do século, mas o tom homofóbico cortava o ar como uma lâmina afiada. Seus olhos passaram por Luiz Felipe, mas disfarçando com uma careta.
— E esse aí? Seu personal gay ou quê? Tá todo suado, parecendo que acabou de... ah, deixa pra lá.
Luiz Felipe manteve o sorriso educado, os olhos mel brilhando com uma doçura que escondia irritação, mas ele se aproximou de Gustavo, inclinando-se sobre o banco para "ajustar" a postura dele. Seus dedos quentes roçaram a coxa interna de Gustavo, um toque "acidental" que fez o garoto arfar baixinho, o coração acelerando enquanto o short vermelho de Luiz Felipe roçava de leve na sua perna, o volume grosso delineado pressionando o ar entre eles.
— Ignora isso, Tavinho... foco no treino. Você tá indo bem... bem quente — sussurrou Luiz Felipe baixo o suficiente só para Gustavo ouvir sua voz grave, enquanto o rapaz admirava seus cabelos encaracolados, seu peitoral sentia seu cheiro.
Maria Eduarda, percebendo a toxicidade no ar, mordeu o lábio inferior com frustração, os seios subindo e descendo no top vermelho enquanto ela se aproximava de Eduardo, passando a mão pela cintura dele num gesto possessivo que desceu perigosamente perto da virilha.
— Amor, olha a hora... você não tem que ir pro trabalho? Os novatos te esperando, né?
Disse ela com voz melosa, tentando separá-lo do amigo tóxico, os dedos traçando círculos no abdômen trincado dele sob a camiseta preta. Seu corpo se colou no dele por trás, a bunda empinada na legging preta roçando a ereção semi-dura de Eduardo, na esperança de distraí-lo.
Mas o tiro saiu pela culatra. Eduardo riu, virando-se para ela com um beijo rápido e possessivo nos lábios, a língua invadindo por um segundo, antes de se afastar.
— Verdade, Manu. Tenho que ir.
— Logo agora que eu cheguei.
Romário reclama.
— Vamos, cara, me acompanha até em casa? A gente conversa sobre o jogo do Fla no caminho.
Eduardo deu um tapa na bunda de Maria Eduarda, possessivo, fazendo-a corar, mas ignorando o apelo sutil dela.
— Fica aí ajudando o Luiz com o Tavinho, amor. E nada de exercícios moles, hein? Treino pesado!
Romário piscou maliciosamente, olhando para Gustavo uma última vez com uma piada final.
— É isso aí, fresquinho! Treina direito senão vai acabar gostando de... ah, você sabe.
Ele riu, seguindo Eduardo para fora, os dois corpos musculosos lado a lado, o short marrom de Romário e o moletom vermelho de Eduardo marcando volumes que balançavam com cada passo confiante.
Antes de sair, Eduardo parou na porta, virando-se para Gustavo com um olhar sério, mas carregado de uma autoridade masculina que fazia o ar arrepiar.
— Escuta aqui, Gusta: não me decepciona. Treina como homem. Olha pro Luiz aí... copia esse padrão. E nada de moleza, ou eu volto e te arrasto de novo.
Seus olhos castanhos cravaram nos de Gustavo, um conselho que soava como ordem, enquanto o cavanhaque e o bigode se curvavam num sorriso sádico. Ele ajustou o volume no moletom vermelho disfarçadamente e foi embora.
Com Eduardo e Romário saindo juntos, rindo alto sobre piadas homofóbicas no caminho, o ar da academia pareceu mais calmo, deixando Gustavo sozinho com Luiz Felipe e Maria Eduarda. Os olhos castanhos de Gustavo encontraram os mel de Luiz Felipe outra vez, o suor escorrendo pela regata azul-clara, o short creme apertado traindo sua excitação crescente. Luiz se aproximou mais, a mão na lombar dele pressionando com firmeza.
— Agora é só nós... vamos continuar de onde paramos? Mais peso... mais suor... mais perto — murmurou Luiz Felipe, a voz doce e educada carregada de fome, enquanto Maria Eduarda observava com um sorriso malicioso, o top vermelho úmido de suor destacando curvas que prometiam distrações próprias.
Luiz Felipe ainda estava inclinado sobre Gustavo, a mão firme na lombar dele, os dedos abertos pressionando logo acima da curva da bunda no shortinho creme. O tecido fino já estava úmido de suor, quase transparente nas partes mais apertadas, delineando a ereção crescente que Gustavo tentava e falhava esconder.
Luiz Felipe se aproximou mais, o peito largo roçando de leve nas costas do garoto. Sua voz saiu baixa, rouca, doce como mel derretido:
— Agora que o seu irmão saiu… a gente pode treinar de verdade, Tavinho. Sem plateia. Só você, eu… e esse corpinho todo suado precisando de atenção.
Gustavo engoliu em seco, os olhos castanhos erguidos para os mel de Luiz Felipe. O suor escorria pela testa, pingando no decote da regata azul-clara que grudava nos mamilos endurecidos como se fossem botões implorando por toque.
— Eu… eu não sei se aguento mais peso hoje… — murmurou Gustavo, a voz tremendo, mas os quadris se movendo sutilmente para trás, roçando de leve na coxa grossa de Luiz Felipe.
Luiz Felipe sorriu devagar, os dentes brancos contrastando com a pele morena clara. Ele deslizou a mão da lombar para a lateral da cintura de Gustavo, os polegares traçando a linha da costela exposta onde a regata subira.
— Não é só peso que eu tô falando, garoto… — sussurrou, inclinando o rosto até o ouvido dele, o hálito quente fazendo Gustavo fechar os olhos. Você tá tremendo todo. Não é só de cansaço, né? Tá sentindo outra coisa… bem aqui embaixo.
Ele deixou a mão descer devagar, os dedos roçando a borda do short creme, bem na junção da coxa com a virilha. Não tocou diretamente, mas o calor da palma era insuportável.
Gustavo arfou, o corpo inteiro se contraindo.
— Luiz… para… a Manu tá olhando…
Maria Eduarda, encostada na parede ao lado, braços cruzados sob os seios fartos que subiam e desciam no top vermelho úmido, deu um risinho malicioso. A legging preta abraçava cada curva da bunda empinada, e entre as pernas o tecido escuro já mostrava um leve brilho de excitação.
— Continua, Luiz. Mostra pra ele como se faz um treino de verdade. Ele precisa aprender a… se entregar.
Luiz Felipe riu baixo, um som grave que vibrou no peito de Gustavo. Ele puxou o garoto de leve pelo braço, guiando-o para o canto mais reservado da academia, perto dos pesos livres, onde as luzes eram mais fracas.
— Deita de bruços no banco agora. Vamos trabalhar essas costas… e outras coisas que tão precisando de alongamento.
Gustavo obedeceu quase sem pensar, deitando de barriga para baixo no banco reto. O short creme subiu ainda mais, expondo as coxas claras e a curva inferior da bunda. Luiz Felipe se posicionou atrás dele, as pernas abertas ao lado do banco, o short vermelho esticado ao limite, o volume grosso e pesado delineado bem na altura da cabeça de Gustavo.
— Braços pra frente… empurra o chão devagar… assim…
Instruiu Luiz Felipe, mas em vez de corrigir a postura com as mãos nas costas, ele se inclinou sobre Gustavo, o peito colando nas costas suadas do outro. O suor dos dois se misturou, pingando juntos.
Gustavo gemeu baixinho quando sentiu o peso de Luiz Felipe pressionando-o contra o banco, o volume no short vermelho roçando ritmicamente na curva da sua bunda a cada “repetição” falsa.
— Isso… sente o peso, Tavinho… sente como é bom carregar algo pesado… algo duro…
Murmurou Luiz Felipe no ouvido dele, os lábios roçando a orelha.
— Você aguenta mais? Ou vai implorar pra eu te deixar respirar?
Gustavo virou o rosto de lado, os lábios entreabertos, o suor escorrendo pela bochecha.
— Eu… aguento… mas… me diz o que você quer que eu faça…
Sussurrou, a voz rouca de desejo, os quadris se movendo sutilmente para trás, procurando mais contato.
Luiz Felipe apertou os olhos mel, o sorriso se tornando predatório.
— Quero que você levante essa bundinha pra mim… só um pouquinho… enquanto eu te mostro como apertar direito. Quero ver você suando mais… gemendo mais… pedindo mais.
Maria Eduarda se aproximou devagar, os quadris balançando na legging preta. Ela se agachou ao lado do banco, o rosto perto do de Gustavo, os seios quase escapando do top vermelho.
— Olha pra mim, Gusta… — disse ela, com a voz bem baixa e manhosa. — Tá gostando, né? Tá sentindo ele todo colado em você… todo duro… todo suado… Aposto que você nunca suou assim na vida.
Gustavo envergonhado assentiu devagar, os olhos vidrados, a respiração entrecortada.
— Tô… tô sentindo tudo…
Admitiu, a voz quase um gemido.
Luiz Felipe se endireitou um pouco, mas manteve uma mão na nuca de Gustavo, massageando com os polegares em círculos lentos e possessivos.
— Boa garoto… agora levanta devagar… empurra pra trás… sente cada centímetro…
Ordenou, a voz doce mas carregada de autoridade.
— E quando não aguentar mais… quando quiser implorar… é só falar. Eu paro… ou eu continuo… você escolhe.
Gustavo empurrou os quadris para trás devagar, roçando deliberadamente no volume de Luiz Felipe, um gemido escapando dos lábios entreabertos.
— Continua… por favor… continua…
Maria Eduarda riu baixinho.
— Viu? Ele aprende rápido quando tem o professor certo. — Ela se levantou, aproximando-se de Luiz Felipe por trás — E você, Luiz… vai ensinar ele direitinho?
Luiz Felipe virou o rosto para ela, os olhos brilhando.
— Com certeza vou ajudar direitinho, Manu, algum problema para você… mas e o Eduardo?
— Eu ajudo vocês a esconder esse treino extra do Edu, mas se você pisar na bola com meu cunhadinho…
Gustavo, ainda de bruços, ofegante, olhou para os dois com os olhos castanhos escuros.
— O Que vocês estão cochichando ai hem?
Autor: Mrpr2